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natal nos idos 40

Natal dos idos 40

Por José Alexandre Odilon Garcia Como era Natal nos anos 40? Natal era cidade modorrenta e provinciana, 40 mil habitantes espremidos entre Ribeira e Cidade Alta, até a avenida Deodoro,

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Na Tonga da Mironga do Kabuletê

Durante o período do regime militar, vários artistas brasileiros, para fugir da Censura, gravaram músicas cujas mensagens combatiam de forma velada o regime, usando expressões que fugiam à compreensão dos

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SourPunk: Bixanu celebra um ano de “CandyPunk” e troca o doce pelo azedo em novo ep

Redação

Se o primeiro EP da Bixanu tinha gosto de doce, o segundo resolveu azedar. Neste sábado (26/09), exatamente um ano após o lançamento do aclamado “CandyPunk”, o quinteto lança o EP “SourPunk”.  Com cinco faixas que trocam o açúcar por sabores mais ácidos, a banda usa da sonoridade clássica do punk  para falar de tudo aquilo que atravessa a vida dos integrantes, desde o cansaço provocado pela rotina de trabalho às angústias diante do cenário político e social. O novo trabalho chega às plataformas de música acompanhado de uma proposta visual, onde todas as faixas ganharam vídeos produzidos a partir de um ensaio fotográfico realizado nos estúdios da produtora audiovisual Nobir, em Parnamirim. O material registra a banda em diferentes momentos da produção e amplia para o audiovisual a identidade criada para o EP. “SourPunk” parte de uma brincadeira com sabores, mas o azedo aqui está longe de ser apenas estética. As cinco faixas transformam experiências desagradáveis e incômodas em matéria-prima para as composições. O EP atravessa temas como o desgaste de uma rotina exaustiva de trabalho, o avanço do neofascismo e a insatisfação diante das escolhas de quem ocupa espaços de poder. São incômodos individuais que encontram questões coletivas e ajudam a construir uma sonoridade e uma narrativa mais ácidas do que as apresentadas pela banda em em seu trabalho de estréia.  A nova fase da Bixanu já havia dado as caras com “Charismatic Charade”, single lançado no primeiro semestre deste ano, que ganhou videoclipe e ainda levou a banda para uma mini tour por cidades como Macau, Mossoró, João Pessoa e Campina Grande. Agora, a faixa divide espaço com outras quatro músicas que completam o lado mais ácido da banda. Se o trabalho anterior do quinteto explorava um universo mais auto reflexivo, “SourPunk” amplia esse olhar para aquilo que existe do lado de fora também e para as coisas que, gostando ou não, acabam atravessando a vida de quem está por trás das músicas. Quatro dias, cinco faixas e uma imersão Distribuído pelo selo DoSol, o EP foi produzido e gravado no home studio Quarto Sem Cama, no início deste ano. A gravação aconteceu durante quatro dias de imersão, período em que os integrantes se reuniram para finalizar as faixas e construir coletivamente o novo trabalho. A exceção ficou por conta das baterias, gravadas no estúdio DoSol. A mixagem foi realizada pelo guitarrista Hugo Valentim, enquanto a masterização...

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Iuna-Falcao

Cantora maranhense Iuna Falcão apresenta turnê ‘UMAMI’ em Natal com participação da Soulrebel

Redação

A multiartista maranhense Iuna Falcão apresenta, no dia 25 de setembro, em Natal, a turnê de seu mais recente disco, UMAMI. A apresentação, com acesso gratuito, acontece às 19h, na Sede Cultural Dosol, em Potilândia. A passagem por Natal integra a circulação nacional de UMAMI, projeto que marca uma nova fase na trajetória artística de Iuna e aprofunda sua relação com diferentes matrizes da música brasileira. Natural de São Luís do Maranhão, a artista constrói sua identidade sonora a partir do universo percussivo maranhense e, desde que passou a viver na Bahia, incorporou novas referências ao seu trabalho, criando uma sonoridade que transita entre territórios da diáspora negra. No disco UMAMI, Iuna volta seu olhar para um dos pilares da cultura maranhense: o reggae e a tradição das radiolas. O resultado é uma produção marcada por graves intensos, texturas densas e ambiências sensoriais, em uma atmosfera que dialoga com a noite e com os afetos presentes na cultura popular de São Luís. Ao vivo, essas referências ganham novas camadas. O show mistura elementos do Maranhão e da Bahia com influências do jazz, da MPB, da música eletrônica e da black music, em um repertório diverso que apresenta músicas autorais e releituras de clássicos do reggae brasileiro de artistas como Célia Sampaio, Lazzo, Chico César e Djavan. A turnê já passou por cidades como Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro, e chega a Natal, pela primeira vez, com a participação da banda natalense  Soulrebel, convidada especial da noite.  A circulação reforça a presença de Iuna Falcão em diferentes territórios e espaços importantes de fomento da música contemporânea autoral brasileira. A artista já passou por palcos como Casa de Francisca (SP), Rio2C (RJ), Bona Casa de Música (SP), Formemus (ES), Festival Se Rasgum (PA), Festival Frequências Preciosas (BA), Porto Musical (PE) e Festival da Virada de Salvador (BA). SERVIÇO Iuna Falcão — Turnê UMAMI em NatalConvidada especial: SoulrebelDia 25 de setembro, às, 19h, na Sede Cultural DosolRua Almira do Amaral, 1963, PotilândiaEntrada gratuita SOBRE IUNA FALCÃO Iuna Falcão é cantora e compositora nascida em São Luís do Maranhão, radicada em Salvador. De raízes afroindígenas, une reggae, jazz, MPB e elementos eletrônicos em uma sonoridade negra contemporânea. Com dois discos lançados, Transe (2023) e Umami (2025), conta com colaborações de artistas como Lazzo Matumbi, Xênia, Curumin, Anelis Assumpção e Jadsa. Passou por palcos como Rio2C (RJ), Casa de Francisca (SP), Se Rasgum...

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FLiQ 2026

14ª FLiQ: feira prepara três dias de literatura, cultura pop e atrações gratuitas no Parque das Dunas

Redação

A 14ª Feira de Livros e Quadrinhos de Natal (FLiQ) prepara uma programação com mais de 50 horas de atividades culturais gratuitas, de 25 a 27 de setembro, no Parque das Dunas. Durante três dias, o público poderá participar de atrações que vão da literatura e dos quadrinhos à música, teatro, cordel, contação de histórias, oficinas, games, cultura pop e cosplay. Consolidada como um dos principais eventos de incentivo à leitura, aos quadrinhos e à produção literária do Rio Grande do Norte, a FLiQ reúne escritores, quadrinistas, artistas, educadores, estudantes, leitores e famílias em uma programação que valoriza diferentes manifestações culturais e aproxima o público dos produtores e autores. A programação da FLiQ começa na sexta-feira (25), às 8h, com atividades abertas ao público ao longo de todo o dia. A abertura oficial acontece às 16h10, no Anfiteatro, com apresentação musical do coral de idosos do Sesc. Antes da cerimônia oficial, o público já poderá acompanhar, pela manhã, uma programação dedicada ao cordel, com apresentações, cantorias e recitais. À tarde, estão previstos ainda o lançamento do livro infantil “As Aventuras do Gato Bartô”, da escritora Rosalba Medeiros, e a apresentação da peça “A Cigarra e a Formiga”, do Grupo de Teatro e Dança da Escola Municipal Professora Adelina Fernandes. No Espaço Cultural, a sexta-feira será marcada pela contação de histórias. Literatura, teatro, cordel e cultura popular O sábado (26) terá uma programação diversificada desde o início da manhã. No Anfiteatro, o público poderá acompanhar o espetáculo teatral “Ouvindo, Contando, Cantando: Histórias de Geração em Geração”, com o Grupo de Contadores de Histórias Humanescentes, seguido por “Bonita: o Amor de Lampião”, do Grupo de Teatro Boca de Cena. Na sequência, haverá apresentação musical do projeto Sesc Cidadão e o espetáculo circense “Roubando Sorrisos”, com a trupe Os Ladrões de Sorrisos. A programação literária também ganha destaque no sábado com os lançamentos de “Atí e Nira – As Lições dos Animais,” do poeta cordelista Robson Renato, e “Siga o Poeta”, de Vital Cordel, além de uma apresentação conjunta dos dois cordelistas. No Espaço Cultural, o público poderá participar do bate-papo “A Herança da Cultura Hebraica no Seridó”, com os escritores e historiadores Janduhí Medeiros e Marcos Silva, e da mesa-redonda “Curiosidade e Imaginação: O livro como um portal de sentidos, perguntas e descobertas”, com as professoras e escritoras Ana Cláudia Trigueiro e Araceli Sobreira. As atividades continuam à tarde com a oficina...

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Projeto promove interiorização do cinema potiguar nesta sexta

Redação

O Comitê de Cultura do Rio Grande do Norte realiza, em parceria com a produtora Mussambê Produções,o Círculo de Cultura – A Interiorização do Cinema Potiguar: um bate-papo com os atores Kaiony Venâncio, Matteus Cardoso e Thuyza Fagundes, que irão compartilhar experiências e trajetórias no cinema, teatro e audiovisual. A conversa terá mediação do ator Robson Medeiros. O projeto será realizado às 9h desta sexta, no Auditório da Semasph, no município de Janduís. “A atividade propõe um diálogo sobre quem faz, quem aparece e quem se reconhece nas imagens que produzimos, aproximando experiências do interior e pensando caminhos para que o cinema possa nascer, circular e se fortalecer também a partir de outras geografias”, conta Robson Medeiros. O encontro contará ainda com intervenções culturais da Banda de Pífanos Sopro da Ema, sob a regência do Maestro Wesklley Rondinelle, e do cordelista Valdécio Fernandes.

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PLURIBUS me enganou

Paula Pardillos

Em Pluribus (série da AppleTV, lançada em 2025), a paz mundial é alcançada quando um vírus une (quase) todas as pessoas em uma mente coletiva — isto é, a empatia completa é alcançada. Consequentemente, toda a sociedade se organiza em torno da sobrevivência do planeta e de cada ser vivo nele. A protagonista é Carol, uma clássica anti-heroína: alcoólica e anti-social. Durante toda a trama, ela permanece completamente resistente a cada mudança: não se pode economizar energia à noite, porque ela quer ver a cidade acesa. Não se pode comer pessoas após a morte, mesmo com consentimento delas, porque… ela acha chocante demais? O ser humano não pode se recusar a matar um animal, porque é… humanitário demais? Não sei. As razões de Carol são dadas como auto-evidentes, sem mais explicações. Minha experiência assistindo à série foi de ficar extremamente frustrada com a personagem de Carol, ao mesmo tempo que fiquei verdadeiramente empolgada com o quanto a narrativa estava escrachando o individualismo estadunidense. Que tempo vivemos! Os americanos (sic) admitindo os erros da ideologia que eles nos forçaram goela abaixo durante a colonização cultural. Suas instituições estão completamente falidas — e também os seus cidadãos, à mercê de corporações. A coletividade está ganhando espaço no entretenimento mainstream! Que momento! Mas… no último episódio ficou abundantemente claro, para mim, que o discurso da série era outro. Independentemente de Carol ser uma anti-heroína, a obra se filia à sua moral. Alguns acontecimentos, e a forma como são dirigidos (por exemplo, o momento em que uma personagem, que vive em uma vila rural isolada, faz a transição para a mente coletiva e todos afastam-se com o semblante apático), transmitem um senso real de estranhamento e medo do vírus. Como também a conclusão da temporada, quando o Oviedo (o personagem Paraguaio que também resiste à Mente Coletiva) junta-se à Carol. Nesse movimento fica implícito que a próxima temporada será sobre a luta dos dois — pintando a atitude de ambos como um teamwork heróico (um tropo amado em hollywood), quando eles saem do lugar do egoísmo (para uma noção de não-egoísmo da cultura estadunidense, claro) para salvar o mundo. Lembrou-me uma análise de Eu Sou a Lenda, do Slavoj Zizek¹. Foi nesse ensaio dele que fiquei sabendo que no livro original², em que se baseia o filme, o ponto de vista da narrativa é diametralmente oposto. Na história original (do livro, e da primeira adaptação, de 1964³)...

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Moisés de Lima

Músico potiguar leva ao Figa Bar repertório que conecta blues, rock, gaita e ancestralidade afro-brasileira

Redação

A música autoral potiguar ganha mais uma noite de palco nesta sexta-feira (25), com a apresentação de “Black In”, projeto do músico, compositor e jornalista Moisés de Lima. O show acontece a partir das 20h, no Figa Bar e Cultura, na Vila de Ponta Negra, em Natal. A apresentação reúne músicas autorais, releituras instrumentais e composições que atravessam diferentes momentos da trajetória do artista. O blues e o rock aparecem como pontos de partida para uma sonoridade que incorpora referências afro-diaspóricas, elementos da cultura afro-brasileira e uma pesquisa pessoal sobre ancestralidade e identidade. Um dos diferenciais do trabalho é a presença da gaita diatônica, instrumento que ocupa lugar central na atual produção de Moisés. Conhecido por sua atuação como baixista, guitarrista e compositor em diferentes bandas da cena potiguar, o músico vem desenvolvendo na carreira solo uma linguagem própria para a gaita, aproximando o instrumento da tradição do blues e de outras matrizes musicais. O repertório de “Black In” inclui músicas do single “Afrika”, lançado em 2024, e do EP “Black In”, de 2025. Os dois trabalhos foram realizados com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB Natal/RN) e lançados pelo selo Mudernage. A faixa “Black In” traz uma homenagem especial ao poeta negro Edgar Borges, conhecido como Blackout, nome ligado à contracultura potiguar e que marcou a trajetória de Moisés de Lima. O projeto também chega ao palco depois de um ano de reconhecimento para o artista. Em 2026, Moisés recebeu o Troféu Hangar de Melhor Compositor do Ano. O trabalho “Black In” também foi indicado nas categorias Melhor Canção e Melhor EP. Da cena alternativa ao trabalho solo A história musical de Moisés de Lima começou no final dos anos 1980, quando Natal vivia uma efervescente cena alternativa. Desde então, o artista participou de diferentes projetos e bandas, entre elas Florbela Espanca, GRM Blues Band, Bourbon 33 e Os Grogs. Ao longo dessa trajetória, também integrou Revolution 5 e The Anthologics, além de estabelecer parcerias com diversos músicos da cena potiguar e de outros estados. Paralelamente à música, Moisés construiu uma longa trajetória no jornalismo cultural, acompanhando de perto artistas, bandas e movimentos que ajudaram a formar a identidade musical do Rio Grande do Norte. Essa experiência se encontra agora em “Black In”, projeto em que música, memória e pesquisa caminham juntas. No show desta sexta, Moisés de Lima estará no palco com Thiago Andrade (guitarra), Paulo Fernandes...

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BIBLIOBUNKER: Discurso sobre o colonialismo

Pablo Capistrano

Discurso sobre o colonialismo Autor: Aimé Césaire Tradução: Cláudio Willer Editora: Veneta Ano: 2020 Páginas: 132 “A Europa é indefensável”. De fato… no que diz respeito aos holocaustos coloniais produzidos em larga escala por países europeus nos últimos 500 anos, essa afirmativa, contundente e taxativa, não parece exagerada. O ensaio: “Discurso sobre o colonialismo”; escrito pelo poeta martinicano, Aimé Césaire, e publicado pela primeira vez em Paris no ano de 1950, pela Éditions Réclame, deixa bem à mostra a arquitetura de pensamento que faz com que essa frase, repetida em memes, posts ou comentários, neste circo romano digital que atende pela alcunha de “rede social”, não seja apenas uma mera hipérbole. Ligado ao movimento surrealista de André Breton e ao partido comunista francês, Aimé Césaire foi um personagem central da luta política anti racista e anti colonial do século XX. Ao publicar, em 1935, na revista L´étudiant noir, um artigo intitulado Nègreries: conscience raciale et révolution sociale, Césaire foi responsável pela construção da noção de “negritude”, utilizada e popularizada posteriormente por Léopold Sédar Senghor (primeiro presidente do Senegal livre). Como se não bastasse isso, o poeta também foi uma figura fundamental na formação intelectual de Frantz Fanon que, seguindo seus passos, construiu uma das obras mais densas e contundentes sobre os efeitos do racismo e do colonialismo no mundo contemporâneo. Considerado por muitos críticos como o maior poeta em língua francesa do século XX, o autor desse ensaio clássico, teria produzido também, no julgamento de pessoas como o historiador C. L. R. James “o mais selvagem ataque contra a sociedade burguesa que eu já vi em versos”. De fato, amigo velho, esse ensaio fundamental da luta anticolonial é uma porrada. Especialmente porque, no contexto em que o livro foi publicado, logo após a hecatombe das duas grandes guerras mundiais e no esteio da debacle do nazi fascismo mundo afora, seu impacto e o mal estar que suas ideias causaram no mundo intelectual francófono, foi desconcertante. Esse mal estar já havia sido sentido dois anos antes da publicação do livro quando, em 1948,  Césaire, “por equívoco” fora convidado a escrever sobre a colonização, a união francesa e as províncias do ultramar na revista conservadora Chemis du Monde. Desde de 1945, eleito deputado do parlamento francês pela Martinica, Césaire já promovia a denúncia dos massacres perpetrados pela França em suas colônias, escandalizando as elites políticas parisienses que aguardavam, de sua parte, uma postura de reconhecimento...

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Encontro de Música Contemporânea de Natal começa na próxima semana

Redação

O Programa de Pós-graduação em Música da UFRN realiza o 2º O Encomun- Encontro de Música Contemporânea de Natal entre os dias 22 e 25 de setembro, na Escola de Música da UFRN Com uma programação dedicada à produção, pesquisa e experimentação no campo da música, o ENCOMUN reúne artistas e pesquisadores em debates mediados por palestras, oficinas, recitais e atividades formativas. O evento conta com o apoio do CNPq a partir do projeto “Novas Metodologias na Criação e Registro de Obras para Música de Câmara”. Os pesquisadores-artistas Alexandre Lunsqui (Unesp), Bruno Ruviaro (USP), German Gras (UECE) e Victor Moretti (USP) estão entre os convidados do evento. Grupos Permanentes da EMUFRN como Gil, OPC e OCA também participarão do evento, além do duo Presgrave/Holanda, Duo Cesetti-Qi e Duo dialético, entre outros. A programação contempla temas que discutem a pesquisa em música contemporânea a partir de sua relação com a criação, a performance, processos colaborativos e novos usos de tecnologia. Serão quatro palestras: “Falando em ritmos: a criação musical e o comportamento rítmico sobre a fala”, com Heather De Jennings, “Convite à Escuta da Música Espectral”, com Alexandre Lunsqui; “Quando a prática se torna pesquisa: relatos de uma performer-pesquisadora”, com Luciane Cardassi, e uma abordagem dedicada à obra do compositor alemão Helmut Lachenmann, apresentada por German Gras. As atividades formativas ocupam um espaço importante no Encomun. A programação inclui a Oficina-Ensaio da Orquestra de Laptops, a Oficina de Edição de Partituras, a Oficina de Improvisação Livre, realizada pelo GIL – Grupo de Improvisação Livre, e a oficina “Ambissônics: colocando o ouvinte no centro da música”. As atividades ampliam o espaço para a experimentação e para o contato direto dos participantes com diferentes processos de criação musical. O encontro oferece também uma programação artística com recitais todos os dias, sempre às 19:00 horas e com entrada franca. Entre eles estão o Recital de Abertura no auditório Oriano de Almeida e os recitais “Música Popular e suas interfaces”, com a Orquestra de Câmara da EMUFRN, Bravo e convidados, além de “Piano Contemporâneo e GIL – trilha sonora” e “A música de câmara contemporânea”, todos no auditório Onofre Lopes. O professor da EMUFRN Uaná Barreto fará um recital-palestra apresentando seu projeto “Calendário do Som”, inspirado na música de Hermeto Paschoal na sexta-feira, dia 25 de setembro de 15:30 horas. Com atividades distribuídas entre espaços como os auditórios Oriano de Almeida e Onofre Lopes e salas da instituição, o Encomun...

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23/07/2025|

O calvo escriba Carlos Fialho foi escalado para participar da 23ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty. Ele que celebrou no último sábado os 20 anos do selo Escribas Editora. Além dele, a pesquisadora em cultura indígena e poeta Eva Potiguara também estará por lá, ao lado de autores como Gregório Duvivier, Alice Ruiz e outros. A Flip ocorre entre 30 de julho e 3 de agosto.

23/07/2025|

O grupo potiguar Movidos Dança desembarca em São Paulo para nova jornada artística com apresentações do espetáculo “Nuvem de Pássaros” e oficinas formativas gratuitas. A circulação acontece entre os dias 8 e 22 de agosto, em Osasco, Araraquara, São Paulo e Taubaté, com sessões acessíveis e externas também para estudantes da rede pública de ensino. A turnê celebra a diversidade nos palcos ao reunir bailarinos com e sem deficiência em cena. A circulação encerra com participação do grupo na Mostra Internacional de Dança de São Paulo (MID-SP), no Itaú Cultural.

Caio e Almir Padilha _Brunno Martins

22/07/2025|

Filho do compositor Almir Padilha, o multiartista Caio Padilha convida artistas potiguares de várias vertentes musicais para a realização de um grande tributo ao seu pai, falecido em maio de 2025. O show de homenagem ao autor de “Saudade d’ocê” e outras canções que falam de amor, de revoadas, de natureza e de tradições nordestinas, será realizado nesta quarta-feira (23), às 19h, no Teatro Alberto Maranhão, situado no bairro da Ribeira, em Natal (RN). A entrada é gratuita e o acesso é livre. A capacidade do teatro é de 600 lugares. O evento tem apoio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Cultura e da Fundação José Augusto (FJA), que gerencia o Teatro Alberto Maranhão. Ator, compositor e instrumentista, o artista Caio Padilha dividirá o palco com seis intérpretes: Carlos Zens, César Holanda, Cida Lobo, Deusa do Forró, acompanhados do sanfoneiro Reniê Apriggio, e ainda Galvão Filho e Ismael Dumang. O tributo será acompanhado por uma banda/base formada por Diego Francisco (diretor musical, violão e guitarra), Erick Firmino (baixo), Ricardo Baya (violão e guitarra) e Sílvio Franco (bateria). “Está sendo uma grande emoção revisitar essa trajetória de alguém como Almir Padilha,...

22/07/2025|

Ozzy é chamado de Príncipe das Trevas. Acho um codinome tão piegas… Bem calharia o príncipe do heavy metal, como existe o Rei do Rock. Afinal, foi Ozzy ou não o criado do gênero mais sujo do rock? Há quem diga que o marco zero foi o primeiro disco do Black Sabbath, homônimo, lançado em fevereiro de 1970. Mas em 1968 havia um Helter Skelter dos Beatles no White Album… Enfim, Ozzy parece ter combinado com Deus a sua morte após uma surreal despedida. E deixa um legado para gerações futuras. São 446 obras musicais e 665 gravações cadastradas na gestão coletiva da música no Brasil. Entre suas criações, a canção “Paranoid” se destaca como a mais realizada e regravada de sua autoria no Brasil.

“CALL BACK – Uma Noite Musical” será apresentado na Zona Norte

22/07/2025|

Depois do sucesso da estreia na Casa da Ribeira com sessões lotadas, o“CALL BACK – Uma Noite Musical”, novo espetáculo da  Komboio Produções, chega para emocionar o público da zona norte trazendo à cena uma história sensível e envolvente, embalada por grandes sucessos da Broadway e da MPB. As apresentações ocorrem na UERN no dia 24 de julho com sessões às 14h e 19h. Ambientado em uma sala de espera de um teste para seleção de artistas, o musical acompanha o encontro de dois personagens que, ao lado do público, vivenciam uma noite única de memórias, sonhos e reflexões. Entre conversas e canções, a peça constrói um ambiente de intimidade e identificação, convidando cada espectador a se ver refletido nos dramas e desejos dos protagonistas. Com dramaturgia de Doc Câmara, o espetáculo tem no elenco, Zeca Santos e Jéssie Véritas que dão vida aos personagens com intensidade e sensibilidade, conduzindo o público por uma jornada musical marcada por encontros, perdas e recomeços. O musical é uma criação dos próprios atores Zeca Santos e Jéssie Véritas, tem Direção cênica de Rogério Ferraz, cenários e figurinos de Irapuan Júnior, Direção musical de Eduardo Taufic e produção Geral de Zeca Santos e Rafaela...

MEC autoriza funcionamento do curso de Medicina do UNI-RN

21/07/2025|

O MEC autorizou, oficialmente, a implantação do curso de Medicina no Centro Universitário do Rio Grande do Norte (UNI-RN) nesta segunda-feira, 21, em publicação do Diário Oficial da União, com a atribuição da nota máxima (5) no Conceito de Curso. O curso terá como coordenador geral o médico cirurgião Aldo Medeiros e como coordenadora adjunta a médica oftalmologista Romeica Rosado, que desde 2008 coordena as Clínicas Integradas do UNI-RN. As aulas teóricas e práticas serão ministradas no hospital simulado do UNI-RN, uma estrutura moderna e bem equipada, que conta com UTI, salas de aula, áreas de atendimento ambulatorial e de simulação do programa Saúde da Família. O hospital simulado foi construído e equipado sob criteriosas exigências do MEC, o que resultou na atribuição da nota 5 pelos avaliadores do órgão federal. “O curso de Medicina do UNI-RN é um projeto que parte da premissa da Instituição em formar profissionais de nível superior com qualidade. É isso que queremos, preparar médicos que a humanidade precisa”, afirmou o Reitor do UNI-RN, professor Daladier Pessoa Cunha Lima. O processo seletivo do UNI-RN será divulgado em breve, com datas para inscrição no vestibular, realização da prova, matrícula após o resultado e início das aulas....

Feira multicultural fortalece empreendedorismo feminino na Praça Pedro Velho

21/07/2025|

Celebrando a força feminina, a “IV Feira Multicultural Aruandê – Prettas na Praça” ocorre neste domingo na Praça Pedro Velho (Praça Cívica) das 14h às 22h. A programação inclui exposição, oficinas artísticas e desfile afrocriativo. O acesso é gratuito. Criada para promover o consumo cultural, a IV Feira Multicultural Aruandê reúne mulheres negras, trans, periféricas e LGBTQIAPN+ em uma experiência de resistência, ancestralidade e transformação social. Para Pretta Soul, rapper e empreendedora no Studio Aruandê, o evento tem como objetivo valorizar o protagonismo feminino no empreendedorismo. “É muito gratificante poder estar no ano de 2025 promovendo a quarta edição da ‘Feira Multicultural Aruandê – Prettas na Praça’ com uma programação incrível, onde a gente consegue destacar o protagonismo e o empreendedorismo das mulheres negras potiguares”, destaca.  “Nesta edição a gente traz uma grande novidade: o tema do julho das Pretas esse ano é ‘Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver’, e a gente está na Praça Cívica este ano ocupando de uma forma simbólica um espaço público com gastronomia, moda, concurso de tranças artísticas, slam, feira e muito mais. Contamos com a presença do público para fortalecer esse movimento, pois essa cena é muito importante para nós que somos mulheres negras...

A cor da terra

21/07/2025|

A programação do projeto Casa da Anna – Canto e Lugar da Cultura Potiguar, que visa o intercâmbio cultural, artes integradas e outras expressões artísticas, apresenta nesta sexta feira, a partir das 19 horas, no Centro Cultural Anna Fernandêz, em Ponta Negra, o show Retalhos em Canto e Verso, um repertório de canções nordestinas, pop rock e muita versatilidade de estilos, tons, ritmos e emoções do trio vocal A Cor da Terra. A entrada é livre e gratuita, mas requer reserva e pode ser feita via: ZAP Casa da Anna: (84) 9635-4479. Com influências regional, brasileira e latino-americana, os irmãos Beth Milanez, Jacy Lobo e Augusto Gomes formam a Banda A Cor da Terra. Eles cantam juntos desde pequenos, estimulados pela mãe a participarem em cultos religiosos. Anos mais tarde, tornam-se integrantes do Grupo Shekynah, bastante conhecido em Natal por suas apresentações em igrejas, eventos e festivais. Jacy Lobo e Beth Milanez, atuaram por sete anos como backing vocals do cantor Beto Barbosa e com ele realizaram muitos shows em várias cidades brasileiras. A Banda A Cor da Terra iniciou suas atividades em 2008, ocasião em que a música Trova Inovadora, de Beth Milanez, vence o I Festival Universitário da...

Sofrer faz parte do vocabulário do Bardallos para esta quinta

21/07/2025|

Simona Talma apresenta novo show “Sofrer faz parte do meu vocabulário”, nesta quinta, às 21h, no Bardallos Comida e Arte, no Centro Histórico de Natal. O nome do show é título de uma canção de Romildo Soares e Valéria Oliveira, escolhida para homenagear o cantor e compositor, que faleceu aos 61 anos, em 2022. Acompanhada por Thiago Andrade (guitarra e direção musical), Silvio Franco (bateria) Erick Firmino (baixo), ela mostra um repertório que passeia por artistas como Marília Mendonça, Fábio Jr, Fagner, Elis Regina, dentre outros. A cantora e banda apresentam versões com a originalidade própria de seus trabalhos. O show tem apoio cultural da Secretaria de Cultura do Estado do RN, Fundação José Augusto, através do mandato da deputada estadual Divaneide Basílio. Simona Talma no show “Sofrer Faz Parte do Meu Vocabulário”24 de julho de 2025Bardallos Comida e Arte20h – acesso gratuito Crédito da foto: Larinha R. Dantas

Airerê e Kilezum

21/07/2025|

O Grupo Arkhétypos de Teatro realiza temporada do seu 14º espetáculo, AIRERÊ E KILEZUM, no TECESol – Território de Educação, Cultura e Economia Solidária. Será neste fim de semana: sexta, sábado e domingo. Inspirado no conto “Do amor de um pássaro por um lagarto”, de Gero Camilo, a obra conta a história de amor entre um pássaro (Airerê) e um lagarto (Kilezum). Um deles habita o céu, o outro habita a terra. Os dois se apaixonam, mas Airerê não pode descer, pois a família do lagarto está pronta para devorá-lo e Kilezum, sendo lagarto, não pode voar. Sendo uma encenação de teatro e dança dirigida por Makarios Maia, AIRERÊ E KILEZUM é fruto de uma sólida pesquisa que o Grupo Arkhétypos desenvolve há 15 anos sobre Teatro Ritual, explorando os “estados de presença” do corpo para fazer surgir, das entranhas dos movimentos dos atores/bailarinos Robson Haderchpek e Leônidas Oliveira, a história de um amor impossível simbolizado no encontro entre o céu e a terra. A inspiração na textura agreste busca materializar no palco o sertão ancestral que trazemos na alma, fazendo uma referência ao imaginário nordestino e ao lirismo romântico das nossas histórias. Com esta temporada do espetáculo, o grupo...

padel

21/07/2025|

O estudo do BrasilApostas investiga o aumento da popularidade deste esporte entre os brasileiros. O padel dispara no Brasil com crescimento de 500% em buscas e publicações. O esporte se consolida como um novo fenômeno social e competitivo. De São Paulo a Porto Alegre, o padel virou febre. Em cinco anos, o Brasil passou de poucas quadras a sediar torneios internacionais. O padel, uma mistura entre tênis e squash, encontrou terreno fértil no Brasil. Desde 2020, o número de clubes e quadras cresceu de forma acelerada, especialmente em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O interesse popular se reflete nas buscas do Google e na movimentação nas redes sociais. Este levantamento foi realizado por BrasilApostas, sua fonte confiável para notícias e análises do universo das apostas online. Acompanhe conosco o crescimento impressionante do padel no Brasil e no mundo — um esporte que está conquistando quadras, redes sociais e coraçõe Um esporte em ascensão O padel, uma mistura entre tênis e squash, encontrou terreno fértil no Brasil. Desde 2020, o número de clubes e quadras cresceu de forma acelerada, especialmente em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O interesse popular se reflete nas buscas do Google...

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