Escaladas da Contracultura – Natal, década de 80

Sérgio Vilar28 de fevereiro de 2019Literatura, , Image

Um livro necessário. Acho que poderia classificar assim a obra escrita pelo professor e artista Artemílson Lima e com lançamento previsto para hoje à noite no charmoso Salão de Nalva Melo, na Ribeira, a partir das 19h. ‘Escaladas da Contracultura – Natal, década de 80’ mapeia um movimento cultural intenso na capital potiguar e de registros esparsos. E Artemílson – ele próprio um agente contracultural integrante de um dos grupos efervescentes da época, o Gato Lúdico – conseguiu compilar essa aura em capítulos que abordam lugares, pessoas, movimentos e publicações da época. Confira a seguir a íntegra da apresentação do livro, pelo próprio autor.

Por Artemílson Lima

Pensar uma narrativa que contemple algumas manifestações ditas “alternativas” ou undergrounds em Natal, independentemente do tempo, é fazer um exercício bem maior do que a escrita em si. É tentar mapear afetos, sentimentos, pulsões que se amalgamam de algum modo, como expressão do humano em qualquer época, aqui ou alhures. É voltar os olhos para uma parte da existência humana que nem sempre está visível às panorâmicas de nossa cabeça em torno do eixo de nosso tronco, na busca de acontecimentos que destoem da massacrante e uniformizadora massa de produtos despejados pela grande indústria cultural. É socavar guetos, encontrar malditos e com eles congraçar-se nos buracos inalcançados pela higiene do ilustracionismo de salões e academias. É reconhecer a bravura de quem, a contrapelo, entrega-se ao desenfado de ir, na proporção de suas forças, reunindo gente em torno de uma resistência que se manifesta de maneira plural e aberta. É identificar no mapa-múndi as utopias e as heterotopias, sem as quais tudo seria igual ou, no máximo, o mais do mesmo.

Assim é que se constitui a dissidência. E é por meio dela que a cultura se move. Se não fossem os dissidentes não haveria cultura como práxis, como movimento. E a cultura, enredada na tradição petrificada, sem a dissidência, não seria mais que um amontoado de expressões amorfas, putrefatas.

É por isso que desde tempos remotos, ela, a dissidência, institui outra tradição. A tradição do movimento, da impermanência, da mudança, da ruptura; que não permite que a cultura, estagne. E a arte tem se constituído o caminho pelo qual essa dissidência sobrevive e se arma contra o massacre diário da grande indústria cultural à qual se submete a intelligentsia.

Poema Processo de Moacy Cirne

Aconteceu e acontece assim em Natal. Desde o Poema Processo – de Dailor Varela, Falves Silva, Anchieta Fernandes, Ney Leandro de Castro, Marcos Silva, Moacy Cirne – movimento que projeta a cidade como um polo de vanguarda, promove um ajuntamento de cabeças destoantes do empolamento da poesia de “fardão”, dos sonetos ensebados pela pieguice ufanista que decantava o prodígio da exuberância geográfica e a pureza das donzelas bem nascidas. Rompe-se pelo deslocamento estético, pela ousadia da racionalização; outra grafia que se retira dos suportes tradicionais de veiculação do poema, criando novo tipo de relação com o público e forjando outras linguagens, distanciadas das sonolentas expectativas da oratória empostada, abrindo-se para a urbanidade e todos os seus contrastes, ruídos e odores. E mesmo à “Parada tática”, cria uma disposição de seguir: uma fenda na imposição da “Parada” através da Art-correio. Novos agenciadores da margem e, à margem, dispostos à não deixarem a dissidência recuar: J. Medeiros, Avelino Araújo, Venâncio Pinheiro, Falves Silva… Ainda viriam máquinas de lavar para fazer girar as vestimentas ensaboadas da imponderabilidade.

Um acidente? Quiçá. Acidente ou não, João Gualberto contorcendo-se dentro do agitador dá a senha: Máquina de Lavar Poemas. Poemas nem tão sujos assim, a ponto de não serem ignorados pela asséptica instituição que o premia. Porém Gual, para publicar, prefere a manivela do mimeógrafo de Djalma e sua parca habilidade para juntar as páginas e lançar o que seria o primeiro livro de poema marginal mimeografado que agita, como disse Bianor Paulino, “A tal nata do medo… artesanal espontâneo irracional da poesia marginal a máquina de lavar poema traz a voz vertida na vertente experimental da resistência poética desse Dom Sancho potiguar travessia dos anos setenta fruto de sua inquietação existencial.”

Dunas migrando. Era preciso fincar uma estaca. Pinotando nas dunas e tabuleiros, bodejando alto, um certo grupo de jovens caprinos, o Cabra, fincam-na: a Estaca Zero. Dali, daquele marco, abrem-se as porteiras para campos de pastagens de vastidão cada vez mais imponderável. As cercas do latifúndio imaginário, comandado pelos coronéis afeitos ao enquadramento das rosetas pontiagudas, começava a ter seus moirões carcomidos pelas castas de cupins indesejáveis. Moleques do tempo: Aucides Sales, Jóis Alberto, João da Rua, Venâncio Pinheiro, Marcelo Amorim, Tadeu Litoral cavando Buraco no Muro: Um buraco no muro/uma abertura/que mostra claro/o outro lado escuro da vida. Outros lutando contra o destino das Suelenes Gredsons. Todos bodejando: Trabalho de Poeta. Lidar com o que, para a maioria, soa indesejável.

Galeria do Povo

E o indesejável se expunha todos os finais de semana ao sol causticante na Praia dos Artistas, onde cada vez mais se engrossava a mancha de ansiosos querendo fazer parte do protesto que virava mostra, que virava festa e da festa que virava fluido na Galeria do Povo. Ali onde muitos nasceram para a arte, onde muitos se conheceram, se encontraram e se engramparam, ao sabor da maresia salgada e fria que sovava os cabelos e consumia o baseado noutra velocidade, a velocidade da pulga.

Sim! Ali também onde se imaginou outros voos, onde se sonhou abrindo picadas, derrubando muros, vivendo em festivais: Festivais de Arte do Natal, (FAN) ou Festival do Forte que proporciona um metabolismo diferenciado, provoca um sentimento de expectativa permanente entre os artistas, poetas e escritores da Cidade, uma espécie de leitimotiv durante 362 ou 361 dias do ano – conforme o caso – para as iniciativas da produção alternativa que desembocava nele, quase toda, assim como as águas do Potengi se esparramam na Praia do Forte, margeando a Fortaleza, dividindo a Cidade e proporcionando do lado de lá uma outra frente de inspiração: a Redinha. Depois dos Garstmans, a segunda invasão da Fortaleza. Os novos invasores agora acompanhados de Baco. Outra disposição, outras finalidades: a poesia, a música, a festa, a esbórnia.

Dali para cima, sempre, mesmo que tudo tenha origem no Baixo.

E no Baixo o underground seguia, entre Irenes, Marlenes e Basticos; nos labirintos da Ponta do Morcego, Mel Borges com limão no Boliviano, cerveja no Café de Paris, Vodka no, Chernobyl, Cachaça no Boteco, ao som de Sueldos e Pedros. E com a chegada da cobra Costeira, no Cruzeiro da Vila, na Bodega, um arranque para o lado de lá da cidade. No centro, Verso e Prosa tabelava com o Zumbar. Hora tarda. Aratarda, enchia as cabeças de novidades.

Os anos passavam ao som dos riffs das guitarras do BRock (soníferas ilhas, somos todos inúteis). Mas o traçado aqui era outro: Gato Lúdico, Alcatéia, Fluidos, Cabeças Errantes, Grupo Escolar, Descarga Violenta estourando tweets noutra voltagem.

E o mimeógrafo rodando… Tonéis de Aluás despejados do Alto do Juruá, invadiam a cidade, as praças, praias, botecos em brochuras precárias e folhas de A4. Astrais, Barras, Das Ruas, Litorais, Dungas, Gurgéis, Volontés, Du Bois, Dorians, Blacautes, Gossons, Pinheiros, Afonsos, Lisboas, Novenis, Vitorianos, Lúcios, Limas, Sandersons, Medeiros, Berbes, Bobs, Almeidas, Lopes, Cirillos… Estrelas de um hotel imaginário que aparece e desaparece num movimento quase estroboscópio: O Hotel das Estrelas. Um zine? O que é isso? Os Punks, comandados por Sopa d’Osso dirão mais tarde na Voz do Ódio, e na sonoridade gutural minimalista do Antitudo, O.R.$.A. e Abaporu.

Por enquanto, Folha Poética, Rangal, Desobedeça, Sol que Faltava, Provokação, Cebola Faz Chorar, Franga…. um Delírio: Anti-escola, anti-confraria, anti-manifesto, antipanfleto dos oitenta das novas ondas. Jovem no espírito da qualquer coisa. Relaxando a estética sisuda. Espaço onde passeiam gerações. Pedra que rola ou folha que corre. Prosa dos espontâneos. Contra o tódio. Pelo delírio dos campos e pelos sonhos concretos dos absurdéticos urbanos. O Delírio Urbano.

À margem, sempre seguindo à margem, dezenas de cabeças inquietas forçando a barra para pintar a cidade com outras cores. Cambiar ideias, fincar novas estacas, nove, dez, vinte mil vezes em profusão infinita. Nunca recuar, como os Zeróis de Batman & Robin, ou o poeta magérrimo, vestido de Nosferatu que deambula numa rua de Temporada de Ingênios.

Tudo isso são acontecimentos de caráter-modificador, como quer Edgar Morin, são também expressões de revolta, de culturas-revoltas que se determinam, pelas margens, a assumirem infensas atitudes de resistência que aos poucos demarcam outros espaços, infundem outros marcos, forjam mundos novos, paralelos e independentes, possibilidades à parte, encarando de um lado um tipo de ilustracionismo empolado, do outro, a indústria cultural massificante, uniformizante. Falo de contracultura, ainda que para alguns essa expressão esteja mofada.

Timothy Leary disse uma certa vez que a contracultura florescerá sempre onde existam membros de uma sociedade que escolham “estilos de vida, expressões artísticas e formas de comportamento que sinceramente incorporam o antigo axioma segundo o qual a única e verdadeira constante é a própria mudança.”

Mimeógrafo

Como poderia deixar de haver vozes dissonantes, se é a partir delas que o mundo se transfigura como constante? Podem mudar os meios, os suportes, os termos, as maneiras de deslocamentos, os espaços de atuação, mas a resistência não desaparecerá, nunca. E, se os alvos são outros, as paredes simbólicas erguidas de novos materiais, que se construa novos instrumentos de labuta.

È disso que trato neste livro. Ele é fruto de uma pesquisa de doutorado, vinculado ao PPGCS (Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais) da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte). Tratei de fazer algumas adaptações para a versão como livro, pensando em torna-la mais palatável, levando o texto para o campo de acessibilidade ao leitor, de qualquer formação.

Um aspecto que talvez mereça esclarecimento prévio é a forma como me refiro à experiência contracultural em Natal ao longo do texto, ora a tratando como contracultura e, em decorrência, nominando a geração de jovens de contraculturais, ora a denominando cultura alternativa, adotando (uma terminologia bem comum no meio), geração alternativa ou ainda underground, termo inglês muito comum no tratamento desse tipo de experiência no Brasil e no mundo. Em qualquer dos casos, estou falando de um só fenômeno, a contracultura, que é um termo plurissignificativo e abriga muitas possibilidades, uma palavra-mestra.

No tocante à estrutura do trabalho, tomei de empréstimo a metáfora sloterdjikiana da “escalada do monte improvável da cultura”, e defini quatro capítulos, sendo cada um deles um estágio de uma escalada (daí é que tirei o título), desde o Acampamento de Base até a Parada Obrigatória, que tem a função de considerações finais. Entre esses dois grandes estágios, estão as Escaladas 1, 2 e 3.

No Acampamento de Base, o capítulo 1, encaminho os preparativos para o início da escalada, refletindo sobre a contracultura e seus sentidos. Aí, então, mobilizo as duas teses centrais sobre a contracultura, com as quais trabalho: a visão clássica da contracultura em Theodore Roszack e a visão da contracultura como expressão da cultura em qualquer tempo, defendida por Ken Goffman e Dan Joy. Nesse capítulo também discuto a contracultura agregando uma noção nova, moriniana, de “Palavra-mestra”. De certa forma, e em acordo com a ideia de jornada vertical (escalada), considerei esse capítulo como um acampamento de base, onde estaria preparando as providências para iniciar o processo de escalada do monte; nesse caso, a experiência contracultural em Natal no recorte pelo qual optei.

Na Escalada 1, capítulo 2, começo a narrativa da experiência contracultural aqui vivenciada, a partir do que foi produzido no campo da imprensa alternativa. Defini cada acontecimento como um estágio dessa escalada. Inicialmente escolhi dois jornais que tiveram bastante impacto à época. O Hotel das Estrelas, no Estágio 1 e o Delírio Urbano, no Estágio 2. É também nesse capítulo que trato de narrar a experiência com a produção poética marginal e o mimeógrafo. Elejo quatro obras consideradas como expressões dessas vertentes: Máquina de Lavar Poemas, de João Gualberto, no Estágio 3, publicado em 1973; No Estágio 4, O Buraco no Muro, de Jóis Alberto, João da Rua e Tadeu Litoral, publicada em 1980; Batman & Robin: um poema das abstrações vivenciais, de Carlos Gurgel e Eduardo Alexandre Garcia, publicado em 1982, no Estágio 5; e o romance-minuto Temporada de Ingênios, de João da Rua (João Batista de Morais Neto), lançado em 1986, no Estágio 6. Por fim, narro algumas escaramuças dos happenings que ficaram conhecidos como Passeios Poéticos, em comemoração ao Dia da Poesia, cujo título da seção que é Pega-poeta, Estágio 7.

Na Escalada 2, Capítulo 3, intitulado De Galerias e Festivais, detenho-me nos acontecimentos mais significativos e expressivos dessa experiência: A Galeria do Povo e o FAN (Festival de Artes do Natal) ou Festival do Forte. A Galeria do Povo, narrada no Estágio 8, Maresia, sol, arte e poesia no muro, foi uma iniciativa de Eduardo Alexandre Garcia, que surgiu em 1977. A ideia inicial, segundo o próprio Garcia, era criar um espaço aberto para as expressões políticas e artísticas que mobilizassem forças contra o estado de coerção vivido pela sociedade brasileira por ocasião do recrudescimento da Ditadura militar; no Estágio 9, A segunda invasão da fortaleza, narro o FAN (Festival de Artes do Natal), que foi uma iniciativa de artistas e intelectuais que eram também frequentadores da Galeria. O Festival tem sua primeira edição em 1978 e segue até 1988.

Na Escalada 3, Capítulo 4, De Coletivos, bandas e heterotopias, construo a narrativa da atuação dos mais importantes coletivos no período, destacando dois deles: o Cabra, apresentado no Estágio 10, e o Aluá, apresentado no Estágio 1, Aluá dos Aluados. Traço também uma panorâmica sobre a cena cultural em foco, com ênfase na cena musical, destacando a performance do Gato Lúdico no Estágio 11, As unhas do Gato Lúdico, grupo músico-performático surgido em 1982, a partir do grupo de teatro Nuvem Verde, que encarnou, como poucos, o espírito contracultural de maneira mais intensa e anárquica. Seguindo a escalada, no Estágio 13, Agitos e Heterotopias, detenho-me nos pontos (points) que marcaram épocas na década de 1980, na faixa litorânea conhecida como “Baixo”, que compreendia a Praia de Areia Preta, Praia dos Artistas, Praia do Meio e Praia do Forte, onde se concentravam, em maior número, as casas noturnas, os bares e as barracas por onde circulavam praticamente todos os atores da cena narrada e onde também aconteciam, em boa parte, os eventos. Destaco, ainda, nesse percurso, alguns lugares no centro antigo da cidade, a Cidade Alta. Em arremate, construo breve reflexão sobre o tema estudado na sessão Parada Provisória. A ideia é a de que essa seção ocupe o lugar das tradicionais considerações finais. Cumpre também o papel de esclarecer que as minhas opções de estudo ao longo do trabalho foram apenas o início dessa escalada, e que o caudal de temas por mim levantados, e não desenvolvidos em função da necessidade de um recorte, pode ser um amplo acampamento de base de onde podem partir dezenas de expedições em diversas escaladas.

Estruturei o texto na intenção de que ele motive a leitura. Sigo um princípio interessante, defendido por Mills (2009), de que toda escrita reivindica um leitor, sendo para este leitor que procuro direcionar minha preocupação. Isso não quer dizer que negligencio o rigor do texto acadêmico, mas que procuro, na medida do possível, suavizá- lo. Uma das formas que encontrei foi imaginar uma situação de viagem em que dialogo com um amigo, diálogo a partir do qual vou recuperando o contexto de época e articulando as reflexões teóricas. Vali-me largamente da forma ficcional de escrita para recriar alguns episódios que me foram narrados nas entrevistas e que foram fortemente enfatizados. Todos eles fazem parte de um folclore, razão pela qual poderiam ter sido julgados desnecessários. No entanto, acredito haverem contribuído muito no plano imaginativo. Essa imaginação, vale ressaltar, é fustigada pelo recurso dos Estágios, metaforicamente alcançados. Alguns deles iniciam com a narrativa desses episódios ou com a apresentação fac-similar de alguma passagem de obras publicadas na época e, na medida em que se vai consolidando o tema, valho-me das reflexões teóricas que dão a cobertura às teses com as quais trabalho.

Dito isso, resta-me esperar a leitura e o crivo dos leitores aos quais submeto este trabalho. Finalizo pensando no que disse Roth (1998, p. 374): “Escrever nos transforma em uma pessoa que está sempre errada. A ilusão que temos de que algum dia poderemos vir a acertar é a loucura que nos empurra para adiante”. Tenho a impressão de que cometi muitos erros, mas os cometi porque vivi a ilusão de que, de alguma forma, acertaria. Por isso, mesmo mediante as angústias e aos vacilos do processo de escritura, insisti na loucura de continuar escrevendo não apenas a partir do que apurei na empiria, mas também a partir do que julguei ser capaz minha imaginação. Por obrigação acadêmica, óbvio. Porém, sobretudo, pelo prazer.

Chegar até aqui não foi tarefa solitária, ao contrário, só foi possível como uma grande mobilização de caráter adjutório. Daí porque sou imensamente grato a Alex Galeno, meu amigo de longas datas e orientador da tese, sobretudo pela presença acadêmica diuturna, sem a qual o percurso teria sido muito mais difícil.

Ao Professor João Batista de Morais Neto, o amigo que me incentivou e me despertou para o tema e pela consequente e produtiva interlocução em toda a escalada.

A Fátima Lima Lopes, que me acompanhou de perto durante toda a escalada, segurando a maior onda; a Fernando Mineiro, Venâncio Pinheiro, Véscio Lisboa e Afonso Martins, pela solidariedade e pelo altruísmo demonstrado ao abrirem as portas de seus arquivos pessoais, sem os quais este trabalho seria bem mais lacunar. A todos os que colaboraram diretamente com a construção desta tese: Antônio Ronaldo, Aucides Sales, Carlos Gurgel, Jóis Alberto, Carlos Magno, Ciro Pedroza, Eduardo Alexandre Garcia, Luiz Galdino dos Santos Lima (Lola), Hugo Manso Júnior, Novenil Barros, Rose Barros, J. Medeiros, Pedro Osmar, Dorian Lima, Lula Belmont, Samir Cristino, Vicente Vitoriano e Carlos Lima, os dois últimos meus parceiros de Gato e de prosa-poética; aos colegas de jornada acadêmica, especialmente a Jucieude Lucena e Fagner França, pelo diálogo constante. E aos rapazes da secretaria do PPGCS, Otânio e Jefferson, pela forma diligente e amigável com que sempre nos trataram; por fim, ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), pelo apoio institucional e incondicional.

Sobre o autor

Sérgio Vilar

Jornalista com alma de boteco ao som de Belchior

COMMENTS

Pedro Pereira

Um resgate histórico divino e maravilhoso! Parabéns meu genial amigo Artemilson Lima

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