Últimas

A vida evitada

Quantas vezes você já desviou o caminho para não sentir o peso da decepção? Uma conversa difícil adiada, um sonho engavetado, um risco evitado. Fazemos isso o tempo todo, como

Leia mais

Esso Alencar estreia show em homenagem a Renato Russo nesta sexta

Redação

Dentre todos os poetas do rock brasileiro, Renato Russo desponta entre os que cantaram toda uma geração de brasileiros. Sua obra marcou os anos finais do século XX e ressoa até hoje, como uma das mais notáveis da época, marcando a saída do país da repressão e os horizontes da juventude daquele período. O vocalista da banda Legião Urbana foi autor de uma série de sentenças cheias de poesia que moldou o pensamento de parte da sociedade brasileira até a sua morte, em 1996. Suas letras marcantes ajudaram a constituir o perfil dos jovens que estavam saindo de uma ditadura grotesca e violenta que havia sido exercida pelos militares por mais de duas décadas.    Trinta anos depois, para relembrar a obra inesquecível do cantor e compositor da Legião Urbana, o músico Esso Alencar abre uma circulação pelo circuito noturno de Natal e região metropolitana, fazendo uma releitura de grandes sucessos da banda em versões acústicas, para ser cantado junto com o público em cada lugar. Estão no repertório algumas das faixas icônicas de vários álbuns lançados pelos brasilienses, especialmente as clássicas canções do disco Dois, lançado em 1986 e que completa 40 anos agora (Quase sem Querer, Acrilic on Canvas, Daniel na Cova dos Leões, Fábrica etc). Mas também estarão contempladas parcerias como ‘Mais Uma Vez’, com Flávio Venturini, gravada originalmente pelo 14 Bis. Para além das mais conhecidas, faixas como ‘A Fonte’, ‘Se Fiquei Esperando meu Amor Passar’ e ‘Marcianos Invadem a Terra’ também integram essa mostra que se presta a refletir, cantar e aplaudir um dos compositores mais influentes da música brasileira no século passado, sem deixar de destacar sua verve interpretativa em performances memoráveis. Mas o grosso do conteúdo é bem manjado (Ainda é Cedo, Faroeste Caboclo, Tempo Perdido) e os arranjos foram adaptados para permitir uma interação da plateia, cantando e vibrando junto com a música. O local escolhido para a estreia é o Bar do Coelho, tradicional reduto da boemia natalense há exatamente meio século, e que justamente por estar comemorando o seu cinquentenário foi eleito para sediar este evento com tantas celebrações. O local fica atrás da histórica Igreja do Galo, à Rua Padre Pinto – 705, no centro da Cidade Alta. O evento será nessa sexta (09/10), com início às 19h.As entradas poderão ser adquiridas no local ($15). Crédito da foto: Marcelo Barroso

Leia mais
Artemilson Lima e Antônio Ronaldo

Artemilson Lima e Antônio Ronaldo apresentam “ÓTIMO”: música, poesia e ironia no palco do TAM

Redação

Álbum reúne 12 canções que transitam entre rock, blues, MPB, humor e crítica social. Show acontece em Natal, com entrada gratuita. Há palavras que afirmam, outras interrogam. Algumas escondem ironias. Outras, diante dos absurdos do mundo, parecem ser a única resposta possível. “ÓTIMO”, título do álbum que une os músicos e compositores Artemilson Lima e Antônio Ronaldo, pertence a todas essas categorias. É afirmação e provocação, humor e inconformismo, um modo de rir das contradições da vida sem desistir de compreendê-las. É nesse território de encontros entre música e palavra que os dois artistas apresentam, nesta quarta-feira (14/10), a partir das 20h,  no Teatro Alberto Maranhão, em Natal, o show de lançamento do disco, que reúne 12 canções e percorre diferentes paisagens sonoras, tendo o rock como fio condutor. A apresentação tem entrada gratuita. Lançado nas plataformas digitais em 26 de setembro, o álbum é resultado de uma parceria construída ao longo do tempo, alimentada pelo compartilhamento de poemas, textos e composições. Desse diálogo entre dois criadores nasceu um repertório que observa o cotidiano por suas frestas, reconhece o absurdo escondido na rotina e transforma inquietações individuais em matéria musical. Com produção e direção musical de Donizete Lima, “ÓTIMO” percorre caminhos que passam pelo rock, pelo blues e pela MPB, sem se prender a fronteiras de gênero. A música acompanha a palavra, mas também abre espaço para o inesperado: a ironia que desarma, o humor que revela, a poesia que desloca o olhar e a crítica que dispensa o tom de sermão. As 12 faixas — “Província Moderna”, “Pobres”, “Ilha dos Homens Bons”, “O Mundo”, “Periferia”, “Por Acaso, a Providência”, “Sigamos”, “Barganha”, “Questão de Tempo”, “Eu Não”, “Rebossa Nessa Joça” e “ÓTIMO!” — compõem um painel de observações sobre a sociedade, a política, as relações humanas e os paradoxos do tempo presente. A canção que dá nome ao álbum nasceu de um texto de Artemilson Lima musicado por Antônio Ronaldo. A palavra, aparentemente simples, ganha camadas de significado ao longo do trabalho. Pode expressar contentamento, carregar sarcasmo ou funcionar como uma resposta atravessada diante de situações que, de tão absurdas, quase dispensam comentários. Entre uma acepção e outra, permanece a possibilidade de encontrar no humor uma forma de resistência e na arte um espaço para a esperança. Entre a crítica e o riso O conteúdo social e político atravessa o repertório, mas não se apresenta como palavra de ordem. Em...

Leia mais
Augusto Cury

Augusto Cury, um mentiroso

Fernando Luiz

Augusto Cury é psiquiatra, psicoterapeuta, professor e um dos escritores mais lidos do Brasil, com mais de 35 milhões de exemplares vendidos no país e publicados no exterior. Candidato a Presidente da República, no primeiro turno obteve pouco mais de três milhões de votos. Assim que o resultado das eleições foi conhecido, ele apressou-se em afirmar neutralidade no segundo turno. Curiosamente, ao tomar a decisão de ficar neutro, contrariou o que havia “ensinado” aos seus leitores em um dos seus livros de maior sucesso: Nunca Desista Dos Seus Sonhos. Atualmente o escritor está na Europa, ou seja: foi pra bem longe (aparentemente para manter a sua posição de neutralidade). Só que a máscara dele caiu: ele mudou de ideia, foi contra tudo o que apregoava nos seus livros e decidiu antecipar seu apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial, indo contra a maioria dos dirigentes municipais do Avante – partido ao qual se filiou este ano (com certeza apenas para concorrer às eleições presidenciais) – cuja maioria manifestou apoio à reeleição do presidente Lula no segundo turno, entre eles, o presidente estadual da legenda, Gustavo Henrique e na Bahia, e o dirigente Ronaldo Carletto. Nos seus livros de autoajuda, Augusto Cury costumava citar ocasionalmente trechos do novo testamento. Todos sabem que a mensagem do Cristo era dirigida aos “pobres de espírito” (os pobres de verdade), como está escrito no Sermão da Montanha que, como afirmou Ghandi, “Se se perdessem todos os livros sacros da humanidade e só se salvasse ‘O sermão da montanha’, nada estaria perdido.” Com sua decisão de apoiar um Bolsonaro, Augusto Cury não foi apenas contra o que “ensinou” aos seus leitores: pior do que isso, mostrou que sua palavra não é confiável e, com certeza, traiu milhares de seus eleitores. Gosto muito de ler, mas nunca li um livro de Augusto Cury. Graças a Deus. Pra mim, Augusto Cury não passa de um mentiroso. Crédito da foto: Érico Andrade/g1

Leia mais
Montmartre

TERRA ESTRANGEIRA: O calor que derrete a neve

Pablo Capistrano

Paris – França, 10 de Fevereiro de 2018.  Depois que chegamos do hospital ontem com Sarah, saímos, eu e Ana, quase meia noite, para procurar uma farmácia aberta pelas ruas de Montmartre. Como era sábado, o dia internacional do agito noturno, a vizinhança do edifício em que estávamos na Rue Victor Massé, 13, fervia com uma badalação que faria qualquer natalense afeito às atividades boêmias, chorar de emoção.   Bares, pubs, restaurantes, teatros, sex shops e ambientes com jeito de bordeis baratos (como um lugar com o curioso nome de Dirty Dick), sempre cheios de gente, se espalham pelas ruas ao redor do nosso hotel. Essa área da cidade, onde nos encontramos agora, lá por volta do século XIX, naquelas noites em que Baudelaire, Rimbaud e Paul Verlaine caminhavam sobre a terra, era famosíssima pelos seus cabarés e pelas apresentações de can can, que rolavam soltas nos teatros da vizinhança. Inclusive, bem em frente ao prédio onde fica a nossa hospedagem, no número 12 da mesma rua, ficava o primeiro endereço do Le Chat Noir, inferninho parisiense frequentado por Toulouse Lautrec, que sempre baixava por essas bandas transitando pelos becos daquela Montmartre de fim de século, em busca de personagens para suas pinturas. De fato, o espírito daquela zona de Paris me pareceu bem mais quente, diverso e efusivo do que a de outras capitais europeias que já pude frequentar. Mesmo a musical Praga ou a imponente Viena, me pareceram bem mais “frias”. Até a quente Lisboa (para os padrões aqui do norte global) me soou mais sóbria, quase fúnebre. Já a sofisticada Londres, se apresentou para nós, transeuntes desse mundo globalizado, egressos da Taba de Poty, bem mais fleumática do que a capital francesa, que ousa rimar a exuberância de uma arqueologia arquitetônica moderna, com um certo  “joie de vivre”, que me fez lembrar o “amundiçamento” latino que captei nas ruas de Nápoles, no finalzinho do século passado. Um outro detalhe curioso é que aqui os casais se beijam, se abraçam e se tocam em público. Coisa que não me pareceu muito comum em outras capitais que visitei neste velho mundo. Guardada as devidas proporções momescas, embriaguez, amor e sexo parecem dar o tom nesse feriado, comemorado em meio à neve que derrete pelas calçadas de Montmartre. Algo, diga-se de passagem, que me faz ter uma boa nostalgia dos carnavais que passei em Salvador. Mesmo o frio sendo de rachar...

Leia mais

As divas do teatro potiguar: Carminha Medeiros e Ana Francisca

Redação

A semana tem nesta quarta (7) um evento com importância histórica: o lançamento de dois curtas que documentam os percursos profissionais de duas atrizes potiguares atuantes no Teatro do RN há pelo menos meio século. Com direção de Bárbara Cristina, os filmes retratam as trajetórias de duas das principais artistas da cena teatral potiguar, Ana Francisca e Carminha Medeiros, que discorrem sobre os muitos momentos dedicados às suas atividades, desde que iniciaram a trabalhar na área. Trata-se de uma oportunidade para conhecer melhor um pouco dessas duas mulheres que ajudaram a construir a história do teatro no estado, que terão suas vidas contadas por si mesmas, recebendo um merecido reconhecimento pelo que fizeram através da Arte. Bárbara, que também é atriz e produtora cultural, reforça a importância desse seu trabalho, que almeja construir uma memória para o universo feminino na área teatral a partir desses registros iniciais, com a ambição de se tornar uma série documental onde muitas outras atrizes possam ser também incluídas. A largada para ‘As Divas do Teatro Potiguar’ se tornou possível graças ao apoio do SEBRAE-RN, através do seu edital anual de Economia Criativa. As locações foram feitas no TAM – Teatro Alberto Maranhão e Teatro SESC Sandoval Wanderley, palcos onde as duas atuaram durante suas carreiras. O evento, com projeção da primeira exibição aberta ao público acontece no Auditório do CTC, o Centro de Tecnologia e Cultura Luzia Vieira de França, antigo IFRN da Cidade Alta, no endereço Rua Princesa Isabel – 758, a partir das 19h e tem entrada gratuita.

Leia mais
maria liz

Titan Vinyl Store anuncia pré-venda exclusiva em vinil do compacto de estreia de Maria Liz

Redação

“Flerte Tropical” ganha edição limitada de 300 cópias em vinil vermelho 180g; projeto marca a transição poética e sonora da cantora e compositora potiguar. ​A Titan Vinyl Store orgulhosamente anuncia o lançamento da pré-venda do compacto em vinil (7″) Flerte Tropical, trabalho de estreia da cantora e compositora potiguar Maria Liz. O disco, que marca a gênese de uma trajetória musical pautada pela entrega e pela verdade, captura o rito de passagem de uma artista que transforma memórias afetivas e composições guardadas em uma obra tátil, poética e atemporal. ​Flerte Tropical é uma imersão poética por sentimentos, sonoridades e metáforas. O compacto transita pelas descobertas de quem explora a vida e suas diferentes formas de afeto — desde os desejos do corpo até os anseios mais profundos da alma, onde a própria música se faz refúgio. Sonoramente, Maria Liz une a frescura do novo pop à essência marcante da MPB e do indie, resgatando influências afetivas como os acordes que ouvia no carro da mãe durante a infância. “Mapeei com carinho tudo o que amei, senti e vi ao longo da vida: das coisas mais simples, como falar de amor e desejo, a devaneios mais complexos sobre nossos caminhos. Este disco é o retrato de uma fase jovem, um ponto de partida que agora ganha o mundo e chega às vitrolas”, destaca Maria Liz. ​Celebrando a cultura do formato físico e o cuidado analógico, o lançamento chega ao mercado em uma edição especial de colecionador: ​Formato: LP Compacto (7″) — 33 RPM​Prensagem: Vinil Vermelho Especial 180g (Alta Fidelidade)​Tiragem: Edição estritamente limitada a 300 cópias.​ Encarte exclusivo frente e verso em papel couchê 150g com letras e ficha técnica​Lançamento da Titan Vinyl Store​Previsão de Chegada: 30 de Novembro ​REPERTÓRIO DO DISCO (TRACKLIST) ​Lado A Flerte Tropical​Euforia ​Lado B Uma Palavra ao Paraíso (Interlúdio)Garoa

Leia mais

Não gosto de fofoca

Sheyla de Azevedo

É mentira! Eu gosto de fofoca. Tem gente que diz que não gosta de fofoca, mas eu acho que é mentira! Eu não estou falando de gente maledicente, invejosa e ressentida que vibra com os infortúnios dos outros. Que fala coisas para difamar ou degradar, sem medir consequências e, às vezes, até mesmo sem provas. Só pelo simples fato de que gozar da desgraça alheia é a única maneira que elas têm para não encarar suas vidas vazias de sentido. Isso não é fofoca. Isso é maldade. Eu falo daqueles detalhes da vida alheia que ficamos sabendo e que é absolutamente divertido, improvável, surpreendente, ou até mesmo previsível, dentro das devidas circunstâncias. Mas é, digamos, um tempero da vida! Um momento para você sussurrar ao lado de uma amiga ou amigo aquela informação indiscreta – que não tem nada a ver com sua própria vida – mas, que você mergulha nessa clandestinidade; seja quando você é o interlocutor da fofoca, seja quando você é a pessoa escolhida para ouvir a fofoca. Se tiver um grupo animado conversando perto de você, pode ter certeza de que tem fofoca ali. Eu já fiquei ouvindo a conversa entre duas pessoas sentadas no ônibus. Não lembro de nada! Mas, na hora, foi maravilhoso poder ouvir uma fofoca ainda mais alheia do que as fofocas que pertenceriam a mim mesma e ao meu entorno. Gente, eu amo uma boa fofoca. Vou dar um exemplo: você nota que coisinha vive implicando com coisinho. E não parece fazer sentido algum, afinal eles dois não têm relação alguma. Aí, de repente, você descobre que coisinha e coisinho já foram casados, em priscas eras. Abre-se um portão de luz à sua frente. Tudo começa a fazer muito mais sentido do que antes. Você se sente até meio inocente diante daquela nova realidade que se mostra diante de você. Quem nunca desejou ser uma formiguinha para saber o que de fato aconteceu naquele dia, em tal lugar, com tais pessoas ou é hipócrita ou não sabe curtir a vida. Vamos combinar, fofocar é dar uma trégua das próprias tretas; tirar uma folga dos nossos próprios problemas, silenciosamente escondidos das redes sociais. Ergamos as taças! Mas, jamais mostremos as dívidas de cartão! Afinal, só se vive uma vez, não é mesmo? Quando eu pedi a Serginho para ter uma coluna aqui no PAPO CULTURA, minha proposta para ele foi escrever sobre...

Leia mais

Projeto Sesc Apresenta: Artes Cênicas contará com dez espetáculos gratuitos

Redação

O Sesc RN inicia em outubro a programação do “Sesc Apresenta: Artes Cênicas 2026”, projeto que reúne dez espetáculos produzidos por artistas e grupos potiguares. As apresentações são gratuitas e acontecem de 17 de outubro a 12 de dezembro, sempre às 19h, no Teatro Sesc Sandoval Wanderley, no bairro Alecrim, em Natal.  A programação reúne diferentes gêneros, estilos e formatos, com trabalhos que abordam temas ligados à cultura nordestina, identidade, memória, diversidade, infância, saúde mental, ancestralidade e cultura popular. Entre os espetáculos estão “Desassossego”, da Cia A Máscara de Teatro; “Missão: Matinê”, do Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare; “Candeia” e “No Coração da Lua”, do Grupo Estação de Teatro; “Nosso Bodó: O Retrato do Nordeste”, da Cia Aviar; “Chico Jararaca”, da Trapiá Cia Teatral; “Aparecida”, da Cia Escarcéu de Teatro; “A invenção do Nordeste”, do Grupo Carmin; “SER(tão)”, da Movidos Dança; e “Anavantú: Um passo pra frente e dois para trás”, do Grupo Rebuliço de Teatro. Para o público, os ingressos serão disponibilizados em dois lotes. O primeiro poderá ser retirado no Portal de Eventos do Sesc RN um dia antes de cada apresentação. O segundo estará disponível presencialmente no Teatro Sesc Sandoval Wanderley, uma hora antes do início de cada espetáculo. Para o presidente do Sistema Fecomercio RN, Marcelo Queiroz, o projeto valoriza a produção do nosso estado e fortalece a cultura como instrumento de formação, reflexão e transformação social. “Investir em cultura é também investir nas pessoas e na valorização da nossa identidade. Com o Sesc Apresenta Artes Cênicas estamos criando novas oportunidades para os artistas potiguares apresentarem seu trabalho e, ao mesmo tempo, ampliando o acesso do público a uma programação diversa e de qualidade”, afirma. Sesc Apresenta: Artes Cênicas Realizada por meio de edital de seleção, o Sesc RN selecionou propostas de artistas e profissionais residentes no estado. O edital prevê R$ 100 mil em cachês artísticos, sendo R$ 10 mil destinados a cada espetáculo selecionado. Mais do que levar espetáculos ao palco, o Sesc Apresenta Artes Cênicas busca fortalecer a produção artístico-cultural do segmento no estado, incentivar a criação, a experimentação e a reflexão, além de ampliar o acesso da população à cultura. A proposta também valoriza a diversidade cultural e a dimensão educativa da experiência artística. A iniciativa integra a atuação do Sesc RN como incentivador da produção cultural potiguar. Em 2025, a instituição investiu R$ 11,3 milhões no programa Cultura, alcançando mais...

Leia mais
  • All Posts
  • Agenda
  • Artes Cênicas
  • Artes Visuais
  • Audiovisual
  • Blog do Sérgio Vilar
  • Carnaval
  • Cerveja / Gastronomia
  • Cultura Pop
  • Curtinhas
  • Dança
  • Destaque-capa
  • Destaques
  • Editais e Oportunidades
  • Entrevistas
  • Folclore e Cultura Popular
  • Literatura
  • Memória do RN
  • Música
  • Notícias
  • Opinião, Artigos e Crônicas
  • Personagens do RN
  • Poesia
  • Revista Preá
  • Turismo
Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

28/04/2026|

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de...

Bárbaro Xavier

28/04/2026|

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que...

Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

27/04/2026|

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens...

Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

27/04/2026|

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como...

Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

27/04/2026|

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura...

Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

24/04/2026|

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo...

Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

24/04/2026|

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia...

Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

24/04/2026|

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e...

Veja mais

End of Content.

Blog do Sérgio Vilar

Podcast Papo Galado

Mais lidas da semana

Sergio Vilar
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.