Já dizia Millôr Fernandes, que misturava sarcasmo e humor como ninguém, que a academia de letras é formada por 39 acadêmicos e um membro rotativo. Pois bem, com a morte do poeta Paulo de Tarso Correia de Melo, uma vaga rotativa deverá ser preenchida em breve. Por hora, apenas um candidato se colocou na disputa. Aliás, candidatA. Sim, mais uma mulher para preencher a instituição eminentemente masculina. E a escritora Elze Bezerra Cirne está praticamente eleita. Soube fazer a campanha de praxe entre os acadêmicos e sequer apareceu concorrente ao posto ainda. Mas, ainda. Outro candidato deve se inscrever. É o engenheiro civil Manoel Fernandes de Negreiros Neto, autor do recente livro “A História da Ponte de Igapó”. Elze, entre outras obras, publicou e gerou boa repercussão na mídia e no lançamento do livro “Viúva Machado: a grandeza de uma mulher”.
