Últimas

ris

Ris raiz x Ris nutella

Saudações cervejeiros e/ou nutelleiros! Aqui o papo sempre é democrático, tem espaço para quem é raiz e para quem é Nutella também. Não tenha vergonha de ser quem você é, sempre!

Leia mais
a doença dos parquinhos

A doença dos parquinhos

Uma praça é um transtorno. Por exemplo, sob a praça há corpos. Isso porque há corpos em todo lugar. Aos mais coradinhos, chamamos vivos. Para a maioria da gente, viver

Leia mais

Festival Potiguarias Visuais integra performances artísticas e projeção mapeada em evento gratuito

Redação

A Zona Norte de Natal recebe,no próximo sábado, 25 de abril, a quinta sessão do Potiguarias Visuais – Acessando a ZN. O festival de artes integradas, que reúne artistas locais em uma programação gratuita voltada à produção contemporânea, acontece das 18h às 22h, na Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa. A noite conta com a condução da artista circense Aranha como Mestre de Cerimônia e traz apresentações do Grupo de Improvisação Livre da UFRN, do espetáculo Ylê Ayê: ginga e fogo ancestral, da performance CARNE-CONCRETO, dos artistas CADIDJA e Santelmo, além de Pretta Soul, que apresenta seu novo show Depois dos 30. Com foco na experimentação e no diálogo entre linguagens, o festival propõe uma noite de encontros entre performance, música, manifestações culturais, projeções artísticas e uma exposição coletiva de artes visuais. A programação conta ainda com uma roda de conversa com os artistas Consuelo Vea Coroca e Acerola, além das produtoras do projeto, Christalina e Renata Marques. Ao todo, o evento reúne mais de 20 artistas potiguares e 32 trabalhos visuais de criadores de Natal (RN), Parnamirim (RN), São Paulo (SP), Diadema (SP) e Fortaleza (CE), em uma proposta que articula arte, território e tecnologia. Como parte das ações do projeto, foi realizada na última semana uma atividade formativa com estudantes da Escola Municipal Iapissara Aguiar, conduzida pela multiartista Christalina, da Bruxaria Digital, em parceria com integrantes do GIL – Grupo de Improvisação Livre da UFRN. “A vivência buscou aproximar os estudantes da arte contemporânea potiguar e incentivá-los a participar do evento. A proposta foi criar um espaço de troca e despertar o interesse desses jovens para a produção artística que acontece no próprio território”, destaca Christalina, também curadora e idealizadora do festival.  O Potiguarias Visuais atua na democratização do acesso à arte contemporânea na periferia, promovendo visibilidade para produções que transitam entre performance, música, poesia, artes visuais e tecnologia. “Esta edição propõe uma reflexão sobre os modos de criação na contemporaneidade, tensionando questões como hiperprodutividade, esgotamento, autonomia artística e coletividade. A mediação do projeto também sugere leituras como A Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han, e Não Vão Nos Matar Hoje, de Jota Mombaça, ampliando o debate para além da experiência no evento”, completa a artista. ServiçoO quê: Potiguarias Visuais – Acessando a ZNQuando: 25 de Abril de 2026Onde: Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa (Zona Norte de Natal/RN)Quanto: Gratuito

Leia mais

Mundo Zira vai até este próximo domingo no Museu da Rampa

Redação

A temporada da exposição interativa “Mundo Zira” em Natal se aproxima do fim. Em cartaz no Complexo Cultural Rampa até domingo (26), a mostra convida o público a aproveitar os últimos dias de visitação e conhecer uma experiência que conecta arte, literatura e tecnologia a partir da obra de Ziraldo. A entrada é gratuita, e os ingressos podem ser retirados pelo Sympla ou na bilheteria do museu, conforme lotação do espaço. 42 mil pessoas já passaram pela exposição na capital potiguar, primeira cidade do Nordeste a receber o projeto. Desde a estreia, em novembro, foram realizadas 236 visitas educativas mediadas, que atenderam mais de 8 mil pessoas, sendo 7 mil estudantes de 30 municípios. Nos bastidores, a iniciativa mobiliza 73 profissionais (75% deles de Natal), entre curadoria, produção, educadores, técnicos, comunicadores, interatividade e equipes de apoio. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos no Sympla, pelo link https://www.sympla.com.br/evento/exposicao-mundo-zira/3169427, ou na bilheteria do Museu da Rampa, de acordo com a lotação do espaço.

Leia mais

Romaria: Márcio Benjamim lança novo romance de horror contemporâneo

Redação

Romaria: Um grupo de sobreviventes de um apocalipse zumbi procura ajudar uma cidade vizinha a enfrentar o mesmo mal. Esse é o mote do novo livro do escritor Márcio Benjamin, intitulado Romaria, e representa a continuação do poderoso romance Fome, do mesmo autor. O lançamento será nesta sexta-feira (24), a partir das 19h, no Mahalila Café & Livros. Algumas desgraças não têm fim. Com uma prosa visceral, marcada pela oralidade nordestina e pela poesia bruta do sertão, Márcio Benjamin constrói, em Romaria, uma alegoria de nosso tempo: entre fantasia e horror, Romaria mergulha em temas sociais urgentes e reafirma o autor como a voz mais potente do horror contemporâneo. O profeta estava certo,  o Sertão virou mar. De sangue. Serviço O QUÊ: LANÇAMENTO DO LIVRO ROMARIA ONDE: MAHALILA 19H QUANDO: 24 04 GRATUITO

Leia mais

Grupos de assobio

Joselito Muller

Há gestos que, mesmo em contextos sociais, históricos e políticos distintos conseguem a façanha de preservar um mesmo significado. Assobiar, por exemplo, é um gesto historicamente relacionado à vagabundagem em várias culturas ao redor do mundo. Prática de rufiões, vadios, estelionatários, patifes e tocadores de realejo, o abominável ato de assobiar – muito apreciado por sujeitos como Calígula e Leon Trotski, o que, por si só, já acende um alerta – voltou à moda. E já não se trata daquele sujeito isolado, que, sem nada útil com o que se ocupar, fica na calçada segurando uma gaiola com um passarinho dentro e, para incentivar o bicho a cantar, assobia. No exemplo acima, ao menos havia uma finalidade. Diferentemente, no entanto, tem sido a prática que ganhou força nos últimos dias, consistente na reunião virtual, via aplicativo Whatsapp, por meio do qual vários sujeitos estão integrando “grupos de assobio”.   Vagabundos de todas as laias, até então solitários em seus respectivos ócios, agora estão se reunindo para assobiar e ouvir os assobios uns dos outros. Poucos analistas contemporâneos estão se dando conta do risco que isso representa à nossa sociedade, que reforça a necessidade de proibir o uso de internet no país. O ato de assobiar, herdado de pretéritos escroques, é inadvertidamente utilizado nos dias de hoje para, por exemplo, avisar comparsas, em meio a empreitadas ilícitas, que a polícia se aproxima. Além disso, o proletário iletrado, sem consciência de classe, utiliza tal habilidade para assediar desafortunadas damas que passem próximo aos canteiros de obra. Também é comum assobiar subitamente ao se aplicar uma dedada fortuita no caneco de outrem, a quem se pretenda ridicularizar. Nota-se, portanto, que nada que preste relaciona-se ao assobio. Também do ponto de vista musical, o cretino sibilar é imprestável, como atestam as canções do Scorpions e Guns n’ Roses. Tomei conhecimento da existência de tais grupos de Whastapp por intermédio de meu filho adolescente. Nessa fase da vida, é comum que muitos garotos se tornem suscetíveis à vagabundagem e devassidão, possivelmente influenciados pela prática cotidiana do onanismo, que finda por afrouxar-lhes o caráter.   Daí atraírem-se por práticas malsãs, tais como soltar pipa, empinar motos ou bicicletas, ouvir funk e manifestar-se por meio de sibilos insolentes. Daí a pertinência das autoridades ficarem alertas para os grupos de assobio no Whatsapp, nos quais os escroques ali reunidos têm potencial de macular, com sua influência nefasta, a consciência dos...

Leia mais

Tudo é construído! Tudo é revogável!

Tatyanny Nascimento

Tomo a frase do título da obra de Alipio DeSouza Filho (cientista social, professor da UFRN, diretor do Instituto Humanitas) que fez dela mais do que um enunciado provocativo, mas uma chave de leitura do humano. Em seu Construcionismo Crítico, DeSouza Filho insiste que a realidade social, afetiva, moral e política não é natural, nem eterna: ela é produzida historicamente, sustentada por discursos, hábitos, instituições e relações de poder. E é justamente aí que a palavra ideologia ganha peso: ideologia é aquilo que trabalha para fazer o construído parecer natural, inevitável, intocável. Ela reveste de evidência o que é fabricação histórica. Dizer, então, que “Tudo é construído! Tudo é revogável!” não é brincar com o relativismo, mas é lembrar que também podem ser desfeitas as formas que nos domesticam, os sentidos que nos oprimem e as crenças que nos aprisionam. Ignacio Martín-Baró (padre jesuíta, psisicólogo social espanhol, criador da Teoria da Libertação) chamaria isso, em outra chave, de uma tarefa urgente: a desideologização, isto é, o gesto de arrancar das coisas a máscara da falsa naturalidade para devolver ao oprimido a lucidez sobre sua própria condição. Demorei muito para desconfiar do que me parecia natural. Durante anos, aceitei certas ideias como quem aceita a posição dos móveis numa casa antiga: sem perguntar quem os colocou ali, quando, e o porquê continuavam ocupando o centro da sala. Chamei de verdade aquilo que talvez fosse costume, de vocação aquilo que talvez fosse obediência. Chamei de personalidade aquilo que talvez tivesse sido apenas uma lenta adaptação ao medo, ao desejo de pertencimento, à expectativa dos outros. Acho que amadurecer é, em parte, isso: começar a estranhar as evidências. Talvez por isso, eu volte sempre aos antigos. Em Anaximandro, grego do século VI antes da era comum, há uma imagem que nunca me abandona: a do Ápeiron, o ilimitado, o indeterminado, aquilo que ainda não foi recortado em forma. Gosto de pensar que, para ele, a origem do mundo não era uma peça pronta, mas uma abertura. Antes do nome, havia um campo de possibilidades. Antes da ordem, uma espécie de respiração sem bordas. Essa visão me inquieta. Inquieta porque me deixa sem o abrigo das essências. Então, vem Aristóteles (filósofo grego do século IV antes da era comum) com sua paixão pela forma, pela definição, pelo contorno. E eu o compreendo também. Há dias em que tudo o que a gente quer é isso: que as coisas...

Leia mais

Livro inédito de Moacy Cirne sobre a Bíblia e será lançado em Natal

Redação

Natal recebe, no próximo dia 30 de abril, o lançamento de uma obra inédita de um dos nomes mais importantes da cultura potiguar. O livro “A Bíblia: Travessia, Travessias”, de Moacy Cirne, será apresentado ao público em evento realizado no Temis Clube Bar, no bairro do Tirol. Publicado de forma póstuma, o livro reúne um trabalho desenvolvido ao longo de anos pelo autor, que realizou pesquisas entre 2005 e 2007 e, posteriormente, entre 2010 e 2014 — período em que aprofundou seus estudos em diferentes versões da Bíblia e em obras de teologia. A obra propõe uma leitura singular e provocadora, combinando elementos de ficção, reflexão e experimentação estética. Reconhecido por sua atuação na poesia de vanguarda e por sua contribuição teórica ao campo das histórias em quadrinhos, Moacy Cirne constrói, neste livro, uma abordagem que atravessa o sagrado com um olhar crítico e inventivo. O projeto editorial foi conduzido por Oreny Júnior, do Sebo Gajeiro Curió, a partir de um convite da família do autor. Segundo o editor, o livro representa uma oportunidade única de apresentar ao público um material inédito e relevante dentro da produção intelectual de Cirne. “É uma leitura muito própria de Moacy sobre a Bíblia, que mistura pesquisa e ficção. Ele traz a vanguarda para dentro do sagrado, com uma visão que também carrega o sertão e a vivência dele”, afirma Oreny. Natural de Jardim do Seridó e com trajetória consolidada entre Natal e o cenário acadêmico nacional, Moacy Cirne foi poeta, artista visual e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), além de um dos criadores do movimento poema/processo. Sua produção influenciou diferentes gerações de artistas e pesquisadores no Brasil.O lançamento de “A Bíblia: Travessia, Travessias” marca não apenas a chegada de um livro inédito ao público, mas também a continuidade do legado de um autor fundamental para a cultura potiguar e brasileira. SERVIÇO📖 Lançamento do livro A Bíblia: Travessia, Travessias📍 Temis Clube Bar – Av. Rodrigues Alves, 950, Tirol, Natal/RN⏰ 18h🎟️ Entrada gratuita

Leia mais

Ribeira Boêmia homenageia Arlindo Cruz e Jorge Aragão no Ribeira Canta

Redação

O projeto Ribeira Canta está de volta e chega à sua quarta edição com um tributo a dois gigantes do samba brasileiro: Arlindo Cruz e Jorge Aragão. Desta vez, a homenagem será realizada no Bar 294, em Petrópolis, reunindo a Roda de Samba Ribeira Boêmia e convidados em uma celebração dedicada à obra de dois mestres que marcaram gerações com suas composições, interpretações e contribuições para a história do samba. Para abrilhantar a festa, estão confirmadas as participações especiais de Berthone Oliveira, Matheus Magalhães (Samba Preto no Branco) e Daniela Fernandes. O público pode esperar quatro horas de roda de samba, em um encontro pensado para cantar grandes clássicos do gênero do começo ao fim. Os ingressos estão à venda na Outgo e também no próprio Bar 294. Arlindo Cruz Arlindo Domingos da Cruz Filho, conhecido artisticamente como Arlindo Cruz, nasceu no Rio de Janeiro, em 14 de setembro de 1958. Cantor, músico e compositor, é um dos nomes mais importantes do samba e do pagode no Brasil. Integrante do Fundo de Quintal, Arlindo permaneceu por mais de uma década no grupo antes de seguir carreira solo, consolidando também uma parceria marcante com Sombrinha. Suas composições foram gravadas por grandes nomes da música brasileira, como Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Fundo de Quintal e Maria Rita. Entre seus sucessos estão “O Show Tem Que Continuar”, “Ainda É Tempo de Ser Feliz”, “O Que É o Amor”, “Bagaço de Laranja” e “Dor de Amor”. Em 2015, recebeu o Prêmio da Música Brasileira na categoria de melhor músico de samba. Arlindo Cruz faleceu em 8 de agosto de 2025, deixando um legado definitivo para a música brasileira. Jorge Aragão Jorge Aragão da Cruz nasceu no Rio de Janeiro, em 1º de março de 1949, e é reconhecido como um dos maiores compositores e intérpretes da história do samba. Dono de uma obra marcada por lirismo, identidade popular e forte assinatura autoral, Jorge Aragão fez parte da formação inicial do Fundo de Quintal e construiu uma carreira solo sólida, tornando-se referência no gênero. Ao longo de sua trajetória, teve músicas gravadas por artistas como Beth Carvalho, Alcione, Zeca Pagodinho e Martinho da Vila, além de ter eternizado sucessos como “Coisinha do Pai”, “Lucidez”, “Eu e Você Sempre”, “Moleque Atrevido” e “Identidade”. Com décadas dedicadas ao samba, Jorge Aragão se mantém como um dos artistas mais respeitados da música brasileira. Ribeira Canta – Arlindo Cruz...

Leia mais

Os Chicos apresentam o espetáculo “Dona Maria”, uma homenagem a Maria Bethânia

Redação

O grupo Os Chicos apresenta o show Dona Maria, um espetáculo emocionante em homenagem à força, à poesia e à presença única de Maria Bethânia, uma das maiores vozes da música brasileira. Inspirado na intensidade artística e espiritual que atravessa gerações, o projeto convida o público a mergulhar em canções marcantes e interpretações carregadas de sentimento, conduzindo a plateia por uma experiência profunda, sensível e visceral. Com arranjos direção musical de Eduardo Taufic e Tiago Terras e atmosfera cênica envolvente assinada pelos artistas Rita Machado e Rafa Barros, o espetáculo ganha potência com a presença de uma banda formada por músicos de destaque: Eduardo Taufic, Bruno Cirino, Mônica Michelly, Stallone Terto, Kleber Moreira e Weslley Silva. O show conta ainda com as participações especiais de Nara Costa e Rouxinol, artistas que imprimem personalidade e excelência a cada acorde. Mais do que um concerto, Dona Maria propõe um encontro com a emoção, a palavra e a música em sua forma mais intensa. Uma homenagem pulsante, necessária e profundamente conectada com o público. SERVIÇO Show: Dona Maria – Os Chicos cantam Maria Bethânia  Data: 17/04/2026 Hora: 19h30 Local: Teatro Alberto Maranhão  Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/os-chicos—dona-maria—cantam-maria-bethania/3376722 Instagram: @oschicos

Leia mais
  • All Posts
  • Agenda
  • Artes Cênicas
  • Artes Visuais
  • Audiovisual
  • Blog do Sérgio Vilar
  • Carnaval
  • Cerveja / Gastronomia
  • Cultura Pop
  • Curtinhas
  • Dança
  • Destaque-capa
  • Destaques
  • Editais e Oportunidades
  • Entrevistas
  • Folclore e Cultura Popular
  • Literatura
  • Memória do RN
  • Música
  • Notícias
  • Opinião, Artigos e Crônicas
  • Personagens do RN
  • Poesia
  • Revista Preá
  • Turismo
jessica-bitemcourt

12/03/2021|

O Rio Grande do Norte é um estado onde o trabalho fotográfico conta com centenas de profissionais e artistas que utilizam a linguagem fotográfica em seu dia a dia, porém ao fazer rápida pesquisa percebemos que a grande maioria é do gênero masculino, então onde estão as fotógrafas mulheres do Estado? O que a fotografia representa para cada uma delas? Que trabalho autoral cada uma desenvolve? Para responder esta e outras perguntas, o projeto Mulheres na Fotografia RN vem com objetivo de entrevistar apenas fotógrafas mulheres dando protagonismo ao universo da fotografia feminina feita no RB, sendo assim, o primeiro programa sobre mulheres fotógrafas do RN. Os episódios foram gravados em estúdio caseiro adaptado na casa de Meysa Medeiros, a idealizadora do projeto, em formato de vídeo chamada, evitando contato direto e respeitando as medidas provisórias decorrentes ao novo coronavírus. As fotógrafas selecionadas foram Jéssica Bittencourt, Luísa Medeiros, Guesc, Larissa Marinho e Ana Silva. Os episódios vão conter legenda e vinheta próprias e serão disponibilizados no canal do Youtube do Coletivo daFOTO! A estreia dos episódios será em comemoração à semana da mulher entre 10/03/2021 a 15/03/2021, ao todo serão 5 episódios com 5 fotógrafas com duração, em media, de...

Prêmio Potiguar de Música

12/03/2021|

A partir de 15 de março a 5 de abril de 2021, estarão abertas as inscrições para a primeira edição do Festival Prêmio Potiguar de Música. O evento será totalmente virtual, conta com patrocínio da Lei Aldir Blanc RN e vai premiar com R$ 7 mil mais Troféus, Medalhas e Certificados de participação os 10 finalistas. Inscrições Para participar, o jovem inscrito deverá ter entre 14 e 23 anos de idade, ser natural e domiciliado no Rio Grande do Norte. As inscrições são totalmente gratuitas e serão realizadas, única e exclusivamente, pelo site www.oficinalivredemusica.com.br Segundo o Curador do Festival, o professor Armando Souza, “essa é uma excelente oportunidade para nós enquanto profissionais da música poder realizar um projeto desse porte, que estimula a cultura local e também para os jovens cantores e compositores de mostrar suas criações através do seu talento”. Maiores informações pelo site, clique AQUI. Quem quiser receber pelo zap o boletim com as notícias do dia do Papo Cultura, só mandar um “oi” para 9929 6595. É enviado apenas um por dia!

bilro-vila-de-ponta-negra

11/03/2021|

Com o intuito de promover a educação cultural, a inclusão, o respeito à diversidade e dar visibilidade aos artistas populares de tradição na Vila de Ponta Negra, sua arte e cultura, foram produzidos nada menos que 21 documentários que, aos poucos, estão sendo disponibilizados no canal do youtube Rendeiras da Vila. Os filmes foram viabilizados pela Lei Aldir Blanc RN e Lei Aldir Blanc Natal, em parceria com a produtora Maria Marhé, proporcionando visibilidade e valorização a essas iniciativas, personagens, artistas e apoiando os fazeres e mestres tradicionais da cultura popular da Vila de Ponta Negra. Entre os filmes estão as tradições do produzir o bilro, a renda, guloseimas típicas, mestres do congo, curandeiras e benzedeiras, folclores e saberes da rica cultura da Vila de Ponta Negra.  Confiram abaixo os vídeos que já estão disponíveis ou que estarão em breve! Lista de vídeos : – Francisca Edenize Bolo Preto pé de moleque – Maria Segunda Zoada do bilro – Maria Segunda Mestra Rendeira – Zulima Maria A Curandeira – Elodéa Martins Desenhando renda artesanal – Maria da Graça Benzedeira – Maria Francisca Som dos bilros, são a minha voz – Elenide Guilhermina Transmitindo o saber – Joka Lima peixe na...

lei-djalma-maranhão-foto-caninde-soares

11/03/2021|

A Prefeitura do Natal está disponibilizando a partir de hoje mais de R$ 11 milhões para a economia criativa da cidade através da Lei Djalma Maranhão. A renúncia fiscal do município para 2021 será no valor de R$ 11.030.020, publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (10). Principal motor de impulsionamento da cultura potiguar, a Lei utiliza renúncia fiscal do Município e propicia centenas de projetos nos mais diversos segmentos. Mas se o poder público faz sua parte, a iniciativa privada ainda está aquém quando o assunto é lei de incentivo à cultura. Em 2020, a Lei Djalma Maranhão aprovou 155 projetos, que consumiu menos da metade do valor da renúncia. Eventos nas áreas da Dança, Música, Espetáculos Infantis, Cinema, Literatura, Festivais, Gastronomia, São João, Gravação de DVDs e muito mais. “A Lei Djalma Maranhão é hoje o principal mecanismo de financiamento cultural do RN. Tem vida perene através de projetos diversificados e voltados para a cultura de qualidade, motor da economia criativa”, comenta o secretário de Cultura de Natal, Dácio Galvão. A Lei Djalma Maranhão promove a Economia Criativa, emprego e renda no setor cultural e de produção. É responsável também pelos principais eventos realizados hoje em Natal a cada...

caçadores de micróbios

11/03/2021|

Caçadores de Micróbios é o título do principal livro do norte-americano Paul de Kruif (1890-1971), no qual aborda as vidas de figuras famosas que se devotaram ao estudo e à pesquisa de agentes causadores de doenças infecciosas nos seres humanos. The Microbe Hunters, lançado em 1926, um clássico da literatura médica, tornou-se best-seller durante muito tempo, chegando a vender, em várias edições, um milhão de exemplares. Tenho um exemplar em português, editora Livraria José Olympio, 1956, comprado num Sebo, no Rio de Janeiro. Agora, na vigência de uma das piores pandemias que o mundo já conheceu, tirei meu exemplar da estante a fim de rever histórias de vidas que desbravaram o mundo dos micróbios e das doenças que eles causam. O pai de Kruif queria vê-lo médico ou advogado, mas ele preferiu se dedicar ao trabalho em pesquisa. Em 1912, na Universidade de Michigan, recebeu o grau de bacharel em ciências, e, em 1916, obteve o PhD.  Exerceu funções de professor de biologia e de pesquisador na Fundação Rockefeller, porém, logo cedo, viu que tinha vocação para a escrita. Um dos segredos da enorme procura do livro Caçadores de Micróbios (The Microbe Hunters) é a linguagem usada pelo autor, capaz de...

Uruba_filme-curta-taquary

11/03/2021|

A 14ª edição do Curta Taquary – Festival de Audiovisual, que geralmente acontece em Taquaritinga do Norte, agreste de Pernambuco, será realizada em formato on-line, por conta da pandemia de Covid-19, entre os dias 16 e 22 de março. Entre 521 inscrições, foram selecionados 72 filmes, sendo 65 produções do Brasil e sete de outros países. Neste ano, o cinema potiguar ganha destaque com cinco títulos. Na Mostra Competitiva Primeiros Passos, dedicada a cineastas em seu primeiro trabalho, a seleção traz duas obras do Rio Grande do Norte. Transetropical A primeira delas é o curta experimental Transetropical, de João Ricardo Paulino, produzido pela Casa da Praia Filmes e rodado em Super-8. Na trama, o verão chega ao fim nos trópicos e o crepúsculo começa na Cidade do Sol. A virada da década é um transe de nostalgia, luz e escuridão. Vai Melhorar Outro destaque da mesma mostra é a ficção Vai Melhorar, de Pedro Fiuza. Protagonizado por Cássia Damasceno, que levou o prêmio de melhor atriz no Novo Cine PE, o curta se passa nos bastidores de uma campanha política para prefeito, na qual a apresentadora Luísa sofre com a difícil convivência entre os colegas de trabalho. É a última...

corpo cadeira amiel abrantes

11/03/2021|

O recurso da cadeira supõe a consideração de uma série de ações humanas relacionadas com ritos sociais tais como as refeições e as reuniões ou interações culturais, como a leitura. Mas para o Grupo de Dança Movidos, que inclui pessoas com e sem deficiência no seu elenco, a cadeira assume o lugar simbólico da liberdade. E na sua mais nova produção intitulada Corpo Cadeira, uma videodança de 10 minutos que está disponível gratuitamente no canal Youtube Movidos Dança, o lugar da cadeira ultrapassa a sua representação enquanto objeto. Para Daniel Silva, bailarino do Grupo e cadeirante, a proposta propõe uma reflexão sobre a cadeira como uma espécie de incorporação e continuação do corpo. “Mais do que uma peça a quem damos uso, a cadeira é um recurso para que os nossos corpos possam se expressar”, afirma o bailarino. O processo de criação de Corpo Cadeira envolveu outras linguagens artísticas como o audiovisual cujo recurso permitiu ampliar e aproximar os movimentos coreográficos através do olhar da câmera. Também contou com a colaboração da artista Ariadna Medeiros e sua experiência com as danças urbanas. Diversidade criativa Segundo o diretor artístico do Movidos, Anderson Leão, o desejo de construir essa obra veio da...

Preço de cerveja artesanal: o justo, o barato (e o hypado)

10/03/2021|

Olá, nobres cervejeiros, saudações! Vamos tecer alguns breves comentários hoje sobre um tema que eu adoro falar: o preço de cervejas artesanais. De um modo geral, para um país miserável como o nosso, se dar ao luxo de beber cerveja (até mesmo as de massa) em detrimento de algo mais barato e que forneça algum torpor alcoólico, como aguardente (conhaque de alcatrão, ou qualquer outro destilado de baixa qualidade vendido a preços acessíveis até aos menos abastados). Neste cenário, beber cerveja já é alguma coisa. O quadro se agrava ainda mais quando se tem acesso a um bem de consumo ainda mais elitizado, que é a cerveja artesanal. E esta é uma verdade inarredável: o público cervejeiro artesanal é composto pelas classes “A e B”, ainda que, na prática, essa estratificação seja ilusória, pois o que há são apenas “senhores e escravos”, diria Hegel na Fenomenologia do Espírito. Ademais, nem sempre, capital econômico se converte em capital cultural (quem nunca viu Neymar colocando gelo em um Black Label, não é mesmo?), mas, de certa forma, requer-se algum poder aquisitivo minimamente maior para se consumir cervejas artesanais. Todavia, o ponto central do debate de hoje será sobre os preços atualmente praticados...

crispiniano-neto

10/03/2021|

Uma portaria expedida pela Fundação José Augusto ontem, 9 de março, dispõe sobre a prorrogação do prazo de execução, apresentação do Relatório Final e entrega das contrapartidas dos editais da Lei Aldir Blanc RN. O diretor-geral do órgão, Crispiniano Neto considerou o recrudescimento da pandemia e os apelos de considerável parcela dos premiados e a natureza das razões apresentadas para essa prorrogação. Assim ficam prorrogadas até o próximo 15 de abril as execuções dos projetos e até 30 de abril a apresentação do Relatório Final dos seguintes editais: . Projetos Culturais Referentes à Diversidadse Sócio-Humana . Formação e Pesquisa, Troca de Saberes à Distância . Seleção de Projetos Culturais Integrados . Programa de Apoio a Microprojetos Culturais . Fomento à Cultura Potiguar . Ecos do Elefante Ficam prorrogadas até o próximo 15 de abril a entrega das contrapartidas em formato de produtos físicos, e do relatório final dos projetos ligados aos seguintes editais: . Saberes, Sabores e Fazeres . Auxílio à publicação de Livros, Revistas e Reportagens Culturais . Projetos Editoriais e Propostas de Aquisição de Livros.

patricia cz

10/03/2021|

A artista transperformer, Patrícia CZ lança seu mais novo videoclipe, “Altar”, produzido em tempo recorde de 72 horas, com artistas independentes, trazendo novas perspectivas para a cena do mundo Pop, tanto quanto ao universo da cena Transperformativa e Futurista Contemporânea. A artista Patrícia CZ tem movimentado a cena artística transcultural potiguar brasileira performática e se tornando embaixadora da cena, desde de 2017 com seus processos criativos e sua luta enquanto representatividade trans. É com seu mais novo videoclipe “Altar”, que Patrícia CZ, vem inovando e trazendo novas referências multi tecnológicas para o mundo pop e construindo seu espaço na cena “Música Trans Contemporânea”. A música “Altar” pertence ao primeiro álbum da artista, intitulado “Meu Fruto Proibido” onde estará lançando seu novo álbum em todas as plataformas digitais de música, com apoio de artistas independentes envolvidos durante toda sua jornada. Patrícia CZ Patrícia CZ é professora de Teatro, formada pela UFRN, atriz, cantora, compositora, produtora cultural independente, cenógrafa, preparadora corporal de elenco, performer e diretora de arte. O show, fruto da vida e pesquisa da artista, apresenta uma perspectiva a partir da produção independente performática que consiste, como resultado final, em mais um clipe performativo, inovador e existente. “Ser som no...

Veja mais

End of Content.

Blog do Sérgio Vilar

Podcast Papo Galado

Mais lidas da semana

Sergio Vilar
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.