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Vem aí a Maratona Literária Potiguar com palestras, debates, lançamentos e homenagens

Redação

Onze anos depois de unirem a comunidade literária potiguar em uma grande mobilização solidária em favor das vítimas da seca que castigava a região do Açude Gargalheiras, na cidade de Acari, os escritores Thiago Gonzaga e Aluísio Azevedo Jr. voltam a reunir esforços para promover mais um importante momento da cultura norte-rio-grandense. Se, em 2015, a literatura foi instrumento de solidariedade e esperança, em 2026 ela se transforma em um grande espaço de celebração da produção literária potiguar, por ocasião do Dia da Literatura Potiguar, comemorado em 9 de julho. Nos dias 9 e 10 de julho, a Livraria Manimbu será palco da Maratona Literária, uma ampla programação cultural que reunirá escritores, pesquisadores, professores, estudantes, coletivos literários e leitores em torno de alguns dos principais temas da produção contemporânea do Estado. Ao longo de dois dias, o público poderá acompanhar mesas-redondas, palestras, debates, lançamentos de livros, homenagens e bate-papos literários. Entre os convidados já confirmados estão nomes como Josimey Costa, Manoel Onofre Jr. Anchella Monte, Thiago Medeiros, Rizolete Fernandes, José de Castro, Conceição Flores, Aldo Lopes de Araújo, Márcio Benjamin, Crispiniano Neto, dentre outros representantes de diferentes gerações e vertentes da literatura potiguar. A programação ainda abordará temas como literatura infantojuvenil, formação de leitores, literatura decolonial, literatura LGBTQIA+, literatura afro-brasileira, literatura indígena, literatura de terror, literatura e cinema, além de prestar uma homenagem especial aos 90 anos da Academia Norte-rio-grandense de Letras e ao centenário do poeta e folclorista Deífilo Gurgel. A iniciativa reafirma o compromisso de Thiago Gonzaga e Aluísio Azevedo Jr. com a difusão da literatura potiguar e com o fortalecimento da cultura local. Mais do que uma sequência de encontros literários, a Maratona Literária pretende aproximar autores e leitores, incentivar a formação de novos públicos e demonstrar a riqueza e a diversidade da produção intelectual do Rio Grande do Norte. Em um verdadeiro mergulho pelas letras potiguares, a programação promete transformar a Livraria Manimbu em um dos principais espaços de celebração da literatura potiguar, consolidando o Dia da Literatura Potiguar como uma data de encontro, reflexão e valorização dos escritores do Estado.

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Nara Costa lança o EP “Raízes”, uma celebração da identidade nordestina e do forró tradicional

Redação

Com mais de 35 anos de carreira, a cantora potiguar Nara Costa lança, nesta quarta-feira, 1º de julho, o EP Raízes, um projeto que celebra a identidade musical nordestina, resgata a essência do forró tradicional e valoriza os compositores potiguares. Em um cenário em que as plataformas digitais oferecem uma enorme diversidade de estilos musicais, o projeto reafirma a força do forró tradicional e evidencia a riqueza da produção musical potiguar. Com quatro faixas, o projeto destaca os instrumentos que formam a base sonora do gênero — sanfona, zabumba e triângulo — e propõe uma imersão nas sonoridades que marcaram gerações e ajudaram a construir a identidade musical do Nordeste. Mais que um lançamento musical, Raízes é uma homenagem às origens do forró e aos artistas que mantêm viva essa herança cultural. Com direção musical e arranjos de Eduardo Taufic, o EP foi gravado no ET Studio e reúne importantes músicos da cena potiguar, como os sanfoneiros Zé Hilton do Acordeon, Lipe Guedes, Bruno Cirino e Reynaldo Júnior, sendo um convidado em cada faixa, além de Ramon Gabriel (percussão), Monica Michelly (contrabaixo) e Marco Rodrigues (vocais). O repertório reúne as canções “Orgulho Nordestino”, de Nara Costa, Zeca Brasil e Jean Xavier; “Vitrais”, de Daniel Freire; “Sonhos Não Têm Fim”, de Zé Hilton; e “Todo Mundo Precisa de um Pouco de Amor”, de Daniel Gonzaga, neto de Luiz Gonzaga, o eterno “Rei do Baião”. A presença de compositores de diferentes gerações reforça a proposta do projeto de preservar e renovar a tradição musical nordestina. A faixa “Orgulho Nordestino” sintetiza a essência do EP ao celebrar o forró como patrimônio cultural e expressão da identidade nordestina. Com Raízes, Nara Costa reafirma sua trajetória artística ligada à valorização da cultura popular, apresenta uma produção genuinamente potiguar e convida o público a celebrar a força do forró tradicional, gênero que continua a emocionar, unir gerações e representar a alma do Nordeste. SERVIÇO Nara Costa  – Lançamento do EP “Raízes”Disponível, a partir de 1º de julho, nas principais plataformas de streaming http://bit.ly/3QV2MdgSiga: @naracostaoficial

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Projeto documental “Enquanto Houver Maré” mergulha na memória da pesca artesanal

Redação

Em celebração ao Dia Nacional do Pescador (29 de junho), a pesca artesanal potiguar ganha destaque sob os olhares da juventude. O projeto Enquanto Houver Maré lança um fotolivro artístico e documental, idealizado pelo jornalista e fotógrafe Malu Didier e produzido em coautoria com estudantes dos territórios pesqueiros de Maxaranguape, Touros e Rio do Fogo, no litoral norte do RN. A obra documenta o cotidiano das comunidades, mergulhando nos vínculos afetivos que diferentes gerações nutrem com a pesca — não enquanto ofício, mas enquanto modo de vida. As publicações do projeto iniciam nesta quarta-feira (25), no perfil do Instagram @enquantohouver.mare. Os registros que compõem a iniciativa são frutos de uma formação ministrada por Malu Didier em escolas da rede pública dos três municípios. A oficina “Marés, Memórias e uma Pescaria de Histórias” convidou jovens de 9 a 18 anos a desacelerar o olhar sobre o território, explorando o poder da imagem na preservação de culturas tradicionais. “A oficina foi pensada para despertar nos jovens o desejo de transformar o cotidiano pesqueiro em memória viva. Eu quis fazer eles se apaixonarem pela fotografia, mostrando que pelas lentes, a gente encontra uma dimensão única da nossa realidade. E pela imagem, a gente consegue traduzir isso em sentimento.” O perfil @enquantohouver.mare no Instagram funcionará como uma plataforma multimídia para partilhar o processo do projeto, que tem como base uma pesquisa iniciada por Malu sobre como nascem as narrativas visuais em territórios pesqueiros. O canal servirá como um arquivo vivo de estudos, processos e resultados das oficinas, making off, além de exibir as fotografias e vídeos captados pelo fotógrafe e pelos participantes. As publicações entrelaçam dimensões diversas da pesca artesanal, traduzindo a fé, o lúdico, o artesanato, a lida marinha e o pertencimento territorial como expressões vivas dessa identidade. Neste dia 29 de junho, o fotolivro Enquanto Houver Maré será disponibilizado em versão digital por meio do Instagram. A publicação contará com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição parcial da obra acessível via QR Code. O fotolivro terá ainda uma tiragem física de 50 exemplares, destinada às bibliotecas das escolas parceiras – Escola Estadual Tabelião Júlio Maria (Touros), Escola Municipal Germano Gregório (Maxaranguape) e Escola Municipal Ana de Paiva (Rio do Fogo) – , além da Associação de Maricultoras de Algas de Rio do Fogo (AMAR). Inspirado no fluxo contínuo das águas, Enquanto Houver Maré surge sob a premissa de que a memória, assim como...

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Rodrigo Barba celebra 25 anos do Bloco do Eu Sozinho neste sábado na Ribeira

Redação

Integrante da banda Los Hermanos, o baterista Rodrigo Barba juntou uma banda com Bubu, trompetista e arranjador de algumas faixas do Bloco, e músicos que acompanharam a banda na estrada: Gabriel Bubu (guitarra), Índio (sax), Maurão (trombone) e Melvin (baixo), além de Ramon (voz, diretamente da banda cover Especial LH) e GugaBruno (guitarra) para celebrar o segundo álbum da banda. No repertório, o álbum na íntegra, na ordem, e versões que a banda tocou naquela turnê, e conta com hits como “A Flor”, “Todo Carnaval Tem Seu Fim”, “Sentimental” e “Retrato pra Iaiá”. O show será no Ateliê Petiscaria e Bar, na Rua Chile, Ribeira. Portas abertas a partir das 22h e show às 23h. Ingressos AQUI.

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Espetáculo “Nosso Bodó” celebra a cultura nordestina no TAM

Redação

Com referência na cultura e no povo nordestino, o espetáculo Nosso Bodó – O Retrato do Nordeste, está na sua sexta montagem para o teatro. A apresentação terá seu retorno aos palcos nesta sexta, 26 de junho, às 19h30, no Teatro Alberto Maranhão com classificação indicativa livre e acessibilidade em Libras. A produção é idealizada e dirigida por Marcelo Pinheiro, com direção artística da professora e bailarina Tatyelli Raulino, produção de Émille Araújo e corpo de baile da Avivar Cia. Com foco em forró, o espetáculo passeia por diversos ritmos, com alegria e irreverência. Por meio da dança e teatro, ele passeia pelo cotidiano, costumes, fofocas, e história do povo nordestino com muito bom humor e sentimento. “É uma honra enorme poder fazer essa sexta remontagem no Teatro Alberto Maranhão e fazer mais uma entrega para o público. Vamos trazer a perspectiva de que o Bodó não é uma coisa velha, assim como a cultura, ele é vivo, sempre se reconstruindo e se reinventando a cada ano que passa”, comentou o diretor A diretora artística afirma que todos irão se identificar com a trilha e com as histórias contadas ao longo da obra. E comenta que nosso, palavra que dá título a apresentação, é tudo aquilo que nos pertence, são nossas dores e nossas alegrias que constroem nossa caminhada. Nesta sexta edição a produção veio com novidades “E o Bodó está de cara nova: nos figurinos, cenário, elenco e até mesmo nas coreografias, mas a nossa essência continua a mesma. No cenário e nos figurinos eu trabalhei um pouco do ar mais jovial e contemporâneo, trazendo a cor que representa força, terra, raízes, que é o que a gente tenta mostrar um pouquinho da nossa essência nordestina de ser e de viver”, ela relatou. O Nosso Bodó por meio do forró e da cultura nordestina permite que o Nordeste ocupe o lugar de protagonismo, dando importância e novos significados à cultura regional, visando valorizar, difundir e preservar a mesma, apresentando sua identidade, pluralidade e potência. Para Émille essa é a grande contribuição que a obra oferece para o cenário da arte, da dança e da cultura potiguar, demonstrando que temos algo que é nosso, identitário, e transformador, capaz de transpor limites sociais e geográficos, transformando a nossa região em bem simbólico brasileiro. Os ingressos podem ser adquiridos via sympla, com os bailarinos e também na bilheteria do teatro no dia...

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Motos na contramão da estrada

Milena Azevedo

O filme Sem Destino (Easy Rider), de 1969, exalta a contracultura, trazendo dois jovens que se rebelam contra o sistema, curtem ficar chapados e pegam a estrada para conhecer a América como ela é de fato. No entanto, perto do fim da jornada, um deles cai na real de que eles falharam, que a liberdade é ilusória e que estão prestes a se tornar o que mais desprezam. Porém, eles ainda exteriorizam os estereótipos da nova geração, da mudança que os agentes conservadores caretas temem e, por isso, são exterminados. Há um filme não muito conhecido, mas que se tornou cult nos anos 2000, que faz um contraponto excelente a Sem Destino, trazendo como protagonista os ditos “inimigos” dos hippies, os policiais. O filme é A Polícia da Estrada (Electra Glide in Blue), lançado mundialmente no Festival de Cannes de 1973, projeto do produtor musical do grupo Chicago, James William Guercio, que assina como diretor e produtor, acertando a mão de primeira (mas, infelizmente, esse foi seu único filme). Em A Polícia da Estrada, o protagonista é um policial baixinho, marrento e ambicioso, chamado John Wintergreen, que patrulha as rodovias do Arizona. Sendo ex-fuzileiro naval e veterano do Vietnã, ele é um sujeito extremamente correto, e não se deixa corromper. Apesar de fazer seu trabalho com eficiência, seu sonho é deixar a patrulha de moto na estrada para ser detetive da Homicídios. Ele não gosta muito dos hippies, tanto que no estande de tiro usa uma foto do Wyatt e do Billy como alvo, mas não chega a ver os hippies como ameaça, que é a forma como seu colega Zipper os enxerga, por isso não perde a oportunidade de metê-los em encrenca. O interessante é que Zipper, da mesma forma que o Billy, em Sem Destino, aparenta ser o mais descolado, gosta de ler HQs, de motos, e de fazer uma boquinha durante o expediente. John tem o colega em alta consideração, que parece ser seu único amigo. No entanto, o mundo de Big John cai quando descobre que seus colegas abusam do poder e se deixaram corromper. Embora se sinta deslocado, ele continua na polícia porque quer fazer a diferença, mas aí, os hippies que de tanto se ferrarem nas mãos dos colegas de John, vão entender que ele é igual e, num paralelo com o final de Sem Destino, terminam matando John com um tiro de espingarda....

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Lançamento do Edital BNDES Periferias Fortes Nordeste será lançado nesta terça

Redação

O BNDES, em parceria com o Instituto Ekloos, fará o lançamento do BNDES Periferias Fortes Nordeste, o maior edital de apoio ao terceiro setor na região. A iniciativa foi criada para fortalecer organizações sem fins lucrativos e coletivos ainda não formalizados que atuam em favelas e comunidades urbanas de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Durante o evento, transmitido ao vivo de Recife na próxima terça (30), a partir das 14h, serão apresentadas as principais informações sobre o edital, critérios de participação, benefícios do programa e detalhes sobre o processo de inscrição. Serão 85 organizações beneficiadas com capacitações, mentorias, apoio financeiro e conexão com uma rede de impacto social. O evento de lançamento será gratuito, com participação presencial em Recife (vagas limitadas) e transmissão online aberta ao público geral pelo YouTube do BNDES.

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Chococorn and The Sugarcanes leva a turnê Operação Embaixo d’Água a Natal

Redação

A Chococorn and The Sugarcanes segue na estrada com a turnê Operação Embaixo d’Água, que apresenta o álbum Todos os Cães Merecem o Céu (2026), lançado pelo selo +um HITS. O grupo já percorreu diversas cidades do interior paulista e da região Sul, consolidando uma das agendas mais extensas de sua trajetória, e também irá ao Norte e ao Nordeste do país. Nesta sexta (26), o grupo formado por Alexandre Luz (bateria), Pedro Guerreiro (guitarra solo), Pietro Sartori (baixo) e Pipe Bacchin (guitarra base) chega a Natal, no Backstage Bar. Formada em Santa Bárbara d’Oeste (SP), a banda se consolidou como um dos destaques da nova música brasileira ao desenvolver uma identidade própria dentro do que chamam de “emo caipira”. Influenciada por nomes como American Football e Radiohead, a Chococorn combina sensibilidade melódica com experimentação, em uma dinâmica que atravessa estúdio e palco, com todos os integrantes dividindo os vocais. A própria ideia de Operação Embaixo d’Água nasce dessa vivência contínua em turnê: um mergulho nas contradições da estrada, entre o desgaste físico, os deslocamentos constantes e a potência dos encontros. Ao longo das datas, o show vem se transformando, refletindo esse processo em tempo real. Esta segunda parte da turnê segue em ritmo intenso até julho, depois de ter passado, inclusive, por cidades de outros países, em Buenos Aires (Argentina) e em Montevidéu (Uruguai). SERVIÇOChococorn and The Sugarcanes @ Natal, RNData: 26 de junho (sexta-feira)Horário: A partir das 19hLocal: Backstage Bar – Rua Ulisses Caldas, 144, Natal (RN)Ingressos: https://blumie.com.br/event/QEBYWGWMPR

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11/03/2026|

Já dizia Millôr Fernandes, que misturava sarcasmo e humor como ninguém, que a academia de letras é formada por 39 acadêmicos e um membro rotativo. Pois bem, com a morte do poeta Paulo de Tarso Correia de Melo, uma vaga rotativa deverá ser preenchida em breve. Por hora, apenas um candidato se colocou na disputa. Aliás, candidatA. Sim, mais uma mulher para preencher a instituição eminentemente masculina. E a escritora Elze Bezerra Cirne está praticamente eleita. Soube fazer a campanha de praxe entre os acadêmicos e sequer apareceu concorrente ao posto ainda. Mas, ainda. Outro candidato deve se inscrever. É o engenheiro civil Manoel Fernandes de Negreiros Neto, autor do recente livro “A História da Ponte de Igapó”. Elze, entre outras obras, publicou e gerou boa repercussão na mídia e no lançamento do livro “Viúva Machado: a grandeza de uma mulher”.

11/03/2026|

Março é o considerado o mês do teatro e, para celebrar, o Teatro Sesc Sandoval Wanderley montou uma programação especial dedicada às artes cênicas. Com o tema “Março em Cena – O mês do Teatro no Sesc Sandoval Wanderley”, a agenda reúne espetáculos, oficinas formativas e ações comemorativas, com todas as atividades gratuitas, sendo solicitada apenas a doação de 1 kg de alimento não perecível para o projeto Sesc Mesa Brasil. O grande destaque da programação é a apresentação do espetáculo nacional “Autobiografia Autorizada”, protagonizado pelo ator Paulo Betti. A montagem ficará em cartaz nos dias 13 e 14 de março, às 19h, e no dia 15 de março, às 16h. Na peça, o artista compartilha histórias de sua trajetória pessoal e profissional em um monólogo marcado por humor, memória e reflexões sobre a vida e a arte. 

Fundação José Augusto inicia segunda etapa dos editais de credenciamento de artistas e coletivos

11/03/2026|

As listas de habilitados (as) da fase recursos das Chamadas Públicas nº 001 e nº 002/2026, editadas pelo Governo do RN, por meio da Fundação José Augusto (FJA), foram publicadas na edição desta quarta-feira (11) do Diário Oficial do Estado. Após o período de recursos, a lista consolida artistas, grupos, coletivos e mestres(as) da cultura popular aptos a seguirem para a próxima fase do certame. Com a conclusão da etapa documental, o cronograma avança agora para a Análise do Memorial de Experiência Artística e Cultural (Etapa II). Esta fase ocorre entre os dias 12 e 16 de março, sob a responsabilidade da Comissão de Habilitação, que avaliará a trajetória e as atividades culturais desenvolvidas pelos proponentes. Segundo o calendário divulgado pela FJA, o resultado preliminar desta segunda etapa será publicado no dia 17 de março. O cumprimento rigoroso deste cronograma assegura a transparência e a organização do banco de profissionais, que darão suporte à programação cultural do Rio Grande do Norte ao longo de dois anos, que é o tempo de validade do credenciamento. Próximos Prazos: A lista completa dos habilitados e o cronograma podem ser consultados no site oficial da Fundação José Augusto (www.cultura.rn.gov.br), na pasta Editais Abertos.

Literatura e música se encontram nesta sexta na Livraria Nobel

11/03/2026|

Nesta sexta-feira, 13 de março, às 19h, a Livraria Nobel em Ponta Negra, será palco do encontro “CanSons & Letras Potiguares”, evento que reúne autores e autoras potiguares cujas obras, entre outras coisas, dialogam com a música. A iniciativa é realizada pela Rede Potiguar de Música e propõe um momento de conversa, troca de experiências e celebração entre literatura, memória e produção musical. O encontro contará com a participação de diversos escritores e pesquisadoras que têm em comum o interesse pela música como tema, inspiração ou elemento narrativo central em suas obras. Entre os convidados está o renomado cantor e compositor Mirabô Dantas, parceiro de Capinam, Maurício Tapajós, Abel Silva, entre tantos outros, que apresenta seu livro “Umas Histórias, Outras Canções”, obra autobiográfica que percorre sua trajetória artística e pessoal, na qual recorda momentos marcantes de sua vida, episódios que protagonizou com personagens como Bráulio Tavares, Fagner, Henfil e muitos outros. Também participa o escritor Júlio Lima, autor do romance “Caio no Mundo da Música”. Na narrativa, quando a música deixa de existir no mundo, um jovem músico embarca em uma jornada rumo ao fabuloso universo da Terra da Música, em uma aventura para resgatar aquilo que dá sentido à...

Música que Nasceu da Terra

11/03/2026|

No sertão onde a terra guarda memórias e melodias, a música também brota do chão. É desse território de sensibilidade e raízes que nasce “A Música que Nasceu da Terra”, filme inspirado na história do maestro potiguar Felinto Lúcio Dantas. A obra é assinada pela Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais. O lançamento será em 23 de março, às 19h, na Praça Caetano Dantas, em Carnaúba dos Dantas. Felinto Lúcio Dantas tem uma trajetória que emociona pela simplicidade e grandeza. Homem do sertão, conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Atuou também como regente da banda filarmônica de Acari, que mais tarde seria renomeada em sua homenagem. Encontrou na convivência entre a agricultura e a música a inspiração para composições que atravessaram fronteiras, chegando até o Vaticano, em Roma. “Contar através do audiovisual fragmentos da vida e obra de Felinto Lúcio Dantas é um privilégio. Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor a música, estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que...

Bailarinas da Edtam representam o Rio Grande do Norte em festival internacional em Berlim

10/03/2026|

A Escola de Dança do Teatro Alberto Maranhão (EDTAM), vinculada ao Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Fundação José Augusto (FJA), participou do 23º Festival Tanzolymp, realizado em Berlim, na Alemanha, entre os dias 12 e 17 de fevereiro de 2026. As bailarinas Luna Reis (12 anos), Nicolle Santos (15) e Sophia Santos (15) representaram o Rio Grande do Norte no evento.  Durante o Festival Tanzolymp, as jovens bailarinas apresentaram três solos cada, nas categorias repertório, clássico livre e dança contemporânea. As coreografias de clássico livre e contemporâneo são assinadas pelos coreógrafos Fábio Matheus, Erika Rosendo, Márcia Suene e Sérgio Galdino. As artistas foram acompanhadas pela diretora da Edtam, Wanie Rose, que esteve presente durante toda a preparação e apresentações, auxiliando nos aquecimentos, passagens de coreografia, aulas, ensaios de palco e bastidores. Também integrou a comitiva Nizário Santos, pai das bailarinas Nicolle e Sophia, oferecendo suporte durante a viagem. Segundo Wanie Rose, participar de um festival desta dimensão representa uma experiência transformadora para as jovens bailarinas. “Foi uma vivência incrível para elas estarem em um grande festival internacional, convivendo com artistas de diferentes países e ampliando suas referências na dança”, destaca. A viagem teve ainda uma segunda...

9ª coletânea ‘Dez Mulheres Potiguares’ celebra a soberania narrativa feminina na literatura de cordel

10/03/2026|

Um dos projetos culturais mais consistentes de valorização da memória feminina no estado, a coletânea “Dez Mulheres Potiguares”, chega a 9ª edição lançada pela Associação Cultural Casa do Cordel, no próximo sábado, 14 de março, às 15h, na nova sede da entidade, no centro de Natal. O evento contará com um show musical de Nara Costa. Idealizada e coordenada pela escritora, assistente social e advogada Vani Fragosa, a iniciativa reafirma sua maturidade ao manter a chamada Simetria Plena (10-10-10) na qual temos dez mulheres homenageadas, dez poetisas autoras e dez xilogravuristas responsáveis pelas capas. Criado em 2008 e reestruturado em 2019, o projeto consolidou-se como uma importante ferramenta de reparação histórica e salvaguarda do patrimônio imaterial do Rio Grande do Norte. Nesta edição, a coordenação executiva é formada por Janaina Wanderley, Camila Wanderley e Marcelange Brito, que articulam uma rede colaborativa e voluntária composta por mais de 55 profissionais que já participaram da iniciativa ao longo de quase uma década. Um dos marcos recentes da coletânea é a quebra da hegemonia masculina na xilogravura nordestina, garantindo que cada um dos dez folhetos da coleção seja ilustrado por uma gravadora diferente. O modelo assegura que as histórias das mulheres potiguares sejam escritas, ilustradas e preservadas...

09/03/2026|

Os dados de um levantamento produzido pelo Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) evidenciam que o talento feminino segue subrepresentado. Em 2025, apenas 10% do valor distribuído em direitos autorais de música no Brasil foram destinados às mulheres. Nos palcos, a desigualdade também se manifesta: entre as músicas mais executadas em shows no país, no ano passado, a autoria feminina permaneceu praticamente invisível, assim como a presença de mulheres entre os autores de maior rendimento. Esses números não refletem falta de talento, criatividade ou dedicação. Eles revelam barreiras históricas de acesso, oportunidade e reconhecimento, que ainda limitam a atuação das mulheres na música e na cultura. 

A partida de um autêntico defensor da cultura nordestina

09/03/2026|

Ele tinha apenas 11 anos quando ouviu a música Asa Branca pela primeira vez, cantada por Luiz Gonzaga em um showmício que se realizava em Mossoró.  Em 1977, com apenas 16 anos foi morar no Rio de Janeiro. Na cidade maravilhosa ele começou a cantar no calçadão de Copacabana e, aos poucos, se destacou por seu carisma e sua musicalidade, conquistando turistas e cariocas. No calçadão ele conheceu muita gente, inclusive pessoas influentes do meio musical. Do seu pai que, além de radialista era poeta, repentista e cordelista, ele herdou um profundo desejo pela cultura nordestina, tornando-se um apaixonado pela obra dos repentistas, emboladores de coco, violeiros e cordelistas, figuras que sempre estiveram presentes na sua vida. Desde sua infância, ele foi como uma espécie de pesquisador precoce e ouvia tudo o que estivesse ao seu alcance, desde Jackson do Pandeiro, passando por Bob Dylan, Charles Aznavour e outros nomes da música internacional; posteriormente passou a admirar nomes da MPB, como Fagner, Raul Seixas e Ednardo. Com esforço, competência, talento e determinação, adotou o nome artístico de Marcus Lucenna e, com o passar do tempo, foi ganhando espaço e conquistando um público cada vez maior.  No Rio de Janeiro, ele...

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Blog do Sérgio Vilar

Arraiá da Jerimum nesta quarta

Estão preparados para um arraiá? O The Big Series promoverá nesta quarta-feira (17) o famoso Arraiá da Jerimum! Então já prepara aquela roupa temática, separa o seu par ou traz os seus amigos e vem curtir essa noite. Será no Auditório Onofre Lopes

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Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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Podcast Papo Galado

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