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astros sem lastros

“Astros” sem lastros

A cidade de Natal e o Rio Grande do Norte são ricos em talentos. Na música, por exemplo, temos inúmeros exemplos de artistas qualificados. Na minha opinião, em Natal falta

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Circuito Literário Potiguar (CLIP) chega a Caicó com formação e valorização da cultura seridoense

Redação

Município integra a rota de itinerância do projeto, que percorre as 16 DIRECs do RN, promovendo o acesso ao livro, à leitura e a democratização cultural. O Circuito Literário Potiguar (CLIP) desembarca em Caicó com uma programação dedicada ao fortalecimento da literatura e da identidade regional. A atividade integra a segunda etapa do projeto, que prevê a realização de oficinas itinerantes e eventos culturais em todas as 16 Diretorias Regionais de Educação e Cultura (DIRECs) do estado. A iniciativa, que teve seu lançamento oficial em agenda com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e da governadora Fátima Bezerra, reafirma o compromisso com a descentralização das políticas públicas de fomento ao livro e à leitura. O CLIP é uma realização conjunta entre o Governo do Estado do RN, por meio da Secult e SEEC, em parceria com o IFRN e a FUNCERN, e conta com o apoio do Ministério da Cultura. A metodologia do projeto é estruturada para preencher lacunas na formação de leitores e valorizar autores potiguares, com uma grade de atividades desenhada a partir de um levantamento detalhado das demandas de cada localidade junto às secretarias municipais de cultura. Os temas das oficinas, que incluem cordel, slam, escrita criativa, contação de histórias e preservação histórica, são ministrados por profissionais do Rio Grande do Norte, promovendo um intercâmbio de conhecimentos entre diferentes regiões do estado. Além de Caicó, o projeto contempla outros municípios potiguares, incluindo Angicos, Apodi, Assú, Ceará-Mirim, Currais Novos, João Câmara, Macau, Mossoró, Natal, Nova Cruz, Parnamirim, Pau dos Ferros, Santa Cruz, São Paulo do Potengi e Umarizal. Programação em Caicó As atividades acontecem na Casa do Artesão do Seridó e na Casa de Cultura Popular de Caicó. Confira: Dia 02 de Julho Dia 03 de Julho Fortalecimento da Rede Literária Potiguar Para mapear e integrar os agentes culturais do estado, o CLIP convida a comunidade literária a participar dos cadastros oficiais, essenciais para a construção desta rede colaborativa: Serviço: Crédito da foto: Tiago Lima

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Exposição Olhares de Fé transforma terreiros em espaços permanentes de memória fotográfica no RN

Redação

Mostra fotográfica fixa que retrata a memória dos terreiros no RN abre no dia 8 de julho, às 18h, no Ponto de Cultura Viva Ilê Axé Afinká. A memória dos terreiros de Candomblé e Jurema do Rio Grande do Norte ganha novos contornos com Olhares de Fé, projeto do fotógrafo e antropólogo Ysmael Ventura que reúne fotografia, pesquisa, preservação patrimonial e documentação audiovisual para valorizar a história e fortalecer a memória das comunidades de matriz africana. A primeira exposição será inaugurada no dia 8 de julho de 2026, às 18h, no Ponto de Cultura Viva Ilê Axé Afinká. Em seguida, no dia 25 de julho, o projeto chega ao Ponto de Cultura Ilê Axé Odé Layó, em Assú, dando continuidade ao circuito que contempla quatro terreiros potiguares. Resultado de um processo de pesquisa e diálogo com as lideranças religiosas, Olhares de Fé reúne fotografias produzidas pelo fotógrafo e pesquisador Ysmael Ventura, com curadoria do antropólogo Guilherme Viana, ao lado de imagens históricas restauradas pertencentes aos acervos das próprias casas. A exposição aproxima passado e presente, revelando momentos históricos que tangem a permanência dos saberes, das tradições e da ancestralidade preservada nesses territórios. Doutorando em Antropologia pela UFRN, Ysmael Ventura desenvolve pesquisas em fotografia, antropologia visual e patrimônio cultural. Ao longo do projeto, realizou visitas aos terreiros, levantamento de fotografias antigas e novos registros documentais, produzidos com respeito aos protocolos religiosos e às narrativas das comunidades. Mais do que uma mostra fotográfica fixa, Olhares de Fé deixa um legado permanente: cada terreiro participante recebe uma exposição fixa formada por fotografias históricas e contemporâneas, fortalecendo a preservação de sua memória e constituindo um acervo visual para as futuras gerações. Todo o processo foi registrado em um minidocumentário que apresenta os bastidores da pesquisa, da restauração das imagens, da produção fotográfica e da montagem das exposições, tendo como fio condutor os relatos das lideranças religiosas. A abertura contará ainda com a exibição do filme e uma visita guiada conduzida por Ysmael Ventura. Com o conceito: “Entre o visível e o invisível, a memória encontra um caminho”, o projeto propõe uma reflexão sobre a fotografia como instrumento de preservação da memória, do pertencimento e da valorização dos patrimônios culturais afro-brasileiros. Ao reunir acervos históricos e novos registros, a iniciativa amplia a visibilidade das religiões de matriz africana, contribui para o combate ao preconceito religioso e reafirma a importância dessas comunidades na formação da identidade...

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Música Preta Potiguar estreia com série audiovisual que celebra artistas negros do Rio Grande do Norte

Redação

A música negra produzida no Rio Grande do Norte ganha um novo espaço de visibilidade a partir desta quinta-feira, 02 de julho, com a estreia do Música Preta Potiguar, série audiovisual que reúne performances musicais ao vivo em formato de sessions intimistas em estúdio e entrevistas com artistas da cena independente potiguar.  O projeto será lançado no YouTube e apresentará, ao longo de três semanas, diferentes trajetórias, sonoridades e experiências que ajudam a construir a identidade da música preta produzida no estado. Idealizado pelo produtor cultural Diego Andrade, o Música Preta Potiguar foi criado para dar visibilidade, difundir e fortalecer a produção musical negra potiguar. Cada episódio combina uma session musical gravada em estúdio com uma entrevista em que os artistas compartilham em uma conversa seus processos criativos, desafios, inspirações e experiências na construção de suas carreiras.  A primeira temporada reúne três nomes que representam diferentes linguagens da música contemporânea produzida no Rio Grande do Norte. A estreia, no dia 2 de julho às 12h, será com Jennify C., DJ, rapper, produtora musical e performer que vem se consolidando como um dos principais nomes da nova cena eletrônica potiguar. No dia 9 de julho, será lançado o episódio da Sourebel, banda que une as raízes do reggae jamaicano às influências afro-nordestinas em um repertório marcado por ancestralidade e consciência social. Encerrando a temporada, em 16 de julho, o projeto divulga a session de Gracinha, cantora, compositora e multi-instrumentista que se destaca na cena independente com um trabalho que transita entre o dream pop, o indie pop e a neo-psicodelia. Além de destacar artistas diante das câmeras, o projeto também fortalece a representatividade nos bastidores ao reunir uma equipe formada majoritariamente por profissionais negros do audiovisual, da música e da produção cultural. A iniciativa busca ampliar a visibilidade da produção musical negra potiguar e contribuir para a construção de uma cena cultural cada vez mais diversa, plural e representativa. O Música Preta Potiguar foi realizado por meio do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos, na categoria de Ações Culturais, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio da Fundação José Augusto, da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Norte, do Sistema Nacional de Cultura, do Ministério da Cultura e do Governo Federal. SERVIÇO Música Preta Potiguar  Lançamentos nas quintas-feiras: Instagram:  @musicapretapotiguar Créditos Produção executiva: Diego Andrade Produção audiovisual: Nobir Produtora...

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Depois de 3 anos de silêncio, potiguar Luan Bates retorna com novo single “20 Days”

Redação

Lançado nas plataformas de streaming, “20 Days” traz uma atmosfera intensa através do arranjo eletroacústico, onde os violões se misturam às guitarras distorcidas, baixo e bateria pulsantes, num encontro entre folk, grunge e psicodelia. O single é acompanhado por mais duas faixas inéditas: “The Unicorn”, inspirada em Elliott Smith e Nick Drake; e a instrumental “Quiet Feedback”, com uma sonoridade voltada para o post-rock. Característico de sua trajetória até aqui, Luan assina as composições, produção e mixagem das faixas. A capa do single é assinada pelo multiartista pernambucano Wilson de Barros. “20 Days” prepara terreno para o terceiro disco de estúdio de Luan Bates, intitulado “Songs About Ghosts”, a ser lançado no segundo semestre de 2026. SOBRE O ARTISTA Luan Bates é atuante no cenário musical do Rio Grande do Norte há mais de uma década, tendo participado da banda Seu Ninguém, colaborado com artistas e bandas locais como Boats, Ydna e Thee Automatics, além de ter lançado seus trabalhos solo e fundado o extinto selo Nightbird Records. Aos 31 anos e radicado em Natal-RN, Luan tem dois discos de estúdio, cinco EPs e uma dezena de singles lançados desde 2016. Além de ter frequentado os palcos norte-rio-grandenses, Luan também circulou com suas músicas em cidades como Fortaleza-CE, João Pessoa-PB e São Paulo-SP. Após o lançamento de seu EP ao vivo, em 2023, o cantor-compositor decidiu pausar suas atividades musicais, priorizando trabalhos fora desse âmbito. Coincidindo com o seu retorno à produção musical, além dos novos lançamentos, seu catálogo voltará completamente às plataformas de streaming ao longo de 2026. OUÇA “20 DAYS” NA SUA PLATAFORMA PREFERIDA: https://onerpm.link/772237160452 REDES SOCIAIS E STREAMING:https://www.instagram.com/luan_bates/https://www.youtube.com/@LuanBateshttps://open.spotify.com/intl-pt/artist/0BktpxFxqfUBimnXimZ4Gm

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Indira Gomes

Primeira exposição individual de Indira Gomes chega à galeria do Mahalila Café e Livros

Redação

A artista visual potiguar Indira Gomes apresenta sua primeira exposição individual, Memória da Matéria, com abertura no dia 9 de julho de 2026, às 19h, no Mahalila Café e Livros, em Potilândia, Natal. A mostra marca um novo momento na trajetória da artista e reúne trabalhos recentes que exploram as possibilidades de encontro entre diferentes elementos. Com curadoria de Ana Paola Ottoni, a exposição convida o público às experimentações construídas a partir de materiais simples e cotidianos. Para Indira Gomes a terra ocupa um lugar central nessa série de trabalhos, utilizada como pigmento e como base de construção das peças. A artista desenvolve composições que transitam entre a pintura e o tridimensional. Seu olhar para o feminino atravessa possibilidades de diálogo evocando memórias e vínculos com o território. O conjunto revela a potência plástica e as histórias inscritas em suas superfícies, abrindo espaço para uma experiência sensível entre a abstração colorida e o figurativo. ServiçoMemória da matéria – Primeira exposição individual de Indira GomesArtista: Indira GomesCuradoria: Ana Paola OttoniAbertura: 9 de julho de 2026, às 19hLocal: Mahalila Café e Livros – Potilândia, Natal/RNEntrada gratuita

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Vem aí a Maratona Literária Potiguar com palestras, debates, lançamentos e homenagens

Redação

Onze anos depois de unirem a comunidade literária potiguar em uma grande mobilização solidária em favor das vítimas da seca que castigava a região do Açude Gargalheiras, na cidade de Acari, os escritores Thiago Gonzaga e Aluísio Azevedo Jr. voltam a reunir esforços para promover mais um importante momento da cultura norte-rio-grandense. Se, em 2015, a literatura foi instrumento de solidariedade e esperança, em 2026 ela se transforma em um grande espaço de celebração da produção literária potiguar, por ocasião do Dia da Literatura Potiguar, comemorado em 9 de julho. Nos dias 9 e 10 de julho, a Livraria Manimbu será palco da Maratona Literária, uma ampla programação cultural que reunirá escritores, pesquisadores, professores, estudantes, coletivos literários e leitores em torno de alguns dos principais temas da produção contemporânea do Estado. Ao longo de dois dias, o público poderá acompanhar mesas-redondas, palestras, debates, lançamentos de livros, homenagens e bate-papos literários. Entre os convidados já confirmados estão nomes como Josimey Costa, Manoel Onofre Jr. Anchella Monte, Thiago Medeiros, Rizolete Fernandes, José de Castro, Conceição Flores, Aldo Lopes de Araújo, Márcio Benjamin, Crispiniano Neto, dentre outros representantes de diferentes gerações e vertentes da literatura potiguar. A programação ainda abordará temas como literatura infantojuvenil, formação de leitores, literatura decolonial, literatura LGBTQIA+, literatura afro-brasileira, literatura indígena, literatura de terror, literatura e cinema, além de prestar uma homenagem especial aos 90 anos da Academia Norte-rio-grandense de Letras e ao centenário do poeta e folclorista Deífilo Gurgel. A iniciativa reafirma o compromisso de Thiago Gonzaga e Aluísio Azevedo Jr. com a difusão da literatura potiguar e com o fortalecimento da cultura local. Mais do que uma sequência de encontros literários, a Maratona Literária pretende aproximar autores e leitores, incentivar a formação de novos públicos e demonstrar a riqueza e a diversidade da produção intelectual do Rio Grande do Norte. Em um verdadeiro mergulho pelas letras potiguares, a programação promete transformar a Livraria Manimbu em um dos principais espaços de celebração da literatura potiguar, consolidando o Dia da Literatura Potiguar como uma data de encontro, reflexão e valorização dos escritores do Estado.

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Nara Costa lança o EP “Raízes”, uma celebração da identidade nordestina e do forró tradicional

Redação

Com mais de 35 anos de carreira, a cantora potiguar Nara Costa lança, nesta quarta-feira, 1º de julho, o EP Raízes, um projeto que celebra a identidade musical nordestina, resgata a essência do forró tradicional e valoriza os compositores potiguares. Em um cenário em que as plataformas digitais oferecem uma enorme diversidade de estilos musicais, o projeto reafirma a força do forró tradicional e evidencia a riqueza da produção musical potiguar. Com quatro faixas, o projeto destaca os instrumentos que formam a base sonora do gênero — sanfona, zabumba e triângulo — e propõe uma imersão nas sonoridades que marcaram gerações e ajudaram a construir a identidade musical do Nordeste. Mais que um lançamento musical, Raízes é uma homenagem às origens do forró e aos artistas que mantêm viva essa herança cultural. Com direção musical e arranjos de Eduardo Taufic, o EP foi gravado no ET Studio e reúne importantes músicos da cena potiguar, como os sanfoneiros Zé Hilton do Acordeon, Lipe Guedes, Bruno Cirino e Reynaldo Júnior, sendo um convidado em cada faixa, além de Ramon Gabriel (percussão), Monica Michelly (contrabaixo) e Marco Rodrigues (vocais). O repertório reúne as canções “Orgulho Nordestino”, de Nara Costa, Zeca Brasil e Jean Xavier; “Vitrais”, de Daniel Freire; “Sonhos Não Têm Fim”, de Zé Hilton; e “Todo Mundo Precisa de um Pouco de Amor”, de Daniel Gonzaga, neto de Luiz Gonzaga, o eterno “Rei do Baião”. A presença de compositores de diferentes gerações reforça a proposta do projeto de preservar e renovar a tradição musical nordestina. A faixa “Orgulho Nordestino” sintetiza a essência do EP ao celebrar o forró como patrimônio cultural e expressão da identidade nordestina. Com Raízes, Nara Costa reafirma sua trajetória artística ligada à valorização da cultura popular, apresenta uma produção genuinamente potiguar e convida o público a celebrar a força do forró tradicional, gênero que continua a emocionar, unir gerações e representar a alma do Nordeste. SERVIÇO Nara Costa  – Lançamento do EP “Raízes”Disponível, a partir de 1º de julho, nas principais plataformas de streaming http://bit.ly/3QV2MdgSiga: @naracostaoficial

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Projeto documental “Enquanto Houver Maré” mergulha na memória da pesca artesanal

Redação

Em celebração ao Dia Nacional do Pescador (29 de junho), a pesca artesanal potiguar ganha destaque sob os olhares da juventude. O projeto Enquanto Houver Maré lança um fotolivro artístico e documental, idealizado pelo jornalista e fotógrafe Malu Didier e produzido em coautoria com estudantes dos territórios pesqueiros de Maxaranguape, Touros e Rio do Fogo, no litoral norte do RN. A obra documenta o cotidiano das comunidades, mergulhando nos vínculos afetivos que diferentes gerações nutrem com a pesca — não enquanto ofício, mas enquanto modo de vida. As publicações do projeto iniciam nesta quarta-feira (25), no perfil do Instagram @enquantohouver.mare. Os registros que compõem a iniciativa são frutos de uma formação ministrada por Malu Didier em escolas da rede pública dos três municípios. A oficina “Marés, Memórias e uma Pescaria de Histórias” convidou jovens de 9 a 18 anos a desacelerar o olhar sobre o território, explorando o poder da imagem na preservação de culturas tradicionais. “A oficina foi pensada para despertar nos jovens o desejo de transformar o cotidiano pesqueiro em memória viva. Eu quis fazer eles se apaixonarem pela fotografia, mostrando que pelas lentes, a gente encontra uma dimensão única da nossa realidade. E pela imagem, a gente consegue traduzir isso em sentimento.” O perfil @enquantohouver.mare no Instagram funcionará como uma plataforma multimídia para partilhar o processo do projeto, que tem como base uma pesquisa iniciada por Malu sobre como nascem as narrativas visuais em territórios pesqueiros. O canal servirá como um arquivo vivo de estudos, processos e resultados das oficinas, making off, além de exibir as fotografias e vídeos captados pelo fotógrafe e pelos participantes. As publicações entrelaçam dimensões diversas da pesca artesanal, traduzindo a fé, o lúdico, o artesanato, a lida marinha e o pertencimento territorial como expressões vivas dessa identidade. Neste dia 29 de junho, o fotolivro Enquanto Houver Maré será disponibilizado em versão digital por meio do Instagram. A publicação contará com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição parcial da obra acessível via QR Code. O fotolivro terá ainda uma tiragem física de 50 exemplares, destinada às bibliotecas das escolas parceiras – Escola Estadual Tabelião Júlio Maria (Touros), Escola Municipal Germano Gregório (Maxaranguape) e Escola Municipal Ana de Paiva (Rio do Fogo) – , além da Associação de Maricultoras de Algas de Rio do Fogo (AMAR). Inspirado no fluxo contínuo das águas, Enquanto Houver Maré surge sob a premissa de que a memória, assim como...

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roadies

29/09/2025|

No meu livro Dias Cinzentos, Noites Douradas, lançado em 2021 pela editora Unilivreira, que descreve a cena cultural de Natal no final dos anos sessenta até meados dos anos setenta, eu falo um pouco sobre a função exercida pelos conhecidos “arrumadores”, ou seja, os empregados dos conjuntos musicais da época. Cada conjunto musical contava com um ou mais empregados que tinham a função de montar e desmontar os equipamentos e organizar a disposição dos instrumentos durante os ensaios e nos palcos dos clubes por ocasião das festas. Os arrumadores – eram chamados assim – com algumas exceções, sempre estavam trocando de conjunto em busca de uma melhor remuneração e entre eles havia os que se destacavam: uns pela competência, outros por serem engraçados e alguns até mesmo porque tinham seu quinhão de fama e se tornaram figuras populares, como Porróca (Os Bambinos),  Kutruko (Os Infernais), Guéri-Guéri (Os Vândalos) Osmar e Miguel (Impacto Cinco), Luís Galo (The Jetsons), Mala Véia (Os Brasas), Capota (arrumador de Os Zíngaros, que ficou famoso quando colocou um teclado novo para lavar e causou um enorme prejuízo a Tiãozinho, dono do conjunto) e Mundoca, que passou por vários conjuntos. O conjunto Apaches tinha dois arrumadores: Enxiridão...

Um recital de música clássica com alma popular nesta terça

29/09/2025|

Nesta terça-feira, às 20h, será apresentado o recital “Todo (o) Mundo enCantares”, pelo quarteto de câmara potiguar “Um Quarto de Caju”, no Auditório Oriano de Almeida (mais conhecido como Mini-auditório) da Escola de Música da UFRN. O recital leva o nome de “Todo (o) Mundo enCantares” porque “todo mundo” se refere a união de pessoas, mas se considerar a letra “o” em parênteses, o sentido muda para “o mundo inteiro”, que revela que as músicas são oriundas, não só de Natal, mas do Brasil e outros lugares do mundo. Já a palavra “enCantares” é um misto de “em Cantares”, pois haverão músicas com voz e os instrumentos também são compreendidos, desta forma, como vozes, de acordo com seus respectivos timbres e, ao mesmo tempo, faz alusão à palavra “encanto”, devido a beleza do repertório clássico que será apresentado. A proposta “Recital Todo (o) Mundo enCantares” consiste na divulgação da Música de Câmara, por meio de apresentação, em forma de concerto/recital, com o diferencial da formação instrumental do grupo, que inclui o pandeiro, que é mais comumente associado à música popular brasileira, e que deixará o repertório ainda mais atrativo para o público. A inclusão do pandeiro permite um toque inovador...

Lelé Alves

29/09/2025|

Poucas mulheres no Brasil trilham caminhos tão duradouros na New Age, gênero que respira silêncio, escuta e contemplação. A potiguar Lelé Alves é uma dessas raras artistas. Sua música nasceu do encontro entre o som instrumental, elementos do rock progressivo, o sopro leve do jazz e a quietude cultivada na meditação. É nesse espírito que a artista apresenta seu novo álbum nesta quinta-feira (2/10), data que celebra o Dia Internacional da Não-Violência e o nascimento de Mahatma Gandhi. O lançamento chega às plataformas digitais e ao canal Mudernage, no YouTube, que também trará a audiodescrição da capa, realizada pela Valoz Engenharia, para que a imagem possa ser sentida além do olhar. Gravado no estúdio Ícone-Mudernage em Ponta Negra (Natal-RN), o álbum percorre dez composições autorais, revelando paisagens sonoras que convidam à pausa e ao recolhimento. A capa, assinada pelo jornalista e fotógrafo Flávio Rezende, é como uma janela para esse universo. O projeto reúne ainda a sutileza das percussões de Edimar Rocha, o diálogo do contrabaixo de Paolo Araújo e a coordenação da própria Lelé Alves. CAMINHO DO AUTOCONHECIMENTO Além do som de sua guitarra, Lelé explorou timbres de flautas, oboés e sons eletrônicos gerados em sintetizador acoplado à guitarra,...

29/09/2025|

Os fãs da música eletrônica têm encontro marcado no dia 8 de novembro no gramado do Arena das Dunas: o Festival Vintage Culture. Reconhecido mundialmente por suas performances hipnotizantes e presença de palco magnética, Vintage Culture é dos maiores nomes da música eletrônica global. Com 9 horas ininterruptas de música, o festival contará com megaestrutura, cenografia especial e efeitos visuais de alto impacto. Uma verdadeira imersão sonora e sensorial. O evento conta com quatro setores disponíveis ao público: frontstage, colado no palco e em sintonia direta com o DJ; camarotes, oferecendo conforto e visão privilegiada em área elevada; backstage, para quem busca uma experiência premium em espaço exclusivo, também elevado, com visão especial do palco; e lounges, com ambientes privativos para grupos, unindo sofisticação, comodidade e descontração. Das 22h às 7h. Mais informações: @vintageculturern Vendas: duoticket.com.br

Livraria Manimbu

29/09/2025|

Abrir uma livraria no Brasil de hoje é um gesto de resistência. Em meio a tantas dificuldades, quando os índices de leitura insistem em desanimar, iniciativas que apostam no livro e na palavra ganham ainda mais valor. Foi com esse espírito que o poeta, escritor, artista plástico e editor Aluísio Azevedo Jr. inaugurou, em parceria com a professora e gestora Nadja Costa, a Livraria Manimbu Arte e Cultura, em Natal (Av. Marechal Floriano Peixoto, 544 – Petrópolis – Natal/RN). Aluísio não é novato nessa empreitada. Quem circulou pela Avenida Salgado Filho na última década, certamente se lembra da antiga livraria que ele manteve por anos, tornando-se ponto de encontro para leitores e escritores. Foi um espaço que marcou época na cena literária local, sobretudo com as famosas “Quintas Literárias”. Desde então, seu nome se consolidou, ao lado de alguns outros, como um verdadeiro Dom Quixote das letras potiguares, sempre erguendo a bandeira da literatura produzida no Rio Grande do Norte. A Manimbu surge como um espaço plural: além de estantes repletas de livros, oferece exposições artísticas e um miniauditório, voltado a debates, saraus e lançamentos. No confortável espaço cultural funciona ainda o Barros Café, de Dom Barros, que reúne música...

Walter Nazário lança videoarte combinando projeção mapeada e iluminação sincronizada à performance

26/09/2025|

Já está disponibilizado no youtube um novo videoarte idealizado pelo produtor musical Walter Nazário. Combinando sonoplastia, projeção mapeada, iluminação sincronizada aos sons e performance, Voyager 3 é mais um trabalho exploratório do artista, que nos últimos anos além dos discos de música, passou a produzir vídeos experimentais em busca de novas formas de expressão.  Assista Agora   Foto: Larinha Dantas / Cartaz: Marília Lins Voyager 3 é uma obra ficcional, inspirada livremente na história das missões espaciais Voyager 1 e 2, da NASA, que desde 1977 viajam no espaço levando uma compilação de gravações sonoras e imagens fotográficas sobre a vida no planeta Terra. A missão foi preparada por Carl Sagan com um objetivo curioso: apresentar o nosso planeta, de modo simples e direto, para uma possível civilização extraterrestre, saudando outras formas de vida. Menos otimista que as missões da NASA, a Voyager 3 de Walter Nazário viaja rumo a um futuro incerto, repleta de imagens e sons do presente, relatando uma história onde a própria existência do planeta e da espécie humana são colocadas em cheque.  Foto: Larinha Dantas Foi a partir da pandemia que Walter passou a explorar outras possibilidades para o seu trabalho artístico, primeiro com a live-session des-memória, lançada em...

carlota nogueira

26/09/2025|

Resolvi, então, testar as trends que pipocam nas redes sociais. Aqueles filtros milagrosos que prometem revelar sua versão mais glamourosa, futurista ou poderosa. E em quase todas, a minha imagem sequer lembrava quem eu sou. O algoritmo decide que eu preciso de mais ângulo, menos barriga, mais nariz fino e, claro, menos espaço. O pior é quando eu peço uma mulher real, com as minhas características. Aí aparece uma figura gorda, sim, mas desleixada, mal cuidada, sem brilho. Como se existir em um corpo maior fosse sinônimo de abandono, preguiça, derrota. E não é. Nem de longe. Não tem nada a ver comigo. Foi então que me bateu a pergunta: se eu me deixasse levar pelas imagens idealizadas que a máquina cospe, em vez de olhar para o espelho com respeito e admiração, o que sobraria de mim? O quanto isso não seria danoso para minha autoestima e para a de qualquer pessoa que já cresce ouvindo que só existe uma forma de ser aceitável? No Brasil, estima-se que 5,8% da população sofra de depressão ou seja, cerca de 11,5 milhões de brasileiros enfrentam esse transtorno mental. Além disso, pesquisas com adolescentes brasileiros revelam que 30,2% dos jovens relatam insatisfação com a imagem...

26/09/2025|

O tema das mudanças climáticas tem mobilizado professores e alunos de escolas públicas no Museu Nísia Floresta. Com exibições de filmes, rodas de conversa, contações de histórias e distribuição de mudas de plantas, o Museu Nísia Floresta reuniu algumas dezenas de alunos durante o evento Primavera dos Museus. A Primavera dos Museus é um projeto em rede, coordenado pelo IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus, e que reúne em todo país, milhares de nstituições museais. Em Nísia, Primavera é também uma ação preparatória à realização do Festival Literário de Nísia Floresta – IV edição. O Festival é uma realização do Museu Nísia Floresta, do CECOP e o Pontão de Cultura e Comunicação. A iniciativa é patrocinada pelo Neoenergia Cosern e Instituto Neoenergia, e Governo do Estado, através da Lei Câmara Cascudo. E contou ainda com a parceria da Floresta Nacional/Instituto Chico Mendes por meio da doação de mudas de plantas.

26/09/2025|

Hoje (26) tem show histórico com As Potyguaras. O grupo musical feminino que celebra a cultura nordestina, especialmente o forró, com música de raiz e xote de meninas, se apresenta às 19h, na Casa da Anna, em Ponta Negra. Fundado em 2000, o grupo é liderado pela sanfoneira e professora do instrumento, Suzete Sales e inclui outras integrantes: Yasmin Brito (voz e triângulo), Cacau Brito (zabumbeira) e Jany Martínez (voz e agogô). O grupo já lançou vários álbuns em sua carreira musical. “Em Canto Potiguar” é um dos mais conhecidos e fez shows em diversas cidades, como São Paulo e Recife. A Casa da Anna fica na Av. Praia de Genipabu, 2152/sala 3 (via lateral ao Praia Shopping). Acesso livre! 

25/09/2025|

Sim, temos dois potiguares na mais prestigiada premiação literária do país. No eixo Produção Editorial, no segmento “Capa”, o artista visual e poeta Jean Sartief concorre como capista do livro “Desrazão”, pela editora Giro. E ainda Rafael Campos, na mesma categoria, como capista do livro “Dona Militana”, pela Editora da UFRN.

Beatriz Ferrario

25/09/2025|

Uma pirueta, duas piruetas… Bravo, Bravô! O universo mágico do circo e da palhaçaria ganha forma nas cores e pinceladas da artista potiguar Beatriz Ferrario. Com curadoria de Janderson Azevedo, a exposição “Bravo, Bravô!” será inaugurada no dia 02 de outubro de 2025, às 19h, na Pinacoteca do Estado do Rio Grande do Norte, e marca também o lançamento do livro “O Guia do Palhaço Ilustrado”. A mostra, que segue em cartaz até 2 de novembro, conta com maquetes táteis e audiodescrição, oferecendo uma experiência sensível e inclusiva a todos os públicos. A exposição surge a partir de uma série de 20 pinturas originais criadas para o livro, mas vai além: reúne obras inéditas e está organizada em cinco núcleos, que exploram diferentes aspectos do universo circense. As obras destacam a expressividade dos palhaços, figurinos coloridos, texturas intensas e padrões que evocam a lona do circo — criando uma atmosfera lúdica, poética e contemporânea. Resultado das pesquisas da artista sobre iconografia circense e palhaçaria, desenvolvidas durante sua graduação em Artes Visuais na UFRN, “Bravo, Bravô!” também dialoga com sua própria história. Ao ser perguntada sobre o porquê de retratar o universo circense, Beatriz recorda: “Eu venho de uma família que...

Como escolher a assinatura de vinhos ideal para seu perfil?

25/09/2025|

O artigo tem como intuito apontar como escolher uma assinatura de vinhos que se alinhe ao seu perfil como consumidor Escolher vinhos para o dia a dia ou para momentos especiais pode parecer simples, mas a enorme variedade de rótulos disponíveis no mercado torna essa tarefa um verdadeiro desafio. Para quem gosta de praticidade e quer descobrir novos sabores sem complicação, as assinaturas de vinhos são uma ótima solução. Elas funcionam como uma curadoria personalizada, ajudando você a explorar estilos, uvas e regiões vinícolas de um jeito acessível e conveniente. Além de receber as garrafas no conforto de casa, muitos clubes de assinatura enviam informações detalhadas sobre cada rótulo, o que facilita o aprendizado e amplia seu repertório. É perfeito para quem deseja desenvolver o paladar, acertar nas harmonizações e até conhecer vinhos que dificilmente aparecem nas prateleiras de supermercados ou lojas comuns. Mas, para aproveitar tudo o que essa experiência pode oferecer, é essencial escolher um plano que faça sentido para você. Há clubes com opções mais simples e outros com seleções premium e exclusivas. Uma dica é considerar um clube wine anual com desconto, que garante economia e regularidade nas entregas, ótimo tanto para quem bebe de vez...

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Blog do Sérgio Vilar

Arraiá da Jerimum nesta quarta

Estão preparados para um arraiá? O The Big Series promoverá nesta quarta-feira (17) o famoso Arraiá da Jerimum! Então já prepara aquela roupa temática, separa o seu par ou traz os seus amigos e vem curtir essa noite. Será no Auditório Onofre Lopes

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Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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