Casa da Ribeira terá espaços ocupados com estreia nacional e ações performáticas


Estreia nacional de espetáculo de teatro, ações performáticas e uma gama de artistas independentes ocuparão diversos espaços da Casa da Ribeira neste sábado (25).

A Mostra Casa Aberta será promovida pelo Coletivo Independente Dependente de Artistas (Cida) e integra a programação de aniversário da Casa da Ribeira.

Nesta segunda edição da Mostra acontecerá a estreia nacional do espetáculo História|Container, desenvolvido em 2016 em parceria do Festival CenaCumplicidade com a companhia suíça Ioannis Mandafounis. A obra surge em colaboração a muitos outros artistas e teve sua temporada de estreia em dezembro do último ano no Flux Laboratory, em Genebra, Suíça.

Os bailarinos que dão corpo à esta obra criada em tempo real são Diogo Ricardo, Manoel Castomo e René Loui, e tem circulação nacional prevista para o segundo semestre.

Além deste espetáculo a mostra contará com a presença de Rozeane Oliveira, a Rainha do Carnaval 2017 que é bailarina e pesquisadora da dança contemporânea. Rozeane apresenta o espetáculo (Eu) Fêmea, uma obra que aborda de forma intensa, os prazeres e dores do feminino.

Esta ação é também um modo de reafirmação da recém existência do CIDA. Um coletivo criado para poder dar voz e espaço a artistas residentes em Natal, que constantemente tinham suas vozes caladas por serem artistas independentes e, por isso, vistos como artistas não profissionais.

​QUEM SOMOS​

​O Coletivo Independente Dependente de Artistas carrega para si e apropria-se do conceito “Corpos Diferenciados”, lidando com a obra de arte a partir das singularidades de cada indivíduo e das múltiplas formas de existência, das identidades e das diferenças.

A necessidade de autonomia é um dos fatores mais presentes na vida dos artistas independentes – e mais fortemente nos tempos atuais de repressão. É também o fator que mais colaborou para a criação do CIDA, incentivando que artistas com necessidade de serem ouvidos, sem espaço para criação e com extrema vontade de experiências coletivas e horizontais se unissem num mesmo percurso de transição, sem verticalidade.

A CIDA se entende enquanto objeto feitor de transição, enxergando-se deste modo, enquanto espaço de coexistência, enquanto ponto de apoio para artistas das mais diversas áreas criarem coletivamente um espaço para seus mais diversificados percursos.

O mais interessante para os habitantes deste coletivo é a possibilidade de coexistência e transitoriedade que este espaço relacional oferece. Este coletivo de artistas se considera um organismo vivo, apenas coabitando um mesmo corpo móvel​

​PROGRAME-SE

Por se tratar de uma Mostra que ocupará também espaços não convencionais de teatro, a sugestão é que entre em contato e reserve seu lugar. Os ingressos são limitados e custam 20$ | 10$.

Podem ser adquiridos na própria Casa da Ribeira, bem como na sede do CIDA, a CASA TOMADA, localizada na Avenida João Ferreira de Melo, nª 5, em Capim Macio.

sergiovilar

Jornalista com alma de boteco ao som de Belchior

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