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Festival Reggae Sua Alma celebra 12 anos fortalecendo a cena reggae potiguar

Redação

O tradicional Reggae Sua Alma chega à sua 12ª edição reafirmando uma trajetória construída pela amizade, pela música e pelo fortalecimento da cultura reggae em Natal. O evento acontece nesta quinta (11), a partir das 18h, no Figa Bar e Cultura, em Ponta Negra. Criado como uma celebração de aniversário entre amigos, o Reggae Sua Alma cresceu ao longo dos anos e se consolidou como um encontro cultural que reúne artistas, músicos e admiradores do reggae em um ambiente de convivência, troca de experiências e valorização da produção musical independente. Ao longo de sua história, o festival recebeu importantes nomes da cena reggae potiguar, entre eles Hallison Rasta, Luanda Luz, Chico Tácio e os Carcará, Raízes de Concreto, além de diversos artistas que contribuíram para fortalecer e manter viva a cultura reggae no Rio Grande do Norte. A programação desta edição terá início às 18h, com a banda NaturalMente, que recebe como convidado especial Bruninho Pernambucano. O encontro promete apresentar ao público um repertório que passeia pelos clássicos do reggae e por influências da música brasileira, celebrando a diversidade sonora que caracteriza o gênero. Às 21h, sobe ao palco Allan Negão, músico reconhecido por sua presença marcante e pela conexão que estabelece com o público através de interpretações carregadas de identidade, sensibilidade e energia. Realizado no Figa Bar e Cultura, espaço que vem se consolidando como importante ponto de encontro da cultura independente em Ponta Negra, o XII Reggae Sua Alma reforça seucompromisso com a valorização dos artistas locais e com a criação de espaços de convivência e expressão cultural. Mais do que uma festa, o evento representa a continuidade de uma história construída coletivamente ao longo de mais de uma década, mantendo viva a essência do reggae como manifestação artística, cultural e humana. Serviço XII Reggae Sua Alma – 12ª Edição 📅 Data: 11 de junho de 2026 🕕 Horário: A partir das 18h 📍 Local: Figa Bar e Cultura – Ponta Negra, Natal/RN 💰 Couvert artístico: R$ 10,00 Programação 🎶 18h – NaturalMente convida Bruninho Pernambucano 🎶 21h – Allan Negão

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Produtora potiguar abre inscrição para projetos de longa-metragem do Rio Grande do Norte

Redação

A Casa da Praia Filmes realizará a quarta edição do Casa da Praia Lab, projeto de formação e desenvolvimento audiovisual que, neste ano, adota o subtítulo “Esquina Criativa”. A iniciativa promoverá um laboratório presencial de desenvolvimento de roteiros de longa-metragem voltado exclusivamente para autores e autoras do Rio Grande do Norte, além de oficinas gratuitas de escrita técnica de roteiro em diferentes regiões do estado e uma mostra de filmes originados em edições anteriores do projeto. As inscrições para o laboratório estarão abertas entre os dias 8 de junho e 3 de julho deste ano via edital. Serão selecionados 15 projetos norte-rio-grandenses de longa-metragem em fase de desenvolvimento, com foco em roteiristas interessados em amadurecer suas obras e aprofundar processos criativos, narrativos e estéticos. Inscreva-se aqui. O laboratório acontecerá presencialmente em Natal, entre os dias 3 e 7 de agosto, reunindo tutorias, atividades formativas, palestras e um pitching final voltado ao desenvolvimento dos projetos selecionados. Além da formação, cada roteirista selecionado receberá uma bolsa de estudos no valor de R$ 1.500, totalizando R$ 22.500 investidos diretamente nos participantes do laboratório. A proposta busca fortalecer a profissionalização do trabalho criativo no audiovisual e ampliar as possibilidades de circulação e financiamento de projetos potiguares. Segundo o cineasta Pedro Fiuza, o Casa da Praia Lab surge da percepção da ausência histórica de projetos do Rio Grande do Norte em laboratórios criativos nacionais e internacionais. “A iniciativa busca ampliar a presença do estado no panorama do cinema brasileiro contemporâneo, oferecendo formação qualificada e criando condições para o desenvolvimento de novas narrativas sobre o território potiguar e nordestino”, enfatizou Pedro, fundador da Casa da Praia Filmes.  Ao longo dos 15 anos de atuação na indústria cinematográfica, a Casa da Praia Filmes consolidou um histórico de circulação nacional e internacional com obras como Sideral, exibido no Festival de Cannes e selecionado para a shortlist do Oscar 2023; Big Bang, premiado no Festival de Locarno; além de Fendas e Vai Melhorar. O Casa da Praia Lab – Esquina Criativa é realizado por meio do Edital Transformando Energia em Cultura 2025-2026, com patrocínio da Neoenergia Cosern e do Instituto Neoenergia, via Programa Cultural Câmara Cascudo. O projeto conta ainda com apoio do IFRN, da ITCART – Incubadora Tecnológica de Cultura e Arte e do Centro de Tecnologia e Cultura Luzia Vieira de França. SOBRE O CASA DA PRAIA LAB – ESQUINA CRIATIVA  O projeto propõe um espaço de experimentação artística e política, incentivando obras que enfrentem estereótipos e proponham novos imaginários sobre o Nordeste no século XXI. O LAB reafirma o compromisso das...

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Governo do RN lança quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB RN)

Redação

Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade; as inscrições poderão ser feitas até o dia 29, por meio da plataforma Mais Cultura RN. O Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e o Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, comunicam o lançamento do quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Com foco na diversidade e pluralidade das ações, esta nova etapa reafirma o compromisso do Governo do Estado em descentralizar recursos, fortalecer a cena cultural potiguar e valorizar os artistas, fazedores de cultura e as diversas linguagens artísticas presentes em todas as regiões do Rio Grande do Norte. “O lançamento deste quarto bloco de editais é mais um passo fundamental na nossa missão de fortalecer a cultura potiguar. Queremos garantir que nossos fazedores de cultura tenham acesso a essas oportunidades, transformando o setor em um pilar de desenvolvimento econômico e social para o nosso estado”, destaca Mary Land Brito, titular da pasta da Cultura no Governo do RN. Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas no total, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade: Cultura LGBTQIAPN+; Cultura Negra; Cultura Urbana e Periférica; e Mulheres na Cultura. As inscrições estão abertas de 9 a 29 de junho. “Este ano temos uma novidade que é o Edital de Mulheres na Cultura, uma demanda que surgiu das escutas públicas que realizamos antes da elaboração dos editais, o que nos permitiu aprimorar a distribuição dos recursos de forma mais eficiente e democrática. Lembramos também que todos os editais da PNAB RN possuem pontuação extra e cotas para grupos minorizados e elaboramos ainda cartilhas acessíveis para simplificar o entendimento das regras de cada edital”, enfatiza a coordenadora da PNAB RN, Bruna Medina. A Política Nacional Aldir Blanc tem como objetivo central estruturar o fomento à cultura de forma continuada, garantindo que o recurso chegue à ponta, incentivando a criação, a produção e a difusão de bens culturais. Este quarto bloco de editais se soma às ações anteriores já executadas, consolidando a implementação da política no território potiguar. O Governo do Estado convida artistas, coletivos, produtores e gestores culturais a acessarem o site oficial da Secretaria de Estado da Cultura (secult.rn.gov.br) para conferir os detalhes, critérios de elegibilidade e prazos de inscrição...

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BIBLIOBUNKER: Ilhas, labirintos: poemas escolhidos

Pablo Capistrano

Ilhas, Labirintos: poemas escolhidos Autor: Elí de Araujo Editora: Sol Negro Ano: 2022 Páginas: 125 O finado Harold Bloom, sujeito conhecido por algumas opiniões “polêmicas” e “canceláveis” (como a de que o Rei Lear de Shakespeare é literariamente superior à Cabana do pai Tomás de Harriet Beecher), afirmou certa vez que lia poesia como se estivesse fazendo uma oração. Isso, obviamente, não tem nada a ver com carolice pietista ou proselitismo religioso. Segundo Bloom, a boa poesia precisa ser decorada e introjetada na memória tal qual uma oração. Tenho certeza, amigo velho, que se o finado professor de Yale estivesse vivo (e soubesse ler português), certamente decoraria vorazmente muitas das poesias de Elí de Araujo, publicadas nesta coletânea, editada em 2022 pela Sol Negro. O volume traz uma amostra muito bem colhida das safras poéticas de Elí, desde o seu livro de 1982, Reminiscências do Tártaro até o Catábase de 2021. Uma coletânea essencial para os amantes da boa poesia que apresenta um registro fundamental de parte dos sete primeiros livros deste que, nascido e criado aqui pela Taba de Poty, sem nenhuma sombra de dúvida, é um dos melhores (senão o melhor) poeta de sua geração. Se você não acredita na opinião deste professor de província que vos fala, amigo velho, então peço que me conceda o benefício da dúvida e dê uma navegada pela costa acidentada dessas ilhas literárias, espalhadas por esse labirinto de alumbramentos poéticos. Tenho certeza que em algum momento você vai se achar obrigado a concordar comigo. Cada poema dessa coletânea é uma surpresa, um novo deleite, um desconcerto, um rasgão, uma fissura de liberdade criativa naquilo que o filósofo Martin Heidegger chama de “falatório” (essa espécie de rede de banalidades retóricas que a nossa linguagem ordinária constroi para nos aprisionar).   E por falar em oração, há, inclusive em seus poemas, inúmeras referências a textos bíblicos, como no “Salmo 23”, publicado em seu livro de 1991 (Deterioremus), uma perturbadora e inusitada interseção entre o “livro de Jó” (o mais desconcertante texto do cânone judaico) e os salmos atribuídos a David. Seguindo uma inversão irônica do lirismo mesopotâmico (com seus poemas de exaltação e louvor a divindades como Baal, Marduk, Yaweh ou Inanna), Elí brinca com o desespero de David, aproximando a sua súplica lamuriosa (sempre pendurada nas paredes das casas de alguns crentes mais devotos) da devastadora crueldade do deus que atormenta o pobre Jó:  “o Senhor é...

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Pedro Pereira - Foto - Fábio Cortez

Pedro Pereira revisita 45 anos de criação em exposição na Pinacoteca do Estado

Redação

Mostra reúne obras produzidas entre 1981 e 2026 e marca o retorno do artista às exposições individuais após mais de uma década Quatro décadas e meia de dedicação à arte, à poesia e à experimentação estética ganham forma na exposição “Unir Verso às Cores”, que será aberta ao público no próximo sábado (13), às 10h, na Pinacoteca do Estado, em Natal. A mostra celebra os 45 anos de trajetória do artista visual e poeta Pedro Pereira, reunindo 46 trabalhos que atravessam diferentes períodos de sua produção e revelam a pluralidade de uma obra construída entre imagens, palavras e afetos. Com curadoria de Pablo Pinheiro e produção de Alda Pereira, a exposição apresenta pinturas, colagens, fotografias, intervenções artísticas e poemas criados entre 1981 e 2026. O conjunto permite ao visitante acompanhar a evolução estética e conceitual de um artista que fez da liberdade criativa sua principal marca. Mais do que uma retrospectiva, “Unir Verso às Cores” propõe um mergulho no universo de Pedro Pereira. As obras dialogam com temas como memória, identidade, cotidiano, natureza e imaginação, revelando uma produção que transita com naturalidade entre as artes visuais e a literatura. O próprio título da exposição traduz essa característica. Inspirado em um poema do artista, sintetiza a relação entre escrita e pintura que acompanha sua criação desde os primeiros trabalhos. “Pinto o que não sei escrever, escrevo o que não sei pintar. Pinto e escrevo o que me faz sonhar”, resume Pedro Pereira. A mostra também marca o reencontro do artista com o circuito das exposições individuais. Sua última experiência solo aconteceu em 2013, com “O Jardineiro das Cores”. Agora, retorna à Pinacoteca com uma seleção que reúne obras históricas e produções recentes, compondo um percurso que evidencia permanências, transformações e novas descobertas criativas. Uma trajetória construída entre arte e cultura Natural de Passa e Fica, no Agreste potiguar, Pedro Pereira desenvolveu uma trajetória singular no cenário cultural do Rio Grande do Norte. Ao longo dos anos, atuou como poeta, artista visual, produtor cultural e incentivador de iniciativas voltadas à democratização do acesso à arte. Nos anos 1980, integrou a chamada Geração Alternativa, movimento ligado à poesia marginal que contribuiu para renovar a cena cultural de Natal. Também participou da banda Cabeças Errantes, experiência que ampliou seu diálogo com outras linguagens artísticas e fortaleceu uma produção marcada pela experimentação. Seu primeiro livro, Lutar pela Paz, foi publicado em 1981. Poucos anos depois, criou...

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A trilha, a bifurcação, as pegadas erradas e as vozes certas

Tatyanny Nascimento

Perder-me em uma trilha, no meio de um grupo, não foi somente errar um caminho: foi ser devolvida, ainda que por instantes, à verdade mais antiga da existência humana: a de que viver é caminhar entre bifurcações sem garantias. E que angústias tem poder pedagógico. O que se passou em um retorno de passeio à cachoeira não foi apenas um desencontro geográfico: foi a aparição de uma cena reflexiva, o momento em que o grupo se desfaz como proteção simbólica, o cansaço dissolve a prudência, e eu me vejo entregue à tarefa de distinguir entre rastro e rumo, entre saída e destino, entre movimento e direção. Na ida, ainda havia uma espécie de pacto silencioso sustentando a travessia. O corpo, não tendo sofrido o peso do trajeto, permitia à mente exercer aquilo que a civilização exige de nós: pausa, espera, consideração pelo outro, capacidade de reter o impulso em favor do laço. Diante de cada bifurcação, quando se sabia o caminho, alguém esperava, olhava para trás, cuidava para que o restante acompanhasse. A trilha era, então, uma comunidade. Havia nela um tecido de atenção recíproca e o cansaço ainda não havia corroído a delicada camada ética que nos faz lembrar que ninguém caminha sozinho, mesmo quando cada um usa as próprias pernas. E ainda que estivessem presentes dois guias (altamente responsáveis), um estava na frente, outro atrás, mas ao meio haviam bifurcações. E o grupo não tinha o mesmo ritmo em um longo trajeto cheio de curvas. Mas a volta introduziu outra verdade, menos nobre e mais funda: quando o corpo se esgota, a consciência se estreita. Já havíamos tomado banho de cachoeira, estávamos cansados de toda a caminhada, e o desejo de chegar logo em casa passou a comandar os passos. Aquilo que antes era grupo se tornou fluxo. O que era convivência se tornou pressa. E justamente nesse ponto, uma bifurcação deixou de ser apenas uma escolha espacial para se converter num teste moral: quem vê o desvio e segue mesmo assim, sem pensar nos que podem ficar para trás, revela algo da condição humana quando a energia simbólica se rompe. Não se trata necessariamente de maldade: trata-se de um empobrecimento da presença. Cansados, diminuímos. Recolhemos nossas fronteiras, contraímos nossa generosidade, protegemos nosso próprio retorno como se toda alteridade fosse peso extra.   Foi nesse rasgo da trama coletiva que eu me perdi com minha mãe. E o...

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Edgar Morin e a arte de pensar um mundo complexo

Isabel Carvalho

Sexta-feira, 29 de maio de 2026. O mundo se despediu de um dos maiores pensadores do nosso tempo. Aos 104 anos, Edgar Morin deixou uma obra que atravessou fronteiras disciplinares, influenciou pesquisadores, professores, jornalistas, cientistas sociais e todos aqueles que se dedicam a compreender a complexidade da vida humana. Sua morte encerra uma trajetória intelectual extraordinária, mas também oferece uma oportunidade para revisitar suas ideias e refletir sobre sua atualidade. Em um mundo marcado pela velocidade da informação, pela polarização política, pelas transformações tecnológicas e pelas crises ambientais, o pensamento de Morin parece mais necessário do que nunca. Suas ideias continuam pulsantes para quem deseja compreender a sociedade contemporânea. Nascido em Paris, em 1921, Morin viveu acontecimentos importantes da história recente. Testemunhou guerras, crises econômicas, revoluções culturais, o surgimento da internet e as profundas mudanças que transformaram a vida humana ao longo do século XX e das primeiras décadas do século XXI. Ao contrário de alguns intelectuais que escolheram uma única área de atuação, Morin construiu uma obra que dialoga com diferentes campos do conhecimento. Filosofia, sociologia, antropologia, biologia, educação, comunicação e política aparecem constantemente em seus estudos. Essa característica não era um acaso. Para ele, os grandes problemas da humanidade não cabem dentro das fronteiras rígidas das disciplinas acadêmicas. Compreender a realidade exige conectar saberes e reconhecer que tudo está relacionado. Foi dessa percepção que surgiu sua principal contribuição: o pensamento complexo. Ao ouvir a palavra “complexidade”, muitas pessoas imaginam algo complicado ou difícil de entender. Morin utilizava o termo em outro sentido. A palavra complexidade deriva do latim complexus, que significa “aquilo que é tecido junto”. Em outras palavras, a realidade é formada por uma rede de relações, conexões e influências mútuas. Para Morin, um dos maiores problemas do pensamento moderno foi acreditar que seria possível compreender o mundo dividindo ele em partes cada vez menores. Embora essa abordagem tenha proporcionado avanços significativos para a ciência, também contribuiu para a fragmentação do conhecimento. Aprendemos a estudar a economia separada da cultura, a política distante das emoções, a tecnologia isolada da sociedade. O resultado é que muitas vezes compreendemos os detalhes, mas perdemos a visão do conjunto. O pensamento complexo propõe justamente o contrário: observar simultaneamente as partes e o todo. Entre suas muitas obras, trago O Método 3: O Conhecimento do Conhecimento, publicado originalmente em 1986 e posteriormente lançado em português pelas editoras Publicações Europa-América (1996) e Sulina...

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Praia viva, cultura viva: Projeto Tatuí realiza ação socioambiental e cultural em Ponta Negra

Redação

Neste sábado (6), em alusão à Semana do Meio Ambiente, a Praia de Ponta Negra recebe a ação Praia Viva, Cultura Viva, evento que marca o lançamento oficial do Projeto Tatuí. A iniciativa une educação ambiental, cultura, memória afetiva e mobilização comunitária em defesa do litoral potiguar. Idealizado por Cintya Laranjeira, representante do Limpa Brasil no Rio Grande do Norte, o Projeto Tatuí nasceu das vivências e memórias de infância em Ponta Negra e busca fortalecer o sentimento de pertencimento e o cuidado coletivo com a praia, suas histórias e sua biodiversidade. A programação gratuita e aberta ao público reunirá moradores, voluntários, escolas, coletivos, artistas, trabalhadores da praia e instituições parceiras em atividades voltadas à valorização dos ecossistemas costeiros e da cultura local. Durante a manhã, as ações acontecem na Praia de Ponta Negra, com concentração no Letreiro de Natal, presença da Burrinha Pintadinha e do Jaraguá, abertura oficial do projeto, alongamento com o grupo Calistenia Livre, roda de conversa, mutirão de limpeza, ato pelos trabalhadores da praia, distribuição de mudas e o desafio Achei um Tatuí. À noite, a programação segue na Vila de Ponta Negra, na Tapiocaria da Vó, com apresentações culturais, lançamento do cordel Engorda pra Quem?, apresentação musical e exposição de fotografias de Flávio Resende. A programação se encerra com after cultural no Figa Bar e Cultura. O nome do projeto faz referência ao tatuí, pequeno crustáceo que habita a faixa de areia e funciona como indicador da saúde ambiental das praias. A proposta utiliza a educação ambiental e a cultura como caminhos para aproximar a população das questões que impactam o litoral e estimular o cuidado com o território. PROGRAMAÇÃO MANHÃ – PRAIA DE PONTA NEGRA NOITE – VILA DE PONTA NEGRA SERVIÇO Evento: Praia Viva, Cultura Viva – Lançamento do Projeto Tatuí Data: 6 de junho de 2026 Manhã: 7h30 às 11h30 – Letreiro de Natal, Praia de Ponta Negra Noite: 18h às 20h – Tapiocaria da Vó, Vila de Ponta Negra After cultural: 20h – Figa Bar e Cultura Entrada: Gratuita e aberta ao público PARCEIROS Associação Ponta Negra é da Gente; Associação dos Quiosqueiros da Praia de Ponta Negra; Associação Vila de Ponta Negra; Figa Bar e Cultura; Grupo Cultural Burrinha Pintadinha; P.Cultura Tapiocaria da Vó; MMarhéproducoescriativas; Rendeiras da Vila; Protagonistas da Paz; Casa Flor Ateliê Botânico; Calistenia Livre.

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rosas na cartola

04/02/2026|

O irreverente Bloco das Kengas realiza no próximo domingo (8) a partir das 13h no SESI Solar Bela Vista a tradicional Feijoada-Baile reunindo foliões ao som de muito samba com Rosas na Cartola, Dodora Cardoso com participação de Edja Soares, além de Orquestra do Papão. As camisetas, que dão acesso ao evento, já estão à venda no Bardallo’s Comida & Arte, localizado no Centro Histórico de Natal. Criado em 1983 por um grupo de amigos, o Bloco das Kengas surgiu em frente à Broadway, boate gay pioneira da cidade, na Rua Felipe Camarão. Com trajes extravagantes e acompanhados por uma banda, os integrantes desfilavam pela Rua Vigário Bartolomeu, atraindo multidões e chamando a atenção da imprensa local. Mais de quatro décadas depois, o bloco segue como um importante espaço de expressão artística, celebração da diversidade e acolhimento. “A Feijoada-Baile é o principal momento de encontro com os foliões que nos acompanham há tantos anos, em um formato mais intimista, além de ser fundamental para arrecadar recursos para o nosso grande desfile”, destaca Lula Belmont, carnavalesco do bloco. Além das atrações musicais, o evento contará com o Concurso de Performance Drag, inspirado no tema “Divinas Divas”, que celebrará a arte drag...

TERRA ESTRANGEIRA: Os cangaceiros do mar

03/02/2026|

Londres – Inglaterra, 14 de Janeiro de 2018. Ontem nos encontramos com Rony Sarkar, um amigo indiano que mora aqui em Londres desde o início dos anos 90. Ele nos levou gentilmente para conhecer alguns pontos incontornáveis da liturgia turística da cidade: o palácio de Buckingham (que achamos bem mirradinho para os padrões da aristocracia europeia), a Casa dos Lordes, a abadia de Westminster e a Câmara dos Comuns, com o Big Ben escondido por uma capa de andaimes que anunciavam uma reforma geral que (ironia das ironias) parece estar atrasada. Rony foi, durante muitos anos, cliente de Ana quando ela era proprietária de uma imobiliária no bairro de Cidade Verde, em Nova Parnamirim. Ele foi um dos estrangeiros que “descobriu” Natal no boom turístico do início do século, se apaixonou pelo ar de fazenda litorânea que a cidade tinha naquela época e acabou adquirindo imóveis por lá. Talvez seja o fato dele ser um sujeito do chamado “sul global”, nascido em um país que compõe (como o nosso) os BRICS, que fez com que as questões comerciais se transformassem em uma relação mais pessoal de cortesia. Quando ele soube que iríamos para Londres fez questão de nos levar pra conhecer a...

Bloco “Rita Leenda” sai no Carnaval de Natal celebrando a eterna rainha do Rock

03/02/2026|

Pelo segundo ano, o Bloco Rita Leenda sairá às ruas de Natal para celebrar a eterna rainha do rock Rita Lee, no dia 13 de fevereiro, véspera oficial do Carnaval. O bloco reafirma sua presença no calendário folião da zona Leste da cidade, com atrações musicais, versões carnavalescas dos clássicos de Rita Lee e novidades na programação. O acesso é aberto a todos os públicos. A concentração será em frente ao Bar Letra e Música (Bar do Ari), na Avenida Floriano Peixoto, com atividades que começam já na tarde de 13 de fevereiro, véspera oficial de Carnaval. A festa começa às 16h30 com DJ, segue às 17h30 com show da Banda Cítrika, e às 19h30 entra a Orquestra do Maestro Giba, com 25 músicos no ritmo do frevo antes da saída oficial do bloco às 20h, em direção ao Largo do Atheneu. O Rita Leenda – Ano II conta com patrocínio da Prefeitura de Natal e Unimed através do Programa Djalma Maranhão, Pet Mais Saúde e Uniclube. Esquenta e repertório Antes da saída oficial, a banda Cítrika promove um esquenta no dia 7 de fevereiro, no Bar 294, sob produção e arranjos de Melquior Medeiros. A banda, formada por Denísia...

Filme potiguar vence prêmio de Melhor Curta-metragem em Mostra de Cinema de Tiradentes

03/02/2026|

O curta-metragem potiguar Recife Tem um Coração, dirigido pelo fotógrafo e cineasta Rodrigo Sena, recebeu neste sábado (31) o prêmio de Melhor Curta-metragem pelo Júri Popular na 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes, um dos mais importantes festivais de cinema do país. O filme foi o mais votado pelo público entre 53 títulos em exibição. A obra acompanha o cantor de brega Silvo Silva, fenômeno das redes sociais, que mobiliza seus seguidores para comprar uma nova caixa de som após o equipamento quebrar. Em menos de 15 minutos, Sena constrói um retrato afetivo e complexo do artista e do território que ele habita, costurando aspectos sociais, emocionais e geográficos do Recife profundo. A recepção crítica também foi expressiva. O crítico de cinema Frank Carbone (Vertentes do Cinema) classificou o filme com cinco estrelas e destacou o olhar de Sena para a “geografia marginal do Recife” e sua capacidade de construir “um dos personagens mais sensíveis a passar por Tiradentes este ano”, ressaltando ainda a “artesania complexa” do curta, que articula personagem, cidade e afeto em camadas de grande força imagética e narrativa. Para Rodrigo Sena, o reconhecimento reforça o papel do cinema potiguar no cenário nacional: “Receber o prêmio em Tiradentes é muito significativo. O festival tem uma estrutura sólida...

29/01/2026|

Depois do sucesso da edição da semana passada com Caio Padilha, o Sábado de Ramos traz o músico, arranjador e compositor Joca Costa & Convidados para mais uma apresentação intimista no Sebo Balalaika. Será neste sábado (31) a partir das 16h. Ingresso a R$ 50, de caráter beneficente para o tratamento do grande Severino Ramos. Será um show para poucos e com repertório que promete passear pelo jazz, funk e choro. Venda antecipada pelo pix do próprio: 84988670520 . O point cultural Sebo Balalaika fica na rua Vigário Bartolomeu, 565, Cidade Alta.

Governo abre inscrições para o Bloco II da PNAB, com R$ 2,85 milhões destinados à Cultura Viva

29/01/2026|

Inscrições podem ser feitas até 19 de fevereiro; três editais abrangem R$ 2,85 milhões em investimentos e 64 vagas O Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura (MinC), e o Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult/RN), inicia hoje (28) a fase de inscrições para os editais do Bloco II – Cultura Viva, dando continuidade ao cronograma de investimentos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB RN). Com inscrições abertas até 19 de fevereiro, este é o segundo dos cinco blocos previstos este ano, no âmbito do Ciclo 2 da política pública no estado. Nesta nova etapa, serão investidos R$ 2,85 milhões especificamente para o fortalecimento e fomento de Pontos e Pontões de Cultura potiguares. O aporte integra o montante total de mais de R$ 25 milhões destinados aos editais de 2026 do Ciclo 2 da PNAB RN, visando a descentralização dos recursos e a consolidação da cultura como vetor de desenvolvimento. As submissões de propostas devem ser realizadas exclusivamente on-line, por meio da plataforma Mais Cultura RN. Para cada Edital lançado, será disponibilizada uma Cartilha Acessível, que explica os documentos de maneira simples e detalhada. O Bloco II disponibiliza...

Festival Pôr do Som

27/01/2026|

Para aquecer as noites de verão natalense, o Combo Cultural DoSol realiza neste fim de semana (31 e 1° de fevereiro) mais uma edição do Festival Pôr do Som. Com entrada gratuita, o evento acontece na Pinacoteca Potiguar e reúne nomes da nova música potiguar, além de atrações da Paraíba e do Pará. A programação é mais uma na extensa agenda que celebra os 25 anos de história e realizações culturais da produtora no RN. No sábado (31), sobem ao palco do evento o DJ Sogos (RN), a banda Além do Normal (RN) com muito samba, pagode e a participação da cantora Daniela Fernandes; a banda Skarimbó (RN) e a Orquestra Greiosa (RN), que une ao seu repertório autoral os clássicos de Caetano Veloso. Diretamente do Pará, também se apresenta o grupo Lambada Social Club, com uma fusão dos sons amazônicos e caribenhos. Quem encerra a noite na Pinacoteca é a cantora LEOA, com show da turnê Original Malokera, mas a festa segue com discotecagem no Clube Frisson com as DJs Mary G, Das Neves e Marti. Já no domingo (1°), DJ Papel (RN) é quem abre a noite, seguido de Fortunato e os Jovens de Ontem (RN), Potyguara Bardo...

Websérie investiga cena musical underground da Filadélfia pelo olhar de uma estudante potiguar

26/01/2026|

Nesta quarta-feira (28) acontece o lançamento da série Musicadelphia, às 19h, no Figa Bar & Cultura. O evento é gratuito, e além da exibição da série, trará na programação o show da banda Bico do Cabugi e jam session aberta ao público. Musicadelphia é um documentário que investiga a cena musical underground da Filadélfia a partir do olhar sensível de uma estudante potiguar em intercâmbio acadêmico nos Estados Unidos. Entre performances, encontros e paisagens sonoras, o projeto constrói um retrato afetivo da cidade, onde a música se apresenta como linguagem de pertencimento, troca cultural e conexão entre territórios. O projeto teve início em 2015, durante a disciplina Making Documentaries, na Temple University, e se desenvolveu de forma orgânica a partir do registro de artistas e grupos independentes da Filadélfia. De volta ao Brasil no ano seguinte, novas gravações ampliaram o diálogo entre culturas, incluindo encontros com Gregg Mervine, fundador da West Philadelphia Orchestra, que na época estava morando na Paraíba, produzindo e tocando em colaboração com músicos da cena nordestina, como Chico Correa e o grupo Pife Perfumado. Ao longo dos anos, o material atravessou diferentes formatos, foi temporariamente engavetado e, a partir de 2020 ele passou a ser reimaginado...

CineMargem leva sessões gratuitas de cinema às periferias de Parnamirim em janeiro

23/01/2026|

O projeto CineMargem realiza, ao longo do mês de janeiro de 2026, sessões gratuitas de cinema em comunidades periféricas de Parnamirim (RN). A iniciativa tem como objetivo democratizar o acesso ao audiovisual e ampliar a circulação de produções locais, ocupando espaços culturais já consolidados nos territórios, como terreiros, escolas e sedes de cultura popular. As exibições contam com uma curadoria de curtas-metragens potiguares e são acompanhadas por debates e rodas de conversa, promovendo o encontro entre realizadores, artistas e moradores das comunidades. A proposta é fortalecer a formação de público e estimular o reconhecimento do cinema como ferramenta de expressão, educação e transformação social. Mais do que entretenimento, o CineMargem entende o audiovisual como instrumento de pertencimento e valorização das narrativas locais. Ao levar o cinema para espaços populares, o projeto incentiva crianças, jovens e adultos a se reconhecerem como produtores de cultura, ampliando perspectivas e fortalecendo o protagonismo comunitário. Os locais de exibição integram uma rede cultural ativa, com histórico de parcerias em ações anteriores, como o documentário Batismo do Rio Pequeno, o que reforça o vínculo do projeto com os territórios e com as dinâmicas culturais já existentes nas comunidades. O CineMargem também prevê ações de acessibilidade, com filmes...

Nadja Tavares

23/01/2026|

Primeiro encontro de 2026 acontece neste sábado (24/01), no Mahalila Café e Livros, com debate sobre olivro “O que há por dentro” e trilha sonora exclusiva. O Clube de Leitura Mulheres Lendo Mulheres inicia suas atividades de 2026 com uma celebração especial. Organizado pelo coletivo Mulherio das Letras Zila Mamede, o projeto completa seis anos de fomento à literatura feminina potiguar. O primeiro encontro do ano será realizado neste sábado (24), às 17h, no Mahalila Café e Livros, tendo como obra central o livro de poemas “O que há por dentro”, da jornalista e escritora natalense Nadja Tavares. “O que há por dentro” marca a estreia individual da autora e reúne versos que capturam a poesia nas “coisas miúdas” e corriqueiras. Com um estilo simples, direto e profundamente sensível, Nadja Tavares utiliza a palavra para exteriorizar sentimentos de espanto, encantamento e esperança. Segundo a autora, o título nasceu de um processo de introspecção: “Me perguntei o que eu queria expressar com os poemas. De onde vinha tudo aquilo? Vinha de dentro, do interior. Expressava o que havia por dentro.” Experiência Literária e Musical Para tornar a experiência de leitura ainda mais imersiva, a escritora criou uma playlist exclusiva no Spotify,...

Prévia carnavalesca reúne Orquestra Greiosa e Skarimbó em Ponta Negra

22/01/2026|

Com shows gratuitos no domingo (25), evento também traz bate-papo sobre políticas públicas para o fortalecimento do carnaval de rua em Natal A menos de um mês para o Carnaval, as prévias carnavalescas já batem à porta do folião. Neste domingo (25), o Combo Cultural DoSol realiza a sua prévia carnavalesca unindo o Bloco da Produção, a Chamada Carnavalesca da Ribeira e o Comitê de Cultura do Rio Grande do Norte. A entrada é gratuita.  A programação começa a partir das 16h, no Figa Bar em Ponta Negra, com um bate papo sobre o tema “O Carnaval Quem Faz é o Folião: Políticas Públicas para o fortalecimento do Carnaval de rua”.  Após a conversa, é hora do show. O grupo Folia de Rua sobe ao palco com o batuque do zambelô, seguido de show das bandas Orquestra Greiosa e Skarimbó, que colocam o público para dançar. “Essa movimentação das prévias em Natal é importante para a gente reforçar a presença da música autoral potiguar no Carnaval. A gente tem muitos representantes dessa música dançante e festiva: Leoa, DuSouto, Skarimbó, SOUREBEL, a Chamada Carnavalesca da Ribeira, entre tantos outros. Então estamos reunindo uma parte dessa galera para mostrar que Natal tem...

Jundiá vira cinema a céu aberto em documentário que celebra o tempo e o cotidiano

22/01/2026|

‘Jundiá: Onde o tempo anda devagar’ chega ao público como um convite à pausa e ao olhar atento. Dirigido pelo artista potiguar Antenor Mario, o curta-documentário nasce da observação cotidiana e sensível da cidade de Jundiá, no interior do Rio Grande do Norte, revelando gestos simples, rotinas silenciosas e paisagens que costumam passar despercebidas na pressa do dia a dia. Sem narração, o filme constrói sua narrativa a partir das imagens e dos sons do ambiente, permitindo que o espectador se aproxime da cidade no seu próprio ritmo. A obra acompanha o passar das horas, da madrugada à noite, registrando ruas, trabalhadores, crianças brincando, a feira, o preparo da comida, o movimento leve da cidade e seus intervalos de quietude. Cada cena funciona como um fragmento de memória viva, compondo um retrato afetivo de Jundiá, onde o tempo não é marcado pela urgência, mas pela repetição dos gestos e pela convivência. O filme assume um caráter contemplativo, convidando o público a observar, sentir e permanecer. A estreia de ‘Jundiá: Onde o tempo anda devagar’ acontece nesta sexta-feira, 23 de janeiro de 2026, às 19h, em uma exibição gratuita e aberta ao público na Praça Letice Maria de Moura, no centro de...

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Blog do Sérgio Vilar

Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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Red Dog Pub reabrirá ainda em 2026

Um dos poucos e mais legais pubs de Natal, o Red Dog Pub não ficou pelo caminho do modismo, como tantos espaços que abrem, “bombam” e, pouco depois, passado o período da modinha tipicamente natalense, fecham. O pub fechou no

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