Cantora potiguar Valéria Oliveira fará turnê na Europa

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No final de junho a cantora Valéria Oliveira ganha novos horizontes com a turnê “Mirá”. E para começar com o pé direito foi anunciada hoje, 17 de abril (aniversário da cantora), na coletiva do Montreux Jazz Festival a confirmação do nome da potiguar na programação do festival no Brasil Boat, no dia 1 de julho.

A circulação da turnê “Mirá” inclui ainda passagem por outras cidades, como Lisboa, onde Valéria encontrará os músicos potiguares Rogério Pitomba e Diogo Guanabara, que seguirão com a cantora para Montreux.

O projeto de Circulação do show “Mirá” pela Europa foi aprovado na Lei Djalma Maranhão e conta com o patrocínio da Prefeitura do Natal, da Unimed Natal, do Hospital do Coração, da Aerotur Viagens e Turismo e apoio cultural do Villa Park Hotel.

Sobre o show Mirá

A temporada de shows de lançamento do novo disco da artista começou em Natal, no mês de agosto, com o Teatro Riachuelo lotado. João Pessoa foi a segunda cidade a receber a apresentação em duas grandes noites no auditório da Usina Cultural ENERGISA. Depois de desfrutar do carinho do público paraibano Valéria retornou a Natal e seguiu emocionando plateias em duas apresentações no Solar Bela Vista.

O repertório, composto por sambas e boleros majoritariamente inéditos – em parceria com os potiguares Ivando Monte, Luiz Gadelha, Simona Talma e Vinícius Lins além dos sambas dos cariocas Moacyr Luz, Délcio Luiz, Fátima Guedes e Rico Dias -, aliados a sambas da mineira Clara Nunes como “Apenas um adeus” (Paulinho Diniz – Roque Ferreira – Edil Pacheco), “Conto de areia” (Toninho – Romildo) e “Canto das três raças” (Mauro Duarte – Paulo César Pinheiro), já gravados por Valéria no seu álbum anterior, faz do show uma celebração à música brasileira.

A potiguar propõe ainda uma viagem no tempo ao trazer para o repertório do show a releitura de “Meu cofrinho de amor”, de Elias Soares e João Martins, brega imortalizado por Elino Julião, e quando embarca com o pescador Gangão, personagem real de uma história registrada pelo mestre Cascudo, que virou canção na voz dela.

Sérgio Vilar

Sérgio Vilar

Jornalista com alma de boteco ao som de Belchior

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