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Festival Reggae Sua Alma celebra 12 anos fortalecendo a cena reggae potiguar

Redação

O tradicional Reggae Sua Alma chega à sua 12ª edição reafirmando uma trajetória construída pela amizade, pela música e pelo fortalecimento da cultura reggae em Natal. O evento acontece nesta quinta (11), a partir das 18h, no Figa Bar e Cultura, em Ponta Negra. Criado como uma celebração de aniversário entre amigos, o Reggae Sua Alma cresceu ao longo dos anos e se consolidou como um encontro cultural que reúne artistas, músicos e admiradores do reggae em um ambiente de convivência, troca de experiências e valorização da produção musical independente. Ao longo de sua história, o festival recebeu importantes nomes da cena reggae potiguar, entre eles Hallison Rasta, Luanda Luz, Chico Tácio e os Carcará, Raízes de Concreto, além de diversos artistas que contribuíram para fortalecer e manter viva a cultura reggae no Rio Grande do Norte. A programação desta edição terá início às 18h, com a banda NaturalMente, que recebe como convidado especial Bruninho Pernambucano. O encontro promete apresentar ao público um repertório que passeia pelos clássicos do reggae e por influências da música brasileira, celebrando a diversidade sonora que caracteriza o gênero. Às 21h, sobe ao palco Allan Negão, músico reconhecido por sua presença marcante e pela conexão que estabelece com o público através de interpretações carregadas de identidade, sensibilidade e energia. Realizado no Figa Bar e Cultura, espaço que vem se consolidando como importante ponto de encontro da cultura independente em Ponta Negra, o XII Reggae Sua Alma reforça seucompromisso com a valorização dos artistas locais e com a criação de espaços de convivência e expressão cultural. Mais do que uma festa, o evento representa a continuidade de uma história construída coletivamente ao longo de mais de uma década, mantendo viva a essência do reggae como manifestação artística, cultural e humana. Serviço XII Reggae Sua Alma – 12ª Edição 📅 Data: 11 de junho de 2026 🕕 Horário: A partir das 18h 📍 Local: Figa Bar e Cultura – Ponta Negra, Natal/RN 💰 Couvert artístico: R$ 10,00 Programação 🎶 18h – NaturalMente convida Bruninho Pernambucano 🎶 21h – Allan Negão

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Produtora potiguar abre inscrição para projetos de longa-metragem do Rio Grande do Norte

Redação

A Casa da Praia Filmes realizará a quarta edição do Casa da Praia Lab, projeto de formação e desenvolvimento audiovisual que, neste ano, adota o subtítulo “Esquina Criativa”. A iniciativa promoverá um laboratório presencial de desenvolvimento de roteiros de longa-metragem voltado exclusivamente para autores e autoras do Rio Grande do Norte, além de oficinas gratuitas de escrita técnica de roteiro em diferentes regiões do estado e uma mostra de filmes originados em edições anteriores do projeto. As inscrições para o laboratório estarão abertas entre os dias 8 de junho e 3 de julho deste ano via edital. Serão selecionados 15 projetos norte-rio-grandenses de longa-metragem em fase de desenvolvimento, com foco em roteiristas interessados em amadurecer suas obras e aprofundar processos criativos, narrativos e estéticos. Inscreva-se aqui. O laboratório acontecerá presencialmente em Natal, entre os dias 3 e 7 de agosto, reunindo tutorias, atividades formativas, palestras e um pitching final voltado ao desenvolvimento dos projetos selecionados. Além da formação, cada roteirista selecionado receberá uma bolsa de estudos no valor de R$ 1.500, totalizando R$ 22.500 investidos diretamente nos participantes do laboratório. A proposta busca fortalecer a profissionalização do trabalho criativo no audiovisual e ampliar as possibilidades de circulação e financiamento de projetos potiguares. Segundo o cineasta Pedro Fiuza, o Casa da Praia Lab surge da percepção da ausência histórica de projetos do Rio Grande do Norte em laboratórios criativos nacionais e internacionais. “A iniciativa busca ampliar a presença do estado no panorama do cinema brasileiro contemporâneo, oferecendo formação qualificada e criando condições para o desenvolvimento de novas narrativas sobre o território potiguar e nordestino”, enfatizou Pedro, fundador da Casa da Praia Filmes.  Ao longo dos 15 anos de atuação na indústria cinematográfica, a Casa da Praia Filmes consolidou um histórico de circulação nacional e internacional com obras como Sideral, exibido no Festival de Cannes e selecionado para a shortlist do Oscar 2023; Big Bang, premiado no Festival de Locarno; além de Fendas e Vai Melhorar. O Casa da Praia Lab – Esquina Criativa é realizado por meio do Edital Transformando Energia em Cultura 2025-2026, com patrocínio da Neoenergia Cosern e do Instituto Neoenergia, via Programa Cultural Câmara Cascudo. O projeto conta ainda com apoio do IFRN, da ITCART – Incubadora Tecnológica de Cultura e Arte e do Centro de Tecnologia e Cultura Luzia Vieira de França. SOBRE O CASA DA PRAIA LAB – ESQUINA CRIATIVA  O projeto propõe um espaço de experimentação artística e política, incentivando obras que enfrentem estereótipos e proponham novos imaginários sobre o Nordeste no século XXI. O LAB reafirma o compromisso das...

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Governo do RN lança quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB RN)

Redação

Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade; as inscrições poderão ser feitas até o dia 29, por meio da plataforma Mais Cultura RN. O Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e o Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, comunicam o lançamento do quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Com foco na diversidade e pluralidade das ações, esta nova etapa reafirma o compromisso do Governo do Estado em descentralizar recursos, fortalecer a cena cultural potiguar e valorizar os artistas, fazedores de cultura e as diversas linguagens artísticas presentes em todas as regiões do Rio Grande do Norte. “O lançamento deste quarto bloco de editais é mais um passo fundamental na nossa missão de fortalecer a cultura potiguar. Queremos garantir que nossos fazedores de cultura tenham acesso a essas oportunidades, transformando o setor em um pilar de desenvolvimento econômico e social para o nosso estado”, destaca Mary Land Brito, titular da pasta da Cultura no Governo do RN. Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas no total, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade: Cultura LGBTQIAPN+; Cultura Negra; Cultura Urbana e Periférica; e Mulheres na Cultura. As inscrições estão abertas de 9 a 29 de junho. “Este ano temos uma novidade que é o Edital de Mulheres na Cultura, uma demanda que surgiu das escutas públicas que realizamos antes da elaboração dos editais, o que nos permitiu aprimorar a distribuição dos recursos de forma mais eficiente e democrática. Lembramos também que todos os editais da PNAB RN possuem pontuação extra e cotas para grupos minorizados e elaboramos ainda cartilhas acessíveis para simplificar o entendimento das regras de cada edital”, enfatiza a coordenadora da PNAB RN, Bruna Medina. A Política Nacional Aldir Blanc tem como objetivo central estruturar o fomento à cultura de forma continuada, garantindo que o recurso chegue à ponta, incentivando a criação, a produção e a difusão de bens culturais. Este quarto bloco de editais se soma às ações anteriores já executadas, consolidando a implementação da política no território potiguar. O Governo do Estado convida artistas, coletivos, produtores e gestores culturais a acessarem o site oficial da Secretaria de Estado da Cultura (secult.rn.gov.br) para conferir os detalhes, critérios de elegibilidade e prazos de inscrição...

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BIBLIOBUNKER: Ilhas, labirintos: poemas escolhidos

Pablo Capistrano

Ilhas, Labirintos: poemas escolhidos Autor: Elí de Araujo Editora: Sol Negro Ano: 2022 Páginas: 125 O finado Harold Bloom, sujeito conhecido por algumas opiniões “polêmicas” e “canceláveis” (como a de que o Rei Lear de Shakespeare é literariamente superior à Cabana do pai Tomás de Harriet Beecher), afirmou certa vez que lia poesia como se estivesse fazendo uma oração. Isso, obviamente, não tem nada a ver com carolice pietista ou proselitismo religioso. Segundo Bloom, a boa poesia precisa ser decorada e introjetada na memória tal qual uma oração. Tenho certeza, amigo velho, que se o finado professor de Yale estivesse vivo (e soubesse ler português), certamente decoraria vorazmente muitas das poesias de Elí de Araujo, publicadas nesta coletânea, editada em 2022 pela Sol Negro. O volume traz uma amostra muito bem colhida das safras poéticas de Elí, desde o seu livro de 1982, Reminiscências do Tártaro até o Catábase de 2021. Uma coletânea essencial para os amantes da boa poesia que apresenta um registro fundamental de parte dos sete primeiros livros deste que, nascido e criado aqui pela Taba de Poty, sem nenhuma sombra de dúvida, é um dos melhores (senão o melhor) poeta de sua geração. Se você não acredita na opinião deste professor de província que vos fala, amigo velho, então peço que me conceda o benefício da dúvida e dê uma navegada pela costa acidentada dessas ilhas literárias, espalhadas por esse labirinto de alumbramentos poéticos. Tenho certeza que em algum momento você vai se achar obrigado a concordar comigo. Cada poema dessa coletânea é uma surpresa, um novo deleite, um desconcerto, um rasgão, uma fissura de liberdade criativa naquilo que o filósofo Martin Heidegger chama de “falatório” (essa espécie de rede de banalidades retóricas que a nossa linguagem ordinária constroi para nos aprisionar).   E por falar em oração, há, inclusive em seus poemas, inúmeras referências a textos bíblicos, como no “Salmo 23”, publicado em seu livro de 1991 (Deterioremus), uma perturbadora e inusitada interseção entre o “livro de Jó” (o mais desconcertante texto do cânone judaico) e os salmos atribuídos a David. Seguindo uma inversão irônica do lirismo mesopotâmico (com seus poemas de exaltação e louvor a divindades como Baal, Marduk, Yaweh ou Inanna), Elí brinca com o desespero de David, aproximando a sua súplica lamuriosa (sempre pendurada nas paredes das casas de alguns crentes mais devotos) da devastadora crueldade do deus que atormenta o pobre Jó:  “o Senhor é...

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Pedro Pereira - Foto - Fábio Cortez

Pedro Pereira revisita 45 anos de criação em exposição na Pinacoteca do Estado

Redação

Mostra reúne obras produzidas entre 1981 e 2026 e marca o retorno do artista às exposições individuais após mais de uma década Quatro décadas e meia de dedicação à arte, à poesia e à experimentação estética ganham forma na exposição “Unir Verso às Cores”, que será aberta ao público no próximo sábado (13), às 10h, na Pinacoteca do Estado, em Natal. A mostra celebra os 45 anos de trajetória do artista visual e poeta Pedro Pereira, reunindo 46 trabalhos que atravessam diferentes períodos de sua produção e revelam a pluralidade de uma obra construída entre imagens, palavras e afetos. Com curadoria de Pablo Pinheiro e produção de Alda Pereira, a exposição apresenta pinturas, colagens, fotografias, intervenções artísticas e poemas criados entre 1981 e 2026. O conjunto permite ao visitante acompanhar a evolução estética e conceitual de um artista que fez da liberdade criativa sua principal marca. Mais do que uma retrospectiva, “Unir Verso às Cores” propõe um mergulho no universo de Pedro Pereira. As obras dialogam com temas como memória, identidade, cotidiano, natureza e imaginação, revelando uma produção que transita com naturalidade entre as artes visuais e a literatura. O próprio título da exposição traduz essa característica. Inspirado em um poema do artista, sintetiza a relação entre escrita e pintura que acompanha sua criação desde os primeiros trabalhos. “Pinto o que não sei escrever, escrevo o que não sei pintar. Pinto e escrevo o que me faz sonhar”, resume Pedro Pereira. A mostra também marca o reencontro do artista com o circuito das exposições individuais. Sua última experiência solo aconteceu em 2013, com “O Jardineiro das Cores”. Agora, retorna à Pinacoteca com uma seleção que reúne obras históricas e produções recentes, compondo um percurso que evidencia permanências, transformações e novas descobertas criativas. Uma trajetória construída entre arte e cultura Natural de Passa e Fica, no Agreste potiguar, Pedro Pereira desenvolveu uma trajetória singular no cenário cultural do Rio Grande do Norte. Ao longo dos anos, atuou como poeta, artista visual, produtor cultural e incentivador de iniciativas voltadas à democratização do acesso à arte. Nos anos 1980, integrou a chamada Geração Alternativa, movimento ligado à poesia marginal que contribuiu para renovar a cena cultural de Natal. Também participou da banda Cabeças Errantes, experiência que ampliou seu diálogo com outras linguagens artísticas e fortaleceu uma produção marcada pela experimentação. Seu primeiro livro, Lutar pela Paz, foi publicado em 1981. Poucos anos depois, criou...

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A trilha, a bifurcação, as pegadas erradas e as vozes certas

Tatyanny Nascimento

Perder-me em uma trilha, no meio de um grupo, não foi somente errar um caminho: foi ser devolvida, ainda que por instantes, à verdade mais antiga da existência humana: a de que viver é caminhar entre bifurcações sem garantias. E que angústias tem poder pedagógico. O que se passou em um retorno de passeio à cachoeira não foi apenas um desencontro geográfico: foi a aparição de uma cena reflexiva, o momento em que o grupo se desfaz como proteção simbólica, o cansaço dissolve a prudência, e eu me vejo entregue à tarefa de distinguir entre rastro e rumo, entre saída e destino, entre movimento e direção. Na ida, ainda havia uma espécie de pacto silencioso sustentando a travessia. O corpo, não tendo sofrido o peso do trajeto, permitia à mente exercer aquilo que a civilização exige de nós: pausa, espera, consideração pelo outro, capacidade de reter o impulso em favor do laço. Diante de cada bifurcação, quando se sabia o caminho, alguém esperava, olhava para trás, cuidava para que o restante acompanhasse. A trilha era, então, uma comunidade. Havia nela um tecido de atenção recíproca e o cansaço ainda não havia corroído a delicada camada ética que nos faz lembrar que ninguém caminha sozinho, mesmo quando cada um usa as próprias pernas. E ainda que estivessem presentes dois guias (altamente responsáveis), um estava na frente, outro atrás, mas ao meio haviam bifurcações. E o grupo não tinha o mesmo ritmo em um longo trajeto cheio de curvas. Mas a volta introduziu outra verdade, menos nobre e mais funda: quando o corpo se esgota, a consciência se estreita. Já havíamos tomado banho de cachoeira, estávamos cansados de toda a caminhada, e o desejo de chegar logo em casa passou a comandar os passos. Aquilo que antes era grupo se tornou fluxo. O que era convivência se tornou pressa. E justamente nesse ponto, uma bifurcação deixou de ser apenas uma escolha espacial para se converter num teste moral: quem vê o desvio e segue mesmo assim, sem pensar nos que podem ficar para trás, revela algo da condição humana quando a energia simbólica se rompe. Não se trata necessariamente de maldade: trata-se de um empobrecimento da presença. Cansados, diminuímos. Recolhemos nossas fronteiras, contraímos nossa generosidade, protegemos nosso próprio retorno como se toda alteridade fosse peso extra.   Foi nesse rasgo da trama coletiva que eu me perdi com minha mãe. E o...

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Edgar Morin e a arte de pensar um mundo complexo

Isabel Carvalho

Sexta-feira, 29 de maio de 2026. O mundo se despediu de um dos maiores pensadores do nosso tempo. Aos 104 anos, Edgar Morin deixou uma obra que atravessou fronteiras disciplinares, influenciou pesquisadores, professores, jornalistas, cientistas sociais e todos aqueles que se dedicam a compreender a complexidade da vida humana. Sua morte encerra uma trajetória intelectual extraordinária, mas também oferece uma oportunidade para revisitar suas ideias e refletir sobre sua atualidade. Em um mundo marcado pela velocidade da informação, pela polarização política, pelas transformações tecnológicas e pelas crises ambientais, o pensamento de Morin parece mais necessário do que nunca. Suas ideias continuam pulsantes para quem deseja compreender a sociedade contemporânea. Nascido em Paris, em 1921, Morin viveu acontecimentos importantes da história recente. Testemunhou guerras, crises econômicas, revoluções culturais, o surgimento da internet e as profundas mudanças que transformaram a vida humana ao longo do século XX e das primeiras décadas do século XXI. Ao contrário de alguns intelectuais que escolheram uma única área de atuação, Morin construiu uma obra que dialoga com diferentes campos do conhecimento. Filosofia, sociologia, antropologia, biologia, educação, comunicação e política aparecem constantemente em seus estudos. Essa característica não era um acaso. Para ele, os grandes problemas da humanidade não cabem dentro das fronteiras rígidas das disciplinas acadêmicas. Compreender a realidade exige conectar saberes e reconhecer que tudo está relacionado. Foi dessa percepção que surgiu sua principal contribuição: o pensamento complexo. Ao ouvir a palavra “complexidade”, muitas pessoas imaginam algo complicado ou difícil de entender. Morin utilizava o termo em outro sentido. A palavra complexidade deriva do latim complexus, que significa “aquilo que é tecido junto”. Em outras palavras, a realidade é formada por uma rede de relações, conexões e influências mútuas. Para Morin, um dos maiores problemas do pensamento moderno foi acreditar que seria possível compreender o mundo dividindo ele em partes cada vez menores. Embora essa abordagem tenha proporcionado avanços significativos para a ciência, também contribuiu para a fragmentação do conhecimento. Aprendemos a estudar a economia separada da cultura, a política distante das emoções, a tecnologia isolada da sociedade. O resultado é que muitas vezes compreendemos os detalhes, mas perdemos a visão do conjunto. O pensamento complexo propõe justamente o contrário: observar simultaneamente as partes e o todo. Entre suas muitas obras, trago O Método 3: O Conhecimento do Conhecimento, publicado originalmente em 1986 e posteriormente lançado em português pelas editoras Publicações Europa-América (1996) e Sulina...

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Praia viva, cultura viva: Projeto Tatuí realiza ação socioambiental e cultural em Ponta Negra

Redação

Neste sábado (6), em alusão à Semana do Meio Ambiente, a Praia de Ponta Negra recebe a ação Praia Viva, Cultura Viva, evento que marca o lançamento oficial do Projeto Tatuí. A iniciativa une educação ambiental, cultura, memória afetiva e mobilização comunitária em defesa do litoral potiguar. Idealizado por Cintya Laranjeira, representante do Limpa Brasil no Rio Grande do Norte, o Projeto Tatuí nasceu das vivências e memórias de infância em Ponta Negra e busca fortalecer o sentimento de pertencimento e o cuidado coletivo com a praia, suas histórias e sua biodiversidade. A programação gratuita e aberta ao público reunirá moradores, voluntários, escolas, coletivos, artistas, trabalhadores da praia e instituições parceiras em atividades voltadas à valorização dos ecossistemas costeiros e da cultura local. Durante a manhã, as ações acontecem na Praia de Ponta Negra, com concentração no Letreiro de Natal, presença da Burrinha Pintadinha e do Jaraguá, abertura oficial do projeto, alongamento com o grupo Calistenia Livre, roda de conversa, mutirão de limpeza, ato pelos trabalhadores da praia, distribuição de mudas e o desafio Achei um Tatuí. À noite, a programação segue na Vila de Ponta Negra, na Tapiocaria da Vó, com apresentações culturais, lançamento do cordel Engorda pra Quem?, apresentação musical e exposição de fotografias de Flávio Resende. A programação se encerra com after cultural no Figa Bar e Cultura. O nome do projeto faz referência ao tatuí, pequeno crustáceo que habita a faixa de areia e funciona como indicador da saúde ambiental das praias. A proposta utiliza a educação ambiental e a cultura como caminhos para aproximar a população das questões que impactam o litoral e estimular o cuidado com o território. PROGRAMAÇÃO MANHÃ – PRAIA DE PONTA NEGRA NOITE – VILA DE PONTA NEGRA SERVIÇO Evento: Praia Viva, Cultura Viva – Lançamento do Projeto Tatuí Data: 6 de junho de 2026 Manhã: 7h30 às 11h30 – Letreiro de Natal, Praia de Ponta Negra Noite: 18h às 20h – Tapiocaria da Vó, Vila de Ponta Negra After cultural: 20h – Figa Bar e Cultura Entrada: Gratuita e aberta ao público PARCEIROS Associação Ponta Negra é da Gente; Associação dos Quiosqueiros da Praia de Ponta Negra; Associação Vila de Ponta Negra; Figa Bar e Cultura; Grupo Cultural Burrinha Pintadinha; P.Cultura Tapiocaria da Vó; MMarhéproducoescriativas; Rendeiras da Vila; Protagonistas da Paz; Casa Flor Ateliê Botânico; Calistenia Livre.

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Dudu Morais atravessa a vida e deixa sua poesia

31/12/2025|

A partida de Dudu Morais não chegou com estrondo. Veio em silêncio, desses que fazem a palavra tropeçar dentro da boca. Como se o mundo tivesse prendido a respiração ao perceber que um poeta-advogado — ou um advogado-poeta — não atravessaria mais a próxima esquina do dia. Dudu carregava a estranheza bonita dos que habitam dois mundos. De um lado, o rigor da lei, a gramática severa dos códigos, o peso das causas humanas depositado sobre a mesa. Do outro, a delicadeza da palavra indomável, a poesia que escapa por entre os dedos, mesmo quando a realidade insiste em ser dura. Ele sabia: a justiça também precisa de metáforas e a poesia, às vezes, é a única forma possível de encabeçar a luta. Agora, o que fica é essa ausência que não cabe em autos nem em versos. Um vazio com nome próprio. Um silêncio que parece pedir réplica, mas não admite recurso. As palavras, órfãs, procuram seu timbre; os papéis, desacostumados, aguardam mãos que já não virão. Morre o corpo, dizem. Mas Dudu não se deixa encerrar assim. Ele permanece nos textos escritos às pressas, nos poemas que ainda respiram em quem os leu, nas causas em que ousou...

Batuque de Mulheres lança álbum autoral “Nossa Voz”

29/12/2025|

O grupo Batuque de Mulheres lança, em todas as plataformas de streaming, o álbum Nossa Voz. Com 13 faixas autorais, o trabalho é uma potente celebração da força coletiva das mulheres e uma afirmação sonora de luta, liberdade e emancipação. Gravado no estúdio da Pólen Aceleradora, na Vila de Ponta Negra (Natal/RN), o álbum nasceu das aulas de Produção Musical e Composição do Programa de Desenvolvimento Musical do Batuque de Mulheres, conduzidas pelas produtoras musicais Camila Pedrassoli e Vitória de Santi. “É muito muito lindo ver o florescer dessas artistas durante as aulas de composição e produção musical, este ano só iríamos gravar 4 faixas para um EP, mas o engajamento das alunas nas atividades de composição foi tão grande que fizemos uma força-tarefa para registrar os 13 jograis autorais compostos por elas. Além das aulas explanatórias, parte fundamental do programa de desenvolvimento musical são os exercícios de apreciação, composição e prática musical que nós aplicamos com as alunas, e é desses exercícios que elas realizam que saem essas composições, ideias musicais muito ricas, letras extremamente profundas, dá pra sentir a diversidade musical do grupo ouvindo o álbum. Simplesmente não tinha como deixar de fora.” (Camila Pedrassoli, instrutora e produtora musical do...

PodFalar: Margot Ferreira falou de política, jornalismo e até de relacionamentos

24/12/2025|

O podcast PODFALAR desta semana teve a honra de receber uma das vozes mais marcantes do jornalismo potiguar. Ela já foi a cara do RN TV na InterTV Cabugi por anos, encantou o público com o quadro Cores e Nomes e agora, de mochila nas costas, segue pelo Brasil desbravando histórias e pessoas com o programa Mochilão. Margot Ferreira é daquelas jornalistas que não apenas dão notícias — ela revela pessoas, traduz culturas e encontra poesia até nas pautas mais cotidianas. Um olhar afetuoso, crítico e cheio de curiosidade, sempre pronto para transformar fatos em narrativas que inspiram. Neste segundo episódio do programa comandado por Anderson Legal, o papo foi sobre jornalismo, comportamento, política, cultura, e claro, sobre como é trocar a bancada da TV por estradas, encontros e descobertas. E contou ainda com a presença do maridão CBI, músico, compositor e vocalista da decana banda Mad Dogs, também companheiro de Margot no Mochilão. Então, ajeite-se aí, porque o casal já provou que notícia boa não tem só manchete… tem coração, tem abraço e tem nome. Margot Ferreira está aqui pra provar que notícia e informação também pode vir com sorriso, afeto, leveza e muitas cores. Lembrando: o Podfalar nos...

Shows musicais reunirão 50 atrações na programação oficial do Natal em Natal 2025

19/12/2025|

Nesta sexta-feira (19), o prefeito Paulinho Freire anunciou oficialmente a programação oficial do Natal em Natal 2025, que contará com 50 atrações musicais espalhadas por diferentes pontos da cidade, entre os dias 25 de dezembro e 31 de janeiro. A Orla de Ponta Negra e a Avenida da Alegria, na Redinha, serão os principais palcos dos festejos promovidos pela Prefeitura do Natal. O início da programação de shows acontece já neste domingo (21), com a Parada LGBTQ+ de Natal, que abre as celebrações com show da banda Babado Novo, no Largo do Atheneu, a partir das 21h30. O palco montado na orla da nova Ponta Negra concentrará a maior parte das apresentações, reunindo 30 atrações locais, regionais e nacionais, com shows diários entre os dias 25 e 31 de dezembro. Estão confirmados nomes como Zezo, Calcinha Preta, Luan Estilizado, Léo Santana, Zé Vaqueiro, Cláudia Leitte, Limão com Mel, Durval Lelys, Henry Freitas e Ricardo Chaves, garantindo diversidade de ritmos e estilos para o público. A Avenida da Alegria, na Redinha — espaço inaugurado com sucesso durante o Carnaval deste ano — também integra o calendário do Natal em Natal. No dia 31, a programação começa com a atração local Banda...

Tem roda de conversa, exibição de filmes e exposições na Vila de Ponta Negra nesta sexta

19/12/2025|

A comunidade da Vila de Ponta Negra convida todos para a roda de conversa “A força da cultura: pesca, tambores e memória”, a ser realizada na Tapiocaria da Vó, nesta sexta (19), às 16h30. O encontro marca um momento de diálogo, valorização e celebração das tradições culturais ligadas à pesca artesanal, à renda de bilro e às histórias de resistência que atravessam o território. O evento contará com apresentação dos ensaios fotográficos produzidos pelos alunos do curso de Ciências Sociais da UFRN. Em seguida, haverá exibição de curtas-metragens que retratam o cotidiano, as memórias e as práticas culturais da Vila, reforçando a importância desses registros para a preservação da história local. Serão apresentadas as exposições: • “Minha jangada vai sair pro mar? Pesca artesanal na Vila de Ponta Negra”, de Andressa Mirna de B. Freire, Bruna Torres, Daline M. de Souza e Karina F. de Alcantara• “Sibaúma: a realidade e o real”, de Sandro Fortunato• “Patrimônios: saberes tradicionais, vivências culturais e lugares de memória em Sibaúma”, de Wilen IvinenA programação inclui ainda a exibição de documentários que retratam o cotidiano, as narrativas e as expressões culturais da Vila:• “As Barraqueiras”, de Gabriela Sales e Paulo Lima• “Cordel da Vila: A...

“Sonho de Uma Noite de Natal” é sonho levado aos quatro cantos da cidade

19/12/2025|

Um teatro mambembe shakespeariano. Se fosse resumir em frase curta o auto natalino “Sonho de Uma Noite de Natal” seria assim. O espetáculo é itinerante, adaptado ao espaço e aos moradores por onde vai passar. É mambembe, é popular, é de rua. Mas guarda também a grandiosidade da obra de Shakespeare, seja nas temáticas universais dos conflitos humanos ou na estética. Um auto natalino cuja dramaturgia e direção de arte mescla influências múltiplas, mas com o pé na cultura popular local. Uma sopa bem digestiva. Didático sem ser simplório. Erudito sem ser rebuscado. Popular sem ser popularesco. Emocionante sem ser piegas. Assisti ao espetáculo na estreia ontem à noite, no pátio da Funcarte. Hoje estará nas Rocas (Praça do Mercado), no sábado em Ponta Negra (antiga Praça dos Gringos), no domingo no Planalto (Praça Santo Ambrósio), na segunda segue para a Zona Norte no bairro Lagoa Azul (Rua das Pastorinhas), e encerra o ciclo de apresentações na Área de Lazer do Panatis, ainda na ZN. Início às 19h. Uma promoção da Prefeitura do Natal, com produção da Bobox, direção e roteiro do mestre João Marcelino, dramaturgia de César Ferrario, e um elenco primoroso e trilha sonora de Toni Gregório. Conversei...

OSRN inicia celebrações de seus 50 anos em especial com Antonio Nóbrega

18/12/2025|

A Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte (OSRN) realiza, nesta sexta-feira (19), às 20h, no Papódromo, um concerto que marca a abertura oficial das comemorações pelos seus 50 anos. Sob regência do maestro Linus Lerner, a apresentação é um especial com a obra e participação de Antonio Nóbrega como convidado central, além de performances de Juliana Linhares e do violinista André Kolodiuk, spalla da OSRN. O evento é gratuito, com acesso livre, e convida o público a participar de uma ação solidária de arrecadação voluntária de alimentos não perecíveis. O programa propõe um diálogo entre a música erudita e a cultura popular brasileira, e o repertório será apresentado em três momentos. No primeiro, dedicado às obras instrumentais, Antonio Nóbrega executa ao violino composições autorais (“Ponteio Acutilado” e o frevo “Tirando a Casaca”), além do primeiro movimento do Concerto em Ré Menor para dois violinos, de Johann Sebastian Bach, ao lado de André Kolodiuk. Na sequência, Nóbrega assume o repertório vocal com as canções “Canudos”, “Poeta Não Cala” e “Chegança”, parcerias com Wilson Freire. Já no terceiro momento do concerto, a OSRN e o multiartista recebem Juliana Linhares, que interpreta a canção “Bombinha”. A partir daí, os dois dividem os...

Natal de Luz e Cultura 2025 transforma centro histórico de Natal em celebração artística

17/12/2025|

Neste mês de dezembro, o coração de Natal será palco de uma grande celebração que promete envolver moradores e visitantes em uma experiência única de arte e cultura. O Natal de Luz e Cultura 2025 chega para iluminar o Centro Histórico da cidade com uma programação diversificada de música, poesia, dança e artes visuais, reafirmando o efervescente cenário artístico potiguar. Idealizado como um dos projetos do renomado jornalista Toinho Silveira, o evento é um convite à redescoberta dos encantos do patrimônio natalense, enriquecendo o fim de ano com talentos locais e nacionais. A iniciativa busca fomentar a cultura, valorizar os artistas da terra e proporcionar momentos inesquecíveis de convívio e apreciação artística. O Natal de Luz e Cultura 2025 é uma realização que promete fortalecer os laços da comunidade com sua história e suas manifestações artísticas, transformando o Centro Histórico em um verdadeiro cartão-postal cultural neste fim de ano. O evento conta com patrocínio do Governo do Estado, Fundação José Augusto, Lei Câmara Cascudo e Rede Postos Domingos (SETTA Combustíveis). Apoio Cultural: Fecomércio, Sistema Fiern e Comjol. Confira a programação completa do Natal de Luz e Cultura 2025: Programação Detalhada: QUARTA-FEIRA, 17 de dezembro •          Rua Coronel Cascudo             16h30...

Cineclube Casa da Ribeira encerra 2025 com a “Mostra + Inclusão no Cinema” nesta sexta

17/12/2025|

O ano se despede, mas o cinema segue como espaço de encontro, escuta e transformação. Nesta sexta-feira, 19 de dezembro, às 19h, a Casa da Ribeira, em Natal, recebe a última sessão do Cineclube Casa da Ribeira em 2025 com a realização da “Mostra + Inclusão no Cinema”, uma programação especial que convida o público a vivenciar o audiovisual sob a perspectiva da acessibilidade e da diversidade. A entrada é gratuita. Após uma temporada que, de setembro a dezembro, celebrou a pluralidade do cinema brasileiro, o Cineclube dedica sua edição de encerramento à inclusão, reunindo quatro curtas-metragens com audiodescrição e interpretação em Libras. A iniciativa reafirma o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura e com a construção de um espaço verdadeiramente acolhedor para todos os públicos. “Cada edição do Cineclube tem sido um território de escuta e reflexão sobre negritude, povos originários e diferentes formas de existir, sempre acompanhada de diálogos com profissionais do audiovisual e da cena cultural potiguar”, destaca Alessandra Augusta, presidente da Casa da Ribeira. A ação é viabilizada por meio do Edital de Apoio e Subsídio para Manutenção de Espaços Culturais 21/2024 – PNAB/RN, fortalecendo a missão da Casa da Ribeira de manter a cultura viva, acessível e pulsante. A mostra...

brasilidades

17/12/2025|

Nesta sexta (19), a partir das 20h, o Bardallos será palco de uma noite dedicada à celebração da música brasileira. Sueldo Soares apresenta o show Brasilidades, em um encontro que dialoga diretamente com a discotecagem de Carlota Nogueira, responsável pela abertura da noite. Artista reconhecido por sua presença de palco e pela forma intensa com que transita pelos repertórios da música brasileira, Sueldo Soares constrói o show Brasilidades como uma experiência viva, dançante e afetiva. O espetáculo passeia por clássicos e releituras, valorizando a diversidade rítmica do país e criando uma conexão direta com o público, em um formato que convida à escuta, ao canto e ao movimento. Abrindo a programação, Carlota Nogueira assume as pick-ups com uma discotecagem que já se tornou referência quando o assunto é música brasileira. DJ, produtora cultural e curadora, Carlota desenvolve sets que atravessam gerações e estilos, costurando MPB, grooves tropicais, clássicos atemporais e recortes contemporâneos. Sua pesquisa musical dialoga perfeitamente com a proposta do show Brasilidades, preparando o clima da noite e ampliando a experiência sonora da festa. O encontro acontece no Bardallos, espaço histórico e afetivo da cena cultural local, conhecido por valorizar a música brasileira, os artistas autorais e os encontros...

sonho de uma noite de natal

17/12/2025|

A cidade do Natal recebe o espetáculo “Sonho de Uma Noite de Natal”, uma realização da Prefeitura do Natal, com produção da BOBOX Produções, que ocupará ruas e praças com o auto natalino. O espetáculo estreia nesta quinta-feira (18) no pátio da Funcarte, no bairro da Cidade Alta, e segue em circulação até o dia 23 de dezembro percorrendo seis bairros de Natal e ocupando as quatro zonas da cidade. Ao circular por diferentes bairros, a caravana transforma cada apresentação em um acontecimento localizado, que se organiza a partir do espaço da rua, do entorno imediato e da presença dos moradores. A encenação parte de uma estrutura cênica mambembe: um caminhão que se transforma em palco italiano, concebido como uma grande caixa de presente. Ao som de uma trilha sonora original, o teto se ergue, as cortinas se abrem e surge o Capitão Benjamin, figura que conduz a narrativa e apresenta os artistas. Sua presença dialoga diretamente com o imaginário da Nau Catarineta, referência ancestral da cultura popular brasileira associada às viagens marítimas, à travessia, ao risco e à esperança. Como nas antigas narrativas cantadas e encenadas, o espetáculo se organiza como uma embarcação simbólica que cruza territórios e conduz...

15/12/2025|

Nesta quinta (18), às 19h30, a Livraria Manimbu recebe um evento musical, literário e poético para discutir a obra de Caetano Veloso, intitulado Exercício 4. Em formato de roda de conversa, o professor e músico Artemílson Lima e o poeta João Batista de Morais abordarão a poesia nas canções de Caetano. E Artemílson ainda se junta à banda formada por Júlio Lima, Jailton Torres e Thales Vinícius para clássicos do baiano. E a noite ainda contará com a exposição e análises literopoéticas sobre o tema, por João Batista de Morais. O formato envolverá a plateia em intervenções de natureza variada.

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