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Preconceito de CEP e o mercado cervejeiro

Saudações, cervejeiros de todos os recônditos desse país continental chamado Brasil! Começando de verdade 2024 (já que por aqui carnaval é somente uma quimera), vamos começar falando de um tema

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Festival Reggae Sua Alma celebra 12 anos fortalecendo a cena reggae potiguar

Redação

O tradicional Reggae Sua Alma chega à sua 12ª edição reafirmando uma trajetória construída pela amizade, pela música e pelo fortalecimento da cultura reggae em Natal. O evento acontece nesta quinta (11), a partir das 18h, no Figa Bar e Cultura, em Ponta Negra. Criado como uma celebração de aniversário entre amigos, o Reggae Sua Alma cresceu ao longo dos anos e se consolidou como um encontro cultural que reúne artistas, músicos e admiradores do reggae em um ambiente de convivência, troca de experiências e valorização da produção musical independente. Ao longo de sua história, o festival recebeu importantes nomes da cena reggae potiguar, entre eles Hallison Rasta, Luanda Luz, Chico Tácio e os Carcará, Raízes de Concreto, além de diversos artistas que contribuíram para fortalecer e manter viva a cultura reggae no Rio Grande do Norte. A programação desta edição terá início às 18h, com a banda NaturalMente, que recebe como convidado especial Bruninho Pernambucano. O encontro promete apresentar ao público um repertório que passeia pelos clássicos do reggae e por influências da música brasileira, celebrando a diversidade sonora que caracteriza o gênero. Às 21h, sobe ao palco Allan Negão, músico reconhecido por sua presença marcante e pela conexão que estabelece com o público através de interpretações carregadas de identidade, sensibilidade e energia. Realizado no Figa Bar e Cultura, espaço que vem se consolidando como importante ponto de encontro da cultura independente em Ponta Negra, o XII Reggae Sua Alma reforça seucompromisso com a valorização dos artistas locais e com a criação de espaços de convivência e expressão cultural. Mais do que uma festa, o evento representa a continuidade de uma história construída coletivamente ao longo de mais de uma década, mantendo viva a essência do reggae como manifestação artística, cultural e humana. Serviço XII Reggae Sua Alma – 12ª Edição 📅 Data: 11 de junho de 2026 🕕 Horário: A partir das 18h 📍 Local: Figa Bar e Cultura – Ponta Negra, Natal/RN 💰 Couvert artístico: R$ 10,00 Programação 🎶 18h – NaturalMente convida Bruninho Pernambucano 🎶 21h – Allan Negão

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Produtora potiguar abre inscrição para projetos de longa-metragem do Rio Grande do Norte

Redação

A Casa da Praia Filmes realizará a quarta edição do Casa da Praia Lab, projeto de formação e desenvolvimento audiovisual que, neste ano, adota o subtítulo “Esquina Criativa”. A iniciativa promoverá um laboratório presencial de desenvolvimento de roteiros de longa-metragem voltado exclusivamente para autores e autoras do Rio Grande do Norte, além de oficinas gratuitas de escrita técnica de roteiro em diferentes regiões do estado e uma mostra de filmes originados em edições anteriores do projeto. As inscrições para o laboratório estarão abertas entre os dias 8 de junho e 3 de julho deste ano via edital. Serão selecionados 15 projetos norte-rio-grandenses de longa-metragem em fase de desenvolvimento, com foco em roteiristas interessados em amadurecer suas obras e aprofundar processos criativos, narrativos e estéticos. Inscreva-se aqui. O laboratório acontecerá presencialmente em Natal, entre os dias 3 e 7 de agosto, reunindo tutorias, atividades formativas, palestras e um pitching final voltado ao desenvolvimento dos projetos selecionados. Além da formação, cada roteirista selecionado receberá uma bolsa de estudos no valor de R$ 1.500, totalizando R$ 22.500 investidos diretamente nos participantes do laboratório. A proposta busca fortalecer a profissionalização do trabalho criativo no audiovisual e ampliar as possibilidades de circulação e financiamento de projetos potiguares. Segundo o cineasta Pedro Fiuza, o Casa da Praia Lab surge da percepção da ausência histórica de projetos do Rio Grande do Norte em laboratórios criativos nacionais e internacionais. “A iniciativa busca ampliar a presença do estado no panorama do cinema brasileiro contemporâneo, oferecendo formação qualificada e criando condições para o desenvolvimento de novas narrativas sobre o território potiguar e nordestino”, enfatizou Pedro, fundador da Casa da Praia Filmes.  Ao longo dos 15 anos de atuação na indústria cinematográfica, a Casa da Praia Filmes consolidou um histórico de circulação nacional e internacional com obras como Sideral, exibido no Festival de Cannes e selecionado para a shortlist do Oscar 2023; Big Bang, premiado no Festival de Locarno; além de Fendas e Vai Melhorar. O Casa da Praia Lab – Esquina Criativa é realizado por meio do Edital Transformando Energia em Cultura 2025-2026, com patrocínio da Neoenergia Cosern e do Instituto Neoenergia, via Programa Cultural Câmara Cascudo. O projeto conta ainda com apoio do IFRN, da ITCART – Incubadora Tecnológica de Cultura e Arte e do Centro de Tecnologia e Cultura Luzia Vieira de França. SOBRE O CASA DA PRAIA LAB – ESQUINA CRIATIVA  O projeto propõe um espaço de experimentação artística e política, incentivando obras que enfrentem estereótipos e proponham novos imaginários sobre o Nordeste no século XXI. O LAB reafirma o compromisso das...

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Governo do RN lança quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB RN)

Redação

Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade; as inscrições poderão ser feitas até o dia 29, por meio da plataforma Mais Cultura RN. O Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e o Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, comunicam o lançamento do quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Com foco na diversidade e pluralidade das ações, esta nova etapa reafirma o compromisso do Governo do Estado em descentralizar recursos, fortalecer a cena cultural potiguar e valorizar os artistas, fazedores de cultura e as diversas linguagens artísticas presentes em todas as regiões do Rio Grande do Norte. “O lançamento deste quarto bloco de editais é mais um passo fundamental na nossa missão de fortalecer a cultura potiguar. Queremos garantir que nossos fazedores de cultura tenham acesso a essas oportunidades, transformando o setor em um pilar de desenvolvimento econômico e social para o nosso estado”, destaca Mary Land Brito, titular da pasta da Cultura no Governo do RN. Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas no total, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade: Cultura LGBTQIAPN+; Cultura Negra; Cultura Urbana e Periférica; e Mulheres na Cultura. As inscrições estão abertas de 9 a 29 de junho. “Este ano temos uma novidade que é o Edital de Mulheres na Cultura, uma demanda que surgiu das escutas públicas que realizamos antes da elaboração dos editais, o que nos permitiu aprimorar a distribuição dos recursos de forma mais eficiente e democrática. Lembramos também que todos os editais da PNAB RN possuem pontuação extra e cotas para grupos minorizados e elaboramos ainda cartilhas acessíveis para simplificar o entendimento das regras de cada edital”, enfatiza a coordenadora da PNAB RN, Bruna Medina. A Política Nacional Aldir Blanc tem como objetivo central estruturar o fomento à cultura de forma continuada, garantindo que o recurso chegue à ponta, incentivando a criação, a produção e a difusão de bens culturais. Este quarto bloco de editais se soma às ações anteriores já executadas, consolidando a implementação da política no território potiguar. O Governo do Estado convida artistas, coletivos, produtores e gestores culturais a acessarem o site oficial da Secretaria de Estado da Cultura (secult.rn.gov.br) para conferir os detalhes, critérios de elegibilidade e prazos de inscrição...

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BIBLIOBUNKER: Ilhas, labirintos: poemas escolhidos

Pablo Capistrano

Ilhas, Labirintos: poemas escolhidos Autor: Elí de Araujo Editora: Sol Negro Ano: 2022 Páginas: 125 O finado Harold Bloom, sujeito conhecido por algumas opiniões “polêmicas” e “canceláveis” (como a de que o Rei Lear de Shakespeare é literariamente superior à Cabana do pai Tomás de Harriet Beecher), afirmou certa vez que lia poesia como se estivesse fazendo uma oração. Isso, obviamente, não tem nada a ver com carolice pietista ou proselitismo religioso. Segundo Bloom, a boa poesia precisa ser decorada e introjetada na memória tal qual uma oração. Tenho certeza, amigo velho, que se o finado professor de Yale estivesse vivo (e soubesse ler português), certamente decoraria vorazmente muitas das poesias de Elí de Araujo, publicadas nesta coletânea, editada em 2022 pela Sol Negro. O volume traz uma amostra muito bem colhida das safras poéticas de Elí, desde o seu livro de 1982, Reminiscências do Tártaro até o Catábase de 2021. Uma coletânea essencial para os amantes da boa poesia que apresenta um registro fundamental de parte dos sete primeiros livros deste que, nascido e criado aqui pela Taba de Poty, sem nenhuma sombra de dúvida, é um dos melhores (senão o melhor) poeta de sua geração. Se você não acredita na opinião deste professor de província que vos fala, amigo velho, então peço que me conceda o benefício da dúvida e dê uma navegada pela costa acidentada dessas ilhas literárias, espalhadas por esse labirinto de alumbramentos poéticos. Tenho certeza que em algum momento você vai se achar obrigado a concordar comigo. Cada poema dessa coletânea é uma surpresa, um novo deleite, um desconcerto, um rasgão, uma fissura de liberdade criativa naquilo que o filósofo Martin Heidegger chama de “falatório” (essa espécie de rede de banalidades retóricas que a nossa linguagem ordinária constroi para nos aprisionar).   E por falar em oração, há, inclusive em seus poemas, inúmeras referências a textos bíblicos, como no “Salmo 23”, publicado em seu livro de 1991 (Deterioremus), uma perturbadora e inusitada interseção entre o “livro de Jó” (o mais desconcertante texto do cânone judaico) e os salmos atribuídos a David. Seguindo uma inversão irônica do lirismo mesopotâmico (com seus poemas de exaltação e louvor a divindades como Baal, Marduk, Yaweh ou Inanna), Elí brinca com o desespero de David, aproximando a sua súplica lamuriosa (sempre pendurada nas paredes das casas de alguns crentes mais devotos) da devastadora crueldade do deus que atormenta o pobre Jó:  “o Senhor é...

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Pedro Pereira - Foto - Fábio Cortez

Pedro Pereira revisita 45 anos de criação em exposição na Pinacoteca do Estado

Redação

Mostra reúne obras produzidas entre 1981 e 2026 e marca o retorno do artista às exposições individuais após mais de uma década Quatro décadas e meia de dedicação à arte, à poesia e à experimentação estética ganham forma na exposição “Unir Verso às Cores”, que será aberta ao público no próximo sábado (13), às 10h, na Pinacoteca do Estado, em Natal. A mostra celebra os 45 anos de trajetória do artista visual e poeta Pedro Pereira, reunindo 46 trabalhos que atravessam diferentes períodos de sua produção e revelam a pluralidade de uma obra construída entre imagens, palavras e afetos. Com curadoria de Pablo Pinheiro e produção de Alda Pereira, a exposição apresenta pinturas, colagens, fotografias, intervenções artísticas e poemas criados entre 1981 e 2026. O conjunto permite ao visitante acompanhar a evolução estética e conceitual de um artista que fez da liberdade criativa sua principal marca. Mais do que uma retrospectiva, “Unir Verso às Cores” propõe um mergulho no universo de Pedro Pereira. As obras dialogam com temas como memória, identidade, cotidiano, natureza e imaginação, revelando uma produção que transita com naturalidade entre as artes visuais e a literatura. O próprio título da exposição traduz essa característica. Inspirado em um poema do artista, sintetiza a relação entre escrita e pintura que acompanha sua criação desde os primeiros trabalhos. “Pinto o que não sei escrever, escrevo o que não sei pintar. Pinto e escrevo o que me faz sonhar”, resume Pedro Pereira. A mostra também marca o reencontro do artista com o circuito das exposições individuais. Sua última experiência solo aconteceu em 2013, com “O Jardineiro das Cores”. Agora, retorna à Pinacoteca com uma seleção que reúne obras históricas e produções recentes, compondo um percurso que evidencia permanências, transformações e novas descobertas criativas. Uma trajetória construída entre arte e cultura Natural de Passa e Fica, no Agreste potiguar, Pedro Pereira desenvolveu uma trajetória singular no cenário cultural do Rio Grande do Norte. Ao longo dos anos, atuou como poeta, artista visual, produtor cultural e incentivador de iniciativas voltadas à democratização do acesso à arte. Nos anos 1980, integrou a chamada Geração Alternativa, movimento ligado à poesia marginal que contribuiu para renovar a cena cultural de Natal. Também participou da banda Cabeças Errantes, experiência que ampliou seu diálogo com outras linguagens artísticas e fortaleceu uma produção marcada pela experimentação. Seu primeiro livro, Lutar pela Paz, foi publicado em 1981. Poucos anos depois, criou...

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A trilha, a bifurcação, as pegadas erradas e as vozes certas

Tatyanny Nascimento

Perder-me em uma trilha, no meio de um grupo, não foi somente errar um caminho: foi ser devolvida, ainda que por instantes, à verdade mais antiga da existência humana: a de que viver é caminhar entre bifurcações sem garantias. E que angústias tem poder pedagógico. O que se passou em um retorno de passeio à cachoeira não foi apenas um desencontro geográfico: foi a aparição de uma cena reflexiva, o momento em que o grupo se desfaz como proteção simbólica, o cansaço dissolve a prudência, e eu me vejo entregue à tarefa de distinguir entre rastro e rumo, entre saída e destino, entre movimento e direção. Na ida, ainda havia uma espécie de pacto silencioso sustentando a travessia. O corpo, não tendo sofrido o peso do trajeto, permitia à mente exercer aquilo que a civilização exige de nós: pausa, espera, consideração pelo outro, capacidade de reter o impulso em favor do laço. Diante de cada bifurcação, quando se sabia o caminho, alguém esperava, olhava para trás, cuidava para que o restante acompanhasse. A trilha era, então, uma comunidade. Havia nela um tecido de atenção recíproca e o cansaço ainda não havia corroído a delicada camada ética que nos faz lembrar que ninguém caminha sozinho, mesmo quando cada um usa as próprias pernas. E ainda que estivessem presentes dois guias (altamente responsáveis), um estava na frente, outro atrás, mas ao meio haviam bifurcações. E o grupo não tinha o mesmo ritmo em um longo trajeto cheio de curvas. Mas a volta introduziu outra verdade, menos nobre e mais funda: quando o corpo se esgota, a consciência se estreita. Já havíamos tomado banho de cachoeira, estávamos cansados de toda a caminhada, e o desejo de chegar logo em casa passou a comandar os passos. Aquilo que antes era grupo se tornou fluxo. O que era convivência se tornou pressa. E justamente nesse ponto, uma bifurcação deixou de ser apenas uma escolha espacial para se converter num teste moral: quem vê o desvio e segue mesmo assim, sem pensar nos que podem ficar para trás, revela algo da condição humana quando a energia simbólica se rompe. Não se trata necessariamente de maldade: trata-se de um empobrecimento da presença. Cansados, diminuímos. Recolhemos nossas fronteiras, contraímos nossa generosidade, protegemos nosso próprio retorno como se toda alteridade fosse peso extra.   Foi nesse rasgo da trama coletiva que eu me perdi com minha mãe. E o...

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Edgar Morin e a arte de pensar um mundo complexo

Isabel Carvalho

Sexta-feira, 29 de maio de 2026. O mundo se despediu de um dos maiores pensadores do nosso tempo. Aos 104 anos, Edgar Morin deixou uma obra que atravessou fronteiras disciplinares, influenciou pesquisadores, professores, jornalistas, cientistas sociais e todos aqueles que se dedicam a compreender a complexidade da vida humana. Sua morte encerra uma trajetória intelectual extraordinária, mas também oferece uma oportunidade para revisitar suas ideias e refletir sobre sua atualidade. Em um mundo marcado pela velocidade da informação, pela polarização política, pelas transformações tecnológicas e pelas crises ambientais, o pensamento de Morin parece mais necessário do que nunca. Suas ideias continuam pulsantes para quem deseja compreender a sociedade contemporânea. Nascido em Paris, em 1921, Morin viveu acontecimentos importantes da história recente. Testemunhou guerras, crises econômicas, revoluções culturais, o surgimento da internet e as profundas mudanças que transformaram a vida humana ao longo do século XX e das primeiras décadas do século XXI. Ao contrário de alguns intelectuais que escolheram uma única área de atuação, Morin construiu uma obra que dialoga com diferentes campos do conhecimento. Filosofia, sociologia, antropologia, biologia, educação, comunicação e política aparecem constantemente em seus estudos. Essa característica não era um acaso. Para ele, os grandes problemas da humanidade não cabem dentro das fronteiras rígidas das disciplinas acadêmicas. Compreender a realidade exige conectar saberes e reconhecer que tudo está relacionado. Foi dessa percepção que surgiu sua principal contribuição: o pensamento complexo. Ao ouvir a palavra “complexidade”, muitas pessoas imaginam algo complicado ou difícil de entender. Morin utilizava o termo em outro sentido. A palavra complexidade deriva do latim complexus, que significa “aquilo que é tecido junto”. Em outras palavras, a realidade é formada por uma rede de relações, conexões e influências mútuas. Para Morin, um dos maiores problemas do pensamento moderno foi acreditar que seria possível compreender o mundo dividindo ele em partes cada vez menores. Embora essa abordagem tenha proporcionado avanços significativos para a ciência, também contribuiu para a fragmentação do conhecimento. Aprendemos a estudar a economia separada da cultura, a política distante das emoções, a tecnologia isolada da sociedade. O resultado é que muitas vezes compreendemos os detalhes, mas perdemos a visão do conjunto. O pensamento complexo propõe justamente o contrário: observar simultaneamente as partes e o todo. Entre suas muitas obras, trago O Método 3: O Conhecimento do Conhecimento, publicado originalmente em 1986 e posteriormente lançado em português pelas editoras Publicações Europa-América (1996) e Sulina...

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Praia viva, cultura viva: Projeto Tatuí realiza ação socioambiental e cultural em Ponta Negra

Redação

Neste sábado (6), em alusão à Semana do Meio Ambiente, a Praia de Ponta Negra recebe a ação Praia Viva, Cultura Viva, evento que marca o lançamento oficial do Projeto Tatuí. A iniciativa une educação ambiental, cultura, memória afetiva e mobilização comunitária em defesa do litoral potiguar. Idealizado por Cintya Laranjeira, representante do Limpa Brasil no Rio Grande do Norte, o Projeto Tatuí nasceu das vivências e memórias de infância em Ponta Negra e busca fortalecer o sentimento de pertencimento e o cuidado coletivo com a praia, suas histórias e sua biodiversidade. A programação gratuita e aberta ao público reunirá moradores, voluntários, escolas, coletivos, artistas, trabalhadores da praia e instituições parceiras em atividades voltadas à valorização dos ecossistemas costeiros e da cultura local. Durante a manhã, as ações acontecem na Praia de Ponta Negra, com concentração no Letreiro de Natal, presença da Burrinha Pintadinha e do Jaraguá, abertura oficial do projeto, alongamento com o grupo Calistenia Livre, roda de conversa, mutirão de limpeza, ato pelos trabalhadores da praia, distribuição de mudas e o desafio Achei um Tatuí. À noite, a programação segue na Vila de Ponta Negra, na Tapiocaria da Vó, com apresentações culturais, lançamento do cordel Engorda pra Quem?, apresentação musical e exposição de fotografias de Flávio Resende. A programação se encerra com after cultural no Figa Bar e Cultura. O nome do projeto faz referência ao tatuí, pequeno crustáceo que habita a faixa de areia e funciona como indicador da saúde ambiental das praias. A proposta utiliza a educação ambiental e a cultura como caminhos para aproximar a população das questões que impactam o litoral e estimular o cuidado com o território. PROGRAMAÇÃO MANHÃ – PRAIA DE PONTA NEGRA NOITE – VILA DE PONTA NEGRA SERVIÇO Evento: Praia Viva, Cultura Viva – Lançamento do Projeto Tatuí Data: 6 de junho de 2026 Manhã: 7h30 às 11h30 – Letreiro de Natal, Praia de Ponta Negra Noite: 18h às 20h – Tapiocaria da Vó, Vila de Ponta Negra After cultural: 20h – Figa Bar e Cultura Entrada: Gratuita e aberta ao público PARCEIROS Associação Ponta Negra é da Gente; Associação dos Quiosqueiros da Praia de Ponta Negra; Associação Vila de Ponta Negra; Figa Bar e Cultura; Grupo Cultural Burrinha Pintadinha; P.Cultura Tapiocaria da Vó; MMarhéproducoescriativas; Rendeiras da Vila; Protagonistas da Paz; Casa Flor Ateliê Botânico; Calistenia Livre.

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Cervejas e seu Custo-Benefício

17/05/2023|

Saudações, cervejeiros! Falar sobre cervejas e seus preços é algo que sempre gera alguma polêmica. Não que seja um tema especificamente delicado por si só, a questão, na maioria das vezes, é a confusão que é feita entre o preço das cervejas e outras variantes inseridas nesse contexto. De início, é interessante destacar que quando se fala em custo-benefício está se falando sob a ótica do consumidor. Sinto muito, mas esse espaço não servirá (nem nunca serviu) para defender lucros, nem lucros de cervejas nem de qualquer outro espécime do mundo cervejeiro. Trata-se de uma escrita (e consequentemente de um texto) sem fins lucrativos. Daí a desnecessidade de se incluir na equação aquilo que deixa de ser ganho (receita, tecnicamente falando) para a cervejaria (ou para o atravessador, afinal, não é isso que os distribuidores são?) em detrimento da experiência do consumidor. Por causa dessa perspectiva, quando se perguntar: preço bom para quem? Preço bom para o consumidor, apenas para ele. Não se está em discussão a dificuldade de se manter um negócio ou empreendimento cervejeiro no Brasil (cansado desse mimimi eterno, em que os tributos são tidos como “malvadões”, ou que é tudo “culpa do Estado”), o cerne do...

Rita-Lee-em-Natal-1993-João-Maria-Alves

16/05/2023|

Neste sábado, 20 de maio, os Djs Opa Bruno e Carlota Nogueira entram em ação para animar a noite do Bardallos Comida e Arte, point cultural do Centro da Cidade. Será a partir das 21h, com discotecagem em homenagem a Rita Lee e outras mulheres contemporâneas a esta artista, além de muita música na nova MPB feminina do país. O acesso  é gratuito. O evento também contará com exposição do fotógrafo potiguar João Maria Alves, que fez fotos inéditas da roqueira em 1991 na praia de Ponta Negra, e quando Rita fez o último show  em Natal no anfiteatro do Campus da UFRN Mas a festa começa antes. Às 18h já tem show dos artistas potiguares Tiquinha Rodrigues, Ana Tomaz e Iury Mathias. Tiquinha que recentemente colocou no ar o seu Força Divina, dentro do projeto audiovisual intitulado Tica, com direção de Rita Machado. Babilôbia Data e hora: Sábado (20), às 21h Onde: Bardallos (Rua Gonçalves Ledo, Cidade Alta) Acesso: Gratuito ——— CRÉDITO DA FOTO: João Maria Alves

Descobertas nove obras inéditas de Câmara Cascudo

16/05/2023|

Nada menos que nove obras inéditas do maior folclorista do mundo foram descobertas recentemente. A informação foi divulgada nas redes sociais da neta de Câmara Cascudo, Daliana Cascudo. Segundo Daliana, muitas dessas obras foram citadas pelo avô a amigos e procuradas durante anos. “Com rara sensibilidade e olhar apurado, Woldney Ribeiro, responsável técnico pelo nosso acervo bibliográfico e museológico (do Instituto Ludovicus), encontrou fragmentos destas obras, juntou as peças deste quebra-cabeça e conseguiu reunir verdadeiras relíquias literárias. A ele, minha gratidão eterna!”, escreveu Daliana. A descoberta é tão incrível que obras como “Caveira no campo de trigo e outros poemas inúteis” foi citado por Cascudo aos amigos Joaquim Inojosa e Mário de Andrade há quase 100 anos. E não é só isso. Daliana lembra que As ruas da cidade do Natal, a história de Ceará Mirim (período de 1605 a 1958), os capitães mores e governadores do RN, os primórdios da literatura potiguar, Buda, a Inglaterra e sua cultura, a cultura popular (entre 1832 a 1012), a genealogia de sua família, são assuntos que mereceram a atenção, o estudo, a pesquisa e a análise de Câmara Cascudo e que agora vêm à tona. Em carta ao amigo Joaquim Inojosa (13/08/1926),...

alex nascimento

16/05/2023|

Em janeiro de 2023, a Escribas Editora ofereceu ao autor Alex Nascimento a oportunidade de republicar sua obra completa, começando pelo romance “Recomendações a todos”, que está esgotado há vários anos. Na conversa, decidiu-se que o segundo livro a ganhar uma nova edição seria “A última Estação”, no qual Alex passeia por vários gêneros, cada um fazendo referência a uma estação do ano. A Escribas resolveu relançar ambos de uma só vez, promovendo uma Pré-venda e uma noite de autógrafos em junho (local e data ainda a serem decididos), celebrando o aniversário do autor. Sobre republicar sua obra e voltar a promover uma noite de autógrafos, Alex respondeu com entusiasmo: “Eu só topei porque foi Fialho que pediu. Mas ainda alimento a esperança de que a carreta que transporta os livros tombe e o lançamento seja cancelado.” Alex não sai de seu lar há um tempo. Enfrentou tempos difíceis, pois somados aos 2 anos de pandemia, sofreu um atropelamento que resultou em múltiplas fraturas e o deixou acamado por um longo período. Como se tratam de reedições, serão produzidas tiragens reduzidas num primeiro momento (100 de cada título) para que possam ser reimpressas de acordo com a demanda. Quem quiser...

CURTINHAS: Dia do Brega, Bumbum de Ouro, Festival de Reggae, Ribeira Boêmia e mais

15/05/2023|

DIA DO BREGA POTIGUAR Nesta terça a Assembleia  Legislativa vota e deve aprovar o Projeto de Lei, do deputado Ubaldo Fernandes, que cria o Dia Estadual do Brega Potiguar. A ideia é instituir, no calendário oficial do Estado, essa data a ser comemorada, anualmente, em 1º de junho, data de nascimento do maior cantor do gênero no Rio Grande do Norte, Carlos Alexandre, nascido em 1957, em Nova Cruz. Uma bela iniciativa que valoriza artistas do brega potiguar. BUMBUM DE OURO O curta-metragem “Bumbum de Ouro” chega com o intuito de trazer visibilidade e promover a discussão sobre a temática trans em Caicó, a partir da história de Dávila Salustiano, maquiadora, stripper virtual, fotógrafa e integrante de uma ONG onde atua como ativista LGBTQIA+. O filme será lançado nesta segunda (15), no Cineland. O filme é uma coprodução independente realizada pela Agência Referência (RN) e Eixo Audiovisual (PE), tendo como diretores os realizadores Raildon Lucena e Marlom Meirelles. REGGAE EM PIPA O Taipa Brasil tem sido, vejam só, quase um polo de resistência da música alternativa em Pipa, hoje dominada por sambas, piseiros e funks. E entre os dias 16 e 20 de maio, promove a 6ª edição do Festival...

barcelona gaudí

15/05/2023|

Devo levar na esportiva minha desconcertante chegada a Barcelona. O hotel aonde me destino fica numa rua de pedestres, por isto o táxi deixa-me na embocadura da rua, e lá vou eu, carregando a bagagem à procura do hotel. Quando o localizo, minha decepção aumenta: é uma espelunca. Mas, como foi escolhido em Natal, e pagas as diárias antecipadamente, tenho de me conformar. Serve-me de consolo a boa localização a dois passos das Ramblas. Depois eu veria que esse hotelzinho prima pela higiene e é bastante tranquilo. Apesar da denominação no plural, as Ramblas – para quem não sabe – é uma longa avenida arborizada, cujo canteiro central virou calçadão, tornando-se ponto de encontro preferido por todos que visitam Barcelona. Multidões pra cima e pra baixo – da Plaça de Catalunya ao monumento a Colombo, e vice-versa – enquanto outras pessoas ficam sentadas nos cafés ao ar livre, vendo-as passar. Uma fauna variada pinta por ali. Artistas amadores armam o seu circo, para ganhar uns trocados; artistas outros expõem suas aquarelas, seus desenhos, na calçada, e retratistas a crayon captam poses de embevecidos turistas. Um burburinho constante, dia e noite, aquele rio de gente… Talvez seja o espetáculo das Ramblas...

Sarau no Bardallos reunirá poesias que antecedem a sombra

15/05/2023|

Poetas estarão reunidos nesta quarta-feira (17) no Bardallos Comida e Arte, a partir das 20h, para apresentarem o sarau “Antes de Nascerem as Plumas – poesia que antecede a sombra”. Para fechar a noite. o som gostoso com Ajudalusianu, com discotecagem calcada em sons tropicais e latinos. O sarau é uma idealização da escritora potiguar Luiza Nasser, que apresentará ao lado da escritora Vaguta, o evento, que também contará com as poetas convidadas: Maíra Dal’maz, Lisandra Bernardino, Olga Hawes e performance do monólogo “Filho do Céu” por Lira Izidio. Então, traga o seu amor, vá tomar uma cerveja e ouvir poemas. O acesso é gratuito. O Bardallos é um point cultural do Centro Histórico, localizado à Rua Gonçalvez Lêdo, 678. Para mais informações: @bardallosnatal e @luizanssr

CURTINHAS: confere um agendão para o FDS, lançamentos de single e mais!

11/05/2023|

ROTAS ESQUECIDAS A Galeria Conviv’art, do Núcleo de Arte e Cultura da UFRN, inaugura hoje, às 18h, a exposição Rotas Esquecidas da artista Regina Johas, coordenadora do Curso de Licenciatura em Artes Visuais da UFRN. A exposição tem curadoria de Ana Paola Ottoni, e reúne videoinstalações e desenhos. Na ocasião será também lançado o fotolivro Barão e as rotas esquecidas de Ceará-Mirim, de autoria de Johas, que dialoga com as questões presentes nas obras da artista. A exposição fica aberta ao público do dia 12 de maio até o dia 1 de junho, e contará com a equipe de mediadores da galeria que irão propiciar visitas guiadas conforme agendamento. Horários: de segunda à sexta-feira, das 13 às 16h. Informações: (84) 3342 2267. ROTAS ESQUECIDAS 2 A exposição trata o abandono de um passado histórico: o da rota da cana de açúcar no Vale do Ceará-Mirim, no Rio Grande do Norte. Os antigos engenhos de açúcar, surgidos nessa região em meados do século XIX, constituíam na época um dos principais centros de produção de açúcar do Nordeste, e atualmente se encontram em ruínas. Alguns poucos vestígios dessa história, uma parede aqui ou uma torre ali, deixam entrever esse passado. O fotolivro...

autoestrada

11/05/2023|

Portugal, 16 de Julho de 2006  Até os 25 anos nunca pensei que fosse aprender a dirigir. Isso mais por uma crença em uma incapacidade inata em domar uma máquina do que por questões ideológicas, diga-se de passagem. O fato é que as circunstâncias e a vida de pai de família numa cidade como Natal (com um sistema de transporte público cada vez pior) me levaram ao Detran e ao inevitável exame para tirar a carteira de habilitação, muito a contragosto. Mesmo depois que aprendi a dirigir pouco me aclimatei com as idiossincrasias da mecânica de automóveis e nunca desenvolvi muito entusiasmo pela direção. Especialmente quando viajo. O melhor de abandonar Natal é andar de Metrô ou de Trem. O problema é que, mesmo em Portugal, existem alguns lugares, especialmente as aldeias pequenas afastadas dos grandes centros, em que o uso do carro é incontornável. No fim das contas, como alguém tinha mesmo que pegar no volante e levar a família ao nosso próximo destino, acabei sendo o escolhido para guiar de Almoçageme até Afife, no litoral do Minho, já bem próximo da fronteira com a Galícia espanhola. Cortaríamos Portugal pela autoestrada A1, cruzaríamos o Douro e chegaríamos à parte...

O diferencial da cultura cervejeira: a criatividade

10/05/2023|

Saudações, cervejeiros! Se existe um diferencial na cultura cervejeira (diante de outras, sejam alcoólicas ou não) – e eu acredito que, de fato, exista – é a questão da criatividade e das rápidas transformações que ela é capaz de gerar no produto final. Trazendo um singelo e breve panorama com cenários similares, podemos perceber que o que faz com que as cervejas se destaquem é a criatividade imbuída em sua cultura. De modo comparativo, a cultura do whisky e dos vinhos, exemplificativamente, é bem mais “amarrada”. Para usar uma palavra mais técnica, eu diria que elas são “dogmáticas”. Já a cultura cervejeira, diametralmente oposta, costuma caminhar, na maioria de suas escolas, em direção às novidades e da inventividade. Os padrões comportamentais de aplicação nas técnicas de produção, nos insumos utilizados, e, consequentemente, no produto final, são multifacetados, variados e inventivos. Ficar preso aos dogmas do que é uma cerveja boa é algo que costuma ser um tanto quanto que relevado, na maioria dos casos. Isso não significa que inexista padrões de julgamento (do que é uma boa cerveja, objetivamente falando). Pelo contrário, eles existem, como os guias do BJCP ou do Brewer’s Association, já citados noutros textos. Contudo, eles sempre...

carlão de souza, por elisa elsie

09/05/2023|

Cartas Obscenas de Linda Baptista reúne textos publicados na Tribuna do Norte pelo jornalista e escritor Carlos de Souza, falecido em 2019, que traçam retrato irônico da cena cultural natalense O Sebo Vermelho lança neste sábado, a partir das 10h, o livro Cartas Obscenas de Linda Baptista (88 págs., R$ 40), uma edição póstuma que reúne as primeiras crônicas publicadas pelo jornalista e escritor Carlos de Souza (1959-2019), sob pseudônimo, no jornal Tribuna do Norte durante o ano de 1987. O livro foi organizado pelo filho do escritor, o também jornalista Alex de Souza. Nos anos 1980, o caderno de Domingo da Tribuna do Norte era o principal caderno cultural do estado e reunia uma geração de peso da imprensa potiguar, com colaboradores de peso, como Dorian Gray Caldas, Jaime Hipólito Dantas, Veríssimo de Melo. Além deles, uma nova geração de escritores e jornalistas disputava espaço para seus escritos. Nomes como Tácito Costa, Carlos Peixoto, João Batista de Moraes Neto, Marize Castro, Adriano de Sousa, entre outros, colaboravam esporadicamente a cada semana nas páginas do jornal. Foi neste cenário que surgiram em meados de 1987, no espaço do leitor, durante a semana, cartas assinadas por uma tal Linda Baptista, comentando os textos do...

menino pássaro

09/05/2023|

Inspirado no cordel de Edcarlos Medeiros, o espetáculo Menino Pássaro narra a história da amizade de um pássaro e um menino que usa cadeira de rodas. Juntos, eles aprendem que é preciso liberdade para crescer em meio à insegurança e ao medo da solidão. A encenação marca a fase Semear do projeto Trapiá Semente e será apresentada em cinco municípios do Rio Grande do Norte: São José do Seridó (10), São Fernando (17), Ipueira (22) e Ouro Branco (24). O primeiro município a receber o espetáculo foi Santana do Seridó, onde crianças e adolescentes se reuniram no Espaço Cultural Felino Ivo Bezerra, no dia 03, para conhecer a fábula que utiliza referências da cultura regional para evocar as vivências da infância nos sertões. Vencedor do prêmio Melhor Espetáculo Cênico do Troféu Cultura RN 2022, Menino Pássaro é mais um trabalho que traz o sertão como espaço de desenvolvimento da trama numa tentativa de mostrar um sertão conectado com o resto do mundo, como explica a Associação Cultural Trapiá. Na encenação, a música que sai do rádio e que tanto marca as vidas dos sertanejos é o elemento que une o passado e o presente das personagens. Para criar essa conexão,...

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Blog do Sérgio Vilar

Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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Red Dog Pub reabrirá ainda em 2026

Um dos poucos e mais legais pubs de Natal, o Red Dog Pub não ficou pelo caminho do modismo, como tantos espaços que abrem, “bombam” e, pouco depois, passado o período da modinha tipicamente natalense, fecham. O pub fechou no

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