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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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20/11/2020|

O DoSol Online vai ao ar nos dias 20, 21 e 22/11 no Youtube do DoSolTV com uma programação que inclui artistas potiguares, papos sobre jornalismo cultural e documentação, designer e composição, além de entrevistas com os artistas. O projeto pretende trazer um alento para os fãs e habitués do Festival DoSol que podem curtir a programação na mesma data que seria o festival. Confira a programação completa AQUI e, mais abaixo, os depoimentos dos responsáveis pelo evento, Anderson Foca e Ana Morena. Por Anderson Foca “Sempre que me perguntam ano após ano, quais as ‘novidades’ do Festival Dosol a resposta é a mesma: a novidade é o Festival acontecer mais uma vez. Isso não é da boca para fora. Fazer um festival com longevidade não é mole. Recomeça-se praticamente do zero, com o capital social de fotos, vídeos e memórias afetivas dos anos anteriores e mais nada. Tem que renegociar tudo: patrocínios, orçamentos, desejos reprimidos de anos anteriores e por ai vai. Precisa sim ter sorte para encontrar na caminhada sempre uma alternativa para fazer a coisa acontecer. Nesse período sinistro da história da cultura não estou me permitindo lamentar que esse ano não vai ter edição física, muito menos ficar triste. Tô radiante porque...

roda-potiguar-de-forro

20/11/2020|

Uma websérie sobre forró. Já pensou, compadre? Pois é. E os três primeiros episódios serão em formato bate-papo, numa conversa informal, embalada por forrós potiguares. Quem puxará o cunversê será Tanda Macedo, que receberá os músicos Carol Benigno, Khrystal, Jubileu Filho, Zé Hilton, além do dramaturgo e ator César Ferrário, para falar do sentimento “forró”; histórias do ritmo e também sobre o forró Potiguar. O último capítulo, será um pocket show com a Roda Potiguar de Forró. Entre os convidados para esse momento, estão os músicos Waldonys (CE); Lucas Dan (PB); e Vinicius Lins (RN). A direção musical é de Jubileu Filho, que também integra a banda base ao lado de Zé Hilton do Acordeon, Lipe Guedes, Erick Firmino, Darlan Marley, Ninho Brasil e Albanete. A web-série tem direção e roteiro de Carito Cavalcanti e Praieira Filmes. Roda Potiguar de Forró O projeto surgiu em 2019 e culminou em uma apresentação no Teatro Riachuelo, que foi indicada ao Prêmio Hangar de Música na categoria “melhor show do ano”. Este ano, devido à realidade imposta pela pandemia de Covid-19, a Roda teve que se adaptar ao formato digital. Transformada em websérie, a Roda Potiguar de Forró 2020 será lançada no Youtube...

20/11/2020|

POEMA Não é por ser vingativa que guardo na bolsa cacos de paixão: quem além de mim eles podem ferir? Ouço Amy cantar que o amor é um jogo perdido enquanto contemplo pedaços do meu rosto nos estilhaços espalhados no chão e me convenço: não quero a loucura que me mantém viva. A outra é mais sábia. (Ada Lima)

live-solidaria-ribeira-boemia

19/11/2020|

O Projeto Cultural Ribeira Boêmia promove, neste sábado (21), a segunda edição do Samba Solidário. A live do Ribeira, que foi sucesso em audiência, arrecadação e crítica no mês de julho, volta à cena com o mesmo propósito: arrecadar donativos aos profissionais da música que estão sem renda fixa devido à pandemia do novo coronavírus, além, é claro, de promover o trabalho da roda de samba. Tal qual na primeira edição, esta será produzida pelo Ribeira Boêmia e transmitida em alta definição pelo canal do grupo no YouTube, seguindo todos os protocolos de segurança e higiene recomendados pelas autoridades sanitárias. Desta vez, a live contará com o show de encerramento do grupo Batuque Beats, que terá Sueldo Soares e Junior Santos como participações especiais. A roda de samba também trará convidados que já confirmaram presença: Analuh Soares, Dani Cruz, Liz Rosa e Danilo Matos (Família Além do Normal). Doações Os espectadores poderão doar alimentos não perecíveis, materiais de higiene e limpeza, produtos de biossegurança (álcool em gel), equipamentos de proteção individual e outros itens de uso pessoal, além de doações em dinheiro, que serão convertidas em donativos para atendimento às necessidades básicas dos beneficiários. Tudo feito via QR Code disponibilizado...

não há silêncio

19/11/2020|

“Não há silêncio” é uma exposição coletiva composta por 4 artistas: Max Pereira; Jean Sartief, Sofia Bauchwitz e Aldenor Prateiro. A abertura oficial da mostra ocorre hoje (19) às 18h com uma live via o instagram do Bólide1050 (@bolide1050), e receberá as falas dos artistas participantes. A curadoria é do Espaço Bólide1050 gerido por Sanzia Pinheiro com colaboração de Sofia P. Bauchwitz. A  mostra fala de uma resistência poética em relação aos poderes autoritários que, mais do que nunca, tentam nos calar. Na contemporaneidade há uma relação entre imagem/palavra/narrativa aplicado de diferentes maneiras, com diferentes intencionalidades. Ann Hamilton lançou a pergunta: podem as palavras serem atos de criação? Os artistas Max Pereira, Jean Sartief, Sofia Bauchwitz e Aldenor Prateiro ensaiam formas de falar de um ruído constante, mesmo que no âmbito da palavra, da semiótica, da poesia do ínfimo e do inútil. A exposição Não há silêncio será exibida na galeria virtual da Margem Hub, parceira do Bólide1050, e tem o patrocínio da Fundação José Augusto, através do Edital de Fomento à Cultura 2019. A coletiva apresenta diversos meios como a escultura, fotografia, objeto e texto para atualizar o sentido imagético e universal da palavra como símbolo e da tensão...

somente-após-o-descanso

19/11/2020|

O curta-metragem potiguar SOMENTE APÓS O DESCANSO, após passar por dois festivais nos EUA, foi selecionado para o Festival Pangeia e está entre os 10 finalistas eleitos pelo júri técnico. O Pangeia reúne filmes de realizadores residentes nas Américas e na África, com um leque de possibilidades que abrange desde filmes sobre o cotidiano, filmes históricos, de práticas antirracistas, biográficos e tantos mais. SOMENTE APÓS O DESCANSO É o primeiro filme experimental do realizador Sihan Felix, radicado em Natal há 10 anos, e, em pouco mais de três minutos de duração, comenta sobre a estupidez humana e como aqueles que são marginalizados por uma sociedade cada vez menos empática são resilientes. A felicidade, portanto, passa a ser a ausência da dor e uma procura ininterrupta por não ser silêncio ou, pior: viver acaba sendo uma luta para não ser silenciado. Nesse sentido, a vida é regida pelo medo e tudo é perecível, podendo ser eternizado apenas por fotografias. Roteiro O roteiro do filme foi escrito por Sihan a partir, justamente, de uma fotografia do fotojornalista Fabio Teixeira (AP), vencedora do Prêmio Jornalistico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, e procura eternizar o músico Evaldo Rosa dos Santos e denunciar...

19/11/2020|

MATINO Ao amanhecer todas as cidades se parecem. Só você ao despertar não se assemelha a ninguém nem a nada no mundo. No alto dos prédios imóveis pastoreia as nuvens o sol. A teus pés apascento o sonho. Para quando despertes o mundo não se pareça a nenhuma manhã conhecida. (Mário Ivo)

Single Hops: A série “I’m…” da HopMundi

18/11/2020|

O objetivo primordial dessa coluna é informar e, também, trazer conteúdo sobre análises que envolvam o universo cervejeiro e suas mais diversas ramificações, sejam elas técnicas, sociais, econômicas, e até mesmo políticas, por que não? Então, o que esperar: análises imparciais (não passo pano para ninguém e elogio só quem merece) e ironia cortante (nem todo mundo alcança). Reclamam que eu só escrevo para “criticar”, como se a “crítica” fosse algo “ruim” ou “pejorativo” – perdoai-vos Kant, os infiéis sequer sabem o que é uma “crítica”, talvez não tenha lido nem a Crítica da Razão Prática, nem a Crítica da Razão Pura (Magnum Opus) e muito menos a Crítica do Juízo (deveras relevante, já que nessa obra se fala o que é um “juízo de gosto”). Para além dessa breve digressão introdutória, os ares de agora se focam no “oposto da crítica”, uma evolução tremenda para quem pede a “crítica da crítica” (SIC – seja lá o que for isso…). Vou me debruçar a desvelar um projeto bem legal da cervejaria potiguar HopMundi, que lançou uma série de Single Hops denominada de “I’m…”. Single Hop: Em série Eu particularmente sou um grande fã de Single Hops, especialmente quando elas servem...

auxilio-emergencial-fja

18/11/2020|

O Governo do Estado, através da Fundação José Augusto (FJA), realiza o pagamento do primeiro lote do Auxilio Emergencial da Lei Aldir Blanc nesta segunda-feira (23/11). A meta é que sejam repassados R$ 3 mil e R$ 6 mil (mãe titular de família monoparental) para trabalhadores e trabalhadoras afetados durante a pandemia do coronavírus no RN. Os demais solicitantes permanecem sob análise do sistema BI (Business Inteligence) do Ministério Público Federal, cujas informações estão sendo enviadas à Dataprev, órgão responsável por oferecer suporte ao Governo Federal na identificação dos solicitantes que serão atendidos pela renda emergencial. Todos os dados referentes ao pagamento do benefício no RN passaram por uma criteriosa análise da equipe técnica da FJA para evitar pagamentos indevidos, além do cruzamento de dados realizados pela Dataprev. Neste primeiro lote, dos 621 solicitantes com dados processados pela Dataprev, menos de 25% entregaram a documentação necessária para o recebimento do benefício no próximo dia 23 de novembro. Os demais, que não entregaram a documentação, terão até a próxima sexta-feira (20) para enviar os dados solicitados pela FJA. Em caso contrário, somente serão incluídos no segundo lote com previsão de pagamento até o final de novembro. A documentação necessária: copias do...

MPB e Dia da Consciência Negra no Bardallos

18/11/2020|

A programação cultural semanal do Bardallos começa nesta quinta com show da dupla Antoanete Madureira e Marcelo Seixas, pela primeira vez no palco da casa. Repertório de música brasileira para animar a noite do Centro Histórico de Natal, a partir das 20h e acesso gratuito. Na sexta, dia de lembranças da luta de Zumbi dos Palmares e da celebração do Dia da Consciência Negra, o Bardallos, em parceria com a Livre Beach, apresenta uma programação voltada ao tema. A partir das 18h abertura da exposição “Negros”, com os fotógrafos Clarice Nascimento, João Paulo e Narhuna Melo. Às 19h tem início a Oficina de “colocação de turbantes”, com Tânia Alves. A programação musical começa às 20h30 com show de Pretta Soul e participação de Analuh Soares. Às 21h30 sobe ao palco a banda Dega. Nos intervalos o microfone estará aberto para intervenções. Para a programação da sexta, o ingresso custará R$ 10, como contribuição para os artistas. Lembrando que o Bardallos tem seguido todas as recomendações da Organização Mundial de Saúde e terá ocupação máxima de 40 pessoas, para manter a distância social.

nanda-lynn

18/11/2020|

A potiguar Nanda Lynn apresentou na noite dessa terça-feira (17) a sua última música na nona edição do programa The Voice Brasil, no ar na Rede Globo. Ela deixou o programa na fase das batalhas. A cantora que integrava o time de Iza apresentou a música “Dangerous Woman”, de Ariana Grande, em um belo duelo com a candidata Luli que foi a escolhida para avançar à próxima etapa. Veja o vídeo com a batalha: https://glo.bo/36K9xUr Para Nanda, participar do The Voice Brasil foi muito especial. “O programa pra mim foi importante de duas formas. Primeiro porque realmente é uma vitrine enorme para eu mostrar o meu trabalho, que eu já faço há muito tempo, tenho dez anos de carreira. Então foi uma oportunidade de eu colocar para o Brasil todo, algo que eu já faço há muito tempo. E ao mesmo tempo também foi a realização de um sonho pessoal. Desde que o programa foi criado, antes mesmo de vir para o Brasil, eu sempre sonhei em estar naquele palco, em cantar ali. Então a experiência de participar desde a audição, já na primeira fase, foi maravilhoso. Me emocionei demais! Nanda Lynn Cantora profissional desde os 16 anos, Nanda já passou...

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Sergio Vilar
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