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Festival Reggae Sua Alma celebra 12 anos fortalecendo a cena reggae potiguar

Redação

O tradicional Reggae Sua Alma chega à sua 12ª edição reafirmando uma trajetória construída pela amizade, pela música e pelo fortalecimento da cultura reggae em Natal. O evento acontece nesta quinta (11), a partir das 18h, no Figa Bar e Cultura, em Ponta Negra. Criado como uma celebração de aniversário entre amigos, o Reggae Sua Alma cresceu ao longo dos anos e se consolidou como um encontro cultural que reúne artistas, músicos e admiradores do reggae em um ambiente de convivência, troca de experiências e valorização da produção musical independente. Ao longo de sua história, o festival recebeu importantes nomes da cena reggae potiguar, entre eles Hallison Rasta, Luanda Luz, Chico Tácio e os Carcará, Raízes de Concreto, além de diversos artistas que contribuíram para fortalecer e manter viva a cultura reggae no Rio Grande do Norte. A programação desta edição terá início às 18h, com a banda NaturalMente, que recebe como convidado especial Bruninho Pernambucano. O encontro promete apresentar ao público um repertório que passeia pelos clássicos do reggae e por influências da música brasileira, celebrando a diversidade sonora que caracteriza o gênero. Às 21h, sobe ao palco Allan Negão, músico reconhecido por sua presença marcante e pela conexão que estabelece com o público através de interpretações carregadas de identidade, sensibilidade e energia. Realizado no Figa Bar e Cultura, espaço que vem se consolidando como importante ponto de encontro da cultura independente em Ponta Negra, o XII Reggae Sua Alma reforça seucompromisso com a valorização dos artistas locais e com a criação de espaços de convivência e expressão cultural. Mais do que uma festa, o evento representa a continuidade de uma história construída coletivamente ao longo de mais de uma década, mantendo viva a essência do reggae como manifestação artística, cultural e humana. Serviço XII Reggae Sua Alma – 12ª Edição 📅 Data: 11 de junho de 2026 🕕 Horário: A partir das 18h 📍 Local: Figa Bar e Cultura – Ponta Negra, Natal/RN 💰 Couvert artístico: R$ 10,00 Programação 🎶 18h – NaturalMente convida Bruninho Pernambucano 🎶 21h – Allan Negão

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Produtora potiguar abre inscrição para projetos de longa-metragem do Rio Grande do Norte

Redação

A Casa da Praia Filmes realizará a quarta edição do Casa da Praia Lab, projeto de formação e desenvolvimento audiovisual que, neste ano, adota o subtítulo “Esquina Criativa”. A iniciativa promoverá um laboratório presencial de desenvolvimento de roteiros de longa-metragem voltado exclusivamente para autores e autoras do Rio Grande do Norte, além de oficinas gratuitas de escrita técnica de roteiro em diferentes regiões do estado e uma mostra de filmes originados em edições anteriores do projeto. As inscrições para o laboratório estarão abertas entre os dias 8 de junho e 3 de julho deste ano via edital. Serão selecionados 15 projetos norte-rio-grandenses de longa-metragem em fase de desenvolvimento, com foco em roteiristas interessados em amadurecer suas obras e aprofundar processos criativos, narrativos e estéticos. Inscreva-se aqui. O laboratório acontecerá presencialmente em Natal, entre os dias 3 e 7 de agosto, reunindo tutorias, atividades formativas, palestras e um pitching final voltado ao desenvolvimento dos projetos selecionados. Além da formação, cada roteirista selecionado receberá uma bolsa de estudos no valor de R$ 1.500, totalizando R$ 22.500 investidos diretamente nos participantes do laboratório. A proposta busca fortalecer a profissionalização do trabalho criativo no audiovisual e ampliar as possibilidades de circulação e financiamento de projetos potiguares. Segundo o cineasta Pedro Fiuza, o Casa da Praia Lab surge da percepção da ausência histórica de projetos do Rio Grande do Norte em laboratórios criativos nacionais e internacionais. “A iniciativa busca ampliar a presença do estado no panorama do cinema brasileiro contemporâneo, oferecendo formação qualificada e criando condições para o desenvolvimento de novas narrativas sobre o território potiguar e nordestino”, enfatizou Pedro, fundador da Casa da Praia Filmes.  Ao longo dos 15 anos de atuação na indústria cinematográfica, a Casa da Praia Filmes consolidou um histórico de circulação nacional e internacional com obras como Sideral, exibido no Festival de Cannes e selecionado para a shortlist do Oscar 2023; Big Bang, premiado no Festival de Locarno; além de Fendas e Vai Melhorar. O Casa da Praia Lab – Esquina Criativa é realizado por meio do Edital Transformando Energia em Cultura 2025-2026, com patrocínio da Neoenergia Cosern e do Instituto Neoenergia, via Programa Cultural Câmara Cascudo. O projeto conta ainda com apoio do IFRN, da ITCART – Incubadora Tecnológica de Cultura e Arte e do Centro de Tecnologia e Cultura Luzia Vieira de França. SOBRE O CASA DA PRAIA LAB – ESQUINA CRIATIVA  O projeto propõe um espaço de experimentação artística e política, incentivando obras que enfrentem estereótipos e proponham novos imaginários sobre o Nordeste no século XXI. O LAB reafirma o compromisso das...

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Governo do RN lança quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB RN)

Redação

Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade; as inscrições poderão ser feitas até o dia 29, por meio da plataforma Mais Cultura RN. O Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e o Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, comunicam o lançamento do quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Com foco na diversidade e pluralidade das ações, esta nova etapa reafirma o compromisso do Governo do Estado em descentralizar recursos, fortalecer a cena cultural potiguar e valorizar os artistas, fazedores de cultura e as diversas linguagens artísticas presentes em todas as regiões do Rio Grande do Norte. “O lançamento deste quarto bloco de editais é mais um passo fundamental na nossa missão de fortalecer a cultura potiguar. Queremos garantir que nossos fazedores de cultura tenham acesso a essas oportunidades, transformando o setor em um pilar de desenvolvimento econômico e social para o nosso estado”, destaca Mary Land Brito, titular da pasta da Cultura no Governo do RN. Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas no total, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade: Cultura LGBTQIAPN+; Cultura Negra; Cultura Urbana e Periférica; e Mulheres na Cultura. As inscrições estão abertas de 9 a 29 de junho. “Este ano temos uma novidade que é o Edital de Mulheres na Cultura, uma demanda que surgiu das escutas públicas que realizamos antes da elaboração dos editais, o que nos permitiu aprimorar a distribuição dos recursos de forma mais eficiente e democrática. Lembramos também que todos os editais da PNAB RN possuem pontuação extra e cotas para grupos minorizados e elaboramos ainda cartilhas acessíveis para simplificar o entendimento das regras de cada edital”, enfatiza a coordenadora da PNAB RN, Bruna Medina. A Política Nacional Aldir Blanc tem como objetivo central estruturar o fomento à cultura de forma continuada, garantindo que o recurso chegue à ponta, incentivando a criação, a produção e a difusão de bens culturais. Este quarto bloco de editais se soma às ações anteriores já executadas, consolidando a implementação da política no território potiguar. O Governo do Estado convida artistas, coletivos, produtores e gestores culturais a acessarem o site oficial da Secretaria de Estado da Cultura (secult.rn.gov.br) para conferir os detalhes, critérios de elegibilidade e prazos de inscrição...

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BIBLIOBUNKER: Ilhas, labirintos: poemas escolhidos

Pablo Capistrano

Ilhas, Labirintos: poemas escolhidos Autor: Elí de Araujo Editora: Sol Negro Ano: 2022 Páginas: 125 O finado Harold Bloom, sujeito conhecido por algumas opiniões “polêmicas” e “canceláveis” (como a de que o Rei Lear de Shakespeare é literariamente superior à Cabana do pai Tomás de Harriet Beecher), afirmou certa vez que lia poesia como se estivesse fazendo uma oração. Isso, obviamente, não tem nada a ver com carolice pietista ou proselitismo religioso. Segundo Bloom, a boa poesia precisa ser decorada e introjetada na memória tal qual uma oração. Tenho certeza, amigo velho, que se o finado professor de Yale estivesse vivo (e soubesse ler português), certamente decoraria vorazmente muitas das poesias de Elí de Araujo, publicadas nesta coletânea, editada em 2022 pela Sol Negro. O volume traz uma amostra muito bem colhida das safras poéticas de Elí, desde o seu livro de 1982, Reminiscências do Tártaro até o Catábase de 2021. Uma coletânea essencial para os amantes da boa poesia que apresenta um registro fundamental de parte dos sete primeiros livros deste que, nascido e criado aqui pela Taba de Poty, sem nenhuma sombra de dúvida, é um dos melhores (senão o melhor) poeta de sua geração. Se você não acredita na opinião deste professor de província que vos fala, amigo velho, então peço que me conceda o benefício da dúvida e dê uma navegada pela costa acidentada dessas ilhas literárias, espalhadas por esse labirinto de alumbramentos poéticos. Tenho certeza que em algum momento você vai se achar obrigado a concordar comigo. Cada poema dessa coletânea é uma surpresa, um novo deleite, um desconcerto, um rasgão, uma fissura de liberdade criativa naquilo que o filósofo Martin Heidegger chama de “falatório” (essa espécie de rede de banalidades retóricas que a nossa linguagem ordinária constroi para nos aprisionar).   E por falar em oração, há, inclusive em seus poemas, inúmeras referências a textos bíblicos, como no “Salmo 23”, publicado em seu livro de 1991 (Deterioremus), uma perturbadora e inusitada interseção entre o “livro de Jó” (o mais desconcertante texto do cânone judaico) e os salmos atribuídos a David. Seguindo uma inversão irônica do lirismo mesopotâmico (com seus poemas de exaltação e louvor a divindades como Baal, Marduk, Yaweh ou Inanna), Elí brinca com o desespero de David, aproximando a sua súplica lamuriosa (sempre pendurada nas paredes das casas de alguns crentes mais devotos) da devastadora crueldade do deus que atormenta o pobre Jó:  “o Senhor é...

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Pedro Pereira - Foto - Fábio Cortez

Pedro Pereira revisita 45 anos de criação em exposição na Pinacoteca do Estado

Redação

Mostra reúne obras produzidas entre 1981 e 2026 e marca o retorno do artista às exposições individuais após mais de uma década Quatro décadas e meia de dedicação à arte, à poesia e à experimentação estética ganham forma na exposição “Unir Verso às Cores”, que será aberta ao público no próximo sábado (13), às 10h, na Pinacoteca do Estado, em Natal. A mostra celebra os 45 anos de trajetória do artista visual e poeta Pedro Pereira, reunindo 46 trabalhos que atravessam diferentes períodos de sua produção e revelam a pluralidade de uma obra construída entre imagens, palavras e afetos. Com curadoria de Pablo Pinheiro e produção de Alda Pereira, a exposição apresenta pinturas, colagens, fotografias, intervenções artísticas e poemas criados entre 1981 e 2026. O conjunto permite ao visitante acompanhar a evolução estética e conceitual de um artista que fez da liberdade criativa sua principal marca. Mais do que uma retrospectiva, “Unir Verso às Cores” propõe um mergulho no universo de Pedro Pereira. As obras dialogam com temas como memória, identidade, cotidiano, natureza e imaginação, revelando uma produção que transita com naturalidade entre as artes visuais e a literatura. O próprio título da exposição traduz essa característica. Inspirado em um poema do artista, sintetiza a relação entre escrita e pintura que acompanha sua criação desde os primeiros trabalhos. “Pinto o que não sei escrever, escrevo o que não sei pintar. Pinto e escrevo o que me faz sonhar”, resume Pedro Pereira. A mostra também marca o reencontro do artista com o circuito das exposições individuais. Sua última experiência solo aconteceu em 2013, com “O Jardineiro das Cores”. Agora, retorna à Pinacoteca com uma seleção que reúne obras históricas e produções recentes, compondo um percurso que evidencia permanências, transformações e novas descobertas criativas. Uma trajetória construída entre arte e cultura Natural de Passa e Fica, no Agreste potiguar, Pedro Pereira desenvolveu uma trajetória singular no cenário cultural do Rio Grande do Norte. Ao longo dos anos, atuou como poeta, artista visual, produtor cultural e incentivador de iniciativas voltadas à democratização do acesso à arte. Nos anos 1980, integrou a chamada Geração Alternativa, movimento ligado à poesia marginal que contribuiu para renovar a cena cultural de Natal. Também participou da banda Cabeças Errantes, experiência que ampliou seu diálogo com outras linguagens artísticas e fortaleceu uma produção marcada pela experimentação. Seu primeiro livro, Lutar pela Paz, foi publicado em 1981. Poucos anos depois, criou...

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A trilha, a bifurcação, as pegadas erradas e as vozes certas

Tatyanny Nascimento

Perder-me em uma trilha, no meio de um grupo, não foi somente errar um caminho: foi ser devolvida, ainda que por instantes, à verdade mais antiga da existência humana: a de que viver é caminhar entre bifurcações sem garantias. E que angústias tem poder pedagógico. O que se passou em um retorno de passeio à cachoeira não foi apenas um desencontro geográfico: foi a aparição de uma cena reflexiva, o momento em que o grupo se desfaz como proteção simbólica, o cansaço dissolve a prudência, e eu me vejo entregue à tarefa de distinguir entre rastro e rumo, entre saída e destino, entre movimento e direção. Na ida, ainda havia uma espécie de pacto silencioso sustentando a travessia. O corpo, não tendo sofrido o peso do trajeto, permitia à mente exercer aquilo que a civilização exige de nós: pausa, espera, consideração pelo outro, capacidade de reter o impulso em favor do laço. Diante de cada bifurcação, quando se sabia o caminho, alguém esperava, olhava para trás, cuidava para que o restante acompanhasse. A trilha era, então, uma comunidade. Havia nela um tecido de atenção recíproca e o cansaço ainda não havia corroído a delicada camada ética que nos faz lembrar que ninguém caminha sozinho, mesmo quando cada um usa as próprias pernas. E ainda que estivessem presentes dois guias (altamente responsáveis), um estava na frente, outro atrás, mas ao meio haviam bifurcações. E o grupo não tinha o mesmo ritmo em um longo trajeto cheio de curvas. Mas a volta introduziu outra verdade, menos nobre e mais funda: quando o corpo se esgota, a consciência se estreita. Já havíamos tomado banho de cachoeira, estávamos cansados de toda a caminhada, e o desejo de chegar logo em casa passou a comandar os passos. Aquilo que antes era grupo se tornou fluxo. O que era convivência se tornou pressa. E justamente nesse ponto, uma bifurcação deixou de ser apenas uma escolha espacial para se converter num teste moral: quem vê o desvio e segue mesmo assim, sem pensar nos que podem ficar para trás, revela algo da condição humana quando a energia simbólica se rompe. Não se trata necessariamente de maldade: trata-se de um empobrecimento da presença. Cansados, diminuímos. Recolhemos nossas fronteiras, contraímos nossa generosidade, protegemos nosso próprio retorno como se toda alteridade fosse peso extra.   Foi nesse rasgo da trama coletiva que eu me perdi com minha mãe. E o...

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Edgar Morin e a arte de pensar um mundo complexo

Isabel Carvalho

Sexta-feira, 29 de maio de 2026. O mundo se despediu de um dos maiores pensadores do nosso tempo. Aos 104 anos, Edgar Morin deixou uma obra que atravessou fronteiras disciplinares, influenciou pesquisadores, professores, jornalistas, cientistas sociais e todos aqueles que se dedicam a compreender a complexidade da vida humana. Sua morte encerra uma trajetória intelectual extraordinária, mas também oferece uma oportunidade para revisitar suas ideias e refletir sobre sua atualidade. Em um mundo marcado pela velocidade da informação, pela polarização política, pelas transformações tecnológicas e pelas crises ambientais, o pensamento de Morin parece mais necessário do que nunca. Suas ideias continuam pulsantes para quem deseja compreender a sociedade contemporânea. Nascido em Paris, em 1921, Morin viveu acontecimentos importantes da história recente. Testemunhou guerras, crises econômicas, revoluções culturais, o surgimento da internet e as profundas mudanças que transformaram a vida humana ao longo do século XX e das primeiras décadas do século XXI. Ao contrário de alguns intelectuais que escolheram uma única área de atuação, Morin construiu uma obra que dialoga com diferentes campos do conhecimento. Filosofia, sociologia, antropologia, biologia, educação, comunicação e política aparecem constantemente em seus estudos. Essa característica não era um acaso. Para ele, os grandes problemas da humanidade não cabem dentro das fronteiras rígidas das disciplinas acadêmicas. Compreender a realidade exige conectar saberes e reconhecer que tudo está relacionado. Foi dessa percepção que surgiu sua principal contribuição: o pensamento complexo. Ao ouvir a palavra “complexidade”, muitas pessoas imaginam algo complicado ou difícil de entender. Morin utilizava o termo em outro sentido. A palavra complexidade deriva do latim complexus, que significa “aquilo que é tecido junto”. Em outras palavras, a realidade é formada por uma rede de relações, conexões e influências mútuas. Para Morin, um dos maiores problemas do pensamento moderno foi acreditar que seria possível compreender o mundo dividindo ele em partes cada vez menores. Embora essa abordagem tenha proporcionado avanços significativos para a ciência, também contribuiu para a fragmentação do conhecimento. Aprendemos a estudar a economia separada da cultura, a política distante das emoções, a tecnologia isolada da sociedade. O resultado é que muitas vezes compreendemos os detalhes, mas perdemos a visão do conjunto. O pensamento complexo propõe justamente o contrário: observar simultaneamente as partes e o todo. Entre suas muitas obras, trago O Método 3: O Conhecimento do Conhecimento, publicado originalmente em 1986 e posteriormente lançado em português pelas editoras Publicações Europa-América (1996) e Sulina...

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Praia viva, cultura viva: Projeto Tatuí realiza ação socioambiental e cultural em Ponta Negra

Redação

Neste sábado (6), em alusão à Semana do Meio Ambiente, a Praia de Ponta Negra recebe a ação Praia Viva, Cultura Viva, evento que marca o lançamento oficial do Projeto Tatuí. A iniciativa une educação ambiental, cultura, memória afetiva e mobilização comunitária em defesa do litoral potiguar. Idealizado por Cintya Laranjeira, representante do Limpa Brasil no Rio Grande do Norte, o Projeto Tatuí nasceu das vivências e memórias de infância em Ponta Negra e busca fortalecer o sentimento de pertencimento e o cuidado coletivo com a praia, suas histórias e sua biodiversidade. A programação gratuita e aberta ao público reunirá moradores, voluntários, escolas, coletivos, artistas, trabalhadores da praia e instituições parceiras em atividades voltadas à valorização dos ecossistemas costeiros e da cultura local. Durante a manhã, as ações acontecem na Praia de Ponta Negra, com concentração no Letreiro de Natal, presença da Burrinha Pintadinha e do Jaraguá, abertura oficial do projeto, alongamento com o grupo Calistenia Livre, roda de conversa, mutirão de limpeza, ato pelos trabalhadores da praia, distribuição de mudas e o desafio Achei um Tatuí. À noite, a programação segue na Vila de Ponta Negra, na Tapiocaria da Vó, com apresentações culturais, lançamento do cordel Engorda pra Quem?, apresentação musical e exposição de fotografias de Flávio Resende. A programação se encerra com after cultural no Figa Bar e Cultura. O nome do projeto faz referência ao tatuí, pequeno crustáceo que habita a faixa de areia e funciona como indicador da saúde ambiental das praias. A proposta utiliza a educação ambiental e a cultura como caminhos para aproximar a população das questões que impactam o litoral e estimular o cuidado com o território. PROGRAMAÇÃO MANHÃ – PRAIA DE PONTA NEGRA NOITE – VILA DE PONTA NEGRA SERVIÇO Evento: Praia Viva, Cultura Viva – Lançamento do Projeto Tatuí Data: 6 de junho de 2026 Manhã: 7h30 às 11h30 – Letreiro de Natal, Praia de Ponta Negra Noite: 18h às 20h – Tapiocaria da Vó, Vila de Ponta Negra After cultural: 20h – Figa Bar e Cultura Entrada: Gratuita e aberta ao público PARCEIROS Associação Ponta Negra é da Gente; Associação dos Quiosqueiros da Praia de Ponta Negra; Associação Vila de Ponta Negra; Figa Bar e Cultura; Grupo Cultural Burrinha Pintadinha; P.Cultura Tapiocaria da Vó; MMarhéproducoescriativas; Rendeiras da Vila; Protagonistas da Paz; Casa Flor Ateliê Botânico; Calistenia Livre.

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Josué de Castro

27/07/2023|

Em texto publicado há duas semanas, neste blog, abordei o tema que diz respeito às Cátedras Acadêmicas, com ênfase à Cátedra Lucasiana, localizada na Universidade de Cambridge – Reino Unido, voltada para o estudo da Matemática.  Hoje, abordo a Cátedra Josué de Castro, localizada na USP, voltada para o estudo da Fome. Quem é o patrono dessa Cátedra?  Josué Apolônio de Castro, mais conhecido por Josué de Castro, nasceu no Recife, em 1908 e faleceu em Paris, em 1973.  Formou-se médico, em 1929, pela Faculdade Nacional de Medicina do Brasil, no Rio de Janeiro.  No ano seguinte, voltou para morar no Recife, quando encontrou a cidade em agitação política, em consequência da Revolução de 1930.  Professor de Fisiologia da Faculdade de Medicina do Recife, dedicou-se aos estudos nutricionais, chegando à conclusão de que a fome na região decorria de fatores sociais, vindos desde o tempo colonial e ainda existentes nos períodos imperial e republicano.  Em 1935, transferiu-se para o Rio de Janeiro, e logo passou a lecionar Antropologia na Universidade do Distrito Federal, quando publicou o livro Alimentação e Raça. A Cátedra Josué de Castro, criada em 2021, sediada na Faculdade de Saúde Pública da USP, na Av. Dr. Arnaldo,...

CURTINHAS: Papo Galado e agenda cultural para todos os gostos

26/07/2023|

PAPO GALADO Próxima semana está agendada a primeira entrevista para o podcast Papo Galado. Será transmitida ao vivo e o arquivo do programa será postado no youtube, possivelmente no canal Papo Cultura TV (preciso recuperar a senha. Se não conseguir, vou criar um canal específico). Essa semana ainda anunciamos o nome do primeiro convidado, já confirmado, e os links de transmissão. Certeza de muita história boa! OUTRA NOVIDADE DO BLOG Em agosto vamos promover mudanças substanciais no formato do blog. Inclusive no nome. Tudo para melhorar o acesso, o número de posts e, consequentemente, a vida de quem aprecia nosso trabalho. Portanto, mais notícias, melhor visualização e um podcast para chamar de seu. Tudo que você já gosta ainda melhor. QUARTA ACÚSTICA NO BARDALLOS A Quarta Acústica do Bardallos Comida e Arte começa hoje com show de Rapha Inverse a partir das 20h. Ingresso a R$ 10. Promessa de sons de Luisa e os Alquimistas, Karina Buhr, Letrux e muito mais. E o novo show autoral de Sueldo Soaress, intitulado “Esplendor” estreia também no Bardallos, nesta sexta, a partir das 20h. Ingresso: R$ 15. HOJE TEM CINEQUEER Nesta quarta, às 19h na Casa da Ribeira, acontece a nova Sessão CineQueer 7, com a...

seburubu

26/07/2023|

Numa feira, os produtos não são os únicos bens. Também transitam pessoas, ideias, conversas, e sendo de música, decerto um som. Neste último sábado do mês, estreia essa nova alternativa à agenda cultural de Natal, que faz parte de uma articulação da Rede Potiguar de Música para dar visibilidade às pautas para uma política pública pro segmento, seja no município ou no Estado. A iniciativa é do Núcleo de Produção Cultural Cooperada, numa parceria da FEL Produções de Arte e do Seburubu, onde terá sede o evento, à Av. Deodoro, 307. Prevista para iniciar às 10h, a Feira pretende atrair os músicos e demais interessados para abrir parcerias e estabelecer um ambiente de negócios, seja com venda de discos, camisetas, troca de objetos e afetos etc. Segundo Esso Alencar, idealizador, o evento chama a atenção para a realidade profissional dos músicos no mercado e também aponta para a necessidade de uma política pública com foco na música autoral. A atração musical dessa primeira Feira será no seu encerramento, às 18h, com a apresentação de Ismael Dumang. Compositor versado nas temáticas regionais, sociais e políticas, seus lançamentos (desde 1996) lhe conferem um acento particular no manuseio das rimas e nas paisagens...

Anchor Brewing

26/07/2023|

Saudações, cervejeiros vivos! Abram o olho! Hoje vamos falar de uma seara um tanto quanto controversa do cenário das cervejas artesanais denominado de mercado secundário. Mais especificamente, vamos comentar algumas práticas um tanto quanto duvidosas ocorridas nesse mercado, acerca da sobrevalorização de cervejarias em seu post-mortem (após o encerramento de suas atividades). O cerne da questão, que me levou a escrever sobre o tema, foi o anúncio feito alguns dias atrás (dia 14 de julho, para ser mais específico) que uma famosa cervejaria artesanal americana, a Anchor Brewing, estava por anunciar o fechamento de suas portas. A cervejaria em comento já estava em atividade há mais de 127 anos, sendo uma das mais longevas do mercado cervejeiro artesanal. Ela também contava em seu portfólio com alguns estilos de cervejas históricos, unicamente produzidos por ela, a exemplo da California Common (conhecido também como: Steam Beer), um estilo de cerveja rústico, de levedura Lager, mas fermentado em altas temperaturas (um contrassenso cervejeiro). Mais importante do que a história da cervejaria propriamente dita, ou de seus préstimos ao longo dos anos, é perceber o que aconteceu após a sua “morte”, e a agitação que ela causou no cenário cervejeiro artesanal. Esse será o...

clube elas por elas

25/07/2023|

O Clube Elas por Elas – Mulherio das Letras Nísia Floresta RN, em parceria com a Editora Nobel do Praia Shopping, a Cooperativa Cultural e Sebo Terceira Margem do Livro, vai explorar a literatura da poeta Gilvânia Machado e Vera de Azevedo através da obra “POETRIX ON THE ROCKS”. A reunião ocorre na Nobel do Praia Shopping, a partir das 15h e é aberta ao público, homens ou mulheres. Na visão da recepção estética:,”habilidade e talento necessários à escrita de poemas curtos, as poetas Gilvânia Machado e Vera Azevedo demonstram domínio do breve versejar, que fixa a poesia na memória dos leitores por meio de uma imagem. Esse traço de concisão foi inaugurado dentro da tradição modernista que permitiu serem geradas composições´pocket´, férteis de sentido, espécies de pílulas poéticas em versos instantâneos, algumas até usando o humor. Herdeiros dessa tradição, na contemporaneidade, encontramos como desdobramentos vanguardistas: o concretismo e o neoconcretismo, a poesia-práxis, a poesia marginal, o poema processo, que misturam tendências e são dados ao experimentalismo formal.”, prefaciou Kalina Paiva. Na ocasião, haverá também o lançamento do livro Transições em Maré Alta, obra que eleva o perfil de escritora da cantora e compositora Marieta Maia. Uma edição de julho...

Severino Ramos

25/07/2023|

Severino Ramos é das figuras mais queridas e unânimes do cenário artístico natalense. Comanda uma verdadeira entidade cultural da Cidade Alta há 25 anos: o Sebo Balalaika, também um estúdio badalado por músicos e instrumentistas. O produtor cultural está fincado há 45 anos no berço dos xarias. Viu, ouviu, presenciou e fez acontecer por aqueles chãos boêmios. E agora Ramos precisa do reconhecimento de amigos e voluntários; precisa arrecadar dinheiro para um procedimento cirúrgico. E para isso vai promover, neste sábado, um show com Franklin Nogvaes e Rachel Grossman, às 11h, em frente ao Balalaika (rua Vigário Bartolomeum 565, Cidade Alta). O Implacável do Vinil detona seus sons a partir das 14h. As contribuições são livres, na hora ou por pix 84 988670520. Ramos é um forrest gump da Cidade Alta. Assistiu o boom e a decadência do comércio na Cidade Alta. Viu o nascer de artistas, como Khrystal, foi ancoradouro da trajetória de outros, como Pedro Mendes, e teve até como garçonete e gerente em seu antigo bar, a cantora Cida Lobo e o artista plástico Pedro Pereira. É um Severino discreto, mas sempre presente, sempre amigo, sempre um boêmio e um comerciante da Cidade Alta. Hoje, o seu...

manoel onofre jr

25/07/2023|

Advogado, ainda muito jovem, e depois, por longos anos, magistrado, eu hoje me indago, às vezes, sobre os motivos que me levaram a seguir a carreira jurídica, embora sendo, vocacionalmente, voltado para as chamadas belas letras – escriba provinciano incorrigível. Creio que o fato de o meu pai e o meu avô materno serem magistrados, muito contribuiu para que eu me tornasse cultor do Direito. Não me considero jurista, nunca escrevi livro ou artigo de cunho jurídico, mas, enquanto juiz de Direito e desembargador, dei conta do recado, modéstia à parte. O Direito que eu sabia, dava para o gasto… No mais, cuidava de observar os prazos processuais, dentre outras obrigações no dia a dia do trabalho forense. O ideal de justiça sempre me fascinou. Como magistrado, ao longo de três décadas, eu me sentia intimamente gratificado em busca de realizar esse ideal. Mas, confesso que a burocracia e os formalismos do mundo jurídico, especialmente os de natureza processual, muito me desestimulavam. Devo dizer também que, no meu tempo, o Judiciário potiguar era mal aparelhado; muitas comarcas nem sequer tinham fórum. Quantas vezes despachei e realizei audiências em cartórios que não passavam de pequenas salas, em uns quase casebres de...

Biblioteca ceará-mirinense expõe livros de autores locais e de histórias da cidade

24/07/2023|

A Biblioteca Pública Municipal  Dr. José Pacheco Dantas e a Academia ceará-mirinense de Letras e Artes (ACLA) Pedro Simões Neto realizam de 31 de julho a 11 de agosto, uma exposição de livros, onde os autores são naturais de Ceará-Mirim ou escreveram sobre a cidade. O acervo da exposição cobre todos os gêneros: contos, biografias, ensaios, poesias, crônicas, etc. A abertura vai acontecer dia 31 de lulho, sempre das 8h às 20h, de segunda a sexta-feira. Nesta primeira etapa que vai até o dia 4 de Agosto, os autores agraciados são: Adelle de Oliveira Anete Varela Armando Holanda Francisca Lopes (ACLA) Francisco Martins Franklin Jorge Guilherme Luiz Barbosa de Queiroz Helicarla Morais Hélio Dantas Iran Costa (ACLA) Izulamar Bezerra Janilson  Dias de Oliveira (ACLA) Jeane Araújo (ACLA) Joventina Simões (ACLA) Júlio Gomes de Sena Leda Varela (ACLA) Madalena Antunes Margareth Pereira (ACLA) Maria da Conceição Cruz Spineli (ACLA) Maria das Graças Barbalho B. Teixeira (ACLA) Maria Heloísa Brandão (ACLA) Maria Lúcia de Oliveira Brandão Meira Pires Mucio Vicente (ACLA) Nilo Pereira Pedro Simões  (ACLA) Rodolfo Garcia Ruy Lima Vera Lúcia de Lima Barreto

Festival Internacional de Música de Novo Hamburgo conta com participação potiguar

24/07/2023|

O maestro Linus Lerner e Tatiane Fernandes, diretora da Mapa Realizações Culturais, estão nas terras sulistas realizando o I FeMusik – Festival Internacional de Música de Novo Hamburgo/RS, que ocorre de 22 a 30 de julho. O evento musical tem como objetivo integrar a programação anual dos grandes festivais internacionais de música de concerto. Linus Lerner é o idealizador do Festival e também responsável pela direção artística. Tatiane Fernandes integra a equipe de produção geral, coordenação artística e coordenação do Concurso Jovens Solistas. O Festival é uma realização do Ministério da Cultura, da Secretaria Municipal da Cultura de Novo Hamburgo e do Instituto Arlindo Ruggeri, e conta com a participação de brasileiros e estrangeiros ao longo dos nove dias de intensas atividades. É possível acompanhar a programação do FEMUSIK através do site oficial www.femusik.com

O Jogador de Xadrez, Satyajit Ray

24/07/2023|

O filme RRR (Revolta, Rebelião, Revolução) fez o mundo se apaixonar por Tollywood (filmes indianos em língua bengali) e descobrir que o cinema indiano é incrivelmente vasto, não se resumindo apenas a Bollywood. O premiado cineasta indiano Satyajit Ray (falecido em 1992) foi o principal nome de Tollywood (conhecido pela “Trilogia de Apu”, com os filmes Pather Panchali, Aparajito e Apur Sansar), mas há uma pequena pérola entre seus filmes que acabou não tendo a atenção que merecia por aqui. Estou me referindo a O Jogador de Xadrez (Shatranj Ke Khilari/The Chess Players), produção do ano de 1977. O Jogador de Xadrez narra a história dos amigos Mirza (Sanjeev Kumar) e Mir (Saeed Jaffrey), membros da nobreza da cidade de Lucknow, que descobrem o jogo de xadrez e passam horas procurando fazer o movimento perfeito, disputando várias partidas durante o dia. O prazer do jogo os coloca num completo estado de torpor, fazendo com que negligenciem suas respectivas esposas e demais atividades, alienando-os dos acontecimentos políticos vigentes (a Índia está prestes a ser invadida pela Companhia das Índias Orientais, controlada pela Inglaterra, visando anexar o estado de Awadh). Quem detém o poder no estado de Awadh, cuja capital é Lucknow,...

manoel onofre neto

20/07/2023|

A abertura da exposição coletiva Chão dos Simples ocorre neste sábado, a partir das 10h, na Pinacoteca do Estado. Alguns dos maiores artistas plásticos potiguares farão homenagem ao livro de contos de mesmo título, escrito 40 anos atrás pelo escritor e crítico Manoel Onofre Jr. A exposição, um encontro das artes visuais com a literatura, tem curadoria de Ângela Almeida e Manoel Onofre Neto. Os artistas interpretarão, sob as artes visuais, os contos presentes na obra, considerada das mais bem sucedidas da literatura ficcional potiguar. Os artistas que formam a exposição, são: Ivanise, Sávio, Dorian Gray, Assis Marinho, Manoel Onofre Júnior, Ângela Almeida, Newton Navarro, Thomé, Dilson Oliveira, Novenil, Valderedo, Leolpoldo Nelson, André Barros, Etelanio, Fábio Eduardo, Francisco Soares, Joto, Arruda Sales, Francisco Eduardo, Carlos Sergio, Rosa MC, Arthuri, Estelo, Edilson Araujo, Carlos Gomes, Iaperi, Nilson, Azol, Eri Medeiros, Carlos Onofre, Dione, Fé Córdula, Hermann Gurgel, Levi Bulhões, Zaira Caldas, Tulio Fernandes, Monte, Paixão, Selma Gurgel, Flavio Freitas, Sônia Jacome, Jair Pení, Manxa, Fernando Gurgel, e Vicente Vitoriano.

Márcio Benjamin lança o livro Sina no 11º Cuscuz HQ neste FDS

20/07/2023|

Nesse fim de semana, durante a programação da 11ª Cuscuz HQ, o escritor Márcio Benjamin convida você para uma viagem assustadora pelos caminhos ensolarados do livro Sina, seu primeiro romance pela DarkSide Books. As histórias de Márcio Benjamin e seu porta-voz, Zé Trancoso, não habitam apenas o imaginário coletivo; elas fazem parte do cotidiano das regiões mais interioranas do país, de suas lendas, de seu folclore. O folk horror que o autor apresenta em Sina é exuberante, pungente e facilmente confundido com a realidade do interior nordestino. Para representar o Nordeste com propriedade precisamos experimentar a secura da terra, a amargura do sertão, a beleza que às vezes se esconde no meio da penúria. Para falar do Nordeste é preciso conhecê-lo, e Márcio Benjamin se mostra um especialista em cada palmo de chão que pavimenta seu novo livro. Um genuíno filho dessa terra. Cuscuz HQ O Instituto Metrópole Digital, da UFRN será a sede da 11ª edição do Cuscuz HQ, neste sábado e domingo, evento anual dedicado a quadrinhos e autores nacionais. A programação desde ano contará com uma série de atividades, como workshops e discussões centradas no mundo dos quadrinhos e da cultura pop. Durante todo o final de...

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Blog do Sérgio Vilar

Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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Red Dog Pub reabrirá ainda em 2026

Um dos poucos e mais legais pubs de Natal, o Red Dog Pub não ficou pelo caminho do modismo, como tantos espaços que abrem, “bombam” e, pouco depois, passado o período da modinha tipicamente natalense, fecham. O pub fechou no

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