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natal nos idos 40

Natal dos idos 40

Por José Alexandre Odilon Garcia Como era Natal nos anos 40? Natal era cidade modorrenta e provinciana, 40 mil habitantes espremidos entre Ribeira e Cidade Alta, até a avenida Deodoro,

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Circuito Literário Potiguar (CLIP) chega a Caicó com formação e valorização da cultura seridoense

Redação

Município integra a rota de itinerância do projeto, que percorre as 16 DIRECs do RN, promovendo o acesso ao livro, à leitura e a democratização cultural. O Circuito Literário Potiguar (CLIP) desembarca em Caicó com uma programação dedicada ao fortalecimento da literatura e da identidade regional. A atividade integra a segunda etapa do projeto, que prevê a realização de oficinas itinerantes e eventos culturais em todas as 16 Diretorias Regionais de Educação e Cultura (DIRECs) do estado. A iniciativa, que teve seu lançamento oficial em agenda com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e da governadora Fátima Bezerra, reafirma o compromisso com a descentralização das políticas públicas de fomento ao livro e à leitura. O CLIP é uma realização conjunta entre o Governo do Estado do RN, por meio da Secult e SEEC, em parceria com o IFRN e a FUNCERN, e conta com o apoio do Ministério da Cultura. A metodologia do projeto é estruturada para preencher lacunas na formação de leitores e valorizar autores potiguares, com uma grade de atividades desenhada a partir de um levantamento detalhado das demandas de cada localidade junto às secretarias municipais de cultura. Os temas das oficinas, que incluem cordel, slam, escrita criativa, contação de histórias e preservação histórica, são ministrados por profissionais do Rio Grande do Norte, promovendo um intercâmbio de conhecimentos entre diferentes regiões do estado. Além de Caicó, o projeto contempla outros municípios potiguares, incluindo Angicos, Apodi, Assú, Ceará-Mirim, Currais Novos, João Câmara, Macau, Mossoró, Natal, Nova Cruz, Parnamirim, Pau dos Ferros, Santa Cruz, São Paulo do Potengi e Umarizal. Programação em Caicó As atividades acontecem na Casa do Artesão do Seridó e na Casa de Cultura Popular de Caicó. Confira: Dia 02 de Julho Dia 03 de Julho Fortalecimento da Rede Literária Potiguar Para mapear e integrar os agentes culturais do estado, o CLIP convida a comunidade literária a participar dos cadastros oficiais, essenciais para a construção desta rede colaborativa: Serviço: Crédito da foto: Tiago Lima

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Exposição Olhares de Fé transforma terreiros em espaços permanentes de memória fotográfica no RN

Redação

Mostra fotográfica fixa que retrata a memória dos terreiros no RN abre no dia 8 de julho, às 18h, no Ponto de Cultura Viva Ilê Axé Afinká. A memória dos terreiros de Candomblé e Jurema do Rio Grande do Norte ganha novos contornos com Olhares de Fé, projeto do fotógrafo e antropólogo Ysmael Ventura que reúne fotografia, pesquisa, preservação patrimonial e documentação audiovisual para valorizar a história e fortalecer a memória das comunidades de matriz africana. A primeira exposição será inaugurada no dia 8 de julho de 2026, às 18h, no Ponto de Cultura Viva Ilê Axé Afinká. Em seguida, no dia 25 de julho, o projeto chega ao Ponto de Cultura Ilê Axé Odé Layó, em Assú, dando continuidade ao circuito que contempla quatro terreiros potiguares. Resultado de um processo de pesquisa e diálogo com as lideranças religiosas, Olhares de Fé reúne fotografias produzidas pelo fotógrafo e pesquisador Ysmael Ventura, com curadoria do antropólogo Guilherme Viana, ao lado de imagens históricas restauradas pertencentes aos acervos das próprias casas. A exposição aproxima passado e presente, revelando momentos históricos que tangem a permanência dos saberes, das tradições e da ancestralidade preservada nesses territórios. Doutorando em Antropologia pela UFRN, Ysmael Ventura desenvolve pesquisas em fotografia, antropologia visual e patrimônio cultural. Ao longo do projeto, realizou visitas aos terreiros, levantamento de fotografias antigas e novos registros documentais, produzidos com respeito aos protocolos religiosos e às narrativas das comunidades. Mais do que uma mostra fotográfica fixa, Olhares de Fé deixa um legado permanente: cada terreiro participante recebe uma exposição fixa formada por fotografias históricas e contemporâneas, fortalecendo a preservação de sua memória e constituindo um acervo visual para as futuras gerações. Todo o processo foi registrado em um minidocumentário que apresenta os bastidores da pesquisa, da restauração das imagens, da produção fotográfica e da montagem das exposições, tendo como fio condutor os relatos das lideranças religiosas. A abertura contará ainda com a exibição do filme e uma visita guiada conduzida por Ysmael Ventura. Com o conceito: “Entre o visível e o invisível, a memória encontra um caminho”, o projeto propõe uma reflexão sobre a fotografia como instrumento de preservação da memória, do pertencimento e da valorização dos patrimônios culturais afro-brasileiros. Ao reunir acervos históricos e novos registros, a iniciativa amplia a visibilidade das religiões de matriz africana, contribui para o combate ao preconceito religioso e reafirma a importância dessas comunidades na formação da identidade...

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Música Preta Potiguar estreia com série audiovisual que celebra artistas negros do Rio Grande do Norte

Redação

A música negra produzida no Rio Grande do Norte ganha um novo espaço de visibilidade a partir desta quinta-feira, 02 de julho, com a estreia do Música Preta Potiguar, série audiovisual que reúne performances musicais ao vivo em formato de sessions intimistas em estúdio e entrevistas com artistas da cena independente potiguar.  O projeto será lançado no YouTube e apresentará, ao longo de três semanas, diferentes trajetórias, sonoridades e experiências que ajudam a construir a identidade da música preta produzida no estado. Idealizado pelo produtor cultural Diego Andrade, o Música Preta Potiguar foi criado para dar visibilidade, difundir e fortalecer a produção musical negra potiguar. Cada episódio combina uma session musical gravada em estúdio com uma entrevista em que os artistas compartilham em uma conversa seus processos criativos, desafios, inspirações e experiências na construção de suas carreiras.  A primeira temporada reúne três nomes que representam diferentes linguagens da música contemporânea produzida no Rio Grande do Norte. A estreia, no dia 2 de julho às 12h, será com Jennify C., DJ, rapper, produtora musical e performer que vem se consolidando como um dos principais nomes da nova cena eletrônica potiguar. No dia 9 de julho, será lançado o episódio da Sourebel, banda que une as raízes do reggae jamaicano às influências afro-nordestinas em um repertório marcado por ancestralidade e consciência social. Encerrando a temporada, em 16 de julho, o projeto divulga a session de Gracinha, cantora, compositora e multi-instrumentista que se destaca na cena independente com um trabalho que transita entre o dream pop, o indie pop e a neo-psicodelia. Além de destacar artistas diante das câmeras, o projeto também fortalece a representatividade nos bastidores ao reunir uma equipe formada majoritariamente por profissionais negros do audiovisual, da música e da produção cultural. A iniciativa busca ampliar a visibilidade da produção musical negra potiguar e contribuir para a construção de uma cena cultural cada vez mais diversa, plural e representativa. O Música Preta Potiguar foi realizado por meio do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos, na categoria de Ações Culturais, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio da Fundação José Augusto, da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Norte, do Sistema Nacional de Cultura, do Ministério da Cultura e do Governo Federal. SERVIÇO Música Preta Potiguar  Lançamentos nas quintas-feiras: Instagram:  @musicapretapotiguar Créditos Produção executiva: Diego Andrade Produção audiovisual: Nobir Produtora...

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Depois de 3 anos de silêncio, potiguar Luan Bates retorna com novo single “20 Days”

Redação

Lançado nas plataformas de streaming, “20 Days” traz uma atmosfera intensa através do arranjo eletroacústico, onde os violões se misturam às guitarras distorcidas, baixo e bateria pulsantes, num encontro entre folk, grunge e psicodelia. O single é acompanhado por mais duas faixas inéditas: “The Unicorn”, inspirada em Elliott Smith e Nick Drake; e a instrumental “Quiet Feedback”, com uma sonoridade voltada para o post-rock. Característico de sua trajetória até aqui, Luan assina as composições, produção e mixagem das faixas. A capa do single é assinada pelo multiartista pernambucano Wilson de Barros. “20 Days” prepara terreno para o terceiro disco de estúdio de Luan Bates, intitulado “Songs About Ghosts”, a ser lançado no segundo semestre de 2026. SOBRE O ARTISTA Luan Bates é atuante no cenário musical do Rio Grande do Norte há mais de uma década, tendo participado da banda Seu Ninguém, colaborado com artistas e bandas locais como Boats, Ydna e Thee Automatics, além de ter lançado seus trabalhos solo e fundado o extinto selo Nightbird Records. Aos 31 anos e radicado em Natal-RN, Luan tem dois discos de estúdio, cinco EPs e uma dezena de singles lançados desde 2016. Além de ter frequentado os palcos norte-rio-grandenses, Luan também circulou com suas músicas em cidades como Fortaleza-CE, João Pessoa-PB e São Paulo-SP. Após o lançamento de seu EP ao vivo, em 2023, o cantor-compositor decidiu pausar suas atividades musicais, priorizando trabalhos fora desse âmbito. Coincidindo com o seu retorno à produção musical, além dos novos lançamentos, seu catálogo voltará completamente às plataformas de streaming ao longo de 2026. OUÇA “20 DAYS” NA SUA PLATAFORMA PREFERIDA: https://onerpm.link/772237160452 REDES SOCIAIS E STREAMING:https://www.instagram.com/luan_bates/https://www.youtube.com/@LuanBateshttps://open.spotify.com/intl-pt/artist/0BktpxFxqfUBimnXimZ4Gm

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Indira Gomes

Primeira exposição individual de Indira Gomes chega à galeria do Mahalila Café e Livros

Redação

A artista visual potiguar Indira Gomes apresenta sua primeira exposição individual, Memória da Matéria, com abertura no dia 9 de julho de 2026, às 19h, no Mahalila Café e Livros, em Potilândia, Natal. A mostra marca um novo momento na trajetória da artista e reúne trabalhos recentes que exploram as possibilidades de encontro entre diferentes elementos. Com curadoria de Ana Paola Ottoni, a exposição convida o público às experimentações construídas a partir de materiais simples e cotidianos. Para Indira Gomes a terra ocupa um lugar central nessa série de trabalhos, utilizada como pigmento e como base de construção das peças. A artista desenvolve composições que transitam entre a pintura e o tridimensional. Seu olhar para o feminino atravessa possibilidades de diálogo evocando memórias e vínculos com o território. O conjunto revela a potência plástica e as histórias inscritas em suas superfícies, abrindo espaço para uma experiência sensível entre a abstração colorida e o figurativo. ServiçoMemória da matéria – Primeira exposição individual de Indira GomesArtista: Indira GomesCuradoria: Ana Paola OttoniAbertura: 9 de julho de 2026, às 19hLocal: Mahalila Café e Livros – Potilândia, Natal/RNEntrada gratuita

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Vem aí a Maratona Literária Potiguar com palestras, debates, lançamentos e homenagens

Redação

Onze anos depois de unirem a comunidade literária potiguar em uma grande mobilização solidária em favor das vítimas da seca que castigava a região do Açude Gargalheiras, na cidade de Acari, os escritores Thiago Gonzaga e Aluísio Azevedo Jr. voltam a reunir esforços para promover mais um importante momento da cultura norte-rio-grandense. Se, em 2015, a literatura foi instrumento de solidariedade e esperança, em 2026 ela se transforma em um grande espaço de celebração da produção literária potiguar, por ocasião do Dia da Literatura Potiguar, comemorado em 9 de julho. Nos dias 9 e 10 de julho, a Livraria Manimbu será palco da Maratona Literária, uma ampla programação cultural que reunirá escritores, pesquisadores, professores, estudantes, coletivos literários e leitores em torno de alguns dos principais temas da produção contemporânea do Estado. Ao longo de dois dias, o público poderá acompanhar mesas-redondas, palestras, debates, lançamentos de livros, homenagens e bate-papos literários. Entre os convidados já confirmados estão nomes como Josimey Costa, Manoel Onofre Jr. Anchella Monte, Thiago Medeiros, Rizolete Fernandes, José de Castro, Conceição Flores, Aldo Lopes de Araújo, Márcio Benjamin, Crispiniano Neto, dentre outros representantes de diferentes gerações e vertentes da literatura potiguar. A programação ainda abordará temas como literatura infantojuvenil, formação de leitores, literatura decolonial, literatura LGBTQIA+, literatura afro-brasileira, literatura indígena, literatura de terror, literatura e cinema, além de prestar uma homenagem especial aos 90 anos da Academia Norte-rio-grandense de Letras e ao centenário do poeta e folclorista Deífilo Gurgel. A iniciativa reafirma o compromisso de Thiago Gonzaga e Aluísio Azevedo Jr. com a difusão da literatura potiguar e com o fortalecimento da cultura local. Mais do que uma sequência de encontros literários, a Maratona Literária pretende aproximar autores e leitores, incentivar a formação de novos públicos e demonstrar a riqueza e a diversidade da produção intelectual do Rio Grande do Norte. Em um verdadeiro mergulho pelas letras potiguares, a programação promete transformar a Livraria Manimbu em um dos principais espaços de celebração da literatura potiguar, consolidando o Dia da Literatura Potiguar como uma data de encontro, reflexão e valorização dos escritores do Estado.

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Nara Costa lança o EP “Raízes”, uma celebração da identidade nordestina e do forró tradicional

Redação

Com mais de 35 anos de carreira, a cantora potiguar Nara Costa lança, nesta quarta-feira, 1º de julho, o EP Raízes, um projeto que celebra a identidade musical nordestina, resgata a essência do forró tradicional e valoriza os compositores potiguares. Em um cenário em que as plataformas digitais oferecem uma enorme diversidade de estilos musicais, o projeto reafirma a força do forró tradicional e evidencia a riqueza da produção musical potiguar. Com quatro faixas, o projeto destaca os instrumentos que formam a base sonora do gênero — sanfona, zabumba e triângulo — e propõe uma imersão nas sonoridades que marcaram gerações e ajudaram a construir a identidade musical do Nordeste. Mais que um lançamento musical, Raízes é uma homenagem às origens do forró e aos artistas que mantêm viva essa herança cultural. Com direção musical e arranjos de Eduardo Taufic, o EP foi gravado no ET Studio e reúne importantes músicos da cena potiguar, como os sanfoneiros Zé Hilton do Acordeon, Lipe Guedes, Bruno Cirino e Reynaldo Júnior, sendo um convidado em cada faixa, além de Ramon Gabriel (percussão), Monica Michelly (contrabaixo) e Marco Rodrigues (vocais). O repertório reúne as canções “Orgulho Nordestino”, de Nara Costa, Zeca Brasil e Jean Xavier; “Vitrais”, de Daniel Freire; “Sonhos Não Têm Fim”, de Zé Hilton; e “Todo Mundo Precisa de um Pouco de Amor”, de Daniel Gonzaga, neto de Luiz Gonzaga, o eterno “Rei do Baião”. A presença de compositores de diferentes gerações reforça a proposta do projeto de preservar e renovar a tradição musical nordestina. A faixa “Orgulho Nordestino” sintetiza a essência do EP ao celebrar o forró como patrimônio cultural e expressão da identidade nordestina. Com Raízes, Nara Costa reafirma sua trajetória artística ligada à valorização da cultura popular, apresenta uma produção genuinamente potiguar e convida o público a celebrar a força do forró tradicional, gênero que continua a emocionar, unir gerações e representar a alma do Nordeste. SERVIÇO Nara Costa  – Lançamento do EP “Raízes”Disponível, a partir de 1º de julho, nas principais plataformas de streaming http://bit.ly/3QV2MdgSiga: @naracostaoficial

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Projeto documental “Enquanto Houver Maré” mergulha na memória da pesca artesanal

Redação

Em celebração ao Dia Nacional do Pescador (29 de junho), a pesca artesanal potiguar ganha destaque sob os olhares da juventude. O projeto Enquanto Houver Maré lança um fotolivro artístico e documental, idealizado pelo jornalista e fotógrafe Malu Didier e produzido em coautoria com estudantes dos territórios pesqueiros de Maxaranguape, Touros e Rio do Fogo, no litoral norte do RN. A obra documenta o cotidiano das comunidades, mergulhando nos vínculos afetivos que diferentes gerações nutrem com a pesca — não enquanto ofício, mas enquanto modo de vida. As publicações do projeto iniciam nesta quarta-feira (25), no perfil do Instagram @enquantohouver.mare. Os registros que compõem a iniciativa são frutos de uma formação ministrada por Malu Didier em escolas da rede pública dos três municípios. A oficina “Marés, Memórias e uma Pescaria de Histórias” convidou jovens de 9 a 18 anos a desacelerar o olhar sobre o território, explorando o poder da imagem na preservação de culturas tradicionais. “A oficina foi pensada para despertar nos jovens o desejo de transformar o cotidiano pesqueiro em memória viva. Eu quis fazer eles se apaixonarem pela fotografia, mostrando que pelas lentes, a gente encontra uma dimensão única da nossa realidade. E pela imagem, a gente consegue traduzir isso em sentimento.” O perfil @enquantohouver.mare no Instagram funcionará como uma plataforma multimídia para partilhar o processo do projeto, que tem como base uma pesquisa iniciada por Malu sobre como nascem as narrativas visuais em territórios pesqueiros. O canal servirá como um arquivo vivo de estudos, processos e resultados das oficinas, making off, além de exibir as fotografias e vídeos captados pelo fotógrafe e pelos participantes. As publicações entrelaçam dimensões diversas da pesca artesanal, traduzindo a fé, o lúdico, o artesanato, a lida marinha e o pertencimento territorial como expressões vivas dessa identidade. Neste dia 29 de junho, o fotolivro Enquanto Houver Maré será disponibilizado em versão digital por meio do Instagram. A publicação contará com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição parcial da obra acessível via QR Code. O fotolivro terá ainda uma tiragem física de 50 exemplares, destinada às bibliotecas das escolas parceiras – Escola Estadual Tabelião Júlio Maria (Touros), Escola Municipal Germano Gregório (Maxaranguape) e Escola Municipal Ana de Paiva (Rio do Fogo) – , além da Associação de Maricultoras de Algas de Rio do Fogo (AMAR). Inspirado no fluxo contínuo das águas, Enquanto Houver Maré surge sob a premissa de que a memória, assim como...

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30/07/2025|

Nesta quinta-feira, a partir das 16h30, o Complexo Cultural Rampa vai virar palco de arrasta pé. Para animar a festa, Deusa do Forró, Jarbas do Acordeon e Cláudio Araújo. Fim de tarde dançando ao som do autêntico forró potiguar e aproveitando o pôr do sol mais bonito de aqui e alhures. Ah, a entrada é gratuita!

30/07/2025|

De 1º a 3 de agosto, Serra de São Bento vai virar mesmo um palco a céu aberto: música, cultura, gastronomia, artesanato e paisagens encantadoras. Mas a programação peca na divulgação, especificamente no termo generalista “artistas locais”, após citar os “destaques” como João Gomes, Flávio José e Waldonys. E mesmo colocando todos os artistas locais no mesmo bojo, citam em separado a também artista local Tanda Macedo, natalense “da gema”. Ou Artistas Locais seriam apenas os serrabentenses? Eis como saiu: Sexta-feira (01/08) • Robelly Ramos • Flávio José • Iguinho e Lulinha • Samyra Show  Sábado (02/08) • Waldonys • Tanda Macedo • João Gomes • Aline Reis Domingo (03/08) • Artistas locais • Banda Ferro na Boneca

Conplam

30/07/2025|

Na última terça-feira foi realizada a 336ª reunião ordinária do Conselho de Planejamento Urbano e Meio Ambiente de Natal (Conplam) para discutir pautas como a revitalização do centro histórico de Natal. Foram convidados representantes do IPHAN-RN, DER, STTU e Secretaria de Infraestrutura do Estado (SIN) para apresentar os estudos e projetos aos membros. Aberta a discussão sobre a revitalização do centro histórico da cidade, a representante do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a arquiteta da divisão técnica, Luana Cruz, foi convidada à mesa. Diante das dificuldades elencadas pelos membros do Conplam para se aprovar um projeto, ela disse que o órgão está disponível a discutir e encontrar caminhos viáveis aos projetos. A sugestão dos conselheiros foi de criar câmaras técnicas para que o município possa encontrar soluções para resolver problemas relativos a normativas juntamente com o IPHAN, tendo em vista que a área é tombada a nível federal. Outros órgãos devem participar desse grupo para ajudar o município a realizar esse projeto, que perpassa pelo social, arquitetônico, cultural e histórico. “A ideia é trabalhar juntos para encontrar soluções que atendam as legislações a nível federal, estadual e municipal”, destacou o presidente do Conplam, Thiago Mesquita. Outro ponto foi...

Livro reúne memórias de lideranças estudantis que moldaram o cenário político contemporâneo

30/07/2025|

Nesta quinta (31), a Pinacoteca do Estado, antigo Palácio do Governo, será palco do lançamento do livro “Nós, Eles e o Movimento Estudantil: 45 Anos”, uma obra que reúne relatos, reflexões e memórias de mais de uma centena de lideranças estudantis que ajudaram a moldar o cenário político e social nas últimas décadas. Assinado por Marcelo Justino, ex-presidente da UMES, e David Lemos, ex-presidente da APES/RN, o livro é descrito pelos autores como “um tributo à resistência, à luta e à força da juventude organizada”. A publicação é fruto de uma extensa pesquisa documental e entrevistas com figuras marcantes do ativismo estudantil, em nível local e nacional. “Reunimos vozes que muitas vezes ficaram à margem da história oficial, mas que foram fundamentais em momentos cruciais do país. Este livro é sobre essas pessoas, sobre nós, sobre o poder da mobilização coletiva”, destaca Marcelo Justino. Para David Lemos, a obra “é uma tentativa de devolver protagonismo a uma geração que, mesmo sob repressão, soube gritar, marchar e construir pontes para o futuro”. O evento de lançamento será realizado a partir das 18h, com coffee break, show ao vivo e momentos de autógrafos. A expectativa é de reunir antigos militantes, educadores, estudantes,...

Banda Resistência Elétrica

30/07/2025|

Formado por integrantes do Boca Seca e do Sangueblues, novo grupo na noite natalense, apresenta repertório com interpretações de música brasileira, pop, latinidades e muito suingue A banda RESISTÊNCIA ELÉTRICA faz sua estreia na noite de Natal na próxima sexta-feira, 1 de agosto, às 22h, no FIGA BAR E CULTURA, na Vila de Ponta Negra. O grupo é formado por integrantes do Boca Seca e do Sangueblues, e chega aos palcos com um repertório voltado pra interpretações de música brasileira, pop, mpb e latinidades, sempre com muito suingue e balanço. RESISTÊNCIA ELÉTRICA tem em sua formação músicos experientes, atuantes há anos na noite de Natal, em bandas autorais e projetos musicais paralelos, entre eles o Boca Seca e o Sangueblues, bastante conhecidos na cena local. A formação conta com Adriano Azambuja (guitarra), Isaac Ribeiro (voz/percussão), Jordan Santiago (baixo) e Bruninho Pernambucano (bateria). E não poderia haver lugar melhor para a estreia do RESISTÊNCIA ELÉTRICA do que o palco do FIGA BAR E CULTURA, novo espaço na noite de Natal que já conquistou um público diverso e vibrante. A casa tem se destacado por seu diálogo entre contemporaneidade, tradição e ancestralidade, abrindo espaço em sua agenda também para o forró, o...

Confira programação completa do Festival Caleidoscópio em vários espaços de Natal

29/07/2025|

A capital potiguar já tem data marcada para mergulhar em uma experiência cultural única. A programação completa do Festival Caleidoscópio – Música, Alma e Compartilhamentos acaba de ser divulgada, prometendo transformar Natal em um grande palco de encontros artísticos e afetivos ao longo do mês de agosto – do dia 06 ao dia 24. O Festival é uma temporada de concertos, movimentando palcos e espaços culturais com diversidade de timbres, instrumentos e repertórios. A iniciativa é do projeto Tocando a Vida com D’Amore, em parceria com a Escola de Música da UFRN (EMUFRN) e músicos convidados.  Entre os espaços estão: Catedral Metropolitana, Atitude Cooperação, Natal Shopping, Nova Acrópole, Escola de Música da UFRN, Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), Instituto Histórico Geográfico do RN, Academia Norte-rio-grandense de Letras (ANRL), Parque das Dunas, entre outros. Acesse a programação completa em Programa Festival Caleidoscópio  Com uma proposta colaborativa e educativa, o Festival reúne professores, alunos e músicos convidados de Natal, criando um ambiente fértil para trocas artísticas e humanas. Sob uma curadoria atenta, a iniciativa celebra a diversidade musical promovendo encontros que ultrapassam os limites do palco para se tornarem espaços de escuta, partilha e transformação. Cada concerto é concebido como uma experiência estética acessível. Um convite ao encantamento e...

natal nos idos 40

28/07/2025|

Por José Alexandre Odilon Garcia Como era Natal nos anos 40? Natal era cidade modorrenta e provinciana, 40 mil habitantes espremidos entre Ribeira e Cidade Alta, até a avenida Deodoro, se muito. O resto era a pobreza franciscana das Rocas, os sítios do Tirol, a mata de Petrópolis, o Alecrim ensaiando os primeiros passos. Sem muitas perspectivas. Mesmo os filhos da terra, faziam feroz autocrítica. – Cidade do já teve, classificavam, ironizando a apatia reinante, onde a maioria se masturbava sadicamente quando iniciativa das mais audazes entrava em colapso. – Uma fazenda iluminada, nada mais, definia João Machado. Mas, assim como as pessoas, as cidades têm o seu instante de afirmação, o seu dia de superação, o empurrão providencial, o chamado passo a frente decisivo e consagrador. Para Natal, este momento foi a II Grande Guerra, ou, para sermos mais minudentes, justamente na fase em que, triunfantes e arrogantes – ocupadas e vencidas a Polônia, a França, os Países Baixos e Nórdicos, humilhada a Inglaterra no desastre de Dunquerque – os germânicos voltaram cobiçosos olhos para as reservas petrolíferas do Continente Negro. – Estamos vivendo os primeiros anos do I Milênio do III Reich – perorava Hitler em seus histéricos...

28/07/2025|

A cinebiografia de Bruce Springsteen ganhou título oficial no Brasil. Vai se chamar “Springsteen: Salve-me do Desconhecido”. Gostei porque denota que irão mostrar o lado obscuro do artista, que sofreu uma depressão aguda. É o que revela em sua autobiografia Born to Run, que li faz poucos anos. Transcrevi uns trechos AQUI. Bruce pertence à minha santa trindade, junto com o Macca e o Marley. E estou ansioso demais por esse longa, estrelado por Jeremy Allen White, do filme O Urso. A data de estreia está confirmada para 30 de outubro, uma semana depois dos Estados Unidos.

rené loui

28/07/2025|

Entre os dias 31 de julho e 13 de agosto de 2025, o artista mineiro René Loui, radicado no Rio Grande do Norte e cofundador do Coletivo CIDA, participa de uma residência artística em Paris, onde inicia o processo de criação do espetáculo “Vigil Torporosa – As danças que não dancei para minha mãe”. A ação integra o Programa Funarte Brasil Conexões Internacionais e faz parte das atividades do Ano Cultural Brasil-França 2025, com apoio da Fundação Nacional de Artes (Funarte), vinculada ao Ministério da Cultura do Brasil. O espetáculo parte de uma experiência pessoal do artista: o luto pela morte de sua mãe,vivenciado este ano. Mais do que representar o luto, o espetáculo busca habitá-lo como gesto artístico onde René investiga, por meio da dança e de outras linguagens cênicas, o limiar entre presença e ausência. O nome da obra vem de um termo médico encontrado no prontuário da mãe — “vigil torporosa” — que se refere a um estado entre a vigília e a inconsciência. A partir disso, o espetáculo propõe uma reflexão sensível, ética e política sobre o luto. Dez anos após “Etéreo”, seu primeiro solo coreográfico, também criado durante uma residência artística internacional, René retorna ao...

Valéria Oliveira & convidados celebram o samba na Cidade Alta neste sábado

28/07/2025|

Neste sábado, 2 de agosto, o Samba de Arruar realiza mais uma edição da temporada 2025, promovendo conexões e encontros musicais em um dos cenários mais vibrantes de Natal. A roda começa às 14h, no Espaço Cultural Ruy Pereira, na Cidade Alta – um dos principais pontos de manifestações culturais e artísticas da cidade, frequentado pela boemia e pelo público que valoriza a arte em suas múltiplas expressões. O evento é acolhido pelo Bar do Zé Reeira, parceiro da iniciativa desde a mudança da roda para o centro histórico. Valéria Oliveira (voz, violão e cavaco) divide a roda com o cantor e percussionista Kelliney Silva. A formação da banda nesta edição conta com César Sampaio (banjo e cavaquinho), Ninho Brasil (percussão) e o convidado Fernandinho Régis (violão 7 cordas), além das percussionistas Deny Nascimento, Mirelly Angélica e da convidada Cecília Hermínio, reafirmando o compromisso do projeto com a presença de mulheres instrumentistas na cena do samba potiguar. Esta edição também recebe três participações especiais que vêm se destacando na música potiguar: O Samba de Arruar prima pela diversidade e pela riqueza musical do gênero. Seu repertório atravessa gerações e estilos – do samba de raiz ao samba de roda, do partido alto ao pagode, homenageando...

28/07/2025|

Um dos maiores nomes da história do rock brasileiro está de volta a Natal. No dia 14 de setembro (domingo), a partir das 19h, o Boulevard Hall recebe o show da turnê “Paralamas Clássicos”, que celebra os 40 anos de carreira dos Paralamas do Sucesso. As vendas já estão disponíveis na plataforma Sympla e na La Femme do Midway Mall. 

Na Tonga da Mironga do Kabuletê

26/07/2025|

Durante o período do regime militar, vários artistas brasileiros, para fugir da Censura, gravaram músicas cujas mensagens combatiam de forma velada o regime, usando expressões que fugiam à compreensão dos censores. Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Ivan Lins, Milton Nascimento e outros criavam metáforas nas letras das suas canções e conseguiam driblar a Censura. A música era um dos principais instrumentos utilizados para protestar contra a ditadura, mostrando ao grande público a insatisfação com o regime vigente. Por causa disso, vários compositores sofreram censura, foram perseguidos e tiveram que se autoexilar. Para alguns, o exílio foi forçado, como Gilberto Gil e Caetano Veloso; obrigados a saírem do país, tiveram que se mudar para Londres. Dezenas de músicas foram compostas utilizando uma linguagem difícil de ser captada, para fugir da Censura. Alegria, Alegria, (Caetano Veloso), Pra Não Dizer Que Não falei das Flores (Geraldo Vandré), Eu Quero é Botar o Meu Bloco Na Rua (Sérgio Sampaio), Apesar de Você (Chico Buarque), O Bêbado e o Equilibrista (João Bosco e Aldir Blanc) e Cálice (Gilberto Gil e Chico Buarque) são apenas alguns exemplos de músicas cujas letras continham temas proibidos ocultos, uma “malandragem” usada pelos compositores que eram contra a ditadura....

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Blog do Sérgio Vilar

Arraiá da Jerimum nesta quarta

Estão preparados para um arraiá? O The Big Series promoverá nesta quarta-feira (17) o famoso Arraiá da Jerimum! Então já prepara aquela roupa temática, separa o seu par ou traz os seus amigos e vem curtir essa noite. Será no Auditório Onofre Lopes

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Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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Podcast Papo Galado

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Sergio Vilar
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