PAPO CULTURA: Por mais jornalismo cultural independente

O jornalismo cultural independente no Rio Grande do Norte viveu bons e passageiros momentos.

Dezenas ou centenas de projetos publicados. Revistas, tabloides, zines e até jornais.

Alguns memoráveis, como O Galo, editado por Marize Castro, Nelson Patriota e hoje por Carlão de Souza.
Teve o Balaio, uma espécie de zinepanfleto de poesias concretas editadas por Moacy Cirne.

A coleção Galante também marcou muito essa história das publicações culturais. Sem falar nas revistas Brouhaha, Preá e Palumbo.

Abimael Silva compilou muita coisa antiga, também, como resgate desses tempos efervescentes.

Foi uma época sortida de impressos e gráficas a todo vapor. Tempos até recentes, muitas vezes, mas que parecem residir num passado já preto e branco.

Pioneirismo do Substantivo Plural

É que o universo virtual chegou para ficar. E não só ficar, mas substituir. Claro, há um processo vagaroso. E na seara do jornalismo cultural no RN, dois blogs foram pioneiros: o Diário do Tempo e o Substantivo Plural.

Deixei o Diário do Tempo pelo caminho e Tácito Costa prosseguiu firme com o SP, que completa este ano dez eternos anos.

Se o caderno ‘Muito’ do Diário de Natal e o ‘Viver’ da Tribuna do Norte são patrimônios do jornalismo cultural potiguar, o Substantivo também já se inscreveu nessa história, não só no jornalismo cultural independente, mas como pioneiro no meio virtual.

Tenho orgulho em colocar “editor do Substantivo Plural” no meu currículo. Se não estive lá na maior parte dessa estrada decana, tenho certeza da proveitosa colaboração que dei, com novo formato, novo conceito e redes sociais ativas e fortalecidas.

Tácito e Conrado Carlos seguem no prumo com a competência conhecida. São suficientes para seguir a viagem.

Eu desci do navio para enfrentar as tempestades constantes da seara cultural guiando este pequeno paquete, onde escrevo estas linhas.

Novo entusiasmo, novas ideias e o mesmo propósito de divulgar e falar de cultura.

O nome foi pensado nesse conceito: Papo Cultura. Papo no sentido de papar, consumir cultura. Ou papo, papear, conversar sobre cultura.

É mais um veículo. E tem espaço para muito mais. Cada um ao seu estilo. Então, não há divisão, mas soma. Quanto mais, melhor. Ganhamos todos.

Vamos nessa e aguardem novidades!

Redes sociais do Papo Cultura:
Face: https://www.facebook.com/papocultura/
Insta: https://www.instagram.com/papocultura
Twitter: https://twitter.com/papocultura

About The Author: Sérgio Vilar

Sérgio Vilar

Jornalista com alma de boteco ao som de Belchior

Comentários

  • Reply Tácito Costa

    O layout ficou massa. Simples e eficiente. Parabéns amigo. Agora, é tocar pra frente. Competência você tem de sobra. Abraço.

    • Sérgio Vilar
      Reply Sérgio Vilar

      Valeu, comandante. Vamos driblando as intempéries! rs

  • Reply Osair Vasconcelos

    Longa vida ao papo, Sérgio

  • Reply Carlos Fialho

    Vou virar freguês.

    • Sérgio Vilar
      Reply Sérgio Vilar

      E nessa bodega é o freguês quem manda!

  • Carlos Gurgel
    Reply Carlos Gurgel

    leve solto e instigante. longa vida Sergio para seu Papo Cultura, serei seu visitante sem pausa,
    longa e consistente existência!!

    Cgurgel

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