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A dialética da mediocridade

Tempos de miséria dialética. A considerar-se tudo que se confronta, enfrenta-se, afirma-se ou se nega. Hegel resgata da era clássica a dialética empírica e lhe dá feição idealista. A lógica,

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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CURTINHAS: Teatro potiguar, Eu Fêmea, Choro da Terra, Baile Funk, Watchment

04/07/2017|

TEATRO POTIGUAR Em reunião realizada nesta segunda-feira, os críticos de teatro da APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte avaliaram a produção teatral do primeiro semestre desse ano e fizeram uma seleção dos melhores no período. E a peça do Grupo Carmim, Jacy (Foto: Rômulo Juracy), levou duas indicações: a de melhor autor (Pablo Capistrano e Iracema Macedo) e melhor espetáculo. E o APCA é respeitadíssimo. Sim, temos teatro! Ou pelo menos quem produza. (EU) FÊMEA O Coletivo Independente Dependente de Artistas (Cida) estará em Fortaleza nesta quinta e sexta para encenar o espetáculo ‘Eu, Fêmea’ no prestigiado Centro Cultural Banco do Nordeste. O solo da bailarina Rozeane Oliveira vem à tona para evidenciar um ser que se transpõe, um ser que se atravessa. É sobre o empoderamento e firmeza do seu (Eu) que impulsiona a Fêmea no íntimo do olhar. Parabéns ao Coletivo, que em pouco tempo tem conquistado um espaço importante na cena. E pensar que há anos se discute um Centro Cultural Banco do Nordeste por aqui… CHORO DA TERRA Nesta quarta tem a volta do Regional Choro da Terra no novo espaço Acabou Chorare, em Ponta Negra (rua do Salsa). A partir das 20h e...

[STANLEY KUBRICK] Feliz aniversário meu monstro favorito

03/07/2017|

por Marcius Cortez Se vivo fosse, Stanley Kubrick completaria 89 anos no próximo dia 26 de julho. Me ocorreu uma pergunta inocente: como seria a festa? Teríamos um bolo com velinhas? Qual seria a reação do aniversariante? Arriscando uma resposta, o furioso diretor de “Laranja Mecânica” não teria mudado muito. Certamente a família iria comemorar a data. Christiane, sua mulher e Jan Harlan, seu cunhado, estariam entre as pessoas que bateriam palmas e engrossariam o coro do parabéns a você. Ela é pintora e ele, além de produtor executivo de “Barry Lyndon” e de “O Iluminado”, sabe tudo de música. Na primeira vez que veio ao Brasil, ouvi Jan fazendo um elogio a determinado compositor. A maneira que introduziu o nome do músico foi muito interessante. Ele começou nos contando que o seu avô paterno era português e delicadamente, nos pediu desculpas por não falar “brasileiro”. Em seguida, encheu a boca antes de pronunciar corretamente o nome de Heitor Villa-Lobos. Recordo que fez um breve silêncio e disparou: “Parece que vocês não dão muita importância a ele, aqui no Brasil…” Apesar dessa “falha técnica”, o alemão gostou da terrinha. Em 2012 palestrou na Fundação Álvares Penteado e já no ano...

CURTINHAS: Arte potiguar no Louvre, Sarau Quinta das Artes, Prêmio Culturas Populares

03/07/2017|

POTIGUAR NO LOUVRE Em comemoração aos seus 22 anos de fundação, a Divine Academie Française des Arts Lettres et Culture anunciou a exposição do artista plástico assuense Wagner Di Oliveira entre os dias 20 e 23 de outubro, na Expo Carrousel Du Louvre 2017, Estande da Divine, B15, Paris, França. Wagner, que já foi indicado ao Troféu Cultura, também será laureado com medalha de condecoração e ocupará a cadeira de membro honorífico da Divine Academie. O artista encontra-se em campanha de financiamento coletivo para realizar este grande sonho. Para colocar mais uma vez as artes visuais potiguares no Louvre, clique a AQUI. SARAU QUINTA DAS ARTES O Sarau Quinta das Artes será realizado essa semana, das 19h às 22h no Auditório do IFRN Cidade Alta. A programação envolve várias linguagens artísticas. Nessa edição de Julho, um bate-papo poético com Aluízio Mathias, João Andrade e Leocy Saraiva; exibição do curta-metragem “Pegadas de Zila”, de Valério Fonseca; apresentações musicais dos cantores e músicos, Leão Neto e Sergio Nulance; exposição “Vou-me embora de Pasárgada” do poeta e artista plástico João Andrade; e lançamento do zine de poesias “Liberdade Palavra Poesia” de Aluízio Mathias. O evento é uma realização da Associação dos Ex-alunos das...

Insurgências Poéticas edição erótica acontece nesta quarta no Bardallos

03/07/2017|

O projeto Insurgências Poéticas retorna ao Centro Histórico, no Bardallos Comida e Arte, com a quarta temporada do sarau e firma a ideia de uma plataforma de trânsito para artistas e produtores do Nordeste, apostando na economia criativa, na autonomia/protagonismo artísticos e no financiamento colaborativo. A temporada de julho vem pontuada de lançamento de livros, edição no Café Salão de Nalva Melo, homenagens a Jean Sartief e Michelle Ferret e fortalecimento do interações Nordeste com a participação do Casarão da Poesia (Seridó/RN). Nesta primeira quarta de julho o sarau faz um passeio pela poesia erótica do RN (autoral e de outros) e de palavras de escritores que inspiram a jornada dos poetas da noite: Civone Medeiros e Thiago Medeiros – no especial “Um amor para chamar de Show”, partilhando espaço com os convidados da noite: Cefas Carvalho e Jeanne Araujo, relançando seus livros de poemas: “Reinvenções” e “o Monte de Vênus”, respectivamente. As artes visuais insurgem com a exposição do recém-lançado “Quina Coletivo de Fotografia”, que trás poéticas nas imagens de Alex Rodrigues, André Chacon, Erick Attos de Andrade, Everson de Andrade, Gustavo Gabriel, Luisa Medeiros, Uiara Nunes, Vanusa Maria, e Yuri Padilha. A feira criativa conta com a participação...

Música potiguar será tocada e discutida 180 vezes nesta segunda

02/07/2017|

Um evento para render loas à música potiguar, mas também para questionar, discutir para avançar. Essa é a intenção do ‘Todas as vozes da nossa aldeia: A voz da nossa aldeia’. O evento será realizado às 16h nesta segunda-feira (3), em frente ao Bar de Nazaré, adjacências do Beco da Lama, Centro Histórico de Natal, com acesso livre. “Aqui começa o primeiro exercício neoantropofágico de nossa canção”, comenta o idealizador do evento, o músico e compositor Romildo Soares. Um pen drive com 180 canções produzidas no estado do RN pelos mais diversos artista locais, desde os anos de 1970 até a época atual foi montado pelo produtor Júlio César Pimenta para tocar, mastigar, digerir. Enquanto a música toca rolará uma conversa ao pôr do sol acerca de algumas questões que nos inquietam: Me reconheço na canção do conterrâneo? Soa estranho? Onde evoluímos? As políticas culturais atendem a demanda? A cena renova-se com qualidade? Consumo a música potiguar de que forma? Então, o convite está feito, mesmo que em cima da hora. Vem nesta segunda passear pelo Centro Histórico, sentar, conversar e ouvir música 100% potiguar?! SERVIÇO: O QUE? Todas as vozes de nossa aldeia (apreciação e diálogo sobre a música...

Editora abre inscrição para seleção de histórias infantojuvenis

02/07/2017|

A Editora Lago de Histórias abre inscrições a partir de 3 de julho para a sua primeira seleção de originais na categoria Infantojuvenil. O objetivo é identificar escritores cujas obras possuam qualidade literária para edição, colaborando com o crescimento do catálogo da editora. Os concorrentes devem ter a partir de 18 anos, podem ter livros já publicados, mas os textos para análise – são até dois por pessoa, sendo uma taxa de R$ 200 para cada – não podem ter sido veiculados em qualquer meio de comunicação. O processo seletivo será realizado mediante inscrição on-line e pagamento da taxa. Os trabalhos serão submetidos à avaliação de até quatro escritores e jornalistas, além de professores de Letras e um membro da editora. A seleção vai até 4 de setembro e os escolhidos (no máximo três), com possibilidades de publicação, serão anunciados em 29 de dezembro deste ano. Fundada em 2016 no Rio de Janeiro pela educadora e escritora Helena Lima, a Editora tem a intenção de investir em literatura para instigar a imaginação, despertar os sentidos, aumentar dúvidas, desajustar ideias, e encontrar poesia no imprevisível. Para a editora da Lago, Helena Lima, autor de literatura infantojuvenil precisa se autorizar a tratar...

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01/07/2017|

Atenção os tantos poetas desta terra Poti. Na carência de concursos poéticos locais, um de âmbito nacional está com inscrições abertas. É o Concurso Nacional Novos Poetas, Prêmio CNNP 2017. Podem participar do concurso todos os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 16 anos. Cada candidato pode inscrever-se com até dois poemas de sua autoria, com texto em língua portuguesa. O tema é livre, assim como o gênero lírico escolhido. Serão 250 poemas classificados. A classificação dos poemas resultará no livro, Prêmio CNNP 2017, Antologia Poética, com edição de 5 mil exemplares, além de medalha aos três primeiros colocados. O certame está entre os mais destacados concursos literários da língua portuguesa. Concurso Literário e uma importante iniciativa de produção e distribuição cultural, alcançando o grande público, escolas e faculdades. E importante: as inscrições gratuitas. O prazo vai até 5 de setembro de 2017. Basta clicar AQUI, onde consta o edital completo e a ficha de inscrição. INSCRIÇÃO GRATUITA X COMPRA DE 10 LIVROS Mas se as inscrições são gratuitas, como versa o release enviado, basta ler o edital para saber da esperteza. Cada autor classificado arcará com a compra de dez exemplares do livro, pelo custo de duas parcelas, de...

Faixas d’amores infinitos: … te amo!… te amo porra!

30/06/2017|

Croniketa da Burakera #11, por Ruben G Nunes Que haja a hipótese de outros amores. Amores de muitos rostos. Amores de multicenas e ziriguiduns. Cada um na sua própria e infinita intensidade de sonho, ternura, fiesta y loca pasión. Num mesmo tempo de vida, talvez. Embora nunca num mesmo agora, of course. Que esse agora seja pois somente enrosco a dois. Um pas-de-deux único. Que seja rolo de namorâncias e esfregâncias… entre heteros, homos, bi, tri, trans, casados, enredados, amizades coloridas e descoloridas… por aí… Que, olhando nos olhos, se vejam deslizar no infinito de cada um faixas d’amores com o doceterno mantra das gamações chapadas de todas as épocas: eu te amo! Ainda que esse “eu te amo!” seja mix d’amores-quase-perdidos nas distâncias, nas ciumeiras, bobeiras e arrêgos; e tanto que tanto… até se tornar faixa-sauvage d’amor-encanado e mordido: “te amo, porra!”. Que – com porra ou sem porra – todas as faixas d’amores inescapáveis sejam sempre na vida real maravilhosa lokera absurda. Pois como pode um Amor pra valer não ser louco de pedra? Se o Amor é a doença mais saudável que existe, meus cumpadis. e vamuquevamu numa nice… chega mais, mô… quem te ama tanto quanto...

POETA DA SEMANA: Adélia Costa

30/06/2017|

Adélia Costa é natalense criada pela sua mãe artesã, Conceição de Maria da Silveira, em Cidade da Esperança. Ainda no Ensino Médio, a poeta se destacou em prêmios literários nacionais com um conto sobre a vida e obra de Castro Alves e um cordel sobre Câmara Cascudo. Hoje é mestre em Literatura. Seu lado poético aflorou há dois anos, com poesias já publicadas na Folha Poética e na Revista Eletrônica Kukukaya. Há alguns anos, ela tem realizado o “Sarau Poético Vozes, Sons Rimas” e a “Mostra Cores Poesias” realizados, simultaneamente, com contribuições de moradores voluntários do condomínio em que mora. A sua participação na Sociedade dos Poetas Vivos e Afins (SPVA/RN) é recente, contribuindo como Diretora de Comunicação do grupo. Sua maior poesia são seus dois filhos. Adélia Costa é nossa POETA DA SEMANA ————— CONFLITO A minha poética é tão cheia, Que chega às vezes a existir… E percebe o quanto é vazia… Ao se negar numa rima Haja cores com flores, Amar olhando o mar. Haja versos brancos, barrancos… Em silêncio a cantarolar Um dia encontrou um poema Quão grande o seu dilema Quão difícil o seu poetar Reconheceu ser só um espectro… Do tipo inexistente cavaleiro Então,...

Na tarde desta sexta terá mobilização Forró da Greve Geral em frente ao Midway

29/06/2017|

Assim como outros eventos já realizados em Natal com boa adesão contra as reformas da atual gestão do Governo Federal e também a favor do #ForaTemer, será promovido nesta sexta-feira (30) o Forró da Greve Geral, promovido pela Frente Brasil Popular com apoio dos coletivos culturais do PT e PCdoB. A concentração acontecerá a partir das 15h em frente ao Midway, na Salgado Filho, já animado por um forrozinho. O percurso segue até a Árvore de Mirassol, onde a mobilização encontrará, já perto das 19h, um mini trio elétrico animado pelo Trio Ariado, que se intitula de forma original e nativa, como o verdadeiro Forró Pé de Duna. E claro, o evento visa expor seu protesto contra a atual situação política e ética do país, mas a organização recomenda também que os participantes se vistam com trajes juninos para curtir um tipo de quadrilha diferente dos políticos, puxada pelo ator e agente cultural Rodrigo Bico, já na Árvore de Mirassol. Para que a mobilização aconteça, a faixa sentido Leste-Sul da avenida Salgado Filho será interrompida durante o percurso e o trânsito, lógico, será desviado pela guarda municipal. Também neste mês foram realizados dois eventos com grande mobilização em favor das...

CURTINHAS: Fest Bossa & Jazz Pipa, Cosern, Quina Coletivo, Bazar Arca de Noé…

29/06/2017|

FEST BOSSA & JAZZ PIPA Tempos difíceis. E se durante quase oito anos o Fest Bossa & Jazz teve sua edição em Pipa agendada para agosto e planejada antecipadamente, este ano a captação de patrocínio para um evento que ano passado reuniu quase 20 mil pessoas, permanece difícil. Ainda sem confirmar o apoio da prefeitura de Tibau e do trade local, não há data para o carro chefe do Festival, que é a edição Pipa. A segunda edição consecutiva em Mossoró já está confirmada para 22 e 23 de setembro graças à iniciativa da Setur RN com recursos do Governo Cidadão, e ainda da Prefeitura de Mossoró com parte da estrutura e da hospedagem do Hotel Thermas. E ainda não cobre todos os custos! EDITAL DA COSERN E se falo de dificuldade em captar recursos para projetos culturais é claro que a expectativa da classe artística para o resultado do edital da Cosern é enorme. Faz meses que me perguntam. Ainda em maio repassei a notícia da Comunicação da empresa que sairia ainda em maio. A nova estimativa é para início de julho. A Cosern tem funcionado como força motriz da cultura potiguar, pelo menos no segundo semestre. QUINA COLETIVO...

As pelejas do menino Mardone em Histórias de Menino

28/06/2017|

por Alex Gurgel No Ceará há uma “tradição” que cai sobre os pensadores e artistas. Se não virar um gaiato pra contar piadas nos vários palcos espalhados na Beira Mar de Fortaleza, o cearense torna-se escritor, seguindo a tradição de José de Alencar. O empresário Mardone França escolheu a escrita para mostrar sua verve literária com o lançamento do livro Histórias de Menino, cujas narrativas são contos e crônicas, lembranças de uma vida inquieta de um menino danado, morador de uma cidadezinha no interior do Ceará. Em Histórias de Menino, Mardone narra passagens que viveu misturando com uma pitada de ficção, na cidade de Palma, que se transformou em Coreaú, memórias que levam o leitor a mergulhar junto com o Gavião Carijó predador em busca dos morcegos, numa aventura de vida e morte. O Banco do Jaime ficou na mente dos mais antigos com um lugar encantado aonde tudo acontecia. No seu disparate, o autor sugere que se faça uma estátua, nos moldes daquela de Carlos Drummond, em Copacabana, no Rio de Janeiro, do Banco do Jaime em Coreaú. Numa linguagem rebuscada, o leitor vai acompanhar a aventura na construção de uma vara de pescar ovos da Galinha Pedrês que...

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