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Esso Alencar estreia show em homenagem a Renato Russo nesta sexta

Redação

Dentre todos os poetas do rock brasileiro, Renato Russo desponta entre os que cantaram toda uma geração de brasileiros. Sua obra marcou os anos finais do século XX e ressoa até hoje, como uma das mais notáveis da época, marcando a saída do país da repressão e os horizontes da juventude daquele período. O vocalista da banda Legião Urbana foi autor de uma série de sentenças cheias de poesia que moldou o pensamento de parte da sociedade brasileira até a sua morte, em 1996. Suas letras marcantes ajudaram a constituir o perfil dos jovens que estavam saindo de uma ditadura grotesca e violenta que havia sido exercida pelos militares por mais de duas décadas.    Trinta anos depois, para relembrar a obra inesquecível do cantor e compositor da Legião Urbana, o músico Esso Alencar abre uma circulação pelo circuito noturno de Natal e região metropolitana, fazendo uma releitura de grandes sucessos da banda em versões acústicas, para ser cantado junto com o público em cada lugar. Estão no repertório algumas das faixas icônicas de vários álbuns lançados pelos brasilienses, especialmente as clássicas canções do disco Dois, lançado em 1986 e que completa 40 anos agora (Quase sem Querer, Acrilic on Canvas, Daniel na Cova dos Leões, Fábrica etc). Mas também estarão contempladas parcerias como ‘Mais Uma Vez’, com Flávio Venturini, gravada originalmente pelo 14 Bis. Para além das mais conhecidas, faixas como ‘A Fonte’, ‘Se Fiquei Esperando meu Amor Passar’ e ‘Marcianos Invadem a Terra’ também integram essa mostra que se presta a refletir, cantar e aplaudir um dos compositores mais influentes da música brasileira no século passado, sem deixar de destacar sua verve interpretativa em performances memoráveis. Mas o grosso do conteúdo é bem manjado (Ainda é Cedo, Faroeste Caboclo, Tempo Perdido) e os arranjos foram adaptados para permitir uma interação da plateia, cantando e vibrando junto com a música. O local escolhido para a estreia é o Bar do Coelho, tradicional reduto da boemia natalense há exatamente meio século, e que justamente por estar comemorando o seu cinquentenário foi eleito para sediar este evento com tantas celebrações. O local fica atrás da histórica Igreja do Galo, à Rua Padre Pinto – 705, no centro da Cidade Alta. O evento será nessa sexta (09/10), com início às 19h.As entradas poderão ser adquiridas no local ($15). Crédito da foto: Marcelo Barroso

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Artemilson Lima e Antônio Ronaldo

Artemilson Lima e Antônio Ronaldo apresentam “ÓTIMO”: música, poesia e ironia no palco do TAM

Redação

Álbum reúne 12 canções que transitam entre rock, blues, MPB, humor e crítica social. Show acontece em Natal, com entrada gratuita. Há palavras que afirmam, outras interrogam. Algumas escondem ironias. Outras, diante dos absurdos do mundo, parecem ser a única resposta possível. “ÓTIMO”, título do álbum que une os músicos e compositores Artemilson Lima e Antônio Ronaldo, pertence a todas essas categorias. É afirmação e provocação, humor e inconformismo, um modo de rir das contradições da vida sem desistir de compreendê-las. É nesse território de encontros entre música e palavra que os dois artistas apresentam, nesta quarta-feira (14/10), a partir das 20h,  no Teatro Alberto Maranhão, em Natal, o show de lançamento do disco, que reúne 12 canções e percorre diferentes paisagens sonoras, tendo o rock como fio condutor. A apresentação tem entrada gratuita. Lançado nas plataformas digitais em 26 de setembro, o álbum é resultado de uma parceria construída ao longo do tempo, alimentada pelo compartilhamento de poemas, textos e composições. Desse diálogo entre dois criadores nasceu um repertório que observa o cotidiano por suas frestas, reconhece o absurdo escondido na rotina e transforma inquietações individuais em matéria musical. Com produção e direção musical de Donizete Lima, “ÓTIMO” percorre caminhos que passam pelo rock, pelo blues e pela MPB, sem se prender a fronteiras de gênero. A música acompanha a palavra, mas também abre espaço para o inesperado: a ironia que desarma, o humor que revela, a poesia que desloca o olhar e a crítica que dispensa o tom de sermão. As 12 faixas — “Província Moderna”, “Pobres”, “Ilha dos Homens Bons”, “O Mundo”, “Periferia”, “Por Acaso, a Providência”, “Sigamos”, “Barganha”, “Questão de Tempo”, “Eu Não”, “Rebossa Nessa Joça” e “ÓTIMO!” — compõem um painel de observações sobre a sociedade, a política, as relações humanas e os paradoxos do tempo presente. A canção que dá nome ao álbum nasceu de um texto de Artemilson Lima musicado por Antônio Ronaldo. A palavra, aparentemente simples, ganha camadas de significado ao longo do trabalho. Pode expressar contentamento, carregar sarcasmo ou funcionar como uma resposta atravessada diante de situações que, de tão absurdas, quase dispensam comentários. Entre uma acepção e outra, permanece a possibilidade de encontrar no humor uma forma de resistência e na arte um espaço para a esperança. Entre a crítica e o riso O conteúdo social e político atravessa o repertório, mas não se apresenta como palavra de ordem. Em...

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Augusto Cury

Augusto Cury, um mentiroso

Fernando Luiz

Augusto Cury é psiquiatra, psicoterapeuta, professor e um dos escritores mais lidos do Brasil, com mais de 35 milhões de exemplares vendidos no país e publicados no exterior. Candidato a Presidente da República, no primeiro turno obteve pouco mais de três milhões de votos. Assim que o resultado das eleições foi conhecido, ele apressou-se em afirmar neutralidade no segundo turno. Curiosamente, ao tomar a decisão de ficar neutro, contrariou o que havia “ensinado” aos seus leitores em um dos seus livros de maior sucesso: Nunca Desista Dos Seus Sonhos. Atualmente o escritor está na Europa, ou seja: foi pra bem longe (aparentemente para manter a sua posição de neutralidade). Só que a máscara dele caiu: ele mudou de ideia, foi contra tudo o que apregoava nos seus livros e decidiu antecipar seu apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial, indo contra a maioria dos dirigentes municipais do Avante – partido ao qual se filiou este ano (com certeza apenas para concorrer às eleições presidenciais) – cuja maioria manifestou apoio à reeleição do presidente Lula no segundo turno, entre eles, o presidente estadual da legenda, Gustavo Henrique e na Bahia, e o dirigente Ronaldo Carletto. Nos seus livros de autoajuda, Augusto Cury costumava citar ocasionalmente trechos do novo testamento. Todos sabem que a mensagem do Cristo era dirigida aos “pobres de espírito” (os pobres de verdade), como está escrito no Sermão da Montanha que, como afirmou Ghandi, “Se se perdessem todos os livros sacros da humanidade e só se salvasse ‘O sermão da montanha’, nada estaria perdido.” Com sua decisão de apoiar um Bolsonaro, Augusto Cury não foi apenas contra o que “ensinou” aos seus leitores: pior do que isso, mostrou que sua palavra não é confiável e, com certeza, traiu milhares de seus eleitores. Gosto muito de ler, mas nunca li um livro de Augusto Cury. Graças a Deus. Pra mim, Augusto Cury não passa de um mentiroso. Crédito da foto: Érico Andrade/g1

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Montmartre

TERRA ESTRANGEIRA: O calor que derrete a neve

Pablo Capistrano

Paris – França, 10 de Fevereiro de 2018.  Depois que chegamos do hospital ontem com Sarah, saímos, eu e Ana, quase meia noite, para procurar uma farmácia aberta pelas ruas de Montmartre. Como era sábado, o dia internacional do agito noturno, a vizinhança do edifício em que estávamos na Rue Victor Massé, 13, fervia com uma badalação que faria qualquer natalense afeito às atividades boêmias, chorar de emoção.   Bares, pubs, restaurantes, teatros, sex shops e ambientes com jeito de bordeis baratos (como um lugar com o curioso nome de Dirty Dick), sempre cheios de gente, se espalham pelas ruas ao redor do nosso hotel. Essa área da cidade, onde nos encontramos agora, lá por volta do século XIX, naquelas noites em que Baudelaire, Rimbaud e Paul Verlaine caminhavam sobre a terra, era famosíssima pelos seus cabarés e pelas apresentações de can can, que rolavam soltas nos teatros da vizinhança. Inclusive, bem em frente ao prédio onde fica a nossa hospedagem, no número 12 da mesma rua, ficava o primeiro endereço do Le Chat Noir, inferninho parisiense frequentado por Toulouse Lautrec, que sempre baixava por essas bandas transitando pelos becos daquela Montmartre de fim de século, em busca de personagens para suas pinturas. De fato, o espírito daquela zona de Paris me pareceu bem mais quente, diverso e efusivo do que a de outras capitais europeias que já pude frequentar. Mesmo a musical Praga ou a imponente Viena, me pareceram bem mais “frias”. Até a quente Lisboa (para os padrões aqui do norte global) me soou mais sóbria, quase fúnebre. Já a sofisticada Londres, se apresentou para nós, transeuntes desse mundo globalizado, egressos da Taba de Poty, bem mais fleumática do que a capital francesa, que ousa rimar a exuberância de uma arqueologia arquitetônica moderna, com um certo  “joie de vivre”, que me fez lembrar o “amundiçamento” latino que captei nas ruas de Nápoles, no finalzinho do século passado. Um outro detalhe curioso é que aqui os casais se beijam, se abraçam e se tocam em público. Coisa que não me pareceu muito comum em outras capitais que visitei neste velho mundo. Guardada as devidas proporções momescas, embriaguez, amor e sexo parecem dar o tom nesse feriado, comemorado em meio à neve que derrete pelas calçadas de Montmartre. Algo, diga-se de passagem, que me faz ter uma boa nostalgia dos carnavais que passei em Salvador. Mesmo o frio sendo de rachar...

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As divas do teatro potiguar: Carminha Medeiros e Ana Francisca

Redação

A semana tem nesta quarta (7) um evento com importância histórica: o lançamento de dois curtas que documentam os percursos profissionais de duas atrizes potiguares atuantes no Teatro do RN há pelo menos meio século. Com direção de Bárbara Cristina, os filmes retratam as trajetórias de duas das principais artistas da cena teatral potiguar, Ana Francisca e Carminha Medeiros, que discorrem sobre os muitos momentos dedicados às suas atividades, desde que iniciaram a trabalhar na área. Trata-se de uma oportunidade para conhecer melhor um pouco dessas duas mulheres que ajudaram a construir a história do teatro no estado, que terão suas vidas contadas por si mesmas, recebendo um merecido reconhecimento pelo que fizeram através da Arte. Bárbara, que também é atriz e produtora cultural, reforça a importância desse seu trabalho, que almeja construir uma memória para o universo feminino na área teatral a partir desses registros iniciais, com a ambição de se tornar uma série documental onde muitas outras atrizes possam ser também incluídas. A largada para ‘As Divas do Teatro Potiguar’ se tornou possível graças ao apoio do SEBRAE-RN, através do seu edital anual de Economia Criativa. As locações foram feitas no TAM – Teatro Alberto Maranhão e Teatro SESC Sandoval Wanderley, palcos onde as duas atuaram durante suas carreiras. O evento, com projeção da primeira exibição aberta ao público acontece no Auditório do CTC, o Centro de Tecnologia e Cultura Luzia Vieira de França, antigo IFRN da Cidade Alta, no endereço Rua Princesa Isabel – 758, a partir das 19h e tem entrada gratuita.

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maria liz

Titan Vinyl Store anuncia pré-venda exclusiva em vinil do compacto de estreia de Maria Liz

Redação

“Flerte Tropical” ganha edição limitada de 300 cópias em vinil vermelho 180g; projeto marca a transição poética e sonora da cantora e compositora potiguar. ​A Titan Vinyl Store orgulhosamente anuncia o lançamento da pré-venda do compacto em vinil (7″) Flerte Tropical, trabalho de estreia da cantora e compositora potiguar Maria Liz. O disco, que marca a gênese de uma trajetória musical pautada pela entrega e pela verdade, captura o rito de passagem de uma artista que transforma memórias afetivas e composições guardadas em uma obra tátil, poética e atemporal. ​Flerte Tropical é uma imersão poética por sentimentos, sonoridades e metáforas. O compacto transita pelas descobertas de quem explora a vida e suas diferentes formas de afeto — desde os desejos do corpo até os anseios mais profundos da alma, onde a própria música se faz refúgio. Sonoramente, Maria Liz une a frescura do novo pop à essência marcante da MPB e do indie, resgatando influências afetivas como os acordes que ouvia no carro da mãe durante a infância. “Mapeei com carinho tudo o que amei, senti e vi ao longo da vida: das coisas mais simples, como falar de amor e desejo, a devaneios mais complexos sobre nossos caminhos. Este disco é o retrato de uma fase jovem, um ponto de partida que agora ganha o mundo e chega às vitrolas”, destaca Maria Liz. ​Celebrando a cultura do formato físico e o cuidado analógico, o lançamento chega ao mercado em uma edição especial de colecionador: ​Formato: LP Compacto (7″) — 33 RPM​Prensagem: Vinil Vermelho Especial 180g (Alta Fidelidade)​Tiragem: Edição estritamente limitada a 300 cópias.​ Encarte exclusivo frente e verso em papel couchê 150g com letras e ficha técnica​Lançamento da Titan Vinyl Store​Previsão de Chegada: 30 de Novembro ​REPERTÓRIO DO DISCO (TRACKLIST) ​Lado A Flerte Tropical​Euforia ​Lado B Uma Palavra ao Paraíso (Interlúdio)Garoa

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Não gosto de fofoca

Sheyla de Azevedo

É mentira! Eu gosto de fofoca. Tem gente que diz que não gosta de fofoca, mas eu acho que é mentira! Eu não estou falando de gente maledicente, invejosa e ressentida que vibra com os infortúnios dos outros. Que fala coisas para difamar ou degradar, sem medir consequências e, às vezes, até mesmo sem provas. Só pelo simples fato de que gozar da desgraça alheia é a única maneira que elas têm para não encarar suas vidas vazias de sentido. Isso não é fofoca. Isso é maldade. Eu falo daqueles detalhes da vida alheia que ficamos sabendo e que é absolutamente divertido, improvável, surpreendente, ou até mesmo previsível, dentro das devidas circunstâncias. Mas é, digamos, um tempero da vida! Um momento para você sussurrar ao lado de uma amiga ou amigo aquela informação indiscreta – que não tem nada a ver com sua própria vida – mas, que você mergulha nessa clandestinidade; seja quando você é o interlocutor da fofoca, seja quando você é a pessoa escolhida para ouvir a fofoca. Se tiver um grupo animado conversando perto de você, pode ter certeza de que tem fofoca ali. Eu já fiquei ouvindo a conversa entre duas pessoas sentadas no ônibus. Não lembro de nada! Mas, na hora, foi maravilhoso poder ouvir uma fofoca ainda mais alheia do que as fofocas que pertenceriam a mim mesma e ao meu entorno. Gente, eu amo uma boa fofoca. Vou dar um exemplo: você nota que coisinha vive implicando com coisinho. E não parece fazer sentido algum, afinal eles dois não têm relação alguma. Aí, de repente, você descobre que coisinha e coisinho já foram casados, em priscas eras. Abre-se um portão de luz à sua frente. Tudo começa a fazer muito mais sentido do que antes. Você se sente até meio inocente diante daquela nova realidade que se mostra diante de você. Quem nunca desejou ser uma formiguinha para saber o que de fato aconteceu naquele dia, em tal lugar, com tais pessoas ou é hipócrita ou não sabe curtir a vida. Vamos combinar, fofocar é dar uma trégua das próprias tretas; tirar uma folga dos nossos próprios problemas, silenciosamente escondidos das redes sociais. Ergamos as taças! Mas, jamais mostremos as dívidas de cartão! Afinal, só se vive uma vez, não é mesmo? Quando eu pedi a Serginho para ter uma coluna aqui no PAPO CULTURA, minha proposta para ele foi escrever sobre...

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Projeto Sesc Apresenta: Artes Cênicas contará com dez espetáculos gratuitos

Redação

O Sesc RN inicia em outubro a programação do “Sesc Apresenta: Artes Cênicas 2026”, projeto que reúne dez espetáculos produzidos por artistas e grupos potiguares. As apresentações são gratuitas e acontecem de 17 de outubro a 12 de dezembro, sempre às 19h, no Teatro Sesc Sandoval Wanderley, no bairro Alecrim, em Natal.  A programação reúne diferentes gêneros, estilos e formatos, com trabalhos que abordam temas ligados à cultura nordestina, identidade, memória, diversidade, infância, saúde mental, ancestralidade e cultura popular. Entre os espetáculos estão “Desassossego”, da Cia A Máscara de Teatro; “Missão: Matinê”, do Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare; “Candeia” e “No Coração da Lua”, do Grupo Estação de Teatro; “Nosso Bodó: O Retrato do Nordeste”, da Cia Aviar; “Chico Jararaca”, da Trapiá Cia Teatral; “Aparecida”, da Cia Escarcéu de Teatro; “A invenção do Nordeste”, do Grupo Carmin; “SER(tão)”, da Movidos Dança; e “Anavantú: Um passo pra frente e dois para trás”, do Grupo Rebuliço de Teatro. Para o público, os ingressos serão disponibilizados em dois lotes. O primeiro poderá ser retirado no Portal de Eventos do Sesc RN um dia antes de cada apresentação. O segundo estará disponível presencialmente no Teatro Sesc Sandoval Wanderley, uma hora antes do início de cada espetáculo. Para o presidente do Sistema Fecomercio RN, Marcelo Queiroz, o projeto valoriza a produção do nosso estado e fortalece a cultura como instrumento de formação, reflexão e transformação social. “Investir em cultura é também investir nas pessoas e na valorização da nossa identidade. Com o Sesc Apresenta Artes Cênicas estamos criando novas oportunidades para os artistas potiguares apresentarem seu trabalho e, ao mesmo tempo, ampliando o acesso do público a uma programação diversa e de qualidade”, afirma. Sesc Apresenta: Artes Cênicas Realizada por meio de edital de seleção, o Sesc RN selecionou propostas de artistas e profissionais residentes no estado. O edital prevê R$ 100 mil em cachês artísticos, sendo R$ 10 mil destinados a cada espetáculo selecionado. Mais do que levar espetáculos ao palco, o Sesc Apresenta Artes Cênicas busca fortalecer a produção artístico-cultural do segmento no estado, incentivar a criação, a experimentação e a reflexão, além de ampliar o acesso da população à cultura. A proposta também valoriza a diversidade cultural e a dimensão educativa da experiência artística. A iniciativa integra a atuação do Sesc RN como incentivador da produção cultural potiguar. Em 2025, a instituição investiu R$ 11,3 milhões no programa Cultura, alcançando mais...

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Preparem-se para uma noite inesquecível

10/08/2026|

Na próxima quinta-feira, dia 13, às 19h30, o auditório Onofre Lopes, da Escola de Música da UFRN será palco de um evento de suma importância para a memória musical do Rio Grande do Norte:  o Show “Várias Vozes, Um Só Canto – Especial Instrumental”. O espetáculo, que reunirá grandes nomes da música instrumental potiguar, será uma homenagem a Tico da Costa, cuja obra musical é um verdadeiro tesouro da música potiguar. Tico da Costa, nascido em Areia Branca, teve uma trajetória musical que levou, através da sua obra multifacetada, o nome do nosso estado para diversos países, ao lançar inúmeros álbuns durante 40 anos de uma carreira marcada por uma versatilidade extraordinária, na qual ele lançou inúmeros discos e se apresentou em diversos países. Ao longo dos quarenta anos em que construiu uma carreira fora do Brasil, Tico da Costa tornou-se o mais internacional dos artistas potiguares, fazendo turnês na Europa, nos Estados Unidos, na América Central, na América do Sul e na África. Antes de se mudar para a Itália, o talentoso potiguar percorreu o Nordeste brasileiro fazendo shows em teatros, universidades e escolas, desenvolvendo um estilo versátil e criativo que deixava as plateias encantadas. Compositor extraordinário, Tico se...

Uma Noite Vice & Versa celebra legado da histórica boate e promove reencontro da geração dos anos 1980

07/08/2026|

Festa no Bardallos Comida e Arte reúne DJs e artistas para homenagear o espaço que foi referência na cena cultural, na diversidade e na vida noturna da capital potiguar. A memória de um dos espaços mais emblemáticos da vida cultural e noturna de Natal será celebrada no próximo dia 8 de agosto a partir das 21h no Bardallos Comida e Arte. A festa Uma Noite Vice & Versa convida o público para um reencontro com a atmosfera da lendária Boate Vice-Versa, criada por Lula Belmont em 1984, no Centro Histórico da capital potiguar. Muito mais do que uma casa noturna, a Vice-Versa marcou época ao se tornar um espaço de convivência, liberdade e expressão artística. Instalada na Rua Vigário Bartolomeu, na Cidade Alta, a boate consolidou-se, especialmente a partir de 1988, como um dos principais pontos de encontro da cena alternativa de Natal, reunindo música, teatro, artes visuais e manifestações culturais diversas. Pioneira, a Vice-Versa foi a primeira boate de Natal a se divulgar como um espaço GLS, antes mesmo da popularização da sigla. Durante seus oito anos de funcionamento, entre 1984 e 1992, promoveu festivais de rock, concursos como Mister Vice-Versa e Mais Bela Gay, além de abrir espaço...

Filme potiguar “Era do Metano” faz pré-estreia exclusiva e com sessão gratuita no Cinemark Midway

07/08/2026|

Com narrativa cyberpunk e elenco 100% potiguar, primeiro longa-metragem da cineasta Márcia Lohss e do diretor Júlio Schwantz celebra a força do cinema do RN no mesmo dia em que o estado estreia no Festival de Gramado. No dia 18 de agosto, o Cinemark do Midway Mall será palco da aguardada pré-estreia do longa-metragem Era do Metano. A obra marca a estreia em longa-metragem da cineasta e atriz Márcia Lohss, em codireção com Júlio Schwantz, trazendo uma instigante estética cyberpunk para o cinema potiguar. A data ganha um marco especial para o audiovisual do Rio Grande do Norte: acontece no mesmo dia em que outro longa-metragem potiguar, Leite em Pó, faz sua estreia no prestigiado Festival de Cinema de Gramado. A diretora Márcia Lohss também integra o elenco de Leite em Pó, contracenando com Priscila Villela e Débora Medz — atrizes que conectam as duas produções potiguares. Homenagem à inesquecível Titina Medeiros Era do Metano traz no elenco a saudosa atriz Titina Medeiros, que entrega uma atuação vibrante no papel de uma influenciadora digital de um futuro próximo. A obra é dedicada em homenagem póstuma a Titina, celebrando seu legado imensurável para as artes cênicas do estado e do país....

Tributo celebra a obra do músico potiguar Tico da Costa nesta quinta

07/08/2026|

O Show “Várias Vozes, Um Só Canto – Especial Instrumental” reúne grandes nomes da música instrumental em solo potiguar, no Auditório Onofre Lopes da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em homenagem ao artista areiabranquense Desta vez o tributo “Várias Vozes, Um Só Canto” chega à sua 13ª edição, numa versão instrumental, reverenciando mais uma vez o músico e compositor potiguar Tico da Costa, um dos artistas mais internacionais que o Rio Grande do Norte já teve. O show acontecerá no Auditório Onofre Lopes da EMUFRN na quinta-feira 13 de agosto de 2026, às 19h30, com entrada gratuita. A direção musical e os arranjos estarão a cargo do renomado músico Eduardo Taufic, à frente de uma banda de destaque, nos teclados, junto com Airton Guimarães no contrabaixo acústico, Darlan Marley na bateria e Ramon Gabriel nas percussões. O espetáculo contará ainda com participações mais do que especiais do cenário local, nove ao todo: Bruno Cirino na sanfona, Bruno de Lira no bandolim, Carlos Zens na flauta, Dyana Alves no violino, Eugênio Lima no violão, Jotapê no clarone, Paulo Silva no sax alto, Pedro Paulo no cavaquinho e Raquel Oliveira no sax soprano. A poetisa Deth Haak, presente desde a primeira edição do tributo, será responsável pela condução do tributo....

Grupo Poemas Beneditos

07/08/2026|

Do coração solar do Seridó potiguar nasce o Grupo Poemas Beneditos, que acaba de lançar nas plataformas digitais seu disco homônimo. Na cadência do Maracatu, do Samba Rock, das baladas, do Reggae e do Blues, há letras (poemas) com cheiro de cana, de rádio Rural, de rua de terra. Há também o peso do trabalho e da memória que insiste em voltar. O vento que “mastigou” um cabelo, “dourado bagaço”. Não é paisagem de cartão-postal. É paisagem de quem viu de perto. Duas figuras femininas sustentam o fio: Margarida e Teresa. Margarida ouvia “marchinhas na rádio Rural” e sentia saudade de Caicó “sem nunca ter ido a Caicó”. Quase cega, ainda costurava. Teresa é movimento. “Meio pardal, meio chocalho, uma cortina de conchas raras”. Anunciava a chegada “como os carrinhos de gás”. É um trabalho que nasce de um sertão que guarda memórias, mas que olha pra o presente e seus desafios. De um lado, a guitarra chorosa do blues e a melodia suave da balada, que falam de amor, saudade e desencontros. Do outro, o tambor grave do maracatu, que traz a ancestralidade do chão nordestino, o terreiro, a força coletiva. E pra costurar tudo, o balanço do reggae,...

TAM recebe concerto e apresentação didática da Academia Jovem Concertante nesta quarta

07/08/2026|

No dia 12 de agosto (quarta-feira), o Teatro Alberto Maranhão, em Natal, será palco para as apresentações do grupo de cordas da Academia Jovem Concertante (AJC). Celebrando 15 anos de atuação ininterrupta, o projeto reúne um seleto grupo de jovens instrumentistas de todo o país, com foco especial em talentos do Nordeste nesta edição. A programação na capital potiguar contará com duas sessões: às 15h, será realizado um concerto didático voltado especialmente à formação de novas plateias e estudantes; já às 19h30, o público poderá conferir a apresentação principal. Criada pela Brasil Classical em 2009, a AJC tem como missão profissionalizar jovens músicos e democratizar o acesso à música clássica. Com mais de 100 mil pessoas impactadas e 200 concertos realizados, o projeto funciona como um laboratório de treinamento de alta performance, preenchendo a lacuna entre a formação acadêmica e o mercado de trabalho orquestral. Ao longo dessa trajetória, mais de mil instrumentistas já passaram pela iniciativa e muitos hoje integram grandes orquestras no Brasil e no exterior. A direção artística é da renomada pianista Simone Leitão, idealizadora do projeto, e a direção musical é comandada pelo violinista Thierry de Lucas. Thierry vive um ciclo emblemático dentro da AJC: foi...

Opúsculo humanitário

05/08/2026|

Opúsculo humanitário Autora: Nísia Floresta Editora: Companhia das Letras/Penguin Ano: 2024 Páginas: 213 Nísia Floresta, além de ser uma das figuras intelectuais mais relevantes nascidas no Rio Grande do Norte, abre espaço para uma importante questão de fundamento no que diz respeito à categoria “literatura potiguar”. Como bem já observou mais de uma vez o escritor e crítico literário Manoel Onofre Júnior, a definição do que seria “literatura potiguar” passa por delimitar o lugar de Nísia em nosso cânone. Isso porque, ao contrário de figuras como Cascudo, Jorge Fernandes e Newton Navarro, Nísia viveu muito pouco tempo aqui no estado e, a despeito de ter marcado no seu pseudônimo o nome do sítio onde nasceu (“Floresta”), na antiga vila de Papary, produziu a maior parte de sua obra fora das fronteiras de nosso Rio Grande. Dionísia Gonçalves Pinto (seu nome de batismo) foi, antes de mais nada, uma autora marcada por uma experiência profundamente cosmopolita. Viveu em Pernambuco, no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro e morreu em Paris. Viajou pela Alemanha e pela Itália e travou contato com figuras referenciais da intelectualidade europeia no século XIX. Para pensarmos no pioneirismo e na importância do seu trabalho intelectual...

“Gonzaga & Gonzaga” celebra o encontro entre dois pioneiros da música brasileira na Casa da Ribeira

05/08/2026|

Dois sobrenomes que ajudaram a escrever a história da música brasileira se encontram pela primeira vez no palco. No próximo sábado (08), a Casa da Ribeira recebe a estreia de Gonzaga & Gonzaga, concerto que aproxima os universos de Chiquinha Gonzaga e Luiz Gonzaga. O espetáculo é idealizado pela pianista, cantora, compositora e educadora musical Priscila Matos, ao lado do sanfoneiro Bruno Cirino, e conta com produção de Marlos Ápyus. Com duração de 60 minutos, Gonzaga & Gonzaga reúne piano, voz e sanfona em arranjos que aproximam o choro e o forró, em um encontro imaginário de dois artistas separados pelo tempo, mas ligados pelo pioneirismo e pela contribuição na formação da identidade musical brasileira.  A ideia nasceu da trajetória de Priscila Matos, artista que transita entre os dois gêneros musicais e que dedica parte de sua carreira à pesquisa da obra de Chiquinha. Além de seus trabalhos autorais, em 2015 a artista lançou seu primeiro disco em homenagem à maestra, que também contou com composições próprias em parceria com o Conjunto Subindo a Ladeira. “Sempre achei uma coincidência interessante Chiquinha e Luiz compartilharem o mesmo sobrenome, embora não tenham nenhum parentesco. Ela teve papel fundamental na criação do choro...

Festival MADA anuncia BaianaSystem com o espetáculo “O Mundo Dá Voltas”

04/08/2026|

MADA confirma BaianaSystem como mais uma atração da edição de 2026, que acontece nos dias 16 e 17 de outubro, na Arena das Dunas, em Natal. Um dos projetos mais inovadores da música brasileira contemporânea, o coletivo baiano desembarca no festival com o espetáculo “O Mundo Dá Voltas”, inspirado no álbum homônimo vencedor do Grammy Latino. Durante o show, o grupo revisita as bases sonoras que consolidaram sua identidade enquanto incorpora novas canções, timbres e experimentações. Partindo da Bahia profunda e de seu legado ancestral para dialogar com diferentes culturas do mundo, o BaianaSystem traduz em música, imagem e performance reflexões sobre expressões culturais, políticas e sociais, aproximando guitarra baiana, sound system, ritmos afro-brasileiros, música eletrônica e diferentes manifestações populares. A confirmação amplia o lineup da edição de 2026, que já reúne Marina Sena, Emicida, Zeca Pagodinho, Gaby Amarantos, Luiz Lins, Duquesa, Tribo de Jah convida Célia Sampaio, SouRebel + Núbia e o palco Baile da Amada, conhecido como um verdadeiro “festival dentro do festival”. SERVIÇO | Festival MADA 2026 Datas: 16 e 17 de outubro de 2026Local: Arena das DunasAv. Prudente de Morais, 5121 – Lagoa Nova, Natal (RN)Ingressos via ShotgunAtrações confirmadas: BaianaSystem, Marina Sena, Emicida, Zeca Pagodinho, Gaby Amarantos, Tribo...

Projeto Choro da Praça promove nova edição nesta sexta-feira em Nova Parnamirim

03/08/2026|

A Praça da Paróquia São Mateus Moreira, em Nova Parnamirim, recebe nesta sexta-feira (07), a partir das 19h, mais uma edição do Projeto Choro da Praça, iniciativa que tem fortalecido a valorização e a difusão do choro, um dos mais tradicionais gêneros da música brasileira. O projeto realiza uma roda de choro aberta, reunindo músicos, estudantes, apreciadores e moradores da comunidade em um ambiente de convivência, integração e intercâmbio cultural. A participação é livre para instrumentistas que desejem integrar a roda e contribuir com a programação musical. Além de incentivar a prática do choro, o evento busca aproximar a população desse importante patrimônio cultural brasileiro, despertando o interesse pela música instrumental e promovendo o acesso gratuito à cultura em espaço público. Consolidado como um ponto de encontro de músicos e amantes da boa música, o Choro da Praça contribui para a preservação dessa tradição, incentiva a formação de novos instrumentistas e fortalece a ocupação cultural dos espaços públicos, tornando a praça um ambiente de convivência, lazer e valorização da cultura. Nesta edição o Choro da Praça conta com duas atrações especiais: O instrumentista Jane Eyre e o grupo de percussão Batuque Resistência. Para participar como músico voluntário basta procurar a...

Quinta Feira, 14 de Outubro de 2021/Viver/
Museu da Rampa
Repórter Tadzio França
Foto.Magnus Nascimento

03/08/2026|

Nos dias 04 e 05 de agosto de 2026, o Complexo Cultural Rampa, em Natal, será palco do Programa (re)Conexões – Rio Grande do Norte. Promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Norte (Secult/RN), o encontro reúne gestores públicos, profissionais do setor, estudantes, trabalhadores da cultura e a sociedade civil para debater as diretrizes e os rumos das políticas públicas para o campo museal potiguar e brasileiro. O Programa (re)Conexões é uma ação estruturante e itinerante do Ibram que percorre os estados brasileiros promovendo a descentralização, a qualificação e o diálogo permanente entre o poder público e a sociedade civil. A iniciativa atua como um espaço contínuo para escuta e pactuação, garantindo que as especificidades e vozes dos diferentes territórios contribuam na formulação de uma museologia plural e inclusiva. Em sua edição 2025/2026, o programa busca debater, de forma colaborativa, três temas estratégicos para o campo museal: a reestruturação do Sistema Brasileiro de Museus (SBM), a implantação do Sistema de Participação Social do Ibram (SPAS) e a normatização do Fórum Nacional de Museus (FNM). As contribuições coletadas junto aos participantes subsidiarão o aperfeiçoamento dos instrumentos normativos e...

Circuito Literário Potiguar (CLIP) leva programação cultural aos municípios de Santa Cruz e Macau

03/08/2026|

O Circuito Literário Potiguar (CLIP) dá continuidade à sua programação itinerante pelo Rio Grande do Norte, promovendo mais uma etapa de circulação cultural que reúne literatura, formação e diferentes manifestações artísticas. Nos dias 3 e 4 de agosto, os municípios de Santa Cruz e Macau recebem oficinas, mesas de conversa, saraus poéticos, apresentações teatrais e atrações culturais gratuitas, fortalecendo o acesso à produção artística potiguar e valorizando escritores, artistas, coletivos e grupos culturais de diversas regiões do estado. A programação foi construída a partir da diversidade de linguagens que compõem a cultura potiguar. Durante os dois dias de atividades, o CLIP promove encontros com a poesia, a crítica literária, a escrita criativa, a literatura de cordel, o stencil, as artes visuais, o teatro, a música e as manifestações da cultura popular, criando espaços de formação, troca de experiências e circulação cultural. Em Santa Cruz, nos dias 3 e 4 de agosto, a programação tem início na Casa de Cultura Popular Palácio do Inharé com a oficina “No Olho da Onça – Leitura e Crítica Literária Feminina”, mediada por Idyane França. A atividade propõe uma imersão na literatura produzida por mulheres, estimulando a leitura, o debate e a criação literária. Ainda...

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